Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
Evite certos alimentos na gravidez

A GESTAÇÃO É SEMPRE UM MOMENTO SINGULAR para a mulher, afinal há muitas mudanças ocorrendo, desde o corpo até o psíquico. É uma fase delicada, em que alguns cuidados alimentares devem ser seguidos.

 
 
Se a gestante não teve a toxoplasmose, é preciso estar atenta e EVITAR COMER VERDURAS E LEGUMES CRUS (saladas principalmente) fora de casa. A higiene é importante para evitar a contaminação. Em casa, lave sempre em água corrente e deixe de molho em produto apropriado para higiene antes de seu consumo.
 
 
Além dos cuidados com a salada fora de casa, EVITE COMER CARNE MAL PASSADA, CARNE CRUA (quibe cru, carpaccio), peixe cru (sashimi e sushi), ovo mal passado.
 
 
Se gosta de café, cuidado com O EXCESSO DE CAFEÍNA. Fique com 1 a 2 xícaras pequenas ao longo do dia. E lembre que chá mate e o verde, alguns tipos de refrigerantes também tem cafeína. Logo se tomou café, nada de abusar no chá mate ou verde.
 
 
Controle o sal da comida, seu excesso pode levar a inchaço e ser um possível risco para a pressão alta.
 
 
Doces, pães, bolachas, bolos, panquecas, tortas são ricas em carboidratos refinados, seu alto consumo poderá levar a um rápido aumento de peso e ser um FATOR DE RISCO para a diabete gestacional.
 
 
NÃO TOME LEITE RECÉM-ORDENHADO, ou de origem desconhecida. Assim como seus derivados, queijos e iogurtes com refrigeração ou higiene duvidosa, porque podem ser fontes de contaminação por bactéria que causa a listeriose.
 
 
Evite bebida alcóolica.
 
 
Siga uma alimentação variada e equilibrada para seu organismo. Busque orientação nutricional.
fonte:http://www.cenariomt.com.br/


publicado por adm às 12:56
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014
Os exames que toda mulher deve fazer durante a gravidez

O teste da farmácia talvez seja o primeiro de muitos exames que a futura mamãe terá de enfrentar durante a gravidez. Conheça os exames essenciais durante a gestação.

BHCG é o nome do teste que confirma com quase 100% de certeza que a mulher está grávida. Isso porque ele aponta que o hormônio HCG está presente tanto no sangue, quanto na urina da mulher. O HCG é responsável pela suspensão do ciclo menstrual durante a gestação e só existe no organismo das gestantes.

Ao comprovar a gravidez, um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é um hemograma completo. Ele pode mostrar alguns problemas de saúde da futura mamãe, tais como: anemia, diabetes, HIV e sífilis. E também avalia-se o tipo sanguíneo da mãe, para o caso de, por exemplo, ser necessária uma cirurgia.

A pressão arterial materna é acompanhada durante toda a gestação. Esse cuidado visa ao diagnóstico precoce da pré-eclâmpsia, o que evitaria complicações durante a gravidez e também no parto.

O exame de urina detecta infecções e problemas no aparelho urinário da mulher, por isso, será feito periodicamente, durante toda a gestação. Já o exame de fezes verificará a existência de parasitas no organismo da mãe.

Durante a gestação, o ideal é que se faça ao menos três ultrassonografias. No primeiro trimestre, para determinar o tempo da gravidez e, também, para saber se a mamãe espera um ou mais bebês. Já nos outros trimestres, para monitorar a saúde do filhote, se a gravidez está transcorrendo da melhor maneira. E (claro) para as mamães curiosas descobrirem se esperam uma garota ou um menino.

No último trimestre da gestação, é feita uma coleta no colo do útero da mulher, a cultura da secreção vaginal, para detectar se há estreptococos no canal do parto. Caso seja encontrada no exame, a bactéria precisa ser eliminada para evitar que o bebê seja contaminado ao nascer.

