Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
Depois da gravidez: "Quero o meu corpo de volta!"

Depois da gravidez é normal que sinta o desejo de voltar à sua antiga forma. Recuperar a silhueta é legítimo, mas tenha noção de que o corpo demora o seu tempo para voltar ao normal. Se esteve nove meses a crescer, não espere perder os quilos acumulados num abrir e fechar de olhos.

 

Foram nove os meses em que viu o seu corpo ganhar novas formas e contornos, todas as mães desejam desesperadamente perder o peso adquirido durante a gravidez.

Mas o desejo não se sobrepõe à natureza e o corpo necessita de um período de tempo para recuperar e voltar ao que era. Nem sempre é fácil, e é preciso ter em mente que nem sempre se consegue - o que é motivo de frustração para muitas mães.

Ver as ancas, o abdómen, as pernas e os seios, aumentarem quase para o dobro é por vezes difícil de aceitar, principalmente quando somos bombardeadas diariamente com imagens de famosas que acabaram de ser mães e cuja forma física já foi rapidamente recuperada. Na vida real as coisas não são assim tão fáceis. É necessário dedicação, empenho e acima de tudo, perseverança para não desanimar nesta cruzada. Se seguir alguns conselhos essenciais conseguirá dar os primeiros passos para atingir o tão desejado objectivo. O principal é não cruzar os braços.

Como lidar com a rotina


Com a chegada do bebé a vida no lar e da própria mãe desorganiza-se. Quando se trata do primeiro filho é ainda pior. Existem muitas dúvidas, incertezas sobre o que se deve ou não fazer, há rotinas diárias para cumprir e às quais terá de se habituar, e geralmente a última coisa em que pensamos é em nós próprias. É normal que custe ver-se ao espelho e achar que já teve melhores dias, mas também é normal que não faça disso prioridade na sua vida nesse momento. Como refere a fisioterapeuta Teresa Garcia, do Centro Clínico Santa Teresa de Jesus em Oeiras, "Há um grande choque hormonal com o nascimento do bebé e é normal as mães sentirem-se um bocadinho perdidas. Mesmo quando já tiveram anteriormente um bebé, há uma grande desorganização e ficam muitas vezes sem saber o que fazer, o que na literatura médica é descrito como o baby blues.

É natural que sinta um forte desejo de começar a fazer algo que a ajude a eliminar a nova forma entretanto adquirida, mas com a chegada de um bebé, o tempo que tem para si mesma é quase nulo. Convém ter em mente que, consoante o tipo de parto por que passou - normal ou cesariana -, há um determinado período de descanso a respeitar: três ou seis semanas, respectivamente. E isto aplica-se não só ao regresso de uma actividade física regular, como à iniciação da recuperação pós-parto.

O corpo a seguir à gravidez

Útero - Imediatamente a seguir ao parto há um processo de inversão do útero para retomar à sua antiga forma, mas esse efeito não é imediato. Afinal, trata-se do órgão que mais sofreu com a gravidez, tendo aumentado de volume cerca de 30 a 40 vezes, quando o seu tamanho normal é mais parecido com o de uma pêra. Como diminui cerca de um centímetro por dia, demorará, em média, três e

Abdómen - Aqui o problema mais comum são as inestéticas estrias, e é por isso essencial atacá-las durante a gravidez. O aumento de volume e de peso, leva a pele a esticar, sujeitando-se a uma pressão maior do que aquilo que lhe é habitual. Como não consegue aguentar, chega a um ponto em que estala e ‘parte', criando os inestéticos sulcos visíveis a olho nu. O uso de cremes específicos é a medida mais utilizada para as combater a perda de elastina da pele, mas nem sempre com grande sucesso.

Seios - È outra parte do corpo particularmente castigada com a gravidez. Aumentam de volume e têm tendência a ganhar estrias. No pós-parto ficam geralmente partidos e flácidos. Os elevados níveis hormonais que recebem durante a gravidez provocam um escurecimento do mamilo, que a partir do terceiro mês após o parto tende a atenuar, mas cuja cor nunca mais volta à original.

Pernas - O risco de aparecimento de varizes durante a gravidez é maior devido ao aumento de peso. Se tem problemas de má circulação as probabilidades aumentam. O uso recorrente de meias de descanso poderá dar-lhe uma ajuda, assim como a aplicação de cremes específicos estimuladores da circulação. 
Pele - É comum a pele sofrer alterações devido às grandes doses hormonais que o organismo fabrica durante a gestação. O aparecimento de manchas na pele - cloasma  gravídico - ou ‘pano', como é vulgarmente conhecido, é bastante comum. Manchas acastanhadas, que assumem diferentes proporções podendo inclusive atingir a zona do rosto, ou o aparecimento de acne, são alguns dos sintomas mais comuns ao nível da pele.

