Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014
5 alimentos proibidos na gravidez

Quanto mais natural, melhor. A dica da nutricionista Elaine Moreira resume como deve ser a alimentação da gestante. Evite alimentos industrializados, excesso de sal e de cafeína. “Além disso, não é o período de provar comidas novas, por causa do risco de alergias”, ressalta. A seguir, a especialista aponta outros alimentos que merecem atenção durante a gravidez.

Carnes cruas ou mal passadas
Tanto as de bovinos quanto as de peixes só devem ser consumidas cozidas. O perigo está no parasita que provoca a toxoplasmose, presente em carnes cruas e fezes de animais. Mesmo que ele não seja encontrado no peixe, há risco de contaminação cruzada – que acontece, por exemplo, se a pessoa que preparou o alimento tiver manipulado outro contaminado. Todo cuidado é pouco, pois a doença é assintomática para a mãe, mas pode levar ao aborto ou deixar sequelas graves no bebê. Mesmo quem já têm o protozoário no organismo (o que é descoberto nos exames do primeiro trimestre da gestação) está proibida de comer carne crua, já que esse tipo de alimento oferece ainda risco de infecções gastrointestinais por meio das bactérias Salmonella e E. coli.

Adoçantes
Há poucos estudos sobre o consumo durante a gestação. Sabe-se, entretanto, que a sacarina e o ciclamato podem ser prejudiciais para o bebê. Se você tiver que usar adoçantes durante a gravidez, os mais indicados são a sucralose, a estévia e o acessulfame (em geral, aparece combinado a outros). Por isso, fique atenta ao rótulo das embalagens.

Cafeína
Em excesso, faz mal. Pesquisas mostram que a substância está associada, por exemplo, ao baixo peso ao nascer. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é de, no máximo, 300 mg de cafeína por dia (o equivalente a três xícaras de 240 ml de café coado ou duas de expresso). Evite beber o café de estômago vazio, já que a substância aumenta a produção de suco gástrico e pode causar azia. Vale lembrar que ela também é encontrada no chá verde e nos refrigerantes à base de cola.  

Bebidas gaseificadas
Não existe contra-indicação, mas as bebidas com gás, até mesmo a água, prejudicam ainda mais a digestão do que os líquidos comuns. Simplesmente porque aumentam o volume do estômago. Melhor tomá-las somente entre as refeições – e não durante. Se você não resiste a um refrigerante, evite os à base de cola (por causa da cafeína) e as versões light, que em geral têm diversas combinações de adoçantes.

Comidas industrializadas
Têm de ser restringidas, na medida do possível. Não apenas por serem pobres em nutrientes, mas também porque a maioria contém sódio em excesso. O mineral é importante para o organismo, já que mantém o volume de líquidos, mas quando o limite recomendado por dia – até 2 g – é ultrapassado, os efeitos são inchaços e aumento da pressão arterial. Sopas, temperos e salgadinhos industrializados são os principais vilões.

fonte:http://revistacrescer.globo.com/O



publicado por adm às 20:00
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Vinte e um fatos bizarros sobre a gravidez

O que você realmente entende de gravidez? Não, caro(a) leitor(a), não é por acaso que as mulheres possuem ovários, útero e um número limitado de óvulos desde que nascem. Muitas vão optar por não engravidar, mas as que eventualmente o fizerem, essas sim irão sofrer transformações drásticas em seus corpos, relacionamentos e psique que as que nunca tiverem jamais saberão o que é. Tudo bem, essas mudanças podem não ser magníficas, entretanto algumas delas são particularmente interessantes. Pensando nisso, o site BuzzFeed decidiu trazer as vinte e uma coisas sobre a gravidez que você provavelmente ainda não sabia:

1. Estimular os mamilos é o único método cientificamente provado de estimular o trabalho de parto.
Esfregar ou girar os mamilos de uma mulher quando ela está prestes a dar à luz pode causar contrações devido à ação de um hormônio chamado ocitocina, que pode gerar contrações. Este método é chamado de “técnica do conforto”.

2. A gravidez mais longa já conhecida durou um ano e dez dias.
A gravidez do ser humano normalmente dura cerca de 280 dias, porém Beulah Hunter de Los Angeles descobriu que às vezes elas podem durar mais de um ano.