Esses são os exames que toda grávida deve fazer. Por isso o pré-natal é tão importante, mamãe. Consulte um médico assim que souber que espera um filho e faça o acompanhamento. Essa é a melhor maneira de ter uma gravidez tranquila e, principalmente, saudável!

fonteR:http://www.odebate.com.br/



publicado por adm às 21:34
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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Benefícios da ingestão de Ômega 3 na gravidez

O consumo de alimentos ricos em Ômega 3 é indicado para todos, mas especialmente para gestantes, pois têm um papel importante para o desenvolvimento cerebral e da retina do bebê. De acordo com Lenycia Neri, nutricionista do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (FMUSP), estudos científicos apontam que o consumo de ômega 3 previne, ainda, o parto prematuro de origem espontânea e diminui, consequentemente, o risco de o bebê nascer com baixo peso.

 

Desde 2007, a Comissão Europeia recomenda que a ingestão de Ômega 3 DHA seja de, no mínimo, 200 mg ao dia para gestantes e lactantes. O Ômega 3 é um ácido graxo essencial para o organismo não sintetizado naturalmente e que, por isso,  precisa ser consumido na dieta. Presente em peixes como salmão, sementes de linhaça, nozes e azeite de oliva, o ômega 3 é composto por três frações específicas: ALA (ácido alfa-linolênico), EPA (ácido eicosapentaenóico) e  DHA (ácido decosahexanóico).

“O consumo de Ômega 3 somente por meio dos alimentos dificilmente entregará a fração correta de DHA que a gestante necessita, por isso, na  maioria das vezes é recomendável a suplementação”, salienta Lenycia. Pesquisas mostram que gestantes e lactantes brasileiras, particularmente, apresentam ingestão deficiente de ácidos graxos Ômega 3, em especial DHA.

“Em todos os casos em que a gestante não consegue suprir por meio da alimentação a quantidade necessária de Ômega 3, que é de pelo menos duas porções semanais de peixes ricos em Ômega 3 e de origem segura, a suplementação é indicada”.

Uma sugestão da nutricionista é o alimento funcional Proepa Gesta, da linha de nutracêuticos do laboratório Aché, que contém Ômega 3 com DHA concentrado. Proepa Gesta ajuda na prevenção de parto prematuro de origem espontânea e no desenvolvimento cerebral do bebê. Cada cápsula contém 250mg de DHA concentrado. A recomendação é que a gestante tome de 1 a 2 cápsulas ao dia ou conforme a orientação do ginecologista obstetra responsável pelo seu pré-natal, um especialista deve sempre ser consultado.   

“Os ácidos graxos Ômega 3 fazem parte das membranas das células nervosas, portanto, toda formação do sistema nervoso do bebê: cérebro, medula espinhal e nervos dependem do consumo de Ômega 3 para o desenvolvimento adequado”,  explica Lenycia. 

A ingestão de Ômega 3 DHA durante a fase de lactação também é  recomendada. “É importante manter a suplementação durante todo o período da amamentação porque o bebê recebe os benefícios Ômega 3 através do leite materno.

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/b



publicado por adm às 21:38
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Obesidade na gravidez aumenta riscos para a gestante e o bebê

A gravidez, ou o desejo de engravidar, quase sempre motiva mulheres a se cuidarem mais: elas param de fumar, por exemplo, ou comem alimentos mais nutritivos. Mas muitas vêm se deparando com uma questão cada vez mais comum: a obesidade, que afeta 36% das que estão em idade fértil nos Estados Unidos. No Brasil, 47,4% das mulheres têm sobrepeso e 18% são obesas.

 

Além de impossibilitar a concepção, o problema – que define aquelas cujo Índice de Massa Corporal (IMC) ultrapassa 30 – está ligado a uma série de dificuldades durante a gravidez, o parto e o nascimento em si. Entre elas está o diabetes gestacional, a hipertensão, a pré-eclâmpsia e até o aborto espontâneo, cesariana de emergência, parto prematuro e de natimorto.

Os filhos de obesas têm mais probabilidades de ter defeitos congênitos e correm maiores riscos de morrer durante o nascimento ou logo depois dele – e os que sobrevivem têm grandes chances de desenvolver hipertensão e obesidade na idade adulta.