Amamentar ajuda a recuperar a forma


Ficou surpreendida? Mas é verdade, dar de mamar ao bebé contribui para o regresso da boa forma mais rapidamente, para além de fazer bem à saúde o do recém-nascido. Como refere a terapeuta Teresa Garcia, ‘A amamentação além de ser benéfica para o bebé, ajuda a mãe a recuperar o seu peso mais rapidamente, pois exige uma perda calórica grande, o que pode favorecer o emagrecimento.' 
Segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde, a prática da amamentação exclusiva durante seis meses, contribui para uma perda de peso por parte da mãe, de forma mais rápida e saudável: cerca de 500g por semana entre a 4.ª e a 14.ª semana pós-parto, o que equivale a uma perda de 5kg.

Caso note num aumento de apetite, não entre em pânico. Como está a perder muitas calorias, é normal que sinta mais fome. O que deve fazer? Tenha apenas cuidado com a alimentação (o que não é sinónimo de dietas malucas!) mas coma saudavelmente quando sentir vontade.

Plano de ataque

Algumas horas após ter dado à luz, comece o seu primeiro exercício. Não, não se trata de brincadeira, mas não estranhe se nas primeiras 24 horas pós-parto, o seu médico lhe disser para começar a movimentar-se, nem que seja de forma lenta e pausada no corredor. Este procedimento é comum e tem como finalidade evitar a trombose venosa, e facilitar a recuperação fisiológica. É normal que sinta um desejo de começar já a perder peso, mas este simples ‘caminhar' não tem essa finalidade. É antes uma forma de obrigar o seu corpo a reagir ao esforço a que esteve sujeito.

Nunca é demais lembrar que a verdadeira recuperação pós-parto só deverá ser feita a partir da terceira semana em caso de parto normal, ou a partir da sexta semana em caso de cesariana. Até essa altura a grávida deverá ir contribuindo com pequenos gestos e comportamentos para que o seu corpo ‘vá ao lugar' de forma natural, sendo necessárias diversas abordagens não só ao nível dos exercícios, mas também ao nível das dores que se desenvolvem durante a gravidez. 
Dores lombares, ao nível da cervical são bastante comuns entre as grávidas, devido ao peso da barriga que tiveram de suportar durante a gravidez que provoca um esforço redobrado, sendo por isso de extrema importância que a mãe proceda à realização de exercícios simples para ajudar na recuperação pós-parto.

Combata aos problemas pós-parto

Os exercícios do períneo pélvico - ou exercícios de Kegel - são extremamente importantes para voltar a ter uma vida normal. Trata-se de uma forma muito simples de, aos poucos, ir trabalhando toda a musculatura da parte vaginal e ânus que estiveram particularmente sobrecarregadas durante a gravidez. As mães poderão ir contraindo estes músculos em curtas sessões de cinco minutos, evitando assim problemas, como a incontinência urinária, que geralmente têm tendência a ocorrer no pós-parto e contribuindo para uma melhoria da circulação sanguínea. Como explica a terapeuta Teresa Garcia, ‘quando as grávidas não trabalham estes músculos, têm tendências a ficar com problemas de incontinência urinária, que é um dos problemas pós-parto mais comum - elas espirram, tossem e vão soltando pequenas perdas de urina. Para tal há a fisioterapia que promove o trabalho desta área que tem de ser ginasticada."

Mas não queira iniciar o exercício de modo regular e intenso. O seu corpo precisa de tempo para se habituar ao novo ritmo. Faça-o gradualmente.

Ventre liso sem cinta é impossível?

Após a gravidez o seu desejo será o de conseguir enfiar-se dentro das suas calças de ganga favoritas e largar definitivamente a roupa de grávida, mas nem sempre isso acontece como esperado. O colocar-se na balança e deparar-se com o peso extra que ainda permanece no seu corpo poderá provocar-lhe frustração, mas já diz o ditado ‘Roma e Pavia não se fizeram num dia'.

O abdómen leva tempo a recuperar e mesmo passado algumas semanas após ter dado à luz, ainda parecerá que tem ‘barriga de grávida'. Muitas mães preocupadas com as gordurinhas extras que teimar em permanecer nesta zona do corpo, caem no erro de ‘amarrar' a barriga com a tão temida cinta, repetindo assim um erro crasso que passa de geração em geração há muito tempo.

Está cientificamente provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado, nunca a utilizando como única garantia para obter um ventre liso após a gravidez. Como refere a terapeuta, "Andar com a cinta, completamente espartilhadas é contra-prejudicial. Há mães que levam a cinta logo para o hospital e acham que sem ela nunca mais voltam ao sítio, e isso é um comportamento que tem de ser combatido porque se tornou do senso-comum" e acrescenta, "ao contrário do que as pessoas pensam, os ossos ‘não saem do sítio' e quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma que tinham".

