Sábado, 12 de Abril de 2014
Obesidade na gravidez

A gestação está incluída na lista dos fatores clássicos desencadeantes da obesidade. E o início ou manutenção da obesidade nesta fase está associado a inúmeros riscos maternos e fetais. A participante do Além do Peso, Van, sabe bem o que é lidar com isso. Por estar acima do peso, sua gravidez foi considerada de risco, e ela precisou ficar em repouso (de cama) a partir do quarto mês de gestação.

Normalmente, o ganho de peso ocorre devido a aumento de tecidos maternos, como, por exemplo, o aumento do útero, e dos produtos da concepção (placenta, líquido amniótico e feto). De acordo com  o estado nutricional inicial da gestante (baixo peso, adequado, sobrepeso ou obesidade) há uma faixa de ganho de peso recomendada por trimestre. É importante que na primeira consulta a gestante seja informada sobre o peso que deve ganhar.

Mulheres que ganham peso dentro dos limites propostos têm menor chance de ter filhos nos extremos de peso para idade gestacional. No entanto, cerca de 2/3 das mulheres ganham mais peso que o recomendado, o que leva a complicações durante a gestação além de contribuir para o peso aumentado após o parto e, assim, para o desenvolvimento da obesidade e suas complicações ao longo da vida.

Algumas complicações que podem ocorrer na gestação de mulheres obesas:

- Maior risco de abortamento espontâneo;

- Maior risco de infecções do trato urinário durante e gestação;

- Maior risco de apresentarem diabetes durante o período de gestação  (denominad Diabetes Melito gestacional). Essas mulheres têm um risco duas vezes maior de desenvolver DM2 no futuro;

- Probabilidade maior de trabalho de parto prolongado;

- Chance maior para parto cesariana;

- Hospitalização  mais prolongada após parto

- Maior dificuldade para amamentar.

O tratamento da obesidade requer equipe profissional adequada com médico, nutricionista e, quando possível, orientador de atividade física.  Não existe nenhum tratamento que não envolva mudança de estilo de vida, portanto, Sempre será orientado alimentação adequada e exercício físico. A indicação de medicações para emagrecer esta contra-indicada na gravidez. Procure um médico para analisar o seu caso e nunca se automedique.

Fonte: Texto Ganho de Peso na Gestação



publicado por adm às 10:56
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Mulheres com distúrbios alimentares arriscam mais problemas na gravidez e parto

Mulheres com um historial de distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou bulimia nervosa, correm um maior risco de desenvolver problemas durante a gravidez, que podem levar a contracções e partos prematuros e a que o bebé nasça com baixo peso, revela um estudo da Universidade de Helsínquia, Finlândia.

Entre 1995 e 2010, a Clínica de Distúrbios Alimentares do Hospital Central da Universidade de Helsínquia reuniu dados de 2257 doentes do sexo feminino sob tratamento e de 9028 mulheres sem qualquer problema alimentar.

O Instituto Hjelt, na mesma universidade, analisou os dados e entre as mulheres que manifestavam distúrbios alimentares e tiveram um parto nem todas revelaram problemas de saúde. No entanto, foram detectadas complicações em 302 nascimentos entre doentes com anorexia nervosa, 724 entre mulheres com bulimia nervosa e 52 das que tinham compulsão alimentar. Entre as mulheres sem qualquer perturbação neste contexto foram verificados 6319 nascimentos durante os 15 anos do estudo.

Analisadas as informações recolhidas durante o desenvolvimento da gravidez, observações na consulta de obstetrícia e após o parto, concluiu-se que as mulheres com anorexia e bulimia tinham uma maior tendência para dar à luz filhos com mais baixo peso que as parturientes sem registo de distúrbios. O contrário foi observado entre os recém-nascidos de mulheres com compulsão alimentar.

Ainda segundo o estudo, nas mulheres com anorexia foram verificados casos de anemia, desenvolvimento fetal lento, contracções prematuras, duração curta da primeira fase do parto, nascimento muito prematuro, bebés pequenos apesar do tempo gestacional e morte perinatal, isto é antes e depois do nascimento.