A maior parte dos bebês nascidos de mães acima do peso é saudável; entretanto, uma análise recém-publicada de 38 estudos descobriu que mesmo um aumento discreto de peso na fase pré-gravidez aumenta os riscos de morte do feto ou da criança depois de nascida.

Mais magra. Mulheres obesas que querem ter filhos não devem abandonar as tentativas de emagrecer. O ideal é emagrecer antes de engravidar. Uma obesa que engravida deve engordar menos do que uma mulher normal durante a gestação. O Instituto de Medicina dos Estados Unidos sugere que os valores fiquem entre 6 kg e 11 kg para mulheres com sobrepeso e de 5 kg a 9 kg para as obesas.

Embora nenhuma mulher deva tentar emagrecer durante a gravidez, a médica Sigal Klipstein, presidente do comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia, sugere que uma mulher de 135 kg, por exemplo, mantenha esse peso durante todo o período, sem que isso seja prejudicial ao feto.

A obesidade pode causar mudanças psicológicas que afetam negativamente a gravidez, começando com uma ovulação irregular que pode resultar em infertilidade.

Cesariana. As obesas têm mais chances de enfrentar problemas para processar o açúcar no sangue, o que eleva as chances de defeitos congênitos e aborto espontâneo. Há também a probabilidade de que o bebê seja grande demais para o parto normal, exigindo uma cesariana – que, por sua vez, também oferece riscos em termos de anestesia e cirurgia.

Os bebês de mulheres obesas têm mais probabilidades de desenvolver defeitos no tubo neural, como espinha bífida e anencefalia, e sofrer lesões no nascimento, como distócia de ombro, que pode ocorrer por causa do tamanho.

Flash

Sem culpa. Os obstetras devem discutir os riscos associados ao excesso de peso com as pacientes e “evitar culpá-las pelo problema”, afirma o comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia.

 

fonte:http://www.otempo.com.br/i



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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014
Oftalmologista diz que uso de colírio durante gravidez é perigoso

Com a proximidade do dia das mães, o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, alerta as gestantes para o risco do uso indiscriminado de colírios durante s gravidez Só para se ter uma ideia, ele afirma que a estimativa da OMS  (Organização Mundial da Saúde) que 3% dos defeitos congênitos sejam causados pelo uso de medicamentos ou drogas durante a gravidez. “Até as gotinhas de colírio, aparentemente inofensivas, podem afetar o bebê”, afirma. Isso porque, em mulheres grávidas a elevação dos hormônios sexuais altera o metabolismo hepático das drogas que ficam mais concentradas na corrente sanguínea. O problema é  que um levantamento feito pelo médico nos prontuários de 80 gestantes atendidas pelo hospital, mostra que 4 em cada 10 chegam à consulta usando colírio por contra própria.

Para o FDA (Food em Drugs Administration), agência americana que regulamenta os medicamentos, nenhum tipo de colírio pode ser considerado sem risco para o feto por falta de testes com gestantes antes dos lançamentos.

Menor troca de oxigênio e nutrientes

Queiroz Neto destaca que alguns remédios afetam o bebê pela menor troca de oxigênio e nutrientes entre a mãe e o feto através da placenta. É o que acontece com os bebês da maioria das gestantes que usam colírio vasoconstritor para ficar com os olhos branquinhos. O problema é que o colírio faz com os vasos sanguíneos da placenta também contraiam e a nutrição do feto fica comprometida.

O médico destaca que embora esta privação não seja suficiente para que o bebê nasça com alguma deformidade, pode refletir na saúde em algum momento da vida.

Para a futura mãe, o uso indiscriminado desse tipo de colírio predispõe à catarata precoce, alterações cardíacas e elevação da pressão arterial. 

O especialista afirma que a maioria das gestantes fica com o olho vermelho porque o aumento da produção do estrogênio provoca a síndrome do olho seco. Outros sintomas da síndrome são: ardência, coceira, queimação, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo e sensibilidade à luz. O tratamento pode ser feito com lágrima artificial que não prejudica o feto, ou com uma dieta rica em ômega 3. O nutriente é encontrado em semente de linhaça, castanha do Pará, sardinha e salmão.

