Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011
Como Evitar Anemia na Gravidez

anemia pode ocorrer na gravidez por que a produção das células vermelhas de sangueestão em pequena quantidade, os glóbulos vermelhos são extremamente importantes para controlar o nosso funcionamento, durante o período da gravidez os glóbulos vermelhos de   sangue devem aumentar de um modo que proporcione um bom funcionamento para a mãe e o bebê, quando esta produção não ocorre ai começa o inicio da anemia durante a gravidez,  a anemia na gravidez deve ser comum do muitas imaginam, as mulheres tem mais tendência de serem anêmica mais que os homens por perdem bastante sangue durante o período de menstruação, se a mulher na se alimentar bem na gravidez  poderá ter anemia grave,  por isso se não se cuidar não poderá ter melhor condição física durante a gestação.

fonte:http://www.sabetudo.net



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Sábado, 22 de Janeiro de 2011
Cuidados com a Pele Durante a Gravidez!

Com tantas mudanças que ocorrem no corpo da mulher com a gravidez, a pele também sente os efeitos. Umas ficam mais oleosas, outras ressecadas, podem surgir manchas, acne e até alergias a produtos que eram usados normalmente antes da gestação. Por isso, as futuras mamães precisam redobrar os cuidados com a pele durante a gravidez.

 


Com o aumento de peso, a elasticidade da pele chega ao seu limite e aí surgem as estrias. A melhor maneira de evitá-las é hidratando intensamente a pele. Use cremes com óleo de amêndoas, semente de uva, abacate ou macadâmia na composição, eles ajudam a manter a elasticidade da pele. O creme hidratante deve ser usado na barriga, glúteos, coxas e seios, que são as áreas do corpo onde costumam aparecer estrias na gravidez.

 

Mesmo sendo natural ganhar peso na gravidez, é preciso ficar de olho na balança para não engordar demais. Coma alimentos ricos em vitamina C, que estimula a produção de colágeno e proteínas. A vitamina A, E, as frutas, legumes e verduras também estão na lista de alimentos recomendados. Evite as frituras, o excesso de sal e de doces.

 

O aparecimento de manchas escuras está entre os principais problemas de pele que podem ocorrer durante os nove meses. Elas são provocadas por alterações hormonais e mudanças na pigmentação da pele, que passa a produzir maior quantidade de melanina. As manchas podem aparecer em qualquer lugar do rosto ou do pescoço e em mulheres de pele morena ou negra podem ser mais claras que o tom natural da pele.

 

A exposição ao sol deixa as manchas mais escuras, portanto a principal dica para evitar asmanchas de pele na gravidez é aplicar protetor solar todos os dias, mesmo em dias nublados e durante o inverno. Se as manchas estiverem muito evidentes, dá para tentar disfarçá-las usando maquiagem. Geralmente as manchas começam a desaparecer cerca de três meses depois do parto.

 

As alterações hormonais durante a gestação também podem deixar a pele mais oleosa, com cravos e espinhas. Com o fim da gravidez, essa oleosidade tende a diminuir. Mas até lá, o melhor é usar sabonetes e produtos específicos para pele oleosa em especial aqueles em forma de gel.

 

Algumas grávidas ficam com a pele seca. Neste caso, a recomendação é dar preferência para o banho com água morna para fria, sem usar muito sabonete e usar cremes que reforcem a hidratação da pele.

fonte:http://katiafarage.blogspot.com



publicado por adm às 11:22
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Cuidados para evitar as Estrias na Gravidez

Com certeza gravidez é sinônimo de felicidades, pois é uma criança que está por vir. Porém algumas mulheres se sentem horrorizadas com a ideia de engravidar, pelo fato de que o corpo da mulher passa por transformações nesse processo. Essas transformações podem atingir a mulher pelo corpo todo, desde o crescimento dos seios, do quadril e até o aparecimento das indesejadas estrias.

Porém mesmo antes de engravidar, algumas mulheres já sofrem com estrias, o que pode se agravar após a gravidez. Elas se agravam durante a gravidez pelo fato de que a mulher precisa ter uma alimentação intensiva onde ela deve se alimentar bastante, reunindo nutrientes e alguns outros fatores que causam as estrias, mas que podem ser evitadas.