3. Bebês conseguem sentir o gosto do alimento que suas mães estão comendo.
 Sabores fortes como o de alho conseguem ultrapassar a barreira do fluido amniótico no útero, um estudo recente provou que os bebês cujas mães bebiam muito suco de cenoura também acabavam apresentando preferência pelo suco de cenoura.

4. Existem mais gêmeos na África Central do que em qualquer outro país em desenvolvimento.

5. É possivel engravidar através de sexo oral. Na verdade, uma mulher engravidou após fazer sexo oral e ser esfaqueada.
Uma garota de Lesotho que nasceu sem vagina engravidou quando foi esfaqueada no estômago depois de fazer sexo oral no namorado. É sério! Isso foi um fato que realmente aconteceu.

6. A partir dos seis meses em diante, os bebês começam a fazer xixi dentro do útero. E eles bebem tudo depois. E fazem xixi de novo. E bebem mais uma vez. Já deu pra imaginar o cenário, né.


7. Na verdade, o líquido amniótico não passa de urina estéril em boa parte de sua composição.

8. O bebê começa a fazer seu primeiro cocô, chamado de mecônio, por volta da 21ª semana de gestação. No entanto, ele só vai terminar o “serviço” após o nascimento.

9. Grávidas e mães de primeira viagem conseguem secretar leite automaticamente ao ouvir um bebê chorar (mesmo se não delas).


10. As garotinhas já nascem com todos os óvulos que irão usardurante toda a vida, mas os homens não desenvolvem esperma até a puberdade.

11. Coelhos, cachorros, porcos, baleias e humanos começam suas vidas como óvulos fecundados praticamente do mesmo tamanho (cerca de 0.2 milímetro).

12. Grávidas que sofrem de azia são mais propensas a dar a luz a bebês cabeludos. Cientistas sugerem que níveis mais altos de estrogênio e progesterona que estimulam o crescimento do cabelo também relaxa o esôfago, causando refluxo ácido.

13. Em cada dois mil bebês, um nasce com um dente.

14. Ter um bebê do sexo masculino pode aumentar o risco de doenças autoimunes na mãe.

15. Bebês choram no útero. 
A constatação foi feita por observação utilizando scanners de quatro dimensões, mas os cientistas deixam claro que os bebês não necessariamente choram porque estão tristes ou irritados – estão apenas praticando.

16. O útero da mulher se expande mais de 500 vezes o o seu tamanho normal durante o curso da gravidez.

17. Quando uma mulher está no último mês de gravidez, sua placenta irá produzir mais estrogênio num dia do que uma mulher que não está esperando um bebê produziria em três anos.

18. Além do seu útero, os pés e coração da mulher também aumentam de tamanho durante a gravidez. O coração da grávida cresce para conseguir lidar com o volume maior de sangue no corpo, e os pés incham por conta da retenção de fluidos e estiramento dos ligamentos.

19. As impressoes digitais de um bebê são definidas nos três primeiros meses de gravidez.

20. Orgasmos podem causar contrações.
Não contrações verdadeiras, mas contrações “artificiais”, como chamou Braxton Hicks. Não fique excitada demais – ficar com a bexiga cheia também pode causá-las.

 

fonte;:https://br.mulher.yahoo.com/



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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
Evite certos alimentos na gravidez

A GESTAÇÃO É SEMPRE UM MOMENTO SINGULAR para a mulher, afinal há muitas mudanças ocorrendo, desde o corpo até o psíquico. É uma fase delicada, em que alguns cuidados alimentares devem ser seguidos.

 
 
Se a gestante não teve a toxoplasmose, é preciso estar atenta e EVITAR COMER VERDURAS E LEGUMES CRUS (saladas principalmente) fora de casa. A higiene é importante para evitar a contaminação. Em casa, lave sempre em água corrente e deixe de molho em produto apropriado para higiene antes de seu consumo.
 
 
Além dos cuidados com a salada fora de casa, EVITE COMER CARNE MAL PASSADA, CARNE CRUA (quibe cru, carpaccio), peixe cru (sashimi e sushi), ovo mal passado.
 
 
Se gosta de café, cuidado com O EXCESSO DE CAFEÍNA. Fique com 1 a 2 xícaras pequenas ao longo do dia. E lembre que chá mate e o verde, alguns tipos de refrigerantes também tem cafeína. Logo se tomou café, nada de abusar no chá mate ou verde.
 