Contração da musculatura uterina

Queiroz Neto alerta as gestantes portadoras de glaucoma para passar por reavaliação com um oftalmologista. Isso porque, a classe de colírio antiglaucomatoso mais utilizada no Brasil é a dos análogos de prostaglandina que são contra-indicados durante a gravidez. “Este tipo de colírio pode induzir à contração da musculatura uterina, podendo levar à interrupção prematura da gestação”, afirma.  Já os beta-bloqueadores, destaca, podem alterar a frequência cardíaca do feto.  Dos medicamentos para glaucoma o mais seguro para gestantes é o tartarato de brimonidina que não revelou alterações em fetos nos testes de laboratório. Ele diz que a boa notícia para gestantes é que a pressão intraocular geralmente  diminui, principalmente na segunda metade da gestação por causa do aumento da produção de progesterona e relaxina.

Prevenção

Qualquer classe de colírio usado por gestantes pode afetar a saúde do bebê. Por isso, a recomendação é lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações, compartilhamento de maquiagem, fronhas e computadores para prevenir a contaminação dos olhos por bactéria ou vírus. Usar colírio antibiótico ou antiinflamatório pode comprometer a imunidade do feto. Muitos dos adultos que têm astigmatismo e até ceratocone, abaulamento da parte central da córnea, são  alérgicos que foram e expostos a antibióticos durante a gestação ou nos primeiros meses de vida. A boa saúde começa na gestação. Por isso, todo cuidado é pouco neste período.

 

fonte:http://www.tribunahoje.com/n


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publicado por adm às 13:22
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Tipo de coceira rara na gravidez pode representar risco ao bebê

Uma manchinha na pele e já dá aquela vontade de coçar. Mas, futura mamãe, é preciso ficar atento a alguma coceira inexplicável, que pode fugir do controle.

A Hpa colestase intra-hepática da gravidez (ICP) é uma doença hepática específica da gravidez. Ela é causada por altos níveis de ácidos biliares, que são substâncias químicas produzidas no fígado que ajudam a digestão.

Geralmente sem erupção, o problema pode tornar a urina mais escura, além de promover sensação de mal-estar e cansaço. De acordo com um estudo divulgado no ano passado em Londres, a colestase intra-hepática da gravidez triplica o risco de morte fetal.

Apenas no Reino Unido, ela afeta cerca de 5.000 mulheres a cada ano Em casos muito graves, o risco de morte fetal é nove vezes maior do que em uma gravidez normal.

O incômodo é mais comum nas solas dos pés e nas palmas das mãos. Por isso é recomendado manter seu médico sempre informado em qualquer caso que saia do normal.

fonte:http://entretenimento.r7.com/



publicado por adm às 13:22
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2014
Usar antibiótico durante a gravidez pode prejudicar o bebê

Mulheres grávidas que consomem antibióticos podem estar colocando o bebê em risco. Pesquisadores descobriram que os medicamentos utilizados para combater infecções podem interferir no sistema imunológico do feto. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Um estudo realizado no Children’s Hospital of Philadelphia, nos Estados Unidos, mostrou que as bactérias do intestino desempenham um papel crucial na produção dos glóbulos brancos, responsáveis por combater as infecções, do bebê.

Os pesquisadores descobriram que, assim como os humanos, os ratos têm um aumento destes glóbulos próximo ao nascimento e que esta resposta é reduzida quando as mães ingerem antibióticos. Isso faz com que os bebês fiquem mais vulneráveis a infecções por E.coli, especialmente quando nascem prematuros.