Se pensa que está a contribuir para uma melhor recuperação dos músculos abdominais, engana-se. A compressão a que os músculos estão sujeitos é de tal forma, que a mesma ficará ‘preguiçosa'. O uso da cinta deverá ser aconselhado em casos que realmente o necessitem, quando a mãe sente algum desconforto, ou por conselho médico, caso contrário não o faça só porque a sua mãe ou amigas o fizeram.

fonte:

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<p>Depois da gravidez é normal que sinta o desejo de voltar à sua antiga forma. Recuperar a silhueta é legítimo, mas tenha noção de que o corpo demora o seu tempo para voltar ao normal. Se esteve nove meses a crescer, não espere perder os quilos acumulados num abrir e fechar de olhos.</p> <p> </p> <p>Foram nove os meses em que viu o seu corpo ganhar novas formas e contornos, todas as mães desejam desesperadamente perder o peso adquirido durante a gravidez.</p> <p>Mas o desejo não se sobrepõe à natureza e o corpo necessita de um período de tempo para recuperar e voltar ao que era. Nem sempre é fácil, e é preciso ter em mente que nem sempre se consegue - o que é motivo de frustração para muitas mães.</p> <p>Ver as ancas, o abdómen, as pernas e os seios, aumentarem quase para o dobro é por vezes difícil de aceitar, principalmente quando somos bombardeadas diariamente com imagens de famosas que acabaram de ser mães e cuja forma física já foi rapidamente recuperada. Na vida real as coisas não são assim tão fáceis. É necessário dedicação, empenho e acima de tudo, perseverança para não desanimar nesta cruzada. Se seguir alguns conselhos essenciais conseguirá dar os primeiros passos para atingir o tão desejado objectivo. O principal é não cruzar os braços.</p> <h3><span style="color: #808000;">Como lidar com a rotina</span></h3> <p><br />Com a chegada do bebé a vida no lar e da própria mãe desorganiza-se. Quando se trata do primeiro filho é ainda pior. Existem muitas dúvidas, incertezas sobre o que se deve ou não fazer, há rotinas diárias para cumprir e às quais terá de se habituar, e geralmente a última coisa em que pensamos é em nós próprias. É normal que custe ver-se ao espelho e achar que já teve melhores dias, mas também é normal que não faça disso prioridade na sua vida nesse momento. Como refere a fisioterapeuta Teresa Garcia, do Centro Clínico Santa Teresa de Jesus em Oeiras, "Há um grande choque hormonal com o nascimento do bebé e é normal as mães sentirem-se um bocadinho perdidas. Mesmo quando já tiveram anteriormente um bebé, há uma grande desorganização e ficam muitas vezes sem saber o que fazer, o que na literatura médica é descrito como o baby blues.</p> <p>É natural que sinta um forte desejo de começar a fazer algo que a ajude a eliminar a nova forma entretanto adquirida, mas com a chegada de um bebé, o tempo que tem para si mesma é quase nulo. Convém ter em mente que, consoante o tipo de parto por que passou - normal ou cesariana -, há um determinado período de descanso a respeitar: três ou seis semanas, respectivamente. E isto aplica-se não só ao regresso de uma actividade física regular, como à iniciação da recuperação pós-parto.</p> <h3><span style="color: #808000;">O corpo a seguir à gravidez</span></h3> <p><strong>Útero</strong> - Imediatamente a seguir ao parto há um processo de inversão do útero para retomar à sua antiga forma, mas esse efeito não é imediato. Afinal, trata-se do órgão que mais sofreu com a gravidez, tendo aumentado de volume cerca de 30 a 40 vezes, quando o seu tamanho normal é mais parecido com o de uma pêra. Como diminui cerca de um centímetro por dia, demorará, em média, três e</p> <p><strong>Abdómen -</strong> Aqui o problema mais comum são as inestéticas estrias, e é por isso essencial atacá-las durante a gravidez. O aumento de volume e de peso, leva a pele a esticar, sujeitando-se a uma pressão maior do que aquilo que lhe é habitual. Como não consegue aguentar, chega a um ponto em que estala e ‘parte', criando os inestéticos sulcos visíveis a olho nu. O uso de cremes específicos é a medida mais utilizada para as combater a perda de elastina da pele, mas nem sempre com grande sucesso.</p> <p><strong>Seios -</strong> È outra parte do corpo particularmente castigada com a gravidez. Aumentam de volume e têm tendência a ganhar estrias. No pós-parto ficam geralmente partidos e flácidos. Os elevados níveis hormonais que recebem durante a gravidez provocam um escurecimento do mamilo, que a partir do terceiro mês após o parto tende a atenuar, mas cuja cor nunca mais volta à original.</p> <p><strong>Pernas -</strong> O risco de aparecimento de varizes durante a gravidez é maior devido ao aumento de peso. Se tem problemas de má circulação as probabilidades aumentam. O uso recorrente de meias de descanso poderá dar-lhe uma ajuda, assim como a aplicação de cremes específicos estimuladores da circulação. <br />Pele - É comum a pele sofrer alterações devido às grandes doses hormonais que o organismo fabrica durante a gestação. O aparecimento de manchas na pele - cloasma  gravídico - ou ‘pano', como é vulgarmente conhecido, é bastante comum. Manchas acastanhadas, que assumem diferentes proporções podendo inclusive atingir a zona do rosto, ou o aparecimento de acne, são alguns dos sintomas mais comuns ao nível da pele.