 
Controle o sal da comida, seu excesso pode levar a inchaço e ser um possível risco para a pressão alta.
 
 
Doces, pães, bolachas, bolos, panquecas, tortas são ricas em carboidratos refinados, seu alto consumo poderá levar a um rápido aumento de peso e ser um FATOR DE RISCO para a diabete gestacional.
 
 
NÃO TOME LEITE RECÉM-ORDENHADO, ou de origem desconhecida. Assim como seus derivados, queijos e iogurtes com refrigeração ou higiene duvidosa, porque podem ser fontes de contaminação por bactéria que causa a listeriose.
 
 
Evite bebida alcóolica.
 
 
Siga uma alimentação variada e equilibrada para seu organismo. Busque orientação nutricional.
fonte:http://www.cenariomt.com.br/


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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014
Os exames que toda mulher deve fazer durante a gravidez

O teste da farmácia talvez seja o primeiro de muitos exames que a futura mamãe terá de enfrentar durante a gravidez. Conheça os exames essenciais durante a gestação.

BHCG é o nome do teste que confirma com quase 100% de certeza que a mulher está grávida. Isso porque ele aponta que o hormônio HCG está presente tanto no sangue, quanto na urina da mulher. O HCG é responsável pela suspensão do ciclo menstrual durante a gestação e só existe no organismo das gestantes.

Ao comprovar a gravidez, um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é um hemograma completo. Ele pode mostrar alguns problemas de saúde da futura mamãe, tais como: anemia, diabetes, HIV e sífilis. E também avalia-se o tipo sanguíneo da mãe, para o caso de, por exemplo, ser necessária uma cirurgia.

A pressão arterial materna é acompanhada durante toda a gestação. Esse cuidado visa ao diagnóstico precoce da pré-eclâmpsia, o que evitaria complicações durante a gravidez e também no parto.

O exame de urina detecta infecções e problemas no aparelho urinário da mulher, por isso, será feito periodicamente, durante toda a gestação. Já o exame de fezes verificará a existência de parasitas no organismo da mãe.

Durante a gestação, o ideal é que se faça ao menos três ultrassonografias. No primeiro trimestre, para determinar o tempo da gravidez e, também, para saber se a mamãe espera um ou mais bebês. Já nos outros trimestres, para monitorar a saúde do filhote, se a gravidez está transcorrendo da melhor maneira. E (claro) para as mamães curiosas descobrirem se esperam uma garota ou um menino.

No último trimestre da gestação, é feita uma coleta no colo do útero da mulher, a cultura da secreção vaginal, para detectar se há estreptococos no canal do parto. Caso seja encontrada no exame, a bactéria precisa ser eliminada para evitar que o bebê seja contaminado ao nascer.

Esses são os exames que toda grávida deve fazer. Por isso o pré-natal é tão importante, mamãe. Consulte um médico assim que souber que espera um filho e faça o acompanhamento. Essa é a melhor maneira de ter uma gravidez tranquila e, principalmente, saudável!

fonteR:http://www.odebate.com.br/



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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Benefícios da ingestão de Ômega 3 na gravidez

O consumo de alimentos ricos em Ômega 3 é indicado para todos, mas especialmente para gestantes, pois têm um papel importante para o desenvolvimento cerebral e da retina do bebê. De acordo com Lenycia Neri, nutricionista do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (FMUSP), estudos científicos apontam que o consumo de ômega 3 previne, ainda, o parto prematuro de origem espontânea e diminui, consequentemente, o risco de o bebê nascer com baixo peso.

 

Desde 2007, a Comissão Europeia recomenda que a ingestão de Ômega 3 DHA seja de, no mínimo, 200 mg ao dia para gestantes e lactantes. O Ômega 3 é um ácido graxo essencial para o organismo não sintetizado naturalmente e que, por isso,  precisa ser consumido na dieta. Presente em peixes como salmão, sementes de linhaça, nozes e azeite de oliva, o ômega 3 é composto por três frações específicas: ALA (ácido alfa-linolênico), EPA (ácido eicosapentaenóico) e  DHA (ácido decosahexanóico).

“O consumo de Ômega 3 somente por meio dos alimentos dificilmente entregará a fração correta de DHA que a gestante necessita, por isso, na  maioria das vezes é recomendável a suplementação”, salienta Lenycia. Pesquisas mostram que gestantes e lactantes brasileiras, particularmente, apresentam ingestão deficiente de ácidos graxos Ômega 3, em especial DHA.