O grande segredo de se evitar as estrias está na dieta, que controlada pode prevenir o nascimento das estrias, dietas que podem ser achadas em sites especializados no assunto. Para evitar as estrias, basta manter alguns cuidados simples mais que ajudam no futuro. Um destes cuidados é o uso de cremes com propriedades nutritivas e hidratantes, o que te ajuda a se manter distante das estrias. Outra dica que funciona é usar calcinhas de cintura alta, o que ajuda a dar resistência da pele do Abdômen.

Lembre-se que as estrias quase sempre aparecem nos locais da cirurgia, portanto, fique atento a estes locais. Seguindo estas dicas você com certeza ficará longe das estria na gravidez.

fonte:http://mundodanoticia.com.br



publicado por adm às 20:27
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Domingo, 16 de Janeiro de 2011
Nutrientes importantes na gravidez

Vitamina C - Nas frutas, em especial as cítricas (laranja, acerola, limão, abacaxi) e vegetais frescos. Auxilia na absorção de ferro.

Ácido Fólico - Nas verduras, nozes e pão integral. Como suplemento, o ácido fólico deve ser receitado pelo médico, a partir da 20ª semana de gestação. É recomendável reforçar o ácido fólico na alimentação de mulheres que pretendem engravidar. Ajuda no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê e formação de células sangüíneas da mãe e do bebê.

Zinco - Nas carnes magras, cereais integrais, pão integral e frutos do mar. Importante para a formação de tecidos (placenta, bebê)

Cálcio - No leite e derivados, frutos do mar e verduras de folhas verde-escuro. Necessário para o desenvolvimento dos ossos e dentes do bebê
Foto de William de Moura

Fibras - Evitam a prisão de ventre, comum na gravidez. Estão nos cereais integrais, frutas secas (damasco, ameixa preta, passas), frutas frescas (laranja, abacaxi etc), verduras (alface, couve, espinafre, brócolis etc)

Vitamina D - Potencializa a absorção de cálcio pelo organismo, ajudando a fortalecer a massa óssea e dentes. Está na gema de ovo, fígado, leite e derivados, sardinha, salmão

Vitamina B6 - Ajuda a prevenir náuseas e vômitos durante a gravidez. Encontrada no germen de trigo, aveia, banana, batata, fígado.

Vitamina A - Importante para a visão, pele e mucosas (revestimento interno do aparelho digestivo, respiratório e urinário). Protege contra infecções. Obtida nas frutas e legumes de coloração alaranjada (cenoura, abóbora, mamão, manga) e folhosos de cor verde-escura (espinafre, couve, brócolis, bertalha etc), leite e derivados, além de ovos e fígado

Vitamina K - Diminui os riscos de hemorragia durante o parto, já que favorece a coagulação sanguínea. Está no espinafre, alface, fígado couve, repolho

fonte:http://gravidas.org



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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011
Cuidados Com Cabelos na Gravidez

Muitas mulheres ficam preocupadas durante a gravidez com a sua aparência fìsica , mudanças em seu corpo e cabelos são as preocupações mais comuns entre as gestantes. As mudanças nos cabelos são sentidas ao longo da gestação.  Elas começam quando os hormônios entram em ação. Se seus cabelos são secos, durante a gestação podem se tornar oleosos e vice-versa.

Os lisos podem ganhar cachos e ondas, etc…É preciso se adaptar com as mudanças do seu corpo. Mas não se preocupe as transformações no cabelo costuma ser sempre uma grata surpresa para a futura mamãe.  Tudo porqua a progesterona diminui a queda do cabelo e durante a gravidez ele costuma ficar mais bonito e volumoso.

Porém, a gestante não deve relaxar com os cuidados dos cabelos, pois cerca de três meses após o parto os cabelos começam apresentar queda intensa, que só irá normalizar após um ano. Faça uma alimentação balanceada ,ingira bastante líquido, alimente-se com frutas e alimentos com baixo teor de gordura. Não esqueça de investir em um bom xampu específico para o seu tipo de cabelo e uma boa máscara de hidratação. Seguindo essas dicas certamente você terá cabelos bonitos e saudáveis durante a gravidez.

fonte:http://todaperfeita.com.br



publicado por adm às 21:55
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Muito sal na gravidez pode gerar adultos com hipertensão

Gerando hipertensão

Uma dieta com elevado consumo de sal durante a gestação poderá gerar indivíduos que, na idade adulta, terão hipertensão arterial.

Por outro lado, se o consumo de sal durante a gravidez for baixo, o problema pode ser o desenvolvimento de resistência à insulina.

