Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
Alimentos orgânicos na gravidez

Quem são as mulheres que se alimentam de comida orgânica quando estão grávidas? Trata-se apenas de determinados grupos? Quais são os alimentos orgânicos mais populares? Um recente estudo do Instituto de Saúde Pública da Noruega trouxe algumas respostas para estas perguntas.

 

O estudo incluiu 65 mil mulheres norueguesas que responderam a dois questionários diferentes durante os anos de 2002 e 2007. O primeiro questionário, contendo perguntas sobre a saúde em geral, foi respondido pelas mulheres quando elas estavam na 15ª semana de gestação. O segundo questionário,específico sobre dieta, foi respondida pelas mesmas mulheres durante a 17ª e a 22ª semana de gestação.

“Nós sabemos muito pouco sobre o consumo de alimentos orgânicos durante a gravidez, e o objetivo deste estudo foi descobrir o que é consumido e quais as características das mulheres que optam por uma alimentação orgânica”, disse Hanne Torjusen, uma das pesquisadoras.

Foram feitas perguntas sobre seis diferentes grupos de alimentos: leite e produtos lácteos, pães e cereais, ovos, vegetais, frutas e carne. Os resultados mostraram que os alimentos orgânicos são amplamente utilizados pelas mulheres grávidas da Noruega. Praticamente uma em cada dez mulheres consome alimentos orgânicos regularmente, e os ovos e vegetais orgânicos são os produtos mais consumidos.

As mulheres grávidas que consomem alimentos orgânicos apresentaram as seguintes características:

- elas estavam no grupo que já havia completado o ensino superior, ou no grupo com pelo menos 12 anos de escolaridade no total

- a maioria tinha menos de 25 anos ou mais de 40 anos

- muitas tinham uma renda familiar baixa (abaixo de 300 mil coroas norueguesas por ano)

- muitas eram estudantes ou tinham parceiros estudante

- apresentavam peso normal ou abaixo do normal

- exercitavam-se com freqüência – pelo menos três vezes por semana

- em geral, poucas eram vegetarianas (0,2%) e uma minoria consumia álcool (11,6%) ou fumava durante a gravidez (8,4%). No entanto, constatou-se que o consumo de alimentos orgânicos era mais comum dentro desses três grupos.

“Observamos que embora existam vários elementos que são consistentes em relação às recomendações de saúde, o consumo de alimentos orgânicos na gravidez nem sempre está associado a um estilo de vida saudável. Outros fatores devem ser levados em consideração, como escolaridade e renda”, disse Hanne Torjusen.

 

fonte:Editores do HowStuffWorks.  "HowStuffWorks - Alimentos orgânicos na gravidez".  Publicado em 28 de janeiro de 2011  (atualizado em 28 de janeiro de 2011) http://saude.hsw.uol.com.br/alimentos-organicos-gravidez.htm  (22 de fevereiro de 2011)



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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
Ácido fólico na gravidez aumenta risco de cancro da mama em filhas

As filhas de ratinhos que receberam suplementos de ácido fólico antes de serem concebidas, durante a gravidez e a amamentação, apresentaram um risco de cancro da mama duas vezes maior do que outros ratinhos, segundo um estudo realizado no Hospital St. Michael, no Canadá, escreve o portal de notícias Isaúde.


Os animais também tiveram mais tumores e desenvolveram a doença a um ritmo mais rápido, de acordo com o gastrenterologista Young-nos Kim.


O especialista destacou que mais estudos precisam de ser feitos para determinar se os resultados também se aplicam aos seres humanos. Embora haja semelhanças no cancro da mama em ratinhos e humanos, há diferenças na forma como os animais e os humanos metabolizam o ácido fólico.


"Não queremos que as mulheres grávidas entrem em pânico", disse.


Benefícios não confirmados


A quantidade de ácido fólico à qual os fetos foram expostos aumentou dramaticamente na América do Norte na última década.


As mulheres são normalmente aconselhadas a tomar suplementos de ácido fólico, antes de engravidar e durante a gravidez, para prevenir defeitos do tubo neural do bebé, como espinha bífida.


Desde 1998, os governos do Canadá e dos EUA exigiram que os fabricantes de alimentos adicionassem ácido fólico à farinha de trigo, macarrão e produtos de milho, como forma de garantir que as mulheres recebessem vitamina B em quantidade suficiente. Além disso, até 40% dos norte-americanos tomam suplementos de ácido fólico para benefícios de saúde que ainda não foram comprovados.