</p> <h3><span style="color: #808000;">Amamentar ajuda a recuperar a forma</span></h3> <p><strong> </strong></p> <p><br />Ficou surpreendida? Mas é verdade, dar de mamar ao bebé contribui para o regresso da boa forma mais rapidamente, para além de fazer bem à saúde o do recém-nascido. Como refere a terapeuta Teresa Garcia, ‘A amamentação além de ser benéfica para o bebé, ajuda a mãe a recuperar o seu peso mais rapidamente, pois exige uma perda calórica grande, o que pode favorecer o emagrecimento.' <br />Segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde, a prática da amamentação exclusiva durante seis meses, contribui para uma perda de peso por parte da mãe, de forma mais rápida e saudável: cerca de 500g por semana entre a 4.ª e a 14.ª semana pós-parto, o que equivale a uma perda de 5kg.</p> <p>Caso note num aumento de apetite, não entre em pânico. Como está a perder muitas calorias, é normal que sinta mais fome. O que deve fazer? Tenha apenas cuidado com a alimentação (o que não é sinónimo de dietas malucas!) mas coma saudavelmente quando sentir vontade.</p> <h3><span style="color: #808000;">Plano de ataque</span></h3> <p>Algumas horas após ter dado à luz, comece o seu primeiro exercício. Não, não se trata de brincadeira, mas não estranhe se nas primeiras 24 horas pós-parto, o seu médico lhe disser para começar a movimentar-se, nem que seja de forma lenta e pausada no corredor. Este procedimento é comum e tem como finalidade evitar a trombose venosa, e facilitar a recuperação fisiológica. É normal que sinta um desejo de começar já a perder peso, mas este simples ‘caminhar' não tem essa finalidade. É antes uma forma de obrigar o seu corpo a reagir ao esforço a que esteve sujeito.</p> <p>Nunca é demais lembrar que a verdadeira recuperação pós-parto só deverá ser feita a partir da terceira semana em caso de parto normal, ou a partir da sexta semana em caso de cesariana. Até essa altura a grávida deverá ir contribuindo com pequenos gestos e comportamentos para que o seu corpo ‘vá ao lugar' de forma natural, sendo necessárias diversas abordagens não só ao nível dos exercícios, mas também ao nível das dores que se desenvolvem durante a gravidez. <br />Dores lombares, ao nível da cervical são bastante comuns entre as grávidas, devido ao peso da barriga que tiveram de suportar durante a gravidez que provoca um esforço redobrado, sendo por isso de extrema importância que a mãe proceda à realização de exercícios simples para ajudar na recuperação pós-parto.</p> <h3><span style="color: #808000;">Combata aos problemas pós-parto</span></h3> <p>Os exercícios do períneo pélvico - ou exercícios de Kegel - são extremamente importantes para voltar a ter uma vida normal. Trata-se de uma forma muito simples de, aos poucos, ir trabalhando toda a musculatura da parte vaginal e ânus que estiveram particularmente sobrecarregadas durante a gravidez. As mães poderão ir contraindo estes músculos em curtas sessões de cinco minutos, evitando assim problemas, como a incontinência urinária, que geralmente têm tendência a ocorrer no pós-parto e contribuindo para uma melhoria da circulação sanguínea. Como explica a terapeuta Teresa Garcia, ‘quando as grávidas não trabalham estes músculos, têm tendências a ficar com problemas de incontinência urinária, que é um dos problemas pós-parto mais comum - elas espirram, tossem e vão soltando pequenas perdas de urina. Para tal há a fisioterapia que promove o trabalho desta área que tem de ser ginasticada."</p> <p>Mas não queira iniciar o exercício de modo regular e intenso. O seu corpo precisa de tempo para se habituar ao novo ritmo. Faça-o gradualmente.</p> <h3><span style="color: #808000;">Ventre liso sem cinta é impossível?</span></h3> <p>Após a gravidez o seu desejo será o de conseguir enfiar-se dentro das suas calças de ganga favoritas e largar definitivamente a roupa de grávida, mas nem sempre isso acontece como esperado. O colocar-se na balança e deparar-se com o peso extra que ainda permanece no seu corpo poderá provocar-lhe frustração, mas já diz o ditado ‘Roma e Pavia não se fizeram num dia'.</p> <p>O abdómen leva tempo a recuperar e mesmo passado algumas semanas após ter dado à luz, ainda parecerá que tem ‘barriga de grávida'. Muitas mães preocupadas com as gordurinhas extras que teimar em permanecer nesta zona do corpo, caem no erro de ‘amarrar' a barriga com a tão temida cinta, repetindo assim um erro crasso que passa de geração em geração há muito tempo.</p> <p>Está cientificamente provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado, nunca a utilizando como única garantia para obter um ventre liso após a gravidez. Como refere a terapeuta, "Andar com a cinta, completamente espartilhadas é contra-prejudicial. Há mães que levam a cinta logo para o hospital e acham que sem ela nunca mais voltam ao sítio, e isso é um comportamento que tem de ser combatido porque se tornou do senso-comum" e acrescenta, "ao contrário do que as pessoas pensam, os ossos ‘não saem do sítio' e quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma que tinham".</p> <p>Se pensa que está a contribuir para uma melhor recuperação dos músculos abdominais, engana-se. A compressão a que os músculos estão sujeitos é de tal forma, que a mesma ficará ‘preguiçosa'. O uso da cinta deverá ser aconselhado em casos que realmente o necessitem, quando a mãe sente algum desconforto, ou por conselho médico, caso contrário não o faça só porque a sua mãe ou amigas o fizeram.</p> <p>fonte:<a title="Depois da gravidez: "Quero o meu corpo de volta!"" rel="nofollow" href="http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=DB6B4C6C-DD2F-4829-98F0-98FCE9586CE4&contentid=7EABDCF4-2122-4E8A-9A20-41E5112A6563" target="_blanck">activa</a> </p> <p> </p> <div><span style="font-family: Tahoma, Arial; font-size: 14px; color: #ffffff; font-weight: bold;"><br /></span></div>