Os especialistas mostraram que estas bactérias regulam a produção de células brancas do sangue de filhotes de ratos. Expor mães e fetos a antibióticos reduz a diversidade das bactérias – sendo que muitas são benéficas – e também prejudicam a resistência à infecção do recém-nascido. A pesquisa incita os médicos a se esforçarem para diminuir o uso deste tipo de medicamento durante a gestação.

fonte:http://saude.terra.com.br/


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publicado por adm às 23:13
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Sábado, 12 de Abril de 2014
Obesidade na gravidez

A gestação está incluída na lista dos fatores clássicos desencadeantes da obesidade. E o início ou manutenção da obesidade nesta fase está associado a inúmeros riscos maternos e fetais. A participante do Além do Peso, Van, sabe bem o que é lidar com isso. Por estar acima do peso, sua gravidez foi considerada de risco, e ela precisou ficar em repouso (de cama) a partir do quarto mês de gestação.

Normalmente, o ganho de peso ocorre devido a aumento de tecidos maternos, como, por exemplo, o aumento do útero, e dos produtos da concepção (placenta, líquido amniótico e feto). De acordo com  o estado nutricional inicial da gestante (baixo peso, adequado, sobrepeso ou obesidade) há uma faixa de ganho de peso recomendada por trimestre. É importante que na primeira consulta a gestante seja informada sobre o peso que deve ganhar.

Mulheres que ganham peso dentro dos limites propostos têm menor chance de ter filhos nos extremos de peso para idade gestacional. No entanto, cerca de 2/3 das mulheres ganham mais peso que o recomendado, o que leva a complicações durante a gestação além de contribuir para o peso aumentado após o parto e, assim, para o desenvolvimento da obesidade e suas complicações ao longo da vida.

Algumas complicações que podem ocorrer na gestação de mulheres obesas:

- Maior risco de abortamento espontâneo;

- Maior risco de infecções do trato urinário durante e gestação;

- Maior risco de apresentarem diabetes durante o período de gestação  (denominad Diabetes Melito gestacional). Essas mulheres têm um risco duas vezes maior de desenvolver DM2 no futuro;

- Probabilidade maior de trabalho de parto prolongado;

- Chance maior para parto cesariana;

- Hospitalização  mais prolongada após parto

- Maior dificuldade para amamentar.

O tratamento da obesidade requer equipe profissional adequada com médico, nutricionista e, quando possível, orientador de atividade física.  Não existe nenhum tratamento que não envolva mudança de estilo de vida, portanto, Sempre será orientado alimentação adequada e exercício físico. A indicação de medicações para emagrecer esta contra-indicada na gravidez. Procure um médico para analisar o seu caso e nunca se automedique.

Fonte: Texto Ganho de Peso na Gestação



publicado por adm às 10:56
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Mulheres com distúrbios alimentares arriscam mais problemas na gravidez e parto

Mulheres com um historial de distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou bulimia nervosa, correm um maior risco de desenvolver problemas durante a gravidez, que podem levar a contracções e partos prematuros e a que o bebé nasça com baixo peso, revela um estudo da Universidade de Helsínquia, Finlândia.

Entre 1995 e 2010, a Clínica de Distúrbios Alimentares do Hospital Central da Universidade de Helsínquia reuniu dados de 2257 doentes do sexo feminino sob tratamento e de 9028 mulheres sem qualquer problema alimentar.

O Instituto Hjelt, na mesma universidade, analisou os dados e entre as mulheres que manifestavam distúrbios alimentares e tiveram um parto nem todas revelaram problemas de saúde. No entanto, foram detectadas complicações em 302 nascimentos entre doentes com anorexia nervosa, 724 entre mulheres com bulimia nervosa e 52 das que tinham compulsão alimentar. Entre as mulheres sem qualquer perturbação neste contexto foram verificados 6319 nascimentos durante os 15 anos do estudo.

Analisadas as informações recolhidas durante o desenvolvimento da gravidez, observações na consulta de obstetrícia e após o parto, concluiu-se que as mulheres com anorexia e bulimia tinham uma maior tendência para dar à luz filhos com mais baixo peso que as parturientes sem registo de distúrbios. O contrário foi observado entre os recém-nascidos de mulheres com compulsão alimentar.