Uma alimentação rica em folato natural, encontrado em grãos e legumes escuros, pode ajudar a prevenir o cancro. Mas este estudo contribui para um crescente corpo de evidências que afirma que a ingestão elevada de folato através de suplementos pode promover alguns tipos de cancro – e impedir outros.


Aumentar ou impedir o cancro


Estudos anteriores demonstraram que os suplementos de ácido fólico, tomados antes da concepção, podem aumentar ou diminuir certos tipos de cancro pediátrico nos filhos.


Alguns desses pequenos estudos observacionais têm ligado o ácido fólico a uma diminuição dos neuroblastomas, leucemia e alguns tumores do cérebro, mas outros têm demonstrado um aumento dos tumores cerebrais.


O estudo, apresentado no ano passado, mostrou que os suplementos de ácido fólico materno diminuíram o cancro do cólon por cerca de 65%.


"O impacto dos suplementos de ácido fólico pode ser específico de cada órgão, isto é, pode diminuir alguns tipos de cancro, mas promover outros", explicou o especialista.

fonte:http://www.pop.eu.com/



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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011
Estudo alerta para o uso de raio-X na gravidez e em bebés

Um novo estudo sugere que há um ligeiro aumento do risco de cancro em bebés sujeitos a raio-X, antes dos três meses de idade, e naqueles cujas mães fizeram o exame durante a gravidez.

 

Os resultados destacam a necessidade de os médicos terem mais cuidado com o uso do raio-X em mulheres grávidas e crianças, avança o site HealthDay.

 

No estudo, Preetha Rajaraman, do Instituto Nacional do Cancro dos EUA, e colegas analisaram o uso de raio-X e ultra-som, em 2690 crianças com cancro e 4858 crianças saudáveis que fizeram parte do UK Childhood Cancer Study.

 

As mães de 305 crianças foram submetidas a um ou mais exames de raio-X enquanto estavam grávidas (um total de 319), e 170 crianças fizeram pelo menos um exame de diagnóstico por raio-X no início da infância (um total de 247). Foram realizados 13.723 ultra-sons durante a gestação e 138 em bebés.

 

Aumento ligeiro

 

Os bebés cujas mães realizaram o exame durante a gravidez tiveram um risco levemente maior para desenvolver qualquer cancro infantil e leucemia, embora o aumento não seja estatisticamente significativo. As crianças sujeitas a raio-X no início da infância tiveram um risco ligeiro e não significativo para desenvolver qualquer tipo de cancro infantil, leucemia e linfoma.

 

O ultra-som não foi associado a um risco aumentado de cancro, de acordo com o relatório publicado no British Medical Journal.

 

"Os nossos resultados indicam possíveis riscos de cancro a partir da radiação em doses menores àquelas associadas à tomografia computadorizada. E sugerem a necessidade de uma utilização prudente do raio-X no abdómen/pélvis da mãe, durante a gravidez e em crianças muito pequenas", concluíram os cientistas.

fonte:http://www.pop.eu.com/n



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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
Conheça alguns recordes relativamente a maternidade

Nem toda gestação dura 9 meses, nem sempre o número de bebês está correto no ultrassom e há quem tenha sido mãe depois dos 65.

 

Ao tornar-se mãe, você provavelmente vai bater o seu próprio recorde de noites sem dormir. Mas outras mulheres quebraram recordes ainda mais incríveis, como dar à luz óctuplos. Ou amamentar um recém-nascido de quase nove quilos. Ou, ainda, ter gêmeos aos 70 anos. Conheça estes e outros recordes curiosos da maternidade.

Casa cheia
A norte-americana Nadya Suleman teve que comprar uma verdadeira coleção de berços ao montar seu enxoval. Em janeiro de 2009, ela teve óctuplos – seis meninos e duas meninas. Nadya esperava por “apenas” sete bebês. Mas, de acordo com o site do programa Good Morning America, da rede de televisão e rádio ABC, o oitavo apareceu cinco minutos depois do primeiro – devia estar escondido atrás dos irmãozinhos. Todos nasceram prematuros e foram recebidos por uma equipe de 46 médicos. Concebidos por fertilização in vitro, os oito bebês se somaram aos outros seis filhos de Nadya. E você achava que sua casa era cheia.