publicado por adm às 23:59
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
Os benefícios do peixe na gravidez

Você já comeu um peixinho, feito na hora, ensopado, assado ou cozido?

Agora você terá outros motivos para aumentar o consumo de peixe. Este alimento é rico em duas célebres gorduras: o ácido docosahexaenóico (DHA) e o ácido eicosapentaenóico (EPA), que são gorduras ômega-3, fundamentais para o desenvolvimento saudável do seu bebê. Ele favorece o desenvolvimento do sistema nervoso central, desenvolvimento cognitivo (adquirir, absorver conhecimento, funções ligadas ao intelecto), visão, imunidade, ajuda a prevenir o parto prematuro, além de prevenir e tratar doenças cardiovasculares.

O cérebro humano compõe-se de cerca de 60% de gordura, sendo o DHA a principal gordura encontrada no cérebro e na retina.

Um estudo publicado no The Lancet mostrou que mulheres grávidas que consumiam cerca de 300 gramas de peixe ou frutos do mar por semana davam à luz crianças com pontuações mais altas em testes de QI.

Em situações nas quais ocorra sua deficiência, podem ser observadas alterações neurológicas e visuais, tais como: mudez, fraqueza, incapacidade de andar, dores nas pernas, distúrbios psicológicos, visão turva e alterações na capacidade de aprendizado.

Peixes recomendados

Os peixes de água fria, como a sardinha, arenque, salmão, truta, bacalhau e linguado são ótimas fontes. A melhor escolha é consumi-los frescos, já que possuem maior concentração deste nutriente.

É aconselhável que mulheres grávidas e crianças evitem o consumo de  tubarão, peixe-espada, atum fresco e congelado, cavala e lofolátilo. Além de limitar os demais a 350 gramas por semana. São peixes que correm o risco de estarem contaminados com metilmercúrio, bifenilas policlorinadas (PCBs) e dioxinas, todos representando potencial risco à saúde.

Como escolher o peixe na hora da compra?

  • A carne do peixe deve estar firme à pressão dos dedos;
  • A carne é branca rosada;
  • Os olhos do peixe tem que estar salientes e brilhantes;
  • As escamas devem ser bem aderidas à pele;

Informe-se quanto ao dia de chegada do peixe fresco no mercado.

Dicas

  • Coma peixe fresco de 2 a 3 vezes por semana;
  • Atum e sardinha enlatados também valem. Apenas dê preferência aos conservados em água (atum em lata tem baixo teor de mercúrio, em especial se for “light”);
  • Escolha receitas com preparações ensopadas, assadas, grelhadas ou cozidas;
  • Use também como recheio de tortas.
  • Para dias em que não é possível consumir peixe, suplementos podem ser apropriados. As cápsulas fornecem diferentes concentrações de EPA e DHA. Porém, pode haver  náusea e perturbações gastrointestinais. Mas os benefícios provavelmente valerão a pena.