Esses são alguns dos resultados obtidos em estudos feitos pela equipe do professor Joel Claudio Heimann, da Universidade de São Paulo (FMUSP), que investiga os efeitos das alterações no ambiente perinatal, que engloba o período gestacional até o final da lactação.

A pesquisa foi realizada em cobaias, exigindo estudos adicionais de validação para que os resultados sejam extrapolados para o homem.

 

Resistência à insulina e obesidade

O trabalho vem produzindo dados importantes sobre o papel do sal durante o período gestacional.

Por exemplo, a dieta hipossódica, com restrição de sal, levou à formação de animais que, na idade adulta, apresentaram excesso de colesterol (hipercolesterolemia).

Esses mesmos animais também apresentaram maior resistência à insulina. "Isso significa que eles precisam de mais insulina para manter os níveis normais de açúcar no sangue", explicou Heimann.

Outro efeito curioso observado é que as fêmeas - mas não os machos - das proles de mães que consumiram dieta com pouco sal durante a gestação e amamentação desenvolveram obesidade na idade adulta.

Os mecanismos responsáveis por qualquer caso de obesidade podem ser a maior ingestão de alimentos com conteúdo calórico elevado, o menor gasto energético decorrente de sedentarismo ou peculiaridades do metabolismo (como o hipotiroidismo) ou o conjunto dos mecanismos.

"No nosso estudo, o primeiro fator foi excluído. As fêmeas obesas não ingeriram mais ração do que o grupo controle - prole de mães alimentadas com ração com conteúdo normal de sal durante o período perinatal. Em conclusão, restou a hipótese do menor gasto energético", disse.

 

Fenótipo econômico

Outra linha do estudo analisa alterações na prole de mães com hiper ou hipotiroidismo durante a gestação.

Coordenado pela professora Maria Luiza Morais Barreto de Chaves, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, o estudo descobriu que filhotes de mães que sofrem de hipertiroidismo nascem com baixo peso.

Heimann lembra que o nascimento abaixo do peso pode ser indicativo de complicações na idade adulta.

Esse problema foi apontado pela primeira vez pelo epidemiologista inglês David J.P. Barker, criador da hipótese do fenótipo econômico segundo a qual mães que sofrem restrições na alimentação durante a gestação produzem filhos menores de forma a adaptá-los às condições de escassez do ambiente.

 

Poluição e gravidez

O grupo também está analisando os efeitos da poluição atmosférica na gestação.

Esse estudo é coordenado pelo professor Paulo Saldiva, do Departamento de Patologia da FMUSP, especialista na relação entre poluição atmosférica e saúde.

Baixo peso ao nascimento, diminuição da fertilidade e hipertensão arterial, como efeitos da poluição, também foram verificados em humanos.

Outro efeito observado, tanto em animais como em seres humanos cujas mães foram submetidas à poluição durante a gestação, é a geração de mais fêmeas do que a machos. "Essa é uma linha de investigação importante, especialmente para cidades com índices de poluição, como São Paulo," disse Heimann.

 

Fatores epigenéticos

Para o professor da USP, a maior contribuição desse projeto está em chamar a atenção para fatores capazes de alterar a programação do feto sem modificar a estrutura do DNA.

Fatores importantes, como a resistência à insulina surgem e são passados de uma geração para outra e dependem apenas das condições encontradas durante o período gestacional.

Chamados de mecanismos epigenéticos, por não serem localizados no genótipo, esses fatores têm demonstrado possuir um grande grau de influência sobre as características dos indivíduos. "Os estudos vêm mostrar que não é somente a genética, mas há estímulos que reprogramam o feto e causam alterações profundas no organismo", disse Heimann.

Com isso, o pesquisador já nota mudanças nos procedimentos médicos. "Os obstetras, por exemplo, que antes se preocupavam muito em manter o peso da gestante, hoje são mais flexíveis nesse ponto, uma vez que gestações com restrições calóricas extremas possuem efeitos negativos sobre a prole", afirmou.

fonte:http://www.diariodasaude.com.br

 

 

 

 



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Domingo, 9 de Janeiro de 2011
Tiróide e gravidez

Os cuidados que deve ter para se proteger

 

 

A gravidez está associada a alterações, quase sempre normais e reversíveis, quer do doseamento de hormonas tiroideias, quer das dimensões da glândula da tiróide.