“Em todos os casos em que a gestante não consegue suprir por meio da alimentação a quantidade necessária de Ômega 3, que é de pelo menos duas porções semanais de peixes ricos em Ômega 3 e de origem segura, a suplementação é indicada”.

Uma sugestão da nutricionista é o alimento funcional Proepa Gesta, da linha de nutracêuticos do laboratório Aché, que contém Ômega 3 com DHA concentrado. Proepa Gesta ajuda na prevenção de parto prematuro de origem espontânea e no desenvolvimento cerebral do bebê. Cada cápsula contém 250mg de DHA concentrado. A recomendação é que a gestante tome de 1 a 2 cápsulas ao dia ou conforme a orientação do ginecologista obstetra responsável pelo seu pré-natal, um especialista deve sempre ser consultado.   

“Os ácidos graxos Ômega 3 fazem parte das membranas das células nervosas, portanto, toda formação do sistema nervoso do bebê: cérebro, medula espinhal e nervos dependem do consumo de Ômega 3 para o desenvolvimento adequado”,  explica Lenycia. 

A ingestão de Ômega 3 DHA durante a fase de lactação também é  recomendada. “É importante manter a suplementação durante todo o período da amamentação porque o bebê recebe os benefícios Ômega 3 através do leite materno.

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/b



publicado por adm às 21:38
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Obesidade na gravidez aumenta riscos para a gestante e o bebê

A gravidez, ou o desejo de engravidar, quase sempre motiva mulheres a se cuidarem mais: elas param de fumar, por exemplo, ou comem alimentos mais nutritivos. Mas muitas vêm se deparando com uma questão cada vez mais comum: a obesidade, que afeta 36% das que estão em idade fértil nos Estados Unidos. No Brasil, 47,4% das mulheres têm sobrepeso e 18% são obesas.

 

Além de impossibilitar a concepção, o problema – que define aquelas cujo Índice de Massa Corporal (IMC) ultrapassa 30 – está ligado a uma série de dificuldades durante a gravidez, o parto e o nascimento em si. Entre elas está o diabetes gestacional, a hipertensão, a pré-eclâmpsia e até o aborto espontâneo, cesariana de emergência, parto prematuro e de natimorto.

Os filhos de obesas têm mais probabilidades de ter defeitos congênitos e correm maiores riscos de morrer durante o nascimento ou logo depois dele – e os que sobrevivem têm grandes chances de desenvolver hipertensão e obesidade na idade adulta.

A maior parte dos bebês nascidos de mães acima do peso é saudável; entretanto, uma análise recém-publicada de 38 estudos descobriu que mesmo um aumento discreto de peso na fase pré-gravidez aumenta os riscos de morte do feto ou da criança depois de nascida.

Mais magra. Mulheres obesas que querem ter filhos não devem abandonar as tentativas de emagrecer. O ideal é emagrecer antes de engravidar. Uma obesa que engravida deve engordar menos do que uma mulher normal durante a gestação. O Instituto de Medicina dos Estados Unidos sugere que os valores fiquem entre 6 kg e 11 kg para mulheres com sobrepeso e de 5 kg a 9 kg para as obesas.

Embora nenhuma mulher deva tentar emagrecer durante a gravidez, a médica Sigal Klipstein, presidente do comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia, sugere que uma mulher de 135 kg, por exemplo, mantenha esse peso durante todo o período, sem que isso seja prejudicial ao feto.

A obesidade pode causar mudanças psicológicas que afetam negativamente a gravidez, começando com uma ovulação irregular que pode resultar em infertilidade.

Cesariana. As obesas têm mais chances de enfrentar problemas para processar o açúcar no sangue, o que eleva as chances de defeitos congênitos e aborto espontâneo. Há também a probabilidade de que o bebê seja grande demais para o parto normal, exigindo uma cesariana – que, por sua vez, também oferece riscos em termos de anestesia e cirurgia.

Os bebês de mulheres obesas têm mais probabilidades de desenvolver defeitos no tubo neural, como espinha bífida e anencefalia, e sofrer lesões no nascimento, como distócia de ombro, que pode ocorrer por causa do tamanho.