Peça ao seu(a) nutricionista dicas de preparo e adequação do seu cardápio com esse tipo de alimento.

Sardinha à Escabeche

Ingredientes

  • 10 sardinhas inteiras limpas e sem cabeça (300 g)
  • ½ pimentão verde em rodelas
  • 1 ½ cebola em rodelas
  • 2 tomates cortados em rodelas
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (café) de sal
  • Pimenta do reino à gosto (opcional)
  • 3 folhas de louro
  • 2 colheres (sopa) de vinagre branco

Preparo:

Tempere a sardinha com sal, pimenta e limão. Deixe marinar por 30 min. Arrume em camadas na travessa: a cebola, o tomate e o pimentão.

Acrescente o vinagre e as folhas de louro. Arrume as sardinhas sobre esta “caminha”. Cubra com papel alumínio e leve ao forno até assar a sardinha.

Rendimento: 5 porções.

Fonte: ANutricionista.Com - Karen Falzeta Falco Innocentini - CRN3 27588/P -



publicado por adm às 23:38
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Cuidados para amamentar

O leite materno é a única maneira natural de alimentar uma criança até os seis meses no mínimo. No entanto, o ato de amamentar não é instintivo e deve ser aprendido tanto pela mãe quanto pelo bebê.
O aleitamento materno possui vários benefícios tanto para a mamãe quanto também para o bebê, pois o leite materno é um alimento que é produzido especialmente para atender as necessidades de crescimento, desenvolvimento e de energia da criança até os seios meses de idade. Este é o único momento da vida humana em que somente um único alimento é capaz de suprir todas as nossas necessidades nutricionais.
Outro ponto que merece destaque é as alterações de composição as quais o leite materno passa durante o período de amamentação, o qual acontece para que o leite se ajuste as necessidades do bebê.
Em primeiro momento o leite que sai é chamado de colostro, o qual é especial, pois é secretado pela ama logo nos primeiros dias após o parto, o qual é rico em proteínas, vitaminas A e anticorpos que ajudam na proteção do lactente contra as diversas infecções do mundo exterior da barriga da mamãe. O colostro tem a função de imunizar a criança e ajudar na sua primeira evacuação.
O leite materno é um importante provedor de anticorpos, os quais previnem as doenças comuns na infância. O leite materno contém nutrientes que são facilmente digeríveis pelo bebê e é totalmente seguro de bactérias e microorganismos, pois a amamentação é um processo higiênico com baixo risco de contaminação. A amamentação obriga o lactente a um esforço de sucção maior do que no aleitamento superficial, ou seja, na mamadeira, fortalecendo e desenvolvendo assim o maxilar e facilitando o processo da fala.
Antes de amamentar é importante que a mãe tenha algumas precauções como: evitar grandes quantidades de alimentos que contenham cafeína como, por exemplo, café, refrigerante, chocolate e chá preto, pois parte desta substância é secretada pelo leite e pode causar irritação no bebê e o sono também pode ser alterado;
Observe para que a alimentação não se altere muito de um dia para o outro, pois isso pode causar cólica no bebê;
Observe também se o bebê fica se retorcendo ao mamar, pois isso é o indicativo de cólica e que isso é necessário ser avaliado por um pediatra ou nutricionista para verificar alergia a algum componente da alimentação da mãe;
Não fumar porque a nicotina acaba inibindo a ação da prolactina e ocitocina, os quais são os hormônios responsáveis pela produção e liberação do leite e, além disso, as substâncias contidas no cigarro acabam passando para o leite e pode acabar prejudicando a saúde e o desenvolvimento da criança. Se a mamãe não conseguir parar de fumar o mais indicado é que ela diminua no mínimo o número de cigarros e fumar somente após as mamadas;
Evite a ingestão de bebidas alcoólicas, ou então, beba com moderação;
Não tome nenhum tipo de medicamento sem orientação médica, pois alguns medicamentos podem fazer mal a criança, afinal à medicação pode passar através do leite materno;
O consumo de ácidos graxos do tipo ômega 3 é indispensável à boa formação do bebê, o qual pode ser encontrado em azeite, óleo de peixe, peixes e óleo de canola;
Para amamentar o pescoço do bebê deve estar ereto ou um pouco curvado para trás, mas sem que o pescoço fique distendido ou torcido, o corpo do bebê deve estar voltado para o corpo da mãe e o bebê deve ficar confortável e a mãe relaxada.
Após amamentar é importante colocar o bebê para arrotar ao final da mamada e quando se muda de seio alivia o desconforto causado pelo ar, o qual ás vezes pode ser engolido durante a amamentação. Para facilitar o arrotar do bebê é indicado colocá-lo em posição vertical, apoiando-o contra o peito e dando leves palmadas em suas costas e é totalmente normal regurgitar um pouco de leite.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com



publicado por adm às 23:08
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Domingo, 28 de Novembro de 2010
Gripe na gravidez

Para tratar a gripe na gravidez é preciso ter cautela. As grávidas não podem tomar os remédios comuns que combatem a gripe, pois eles podem vir a prejudicar o bebê.