A tiróide aumenta de volume durante a gestação, normalmente «entre os dez e os 30 por cento», conforme é referido no site do Grupo de Estudo da Tiróide (GET) da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM).

Assim, «as mulheres que engravidam podem não notar os sintomas clássicos da doença porque muitos deles aparecem também na gravidez normal», alerta a mesma fonte.

Por exemplo, uma grávida pode sentir calor, cansaço, nervosismo ou mesmo apresentar tremor das mãos. Uma observação do seu médico e o doseamento hormonal nessa altura permitem informá-la do que se está a passar», alerta o GET. Uma vez que se tem de ter em conta a segurança do bebé, apenas algumas terapêuticas estarão indicadas.

De acordo com SPEDM, um dos principais factores de risco para o aparecimento de alterações da função da tiróide é o défice de iodo. «Em Portugal, as grávidas e as crianças têm níveis de ingestão de iodo baixos em algumas zonas do país e preocupantes no desenvolvimento intelectual das crianças no futuro», defendeu publicamente Jácome de Castro, membro do GET da SPEDM.

«Mas o que é ainda mais preocupante é o facto de muitas mulheres desconhecerem os efeitos negativos que a doença da tiróide tem na sua gravidez, podendo afectar negativamente o desenvolvimento físico e mental da criança», afirmou mesmo Jácome de Castro, por ocasião da Semana Internacional da Tiróide, que teve lugar em Maio de 2010.

 

As causas

Podem estar vários factores na origem do hipotiroidismo e hipertiroidismo:

 

Hipotiroidismo

A tiroidite auto-imune, designada por tiroidite linfocítica crónica ou de Hashimoto, é uma das causas na origem deste. Neste caso, o próprio sistema imunitário destrói a tiróide fazendo com que deixe de ser possível a produção de quantidades adequadas de hormonas desta glândula. A ablação (extracção) cirúrgica da tiróide ou tiroidectomia, a ablação da tiróide por exposição a radiações e/ou a toma de determinados fármacos são outras das causas mais frequentemente apontadas.

 

Hipertiroidismo

O sistema imunitário do próprio indivíduo pode produzir anticorpos que vão estimular a tiróide.

Esta forma é designada por doença de Graves e pode ser acompanhada por protusão do globo ocular.

O bócio nodular, quando um dos nódulos começa a produzir hormonas em excesso, de forma desregulada, desobedecendo às ordens da hipófise, pode ser outra das causas. Neste caso, falamos de um bócio nodular tóxico.

A toma de determinados fármacos é outro dos causadores referidos frequentemente.

 

GLOSSÁRIO DA TIRÓIDE

Decifre os termos mais comuns:

Doença de Graves
É um tipo de hipertiroidismo provocado pela produção de anticorpos estimuladores da função tiroideia.

Hipertiroidismo
Excesso de produção de hormonas da tiróide.

Hipotiroidismo
Doença resultante da falta de hormonas da tiróide.

T3 e T4
Hormonas produzidas pela tiróide. A T3 também é chamada triiodotironina e a T4 tiroxina.

Tiroidite de Hashimoto
Doença crónica da tiróide que pode provocar hipotiroidismo.

TSH
Hormona estimuladora da tiróide que é produzida pela hipófise (iniciais de thyroid stimulating hormone). O mesmo que tirotropina ou tireotropina.

Texto: Cláudia Pinto com António Garrão (endocrinologista)

fonte:http://familia.sapo.pt/

 

 

 

 



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Sábado, 8 de Janeiro de 2011
Gravidez aos 50 anos: dicas e cuidados
A gravidez tardia é cada vez mais comum em uma sociedade como a brasileira, onde buscamos determinada estabilidade antes da constituição de uma família. Com a evolução da medicina, as mulheres que desejam engravidar após os 30 anos de idade estão cada vez mais assistidas, possibilitando gestações saudáveis após os 40, 50 anos.


A comunidade médica alerta que uma gravidez não programada nesta faixa etária é muito menos arriscada nos dias de hoje do que no tempo de nossas avós, porém a mulher precisa estar saudável e, de preferência, não ser portadora de doenças mais sérias como cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Mesmo o corpo aparentando estar saudável, a futura mamãe deve procurar um médico de confiança que acompanhe todo o período gestacional, o nascimento e o pós-parto.