Por sua vez, nas doentes bulímicas aumentaram as possibilidades de contracções prematuras, bem como os casos de haver necessidade de reanimar o recém-nascido. Nos filhos destas mulheres, o resultado do teste de Apgar (que mede o nível de adaptação do bebé à vida fora do útero) é muito baixo no primeiro minuto de vida da criança.

Nos casos de mulheres com compulsão alimentar foram registadas situações de hipertensão maternal, longa duração da primeira e segunda fase do parto e nascimento de bebés maiores do que a sua verdadeira idade gestacional.

“Os distúrbios alimentares parecem estar associados a várias consequências adversas perinatais, particularmente nas crianças”, concluiu o estudo assinado por uma equipa médica do Instituto Hjelt, liderada por Milla Linna, e publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology.

“As desordens alimentares afectam as mulheres com frequência nos seus anos férteis e os comportamentos típicos associados às perturbações alimentares interferem fortemente com o balanço metabólico e hormonal do corpo, o que pode influenciar o desenvolvimento da gravidez e do nascimento”, explicou à Reuters Milla Linna.

O estudo agora apresentado teve como objectivo determinar se as “mulheres com um historial de tratamento para um distúrbio alimentar estavam em risco de ter uma gravidez e parto problemáticos”, acrescentou. Apesar de terem sido detectadas perturbações na saúde das mulheres com distúrbios alimentares, Milla Linna salienta que é “bom saber que a maioria das mulheres passa bem durante a gravidez e nascimento mesmo que tenham tido dificuldades alimentares”.

A quem acompanha mulheres com ou que tiveram estes distúrbios, a equipa de Linna recomenda uma vigilância constante, bem como aos seus recém-nascidos.

O estudo sublinha que é necessário que as mulheres informem o seu médico caso tenham um historial de perturbações alimentares e que procurem ajuda se apresentarem sintomas típicos de quem tem perturbações alimentares, como depressão, ansiedade ou dificuldade em aceitar as alterações no corpo que uma gravidez provoca.

 

fonte:http://www.publico.pt/s



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Domingo, 30 de Março de 2014
Estresse pode dificultar a gravidez

O estresse pode aumentar o risco de uma mulher sofrer com infertilidade, sugere nova pesquisa da Ohio State University College of Medicine. Para chegar aos resultados, os autores olharam para os níveis de uma enzima ligada ao estresse na saliva de mulheres que estavam tentando engravidar.

A equipe coletou dados de cerca de 500 casais que foram recrutados a partir de municípios específicos em Texas e Michigan. A enzima analisada foi a alfa-amilase, que é secretada na boca e ajuda o corpo começa a digerir os carboidratos. Ela também está ligada ao sistema de estresse, na parte de luta ou fuga.

Dos cerca de 400 casais que completaram o estudo, 87% das mulheres ficaram grávidas. Após o ajuste para idade, raça, renda e do uso de álcool, cafeína e cigarros, os pesquisadores descobriram que as mulheres com os níveis mais altos de alfa-amilase apresentaram uma probabilidade 29% menor de gravidez em comparação com as mulheres que tinham os níveis mais baixos da enzima. Isso significa que mulheres com níveis mais elevados do biomarcador tiveram o risco até duas vezes maior de infertilidade.

As mulheres tomaram amostras de saliva duas vezes - no início do estudo e novamente depois que elas tiveram seu primeiro período menstrual. Eles acompanharam os casais durante um período de 12 meses.

Os cientistas afirmam que os resultados não sugerem que o estresse por si só é a razão pela qual uma mulher não pode engravidar. No entanto, o estilo de vida deve ser levado em conta caso uma mulher não esteja conseguindo engravidar.

fonte:http://www.cgn.inf.br/


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publicado por adm às 17:40
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Sexta-feira, 28 de Março de 2014
Injeção de ácido na pele reduz manchas causadas na gravidez

Bastante comuns no rosto, principalmente em áreas como bochecha, testa e queixo, as manchas provocadas pelas alterações hormonais típicas da gravidez e até mesmo pelo uso constante das pílulas anticoncepcionais podem ser atenuadas não só com a adoção de diferentes peelings, mas também pela aplicação de injeções de ácido tranexâmico.