Quando a grávida estiver gripada ela precisa ficar em repouso, beber muito líquido e só pode tomar os comprimidos a base de paracetamol e 1g de vitamina C por dia.

Para ajudar na congestão na nasal, pode-se fazer uma nebulização com soro fisiológico e para a dor de garganta pode-se fazer um gargarejo com água e sal. Uma outra opção é usar um spray de própolis na garganta.

Os chás e mistura de mel com limão são também ótimas maneiras de aumentar o sistema imunitário e vencer a gripe.

fonte:tuasaude



publicado por adm às 23:33
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Gravidez depois dos 40 anos

Apesar das mães terem uma sensação de que está indo na contramão, as mulheres que ficam grávidas aos 40 anos de idade ou após fazem parte de uma tendência cada vez mais atual. De uns anos pra cá aconteceu a revolução sexual, o descobrimento da pílula anticoncepcional e a conquista da mulher no mercado de trabalho e esses vários fatores vêm fazendo com que muitas mulheres adiem ainda mais a maternidade dos 35 anos e até os 40 anos.
Para algumas a maternidade após os 40 anos é uma surpresa, para outras ela é uma escolha consciente, afinal muitas mulheres estão optando por dar prioridade à carreira profissional e outras acham que ainda não estão preparadas para serem mães e outras passam anos em busca de um companheiro ideal.
O fato é que a mulher do século XXI assume muitos papéis na sociedade e isso faz com que o papel de mãe fique para segundo plano.
O gravidez após os 40 anos de idade é chamado de gravidez tardia. A idade não é um fator determinante para avaliar se a gestação é segura ou não, afinal o que realmente importa são as intercorrências durante os noves meses que são mais freqüentes em mulheres com mais idade.
Mas, é importante ressaltar que a gestação tardia pode trazer sérias consequências tanto para a gestante como também para o bebê, pois o corpo de uma mulher com 20 anos suporta muito mais o estresse resultante da gravidez do que uma de 40 anos, mas os riscos que causam medos nas mães tardias são os problemas cromossômicos que aumentam em progressão aritmética. Pois, após os 40 anos, o risco de que a mulher gere uma criança com síndrome de down é alto.
Com o passar dos anos outro problema é a fertilidade feminina, a qual fica comprometida, tornando cada vez mais difícil a concepção. É importante ressaltar também que a mulher que engravida após os 40 anos tem que ter a consciência de que seu corpo sofrerá um desgaste ainda maior do que uma mulher entre os 20 ou 30 anos, é como se a gravidez gerasse um desgaste de 3 anos na mulher e ainda, vale ressaltar que aos 40 anos a mulher tem menos pique e menos condições físicas para passar por esta fase da vida.
Se você realmente quer engravidar e tiver uma gravidez tardia é importante ressaltar que em qualquer idade o mais importante é que a mulher cuide da sua saúde durante toda a gestação, por isso, não fume, não beba, controle o peso ideal, tenha uma alimentação saudável e pratique exercícios.
Os principais aspectos positivos da gestação tardia são em relação que a mãe se sente mais preparada, mais madura para educar o bebê e uma maior estabilidade financeira, podendo curtir mais a gravidez.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com



publicado por adm às 23:07
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Sábado, 27 de Novembro de 2010
Alimentos indicados na gravidez