Ainda segundo o estudo, nas mulheres com anorexia foram verificados casos de anemia, desenvolvimento fetal lento, contracções prematuras, duração curta da primeira fase do parto, nascimento muito prematuro, bebés pequenos apesar do tempo gestacional e morte perinatal, isto é antes e depois do nascimento.

Por sua vez, nas doentes bulímicas aumentaram as possibilidades de contracções prematuras, bem como os casos de haver necessidade de reanimar o recém-nascido. Nos filhos destas mulheres, o resultado do teste de Apgar (que mede o nível de adaptação do bebé à vida fora do útero) é muito baixo no primeiro minuto de vida da criança.

Nos casos de mulheres com compulsão alimentar foram registadas situações de hipertensão maternal, longa duração da primeira e segunda fase do parto e nascimento de bebés maiores do que a sua verdadeira idade gestacional.

“Os distúrbios alimentares parecem estar associados a várias consequências adversas perinatais, particularmente nas crianças”, concluiu o estudo assinado por uma equipa médica do Instituto Hjelt, liderada por Milla Linna, e publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology.

“As desordens alimentares afectam as mulheres com frequência nos seus anos férteis e os comportamentos típicos associados às perturbações alimentares interferem fortemente com o balanço metabólico e hormonal do corpo, o que pode influenciar o desenvolvimento da gravidez e do nascimento”, explicou à Reuters Milla Linna.

O estudo agora apresentado teve como objectivo determinar se as “mulheres com um historial de tratamento para um distúrbio alimentar estavam em risco de ter uma gravidez e parto problemáticos”, acrescentou. Apesar de terem sido detectadas perturbações na saúde das mulheres com distúrbios alimentares, Milla Linna salienta que é “bom saber que a maioria das mulheres passa bem durante a gravidez e nascimento mesmo que tenham tido dificuldades alimentares”.

A quem acompanha mulheres com ou que tiveram estes distúrbios, a equipa de Linna recomenda uma vigilância constante, bem como aos seus recém-nascidos.

O estudo sublinha que é necessário que as mulheres informem o seu médico caso tenham um historial de perturbações alimentares e que procurem ajuda se apresentarem sintomas típicos de quem tem perturbações alimentares, como depressão, ansiedade ou dificuldade em aceitar as alterações no corpo que uma gravidez provoca.

 

fonte:http://www.publico.pt/s



publicado por adm às 20:18
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Domingo, 30 de Março de 2014
Estresse pode dificultar a gravidez

O estresse pode aumentar o risco de uma mulher sofrer com infertilidade, sugere nova pesquisa da Ohio State University College of Medicine. Para chegar aos resultados, os autores olharam para os níveis de uma enzima ligada ao estresse na saliva de mulheres que estavam tentando engravidar.

A equipe coletou dados de cerca de 500 casais que foram recrutados a partir de municípios específicos em Texas e Michigan. A enzima analisada foi a alfa-amilase, que é secretada na boca e ajuda o corpo começa a digerir os carboidratos. Ela também está ligada ao sistema de estresse, na parte de luta ou fuga.

Dos cerca de 400 casais que completaram o estudo, 87% das mulheres ficaram grávidas. Após o ajuste para idade, raça, renda e do uso de álcool, cafeína e cigarros, os pesquisadores descobriram que as mulheres com os níveis mais altos de alfa-amilase apresentaram uma probabilidade 29% menor de gravidez em comparação com as mulheres que tinham os níveis mais baixos da enzima. Isso significa que mulheres com níveis mais elevados do biomarcador tiveram o risco até duas vezes maior de infertilidade.

As mulheres tomaram amostras de saliva duas vezes - no início do estudo e novamente depois que elas tiveram seu primeiro período menstrual. Eles acompanharam os casais durante um período de 12 meses.

Os cientistas afirmam que os resultados não sugerem que o estresse por si só é a razão pela qual uma mulher não pode engravidar. No entanto, o estilo de vida deve ser levado em conta caso uma mulher não esteja conseguindo engravidar.

fonte:http://www.cgn.inf.br/


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publicado por adm às 17:40
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