 

Conhecida no meio médico por sua poderosa ação contra os melasmas, a substância consegue frear o aumento dos famosos melanócitos, que nada mais são do que as células responsáveis por produzir mais melanina e alterar a tonalidade da pele, provocando marcas escuras e amarronzadas que se alojam nas camadas mais profundas da derme, não somem totalmente e acabam reaparecendo quando há exposição ao sol de forma descuidada.

 

Realizado por meio da penetração de agulhas no tecido subcutâneo, o procedimento costuma causar um pequeno desconforto nas pacientes. Por isso,  no início da sessão, um creme anestésico é aplicado na região tratada para aliviar a incômoda sensação. “Logo após a injeção, o rosto pode ficar inchado, levemente avermelhado ou com algum pontinho roxo, mas não há com o que se preocupar, pois os efeitos são perfeitamente camuflados com o uso de maquiagem”, garante Carla Albuquerque, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

 

Livre de contraindicações, o ativo pode ser aplicado em todos os tipos de pele. Quem deseja alcançar um resultado mais duradouro e satisfatório pode fazer até dez sessões, realizadas com intervalos de uma ou duas semanas, dependendo da necessidade de cada caso.

 

fonte:http://beleza.terra.com.br/s


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publicado por adm às 22:35
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Está grávida? Saiba quais são as atividades físicas mais adequadas

Você está grávida e não sabe ao certo se deve  fazer atividades físicas? Tem medo de escolher um exercício inadequado? A prática de atividade física durante esta etapa da vida é recomendada. Porém, fique atenta a alguns cuidados especiais.

A professora de educação física da Academia Contours, Marcella Simões diz que a mulher pode fazer exercícios após o terceiro mês de gestação, e somente com a liberação do obstetra pode ser mantida até o oitavo.

— No entanto, ela não deverá acontecer caso a gestante tenha alguma patologia, ou apresente sangramento, placenta baixa, hipertensão ou começo de aborto.

Outro alerta da professora é quanto ao planejamento do programa de exercícios, isso porque para certas atividades é necessário um histórico de prática anterior a gravidez.

— No caso da musculação é imprescindível que a gestante já pratique a atividade há pelo menos seis meses antes da gravidez devido à complexidade e a exigência física dessa modalidade.

 

Os benefícios dos exercícios para as gestantes são muitos. Eles melhoram o tônus, a postura, diminuem o risco de diabetes gestacional e aliviam as dores nas costas. Além disso, por causa da liberação de endorfina traz sensação de bem-estar.

— Além dos benefícios para a gestante, a atividade física durante o período gestacional também beneficia o feto, já que diminui o risco do bebê nascer com sobrepeso  e mantém os níveis de glicose estáveis.

De acordo com a professora da Contours, as atividades mais indicadas para as grávidas são aquelas de baixo impacto.

 

Hidroginástica: “As aulas devem ser específicas para gestante, por não ter impacto evita dores nos joelhos, melhora o tônus, além de proporcionar uma sensação de bem-estar já que na água o peso da barrida diminui”, explica a professora da Academia Contours.

Pilates: O pilates age na musculatura pélvica e na musculatura paravertebral. O trabalho dessas regiões leva a um parto menos traumático, além disso, evita dores nas costas.

Caminhada: Devido ao baixo impacto, a caminhada trabalha os membros inferiores sem sobrecarregar os joelhos. É geralmente a principal atividade recomendada pelos médicos já que a gestante pode fazer sem o acompanhamento de um profissional e a hora que quiser. “O ideal é que a gestante caminhe em uma superfície lisa (esteira), ou áreas planas. Para evitar dores no calcanhar deve-se utilizar um calçado adequado” recomenda a professora.

Musculação: Deve ser realizada somente se a gestante já for praticante da modalidade. “Melhora o tônus e postura, porem alguns exercícios devem ser adaptados”, ressalta Marcella.

 

fonte:http://noticias.r7.com/



publicado por adm às 22:34
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Quarta-feira, 26 de Março de 2014
Será que eu estou grávida? Veja os sinais que o corpo dá no início da gestação

Durante a gestação, todo o corpo se prepara para dar conforto e nutrientes para que o bebê cresça e se desenvolva. Por isso, uma série de mudanças é notada desde o comecinho dela.

Nem sempre essa transformação é perceptível, e a maneira como ela acontece é diferente em cada mulher. Mas há alguns sinais mais comuns, que aparecem logo nas primeiras semanas, e que podem despertar aquele alerta e a dúvida: "Será que estou grávida?".