Os cuidados com a alimentação é algo fundamental ao longo de nossas vidas, mas na gravidez merece atenção em especial. A gravidez é um momento muito especial na vida de qualquer mulher, por conta disso, os cuidados são indispensáveis durante toda a gestação, principalmente em relação à alimentação adequada durante toda a gestação, para que o bebê possa nascer o mais saudável possível e que a gravidez não ocorra riscos.
Na gravidez o corpo necessita de vitaminas, nutrientes, sais minerais, carboidratos e proteínas suficientes para manter o organismo em equilíbrio e ajudar no desenvolvimento de uma nova vida.
Por conta disso, a alimentação precisa ser a mais saudável possível, equilibrada, rica em frutas, carnes e legumes. As refeições devem ser feitas seis vezes ao dia, alimentando sempre de alimentos naturais, não podendo se esquecer da ingestão de suco de frutas como manga, abacaxi, maracujá, melancia, melão, uva pêra, maçã e outros.
As frutas são indicadas durante toda a gestação, pois são fontes indispensáveis para o nosso organismo. As verduras também devem ser ingeridas, pois possuem poucas calorias e grande quantidade em sais minerais e vitaminas, optando sempre por verduras como alface, couve, tomate, couve-flor, brócolis e chicória, optando sempre em ingerir alimentos verdes, os quais possuem ácido fólico que é indispensável para o desenvolvimento do bebê.
É importante ressaltar que a gestante deve ganhar cerca de 9 a 12 quilos de peso durante toda a gestação, sendo este o peso ideal para durante toda a gravidez. Por isso, tenha em mente que é importante controlar a balança para não engordar em excesso, pois isso pode trazer um acúmulo de tensão e inchações nos pés e nas articulações, exigindo um esforço ainda maior da gestante.
Varie bastante nas cores do alimentos e na suas escolhas, pois quanto mais variada for sua alimentação, mais equilibrada ela estará. Não se esqueça de beber muita água e líquido, optando pela água principalmente, mas evite o consumo da mesma junto com as refeições. A água ajuda a eliminar toxinas do organismo e a diminuir a retenção de líquido da gestação.
Não ingira alimentos que contenham muito sal, pois eles podem fazer com que o organismo retenha líquidos, por isso, deixe de lado alimentos como salgadinhos, queijos, embutidos e produtos industrializados.
Alimentos ricos em ácido fólico também são indispensáveis, pois o ácido fólico tem influência na produção do núcleo celular, ou seja, o DNA, o que determina a formação do feto, por isso, ingira brócolis e verduras que sejam verde escuras, mas consuma-os sempre em pequenas porções diárias.
Não se esqueça dos alimentos que nos dão energia para o dia a dia como os carboidratos, por isso, ingira macarrão, pães, massas, arroz, batata e etc, pois sem eles o corpo queima as proteínas e as gorduras e a gestação fica com a saúde prejudicada.
Alimentos que contenham ferro é indispensável na alimentação da gestante para que não ocorra anemia na gestação e no feto, por isso, consuma feijão, leguminosas e carne em geral.
O cálcio e o fósforo ajudam na formação do esqueleto do bebê e dos dentes, por isso, consuma cereais integrais, leite, ovos, carnes magras e derivados do leite.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com



publicado por adm às 23:05
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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
Soluções simples para a depressão Pós-Parto

A depressão pós-parto é uma doença muito comum que afecta mães por tudo o mundo. A medicação, é claro, uma das soluções mais utilizadas, mas antes de optar por essa, há outras soluções mais simples que podem ajudá-la a curar-se sem modificar o seu metabolismo. Aqui vão algumas:Deite-se cedo e tente ter uma boa noite de sono.


Passeie no parque.

Faça coisas com as mãos, artesanato, bordar,etc…

Trabalhe no jardim. Regar as plantas e tirar as ervas daninhas pode ser relaxante.

Brinque com os seus filhos e faça planos com eles sobre o que farão quando se sentir melhor.

Consulte um psicólogo regularmente e seja totalmente sincera com ele.

Mantenha-se longe do álcool e outros depressivos.

Tome um banho de espuma relaxante, com algo doce para comer e beber. Ouça música relaxante enquanto toma banho.

Escreva um diário. Ajuda-a a exteriorizar os seus sentimentos.

Faça exercício regularmente – liberta endorfinas ( quimicos que a fazem sentir melhor ) para a sua corrente sanguínea.

Participe em fóruns sobre depressão pós-parto; discuta o problema com outras mulheres na mesma situação, peça-lhes conselhos e aproveite o fazer parte de uma comunidade.

Participe em actividades com a família e os amigos.

Leia um bom livro.

Vá visitar amigos ou familiares.

Telefone a uma amiga próxima.

Vá dar uma volta de carro.

Cozinhe. Isto vai direccionar a sua atenção para outro assunto que não a maternidade.

Telefone à sua mãe e fale com ela sobre o seu problema. Esta pode ser a melhor terapia para a sua situação, porque ela ama-a, está profundamente preocupada consigo e vai ter tempo para ouvi-la.

Peça à sua mãe para ir para sua casa por alguns dias. Ela pode ajudá-la nas suas tarefas e criar algum tempo só para si de modo a fazer algumas das coisas mencionadas neste artigo.

Ponha o bebé no carrinho e vão dar um passeio.

Aninhe-se com os seus filhos, e chore tudo o que lhe apetecer enquanto o faz. Perceba que há pessoas que a amam verdadeiramente:

Vá até à praia, se houver uma por perto – olhe para o oceano e respire a brisa marinha.

Vá às compras!

Tenha uma longa e profunda conversa com o seu marido, seguida de muitos mimos e muitos bejios.



publicado por adm às 00:45
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