Segundo a Dra. Natasha Slhessarenko (CRM.2909), patologista da DASA, que em Mato Grosso é representada pelas marcas Cedic e Cedilab, após a faixa dos 30 anos, o pré-natal é ainda mais significativo, já que muitas vezes o corpo pode não estar mais preparado para a gestação. “Ao procurar um especialista, a mulher deve iniciar uma série de exames importantes que assegurem a saúde dela e do bebê”, completa Dra. Natasha. Segue abaixo uma lista completa dos principais testes que a mulher deve ser submetida durante a gestação, independente da idade.

Para a médica, o desejo de ser mãe pode aparecer em qualquer faixa etária, mas a mulher deve estar preparada física e psicologicamente para as mudanças de vida que a nova fase irá acarretar. “Após os 40 anos de idade, a maioria das mulheres tem menor probabilidade de engravidar espontaneamente por conta da queda na produção de óvulos devido a alterações que a maturidade ocasiona no aparelho reprodutivo feminino. Por conta disso, muitas recorrem para tratamentos de fertilidade”, completa.

Independente do método é importante reforçar que a gravidez em todas as idades, mas principalmente a gestação tardia, necessita de um acompanhamento médico com um especialista de confiança. “Os exames indicados para o pré-natal são fundamentais para o diagnóstico precoce de patologias e identificação de malformações do feto, além da manutenção da saúde da mulher”, acrescenta Dra. Natasha.

Indicação de exames durante a gestação:
1º trimestre de gestação
1. Hemograma Completo
2. Tipagem Sangüínea
3. Sorologia para Sífilis (VDRL e FTA Abs), HIV, Hepatite B e C, Toxoplasmose, Rubéola e Citomegalovírus
4. Urina I e Urocultura
5. PPF (Protoparasitológico de Fezes)
6. Papanicolaou (colpocitologia oncótica)
7. Ultra-som Básico Obstétrico Endovaginal ou Transvaginal
8. Ultra-som com translucência nucal fetal no período entre 11- 13 semanas de gestação (avalia risco de mal formação fetal).
9. TSH e T4 Livre
10. Coombs Indireto ( se a mãe for Rh negativo e o pai Rh positivo)
11. Cariótipo (biópsia do vilo corial ou amniocentese em pacientes acima de 35 anos)

2º trimestre de gestação
1. Ultra-som Morfológico
2. Teste de tolerância oral a glicose simplificado- TTOG-S.
3. Teste de Proteína Plasmática Associada à Gravidez (PAPP-A)
4. Dosagem de alfafetoproteína (melhor por volta da 16 semana de gestação).
5. Repetir as sorologias que estavam negativas ( HIV, Hepatite, Toxoplasmose.)

3º trimestre de gestação
1. Ultra-som Obstétrico
2. Cardiotocografia
3. Ultra-som Obstétrico com Dopplervelocimetria Colorida
4. Perfil Biofísico Fetal
5. Ecocardiografia fetal de nível I
6. Ecocardiografia fetal de nível II em casos de alto risco.
7. Dosagem de Uréia, Ácido úrico e Creatinina se necessário.
8. Teste de Enzimas Hepáticas (Perfil) se necessário.
9. Glicemia e curva glicêmica, se necessário.
10. Ecocardiograma e Eletrocardiograma, se necessário.
11. Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial (deve ser feito durante todo o pré-natal, assim como o controle do peso materno).

Sobre a DASA

A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina em termos de receita bruta e população e a quarta maior rede no mundo. Com mais de 12 mil colaboradores, processa em média 10 milhões de exames por mês. Oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 17 marcas em 11 estados brasileiros e no Distrito Federal – Delboni Auriemo e Lavoisier (SP), Bronstein, Lâmina e MedImagem (RJ); Club DA (RJ e SP); Pasteur e Exame (DF), Frischmann Aisengart e Álvaro (PR), CientíficaLab (ES, MG, RJ e SP), Image Memorial (BA), Lâmina (SC), Atalaia (GO), Cedic e Cedilab (MT), Cerpe (PE) e LabPasteur e Unimagem (CE).

*Informações atualizadas de acordo com os resultados do 3T10.