De acordo com a ginecologista e obstetra Stephanie Roca Volpert, da clínica Studio Ser, o sinal mais nítido de gravidez é o atraso da menstruação. A primeira menstruação depois da fecundação do óvulo já pode sofrer alteração, e esse já é um motivo para correr para a farmácia.

— Se você tem um ciclo de 28 dias e teria que ficar menstruada dia 28, no dia 1º do mês seguinte já pode fazer o teste.

Outro sinal de gravidez é o aumento dos seios, que também ficam mais doloridos e começam a se modificar para a amamentação.

— A gravidez é um momento de alteração hormonal muito grande que causa proliferação dos ductos da mama, então, logo no começo, a gestante já percebe aumento dos seios.

Gestantes também percebem mudanças no sono. Geralmente, elas sentem mais vontade de dormir. A necessidade de ir ao banheiro também aumenta, mesmo que o barrigão ainda não esteja aparecendo. Já a evacuação se torna mais difícil, porque o peristaltismo se torna mais lento.

Sentir enjoos também é um belo indício de gravidez, e isso é causado pelas alterações hormonais.   Como confirmar?

Se esses indícios aparecerem e bater a dúvida, vale procurar um teste de farmácia.

— O resultado do teste de urina aparece em alguns minutos e tem credibilidade. Algumas marcas chegam a 98% de confiabilidade de resultados.

Outra opção é procurar um posto de saúde para um exame de sangue. Ele pode confirmar a suspeita e até estimar de quantas semanas é a gestação.

— Os exames de sangue ficam prontos no mesmo dia. Se a paciente foi ao laboratório pela manhã, durante a tarde o resultado sai.

Algumas gestantes demoram em perceber que estão à espera de um bebê porque não relacionam os sintomas, enquanto outras acreditam que continuam menstruando.

— Algumas pacientes podem ter um sangramento do colo uterino, mesmo grávidas. Mas não vão ter menstruação porque não é possível ter descamação do endométrio durante a gestação.  

 

fonte:http://entretenimento.r7.com/c


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Sexta-feira, 21 de Março de 2014
Vitamina A na gravidez é essencial para desenvolvimento de sistema imunitário do feto

O estudo publicado na edição online de 19 de março da revista científica Nature vem pela primeira vez demonstrar uma estreita ligação entre a dieta materna durante a gravidez e a capacidade de resposta a infeções do sistema imunitário do bebé. 

Henrique Veiga Fernandes, investigador do Instituto de Medicina Molecular (IMM), da Faculdade de Medicina, da Universidade de Lisboa, explica, citado em comunicado da IMM, que os resultados do estudo demonstram que «ao contrário do que até agora se pensava, a formação do sistema imunitário no feto está muito dependente de fatores ambientais, nomeadamente da qualidade da dieta materna».

E «o nosso trabalho vem estabelecer pela primeira vez uma ligação estreita ente os hábitos alimentares da mãe, a qualidade do sistema imunitário dos filhos, e a forma como estes resistirão às infeções ao longo da vida».

O que o estudo vem demonstrar é que o processo de formação de estruturas do sistema imunitário durante o desenvolvimento do feto é regulado por micronutrientes presentes na alimentação. E aqui o composto da vitamina A, o ácido retinóico, desempenha um papel fundamental e é obtido através de alimentos, sobretudo vegetais, como a cenoura ou a couve. 

Assim, é necessário ter em atenção na apenas a dieta materna durante a gravidez e o equilíbrio do consumo de vitamina A, mas também os comportamentos de risco como o consumo de tabaco e álcool, muito associados a deficiência de vitamina A. No entanto, à que ter em atenção os riscos das dietas muito ricas em vitamina A, já que podem também contribuir para o aumento de patologias inflamatórias. 

fonte:http://www.tvciencia.pt/t


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publicado por adm às 20:36
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Domingo, 9 de Março de 2014
Infecção urinária é a segunda maior causa de aborto espontâneo no Brasil

Quando o assunto é gestação, os cuidados com a saúde da mulher são redobrados, pois por nove meses ela irá carregar outra vida. Além de ter atenção com a alimentação, consumo de medicamentos, contato com produtos químicos e excesso de esforço físico, a futura mamãe deve se preocupar com as pequenas mudanças do corpo. Um simples desconforto ao urinar, por exemplo, pode indicar o início de uma infecção urinária, patologia que atinge com mais frequência às mulheres. "Na mulher, o canal que leva a urina da bexiga para o meio externo é mais curto e, devido a proximidade com o ânus, a chance de infecção bacteriana é maior", observa José Perandré Neto, médico urologista da Clínica Plena. 