Flash

Sem culpa. Os obstetras devem discutir os riscos associados ao excesso de peso com as pacientes e “evitar culpá-las pelo problema”, afirma o comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia.

 

fonte:http://www.otempo.com.br/i



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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014
Oftalmologista diz que uso de colírio durante gravidez é perigoso

Com a proximidade do dia das mães, o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, alerta as gestantes para o risco do uso indiscriminado de colírios durante s gravidez Só para se ter uma ideia, ele afirma que a estimativa da OMS  (Organização Mundial da Saúde) que 3% dos defeitos congênitos sejam causados pelo uso de medicamentos ou drogas durante a gravidez. “Até as gotinhas de colírio, aparentemente inofensivas, podem afetar o bebê”, afirma. Isso porque, em mulheres grávidas a elevação dos hormônios sexuais altera o metabolismo hepático das drogas que ficam mais concentradas na corrente sanguínea. O problema é  que um levantamento feito pelo médico nos prontuários de 80 gestantes atendidas pelo hospital, mostra que 4 em cada 10 chegam à consulta usando colírio por contra própria.

Para o FDA (Food em Drugs Administration), agência americana que regulamenta os medicamentos, nenhum tipo de colírio pode ser considerado sem risco para o feto por falta de testes com gestantes antes dos lançamentos.

Menor troca de oxigênio e nutrientes

Queiroz Neto destaca que alguns remédios afetam o bebê pela menor troca de oxigênio e nutrientes entre a mãe e o feto através da placenta. É o que acontece com os bebês da maioria das gestantes que usam colírio vasoconstritor para ficar com os olhos branquinhos. O problema é que o colírio faz com os vasos sanguíneos da placenta também contraiam e a nutrição do feto fica comprometida.

O médico destaca que embora esta privação não seja suficiente para que o bebê nasça com alguma deformidade, pode refletir na saúde em algum momento da vida.

Para a futura mãe, o uso indiscriminado desse tipo de colírio predispõe à catarata precoce, alterações cardíacas e elevação da pressão arterial. 

O especialista afirma que a maioria das gestantes fica com o olho vermelho porque o aumento da produção do estrogênio provoca a síndrome do olho seco. Outros sintomas da síndrome são: ardência, coceira, queimação, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo e sensibilidade à luz. O tratamento pode ser feito com lágrima artificial que não prejudica o feto, ou com uma dieta rica em ômega 3. O nutriente é encontrado em semente de linhaça, castanha do Pará, sardinha e salmão.

Contração da musculatura uterina

Queiroz Neto alerta as gestantes portadoras de glaucoma para passar por reavaliação com um oftalmologista. Isso porque, a classe de colírio antiglaucomatoso mais utilizada no Brasil é a dos análogos de prostaglandina que são contra-indicados durante a gravidez. “Este tipo de colírio pode induzir à contração da musculatura uterina, podendo levar à interrupção prematura da gestação”, afirma.  Já os beta-bloqueadores, destaca, podem alterar a frequência cardíaca do feto.  Dos medicamentos para glaucoma o mais seguro para gestantes é o tartarato de brimonidina que não revelou alterações em fetos nos testes de laboratório. Ele diz que a boa notícia para gestantes é que a pressão intraocular geralmente  diminui, principalmente na segunda metade da gestação por causa do aumento da produção de progesterona e relaxina.

Prevenção

Qualquer classe de colírio usado por gestantes pode afetar a saúde do bebê. Por isso, a recomendação é lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações, compartilhamento de maquiagem, fronhas e computadores para prevenir a contaminação dos olhos por bactéria ou vírus. Usar colírio antibiótico ou antiinflamatório pode comprometer a imunidade do feto. Muitos dos adultos que têm astigmatismo e até ceratocone, abaulamento da parte central da córnea, são  alérgicos que foram e expostos a antibióticos durante a gestação ou nos primeiros meses de vida. A boa saúde começa na gestação. Por isso, todo cuidado é pouco neste período.

 

fonte:http://www.tribunahoje.com/n


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Tipo de coceira rara na gravidez pode representar risco ao bebê

Uma manchinha na pele e já dá aquela vontade de coçar. Mas, futura mamãe, é preciso ficar atento a alguma coceira inexplicável, que pode fugir do controle.

A Hpa colestase intra-hepática da gravidez (ICP) é uma doença hepática específica da gravidez. Ela é causada por altos níveis de ácidos biliares, que são substâncias químicas produzidas no fígado que ajudam a digestão.