Sobre o Cedic e Cedilab Medicina Diagnóstica

O Cedic e Cedilab nasceram, respectivamente, há 14 e 9 anos no Mato Grosso e são considerados referências para o segmento de medicina diagnóstica. Juntos, somam mais de 200 colaboradores em nove unidades, que atuam na capital e na região metropolitana. São realizados mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnósticos por imagem que contemplam serviços e soluções diferenciados com qualidade, rapidez e alto padrão de atendimento, como a coleta domiciliar. Há dois anos, a marca é escolhida como o prestador de serviços em medicina diagnóstica mais lembrado pela população na região por meio do prêmio Top of Mind, realizado pela revista RDM, com os institutos Newcomdates Tecnologia da informação e Full Time Pesquisa de Mercado . O Cedic e Cedilab fazem parte da DASA, maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina e quinta maior no mundo. Para mais informações: www.cedic.com.br e www.cedilab.com.br .
fonte:http://www.segs.com.br


publicado por adm às 23:43
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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011
Testes de gravidez

As diferenças entre as técnicas disponíveis na farmácia e nos laboratórios de análises clínicas

Gonadotrofina coriónica humana. Se acha que está grávida, eis o nome que pode encerrar a resposta de que precisa. 

Não, não é uma doença ou um método de detecção doloroso. Trata-se, antes, de uma hormona sintetizada pela placenta e através da qual é possível detectar precocemente a gravidez, como explica a farmacêutica Cristina Azevedo: «A hCG (hormona gonadotrofina coriónica humana) é produzida pela placenta em desenvolvimento logo após a implantação. A rápida subida da sua concentração na urina durante o primeiro trimestre torna-a um bom indicador de gravidez».

Para lhe darmos a conhecer em detalhe os vários métodos a que pode recorrer para saber se está grávida, falámos com uma médica obstetra e uma farmacêutica. O resultado é um guia com as informações essenciais que deve ter em conta ao lançar-se  nesta grande aventura da concepção.

fonte:http://saude.sapo.pt



publicado por adm às 20:32
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
Análises para detectar a gravidez

Em que consistem as análises à urina e ao sangue que permitem averiguar se a mulher está grávida

Para além dos testes de gravidez à venda nas farmácia e espaços de saúde, existe a possibilidade de se realizarem análises laboratoriais à urina e ao sangue com o mesmo objectivo. 

Este tipo de exame envolve, contudo, como poderá verificar neste artigo, algumas especificidades, sendo importante que a interpretação dos resultados seja feita com a ajuda do ginecologista-obstetra.

1. Análises à urina

Estas são análises banais à composição da urina. A única especificidade está nos parâmetros analisados. Isto é, aqui, tal como nos testes comprados na farmácia, serão avaliados os níveis de hormona HCG existentes na sua urina, de forma a detectar a existência ou não de gravidez.

Quando fazer

Faça as análises se suspeita de gravidez, quer devido a um atraso menstrual ou a outros sintomas físicos, como náuseas e, por algum motivo, prefere esta alternativa a um teste comprado na farmácia.

Quando não fazer

Não existem contra-indicações para este tipo de análises.

 

Cuidados de preparação

Recolha a primeira urina da manhã, antes de ter ingerido água ou outros líquidos, de forma a não diminuir a sua concentração. Quanto mais concentrada estiver a urina, mais fácil será detectar a hormona hCG, logo mais fiáveis serão os resultados. Evitará, assim, a possibilidade de obter um falso resultado negativo.

Os resultados

Com este tipo de análise não obterá um doseamento da hormona hCG, apenas uma indicação positiva ou negativa de gravidez. Por norma, os resultados são apresentados em papel e entregues pessoalmente, mas há cada vez mais laboratórios onde pode ser feito o envio via email.

Procure o seu médico se... Obtiver um resultado positivo, de forma a iniciar um acompanhamento adequado da gravidez.

Tempo de espera: É variável, mas por norma são revelados no próprio dia.


Onde fazer?

Para além de laboratórios e clínicas privadas, pode recorrer ao sistema nacional de saúde e laboratórios associados. Também há farmácias que têm laboratórios associados. Não vá a um serviço de urgências fazer um teste de gravidez, já que não se trata de uma situação em que a sua saúde está em risco.

Preço

O preço é variável de acordo com o local em que fizer as análises. Tenha em conta que pode fazer as análises por sua própria iniciativa, mas estas serão mais caras do que se tiver uma requisição médica para o fazer.

 

2. Análises ao sangue

Este tipo de análises permite dosear a quantidade de hormona hCG existente no sangue, um procedimento que pode ser indispensável para acompanhar a evolução da gravidez ou para a detectar. 