Nas mulheres grávidas, a incidência da doença é ainda maior. Devido às alterações fisiológicas que ocorrem na gravidez, como a dilatação dos órgãos que compõem o sistema urinário, diminuição do espaço para a bexiga e alterações imunológicas, as gestantes são mais suscetíveis a complicações e sequelas graves decorrentes das infecções do trato urinário. "Em alguns casos, o mal acaba interferindo no bebê, podendo provocar o parto prematuro e até a morte prematura", explica o especialista. 



Aborto espontâneo 

Dados de um estudo divulgado pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) em 2007 revelam que a doença é a segunda causa de mortalidade prematura de fetos com até três meses, atrás apenas de alterações cromossômicas geradas por espermatozoides ou óvulos defeituosos. "Caso a infecção não seja descoberta logo no início ou tratada do modo correto, ela pode atingir os rins através do sistema urinário e evoluir para um quadro de infecção generalizada, aumentando a chance de abortamento espontâneo", comenta Andréa Sincero Sá, médica ginecologista da Clínica Plena. 

A infecção urinária na gestação aumenta a chance de morte fetal e trabalho de parto prematuro, além da restrição de crescimento intra-uterino. "Caso isso aconteça, o bebê pode sofrer com as consequências como o baixo peso ao nascer. A realização do pré-natal iniciado precocemente com exames frequentes é a principal maneira para evitar danos tanto ao feto quanto para mãe", expõe. 

Sintomas e prevenção 

O primeiro sintoma da infecção urinária é a ardência ou dor ao urinar, bem como o cheiro desagradável e a cor opaca da urina, que também podem ser indicativos da doença. "Desconforto abdominal, febre, calafrios e vômito indicam que a infecção possa ter se agravado, por isso um médico deve ser consultado com urgência", orienta José Perandré Neto. 

Já para as mamães que desejam prevenir a doença, o indicado é manter a hidratação do corpo consumindo bastante água durante todo o dia e ingerir alimentos ricos em Vitamina C, como mamão, laranja e brócolis. "Fazer a higiene pessoal corretamente e não reter a urina por longos períodos também auxilia na prevenção da doença", finaliza. 

 

fonte:http://www.bonde.com.br/?



publicado por adm às 11:22
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Como introduzir mais frutas na dieta, durante a gravidez?

Embora toda grávida se desdobre para melhorar a alimentação e manter o bebê bem nutrido, uma nova pesquisa da USP de Ribeirão Preto constatou que os esforços das futuras mães brasileiras não têm sido suficientes. Depois de avaliar 282 gestantes, a nutricionista Daniela Zuccolotto contabilizou uma média de consumo de 207 gramas de frutas e hortaliças por dia, praticamente metade do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que são 400 gramas.

Para atingir a quantia adequada, são necessárias cinco porções diárias de frutas, legumes e verduras variados – algumas estratégias tornam essa meta perfeitamente possível. “Como os itens frescos são perecíveis, o ideal é que a mulher se programe para fazer compras semanais e higienize os alimentos assim que chegar em casa, deixando-os disponíveis em uma bandeja ou recipiente na geladeira ”, aconselha Daniela. Segundo ela, maçã, pera, banana, pêssego, uva e morango são opções práticas para compor os lanches. Também podem ser misturadas a iogurtes ou preparadas como vitaminas ou sucos. Para quem faz as refeições em restaurantes, a dica é se servir antes de salada, preenchendo, pelo menos, metade do prato. Veja a seguir algumas sugestões da nutricionista para alcançar a quantidade recomendada.