Geralmente sem erupção, o problema pode tornar a urina mais escura, além de promover sensação de mal-estar e cansaço. De acordo com um estudo divulgado no ano passado em Londres, a colestase intra-hepática da gravidez triplica o risco de morte fetal.

Apenas no Reino Unido, ela afeta cerca de 5.000 mulheres a cada ano Em casos muito graves, o risco de morte fetal é nove vezes maior do que em uma gravidez normal.

O incômodo é mais comum nas solas dos pés e nas palmas das mãos. Por isso é recomendado manter seu médico sempre informado em qualquer caso que saia do normal.

fonte:http://entretenimento.r7.com/



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Quinta-feira, 24 de Abril de 2014
Usar antibiótico durante a gravidez pode prejudicar o bebê

Mulheres grávidas que consomem antibióticos podem estar colocando o bebê em risco. Pesquisadores descobriram que os medicamentos utilizados para combater infecções podem interferir no sistema imunológico do feto. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Um estudo realizado no Children’s Hospital of Philadelphia, nos Estados Unidos, mostrou que as bactérias do intestino desempenham um papel crucial na produção dos glóbulos brancos, responsáveis por combater as infecções, do bebê.

Os pesquisadores descobriram que, assim como os humanos, os ratos têm um aumento destes glóbulos próximo ao nascimento e que esta resposta é reduzida quando as mães ingerem antibióticos. Isso faz com que os bebês fiquem mais vulneráveis a infecções por E.coli, especialmente quando nascem prematuros.

Os especialistas mostraram que estas bactérias regulam a produção de células brancas do sangue de filhotes de ratos. Expor mães e fetos a antibióticos reduz a diversidade das bactérias – sendo que muitas são benéficas – e também prejudicam a resistência à infecção do recém-nascido. A pesquisa incita os médicos a se esforçarem para diminuir o uso deste tipo de medicamento durante a gestação.

fonte:http://saude.terra.com.br/


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Sábado, 12 de Abril de 2014
Obesidade na gravidez

A gestação está incluída na lista dos fatores clássicos desencadeantes da obesidade. E o início ou manutenção da obesidade nesta fase está associado a inúmeros riscos maternos e fetais. A participante do Além do Peso, Van, sabe bem o que é lidar com isso. Por estar acima do peso, sua gravidez foi considerada de risco, e ela precisou ficar em repouso (de cama) a partir do quarto mês de gestação.

Normalmente, o ganho de peso ocorre devido a aumento de tecidos maternos, como, por exemplo, o aumento do útero, e dos produtos da concepção (placenta, líquido amniótico e feto). De acordo com  o estado nutricional inicial da gestante (baixo peso, adequado, sobrepeso ou obesidade) há uma faixa de ganho de peso recomendada por trimestre. É importante que na primeira consulta a gestante seja informada sobre o peso que deve ganhar.

Mulheres que ganham peso dentro dos limites propostos têm menor chance de ter filhos nos extremos de peso para idade gestacional. No entanto, cerca de 2/3 das mulheres ganham mais peso que o recomendado, o que leva a complicações durante a gestação além de contribuir para o peso aumentado após o parto e, assim, para o desenvolvimento da obesidade e suas complicações ao longo da vida.

Algumas complicações que podem ocorrer na gestação de mulheres obesas:

- Maior risco de abortamento espontâneo;

- Maior risco de infecções do trato urinário durante e gestação;

- Maior risco de apresentarem diabetes durante o período de gestação  (denominad Diabetes Melito gestacional). Essas mulheres têm um risco duas vezes maior de desenvolver DM2 no futuro;

- Probabilidade maior de trabalho de parto prolongado;

- Chance maior para parto cesariana;

- Hospitalização  mais prolongada após parto

- Maior dificuldade para amamentar.

O tratamento da obesidade requer equipe profissional adequada com médico, nutricionista e, quando possível, orientador de atividade física.  Não existe nenhum tratamento que não envolva mudança de estilo de vida, portanto, Sempre será orientado alimentação adequada e exercício físico. A indicação de medicações para emagrecer esta contra-indicada na gravidez. Procure um médico para analisar o seu caso e nunca se automedique.

Fonte: Texto Ganho de Peso na Gestação



publicado por adm às 10:56
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