Estas análises envolvem a colheita de uma amostra de sangue e a sua posterior análise, à semelhança do que é feito para avaliar, por exemplo, os níveis de colesterol. A particularidade está no facto de se obter um doseamento da sub-unidade beta da hormona hCG, «responsável pelo diagnóstico imunológico da gravidez», diz Isabel Martins, obstetra na Maternidade Alfredo da Costa.

«Normalmente, numa gravidez evolutiva, o valor da beta hCG duplica em 48 horas», explica a especialista. Desta forma, se as análises mostrarem um valor diferente, poderá existir uma patologia.

O que detectam

As análises ao sangue podem ser feitas com o propósito de acompanhar a evolução de uma gravidez, mas também numa fase mais precoce, para a detectar. No primeiro caso, além de lhe permitirem saber se está grávida de gémeos (gravidez gemelar), são úteis na detecção de casos patológicos como:

1. Gravidez ectópica – Gravidez implantada fora do útero, seja na trompa, ovário, no colo do útero ou na cavidade abdominal.

2. Patologias do trofoblasto, isto é, da parede externa do blastocisto, o estádio inicial de desenvolvimento embrionário.

3. Gravidez não evolutiva

De acordo com Isabel Martins, valores altos de beta hCG podem significar que está grávida de gémeos. No entanto, «um aumento exagerado desses valores pode representar mola hidatiforme, uma patologia da placenta em que não se desenvolve o embrião e que pode evoluir para coriocarcinoma [tumor da placenta]», detalha a obstetra.

Por outro lado, valores baixos de beta hCG podem indicar um aborto: «Numa gravidez ectópica, a beta hCG mantém-se ou diminui em 48 horas e, numa gravidez não evolutiva, diminui no mesmo período», informa a obstetra.

 

Quando fazer

O seu médico requisitará as análises no momento que considerar mais adequado de acordo com os objectivos.

Quando se trata de monitorizar a evolução da gravidez, pode ser necessário fazer análises ao sangue se houver suspeita de aborto ou factores de risco como antecedentes de abortos de repetição ou de patologia do 1º trimestre (nomeadamente gravidez ectópica e mola hidatiforme). 

No entanto, mesmo com estes antecedentes, «há situações em que basta uma vigilância clínica e ecográfica», argumenta Isabel Martins.

Pode também haver motivos para fazer as análises com o objectivo de detectar a gravidez, explica a obstetra: «Um médico pode fazer um exame objectivo da mulher, ver se o útero está aumentado e se tem dor ou não e fazer uma ecografia. Como só com cinco ou sete semanas é que se vê alguma coisa no útero, se não visualizar nada vai requerer o doseamento da hormona».

Na verdade, a necessidade das análises depende sobretudo da avaliação clínica que o seu obstetra fizer do seus sintomas e do seu historial, já que «não há um protocolo específico para ter que pedir ou não as análises ao sangue», esclarece Isabel Martins. 

Desta forma, embora seja possível realizar este tipo de análises sem requisição médica, o ideal será sempre consultar o seu obstetra ou ginecologista antes de tomar essa iniciativa. Não só conseguirá um preço mais em conta, como terá o enquadramento clínico necessário.

Os resultados

Com este tipo de análise obterá um doseamento da hormona hCG. Por norma, os resultados são apresentados em papel e entregues pessoalmente, mas há cada vez mais locais onde pode ser feito o envio via email.

 

Repita as análises... No prazo de 48 horas. É essencial fazer duas colheitas com este intervalo de tempo para se poder observar a evolução do doseamento da hormona, indispensável para o diagnóstico imunológico.

Consulte o seu médico... Para uma correcta interpretação e enquadramento dos resultados das análises.

Tempo de espera: Por norma, são revelados no próprio dia.


Onde fazer?

Para além de laboratórios e clínicas privadas, pode recorrer ao sistema nacional de saúde e laboratórios associados. Também em algumas farmácias que têm laboratórios associados. Não vá a um serviço de urgências fazer um teste de gravidez, já que não se trata de uma situação em que a sua saúde está em risco.

Preço médio

O preço é variável de acordo com o local em que fizer as análises.Tenha em conta que pode fazer as análises por sua própria iniciativa, mas estas serão mais caras do que se tiver uma requisição médica para o fazer.

fonte:http://saude.sapo.pt/



publicado por adm às 20:21
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