 

fonte:http://revistacrescer.globo.com/



publicado por adm às 11:20
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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014
Gripe na gravidez

Nariz entupido, cabeça pesada, tosse e dores no corpo. Os sintomas da gripe deixam qualquer um sem ânimo, e, durante a gestação, tudo parece ainda pior. Como o sistema imunológico trabalha de forma menos agressiva na gravidez - justamente para não rejeitar o bebê -, a gripe ou resfriado pode aparecer com mais facilidade. Para completar, os remédios antigripais são proibidos nesta fase, já que contém vasoconstritores e podem causar taquicardia e queda da pressão arterial – o que pode interferir na quantidade de oxigênio que o bebê recebe.

Por isso, a prevenção é o melhor caminho. O primeiro passo é tomar a vacina contra a gripe oferecida gratuitamente nos postos de saúde. Sem medo! Os especialistas garantem que ela é segura para mãe e bebê em qualquer período da gravidez por ser feita com vírus inativo. Você pode sentir uma reação leve após tomar a imunização, como dor de cabeça, no corpo ou no local da picada, mas não se preocupe, isso é normal. Em apenas 10% dos casos, a vacina provoca uma forma mais atenuada de gripe. Vale lembrar que no próximo mês começa o outono, estação das constantes mudanças climáticas e, claro, das doenças respiratórias. Por isso, converse com seu obstetra e já se programe para tomar a vacina, que estará disponível em abril.

Embora não seja consenso entre os médicos, estudos científicos mostram que, durante a gestação, há transferência de anticorpos maternos para o feto por meio da placenta. Um desses foi realizado pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, em 2012, com 27 gestantes. De acordo com a pesquisa, 41% delas receberam vacinação contra a gripe e 59% não.

Exames de sangue realizados nas crianças imediatamente depois do nascimento mostraram que todos os bebês cujas mães tinham sido vacinadas apresentavam os anticorpos contra a gripe, contra apenas 31% das crianças cujas mães não tomaram a imunização. Os anticorpos desse último grupo provavelmente foram adquiridos porque a mãe teve contato com o vírus durante a gestação. Dois meses depois do nascimento, 60% dos filhos das mães vacinadas ainda apresentavam anticorpos, contra apenas 11% do outro grupo. É uma vantagem para o bebê, uma vez que a vacina contra a gripe só pode ser aplicada nas crianças depois dos seis meses de vida.

Outra aliada contra a gripe é a alimentação, que deve ser balanceada, rica em legumes, verduras e frutas, principalmente aquelas que são fontes de vitamina C, como laranja, tangerina e abacaxi, e ajudam a melhorar a imunidade. Procure também beber bastante líquido, fazer exercícios físicos regulamente e dormir bem durante a noite. Outros cuidados que você deve sempre tomar é lavar sempre as mãos e evitar lugares fechados e aglomerados.

Fiquei gripada. E agora?

Em primeiro lugar, converse com o seu obstetra e jamais tome qualquer medicamento por conta própria. Além dos antigripais que estão proibidos, os descongestionantes nasais, que parecem inofensivos, também são contra-indicados pelo mesmo motivo dos remédios contra a gripe e devem ser substituídos pela inalação com soro fisiológico. Se você não tiver um inalador, faça a lavagem do nariz com o produto.

Vale lembrar que, na gravidez, cada sintoma deve ser tratado separadamente. Para dores de cabeça, no corpo e febre, é preferível a indicação do paracetamol em doses adequadas (com prescrição do médico, claro), que não interfere na pressão arterial e pode ser tomado por um período mais longo. A vitamina C em suas diferentes formas também é uma boa aliada. Ela não age sobre a gripe, mas melhora a imunidade da gestante. Você pode tomar um comprimido por dia em qualquer período da gravidez. O mesmo vale para o própolis e mel, que são expectorantes naturais.

E, assim como acontece na prevenção, dieta variada, líquidos e repouso são fundamentais para ajudar você a se recuperar. Muitas vezes, uma boa noite de sono é mais revigorante do que muitos remédios por aí, você sabe bem. Por fim, não se preocupe com o bebê. Mesmo que você esteja se sentindo mal, ele está protegido do vírus dentro do útero. Fundamental mesmo é tratar a gripe para que ela não evolua para uma infecção mais grave, como pneumonia, sinusite ou faringite. Nesses casos, sim, seu bebê pode estar em risco.

 

fonte:http://revistacrescer.globo.com/



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