Avó e mãe
Em julho de 2008, a indiana Omkari Panwar teve gêmeos – como milhares de outras mulheres ao redor do mundo. O surpreendente é que Omkari foi mãe aos 70 anos. Ela já era avó de cinco crianças quando mais dois filhos, um menino e uma menina, nasceram de cesárea após Omkari realizar uma fertilização in vitro. A gravidez ocorreu porque a indiana, ao lado do pai dos gêmeos, Charam Singh, queria ter um menino, o que não havia acontecido até então. Antes de Omkari, a espanhola Maria Carmen del Bousada era a mulher mais velha a ter tido filhos, aos 66 anos.

Bebê gigante
Dizem que todo bebê nasce com cara de joelho. Muhammad Akbar Risuddin, nascido em setembro 2009 na Indonésia, seria um joelho bem grandinho: o médico que realizou a cesárea comparou o tamanho do recém-nascido Akbar ao de um bebê de nove meses. Com 8,7 quilos e 62 centímetros, o bebê foi confundido com gêmeos ainda na barriga da mãe, Ani. Akbar era o terceiro filho da família, mas nenhum dos anteriores nasceu tão grande quanto ele. Aqui no Brasil, em janeiro de 2005, Ademilton dos Santos nasceu com oito quilos. E, segundo o Guinness Book of World Records, o maior bebê do mundo saiu da barriga da canadense Anna Bates, em 1879. Ele pesava 10,8 quilos – mas não resistiu e morreu onze horas após o nascimento.

Na palma da mão
284 gramas era o peso que Amillia Taylor tinha ao nascer nos Estados Unidos, em 2006, menos de 22 semanas após ter sido concebida. Mesmo com a ajuda da medicina moderna, Amillia pode ser considerada um milagre. E um milagre muito comemorado pela mãe, a professora Sonja Taylor, que teve Amillia aos 35 anos. Principalmente porque, segundo a Associação de Pediatria Americana, bebês nascidos antes das 23 semanas completas de gestação dificilmente sobrevivem.

Um casal de gêmeos, duas festas de aniversário
Cinco minutos? Meia hora? Nada disso. Os gêmeos de Maricica Tescu nasceram com dois meses de diferença. Como se não bastasse, foram anos diferentes. Catalin nasceu de cesárea em dezembro de 2004 e Valentin veio ao mundo em um parto normal, em fevereiro de 2005. Maricica tinha uma rara deformação no útero, que permitiu aos médicos esperar a gestação completa de Valentin.

Já a norte-americana Jennifer Renz teve gêmeos com uma semana de diferença, em 2010, simplesmente por que o processo de parto estagnou logo após o nascimento da menina, que recebeu o nome de Grace. Os médicos preferiram não induzir a chegada do outro bebê e ele chegou sete dias depois (e recebeu o nome de Noah). Os pais afirmaram que vão comemorar os aniversários das crianças separadamente.

Três “parabéns a você”
A britânica Jennifer Allali deve ser especialista no cálculo da gestação. Seus três filhos, nascidos em anos diferentes, vieram ao mundo na mesma data: 7 de outubro. Sami nasceu em 2010, Adam em 2007 e Najla em 2005. Haja voz para cantar o “Parabéns” três vezes seguidas no mesmo dia.

Grávida por um ano
Segundo registros do ano de 1945, uma mulher chamada Beulah Hunter, de 25 anos, deu à luz em um hospital em Los Angeles. O acontecimento se tornava marcante por um motivo um tanto estranho: Penny Diana, sua filha, nascia não mais nem menos que 375 dias após ter sido concebida. De acordo com a revista “Time”, o médico de Beulah afirmou, na época, que o crescimento do bebê aparentou ter sido interrompido após três meses de gestação, e os batimentos cardíacos da criança só foram detectados pela primeira vez quatro meses depois – quando Beulah já estava no sétimo mês de gravidez.

fonte:delas.ig.com.br



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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
As dúvidas da gravidez

A gestação inicia-se quando o embrião se implanta no útero, ou seja, cerca de três semanas depois da data da última menstruação e uma semana depois de o espermatozóide fecundar o óvulo.

 

Durante toda a gravidez produzem-se inúmeras modificações no corpo da futura mãe. Embora durante o primeiro trimestre não sejam evidentes exteriormente, são muito significativas.
A revolução hormonal própria deste período tem um efeito enorme sobre o estado de ânimo da grávida, a instabilidade emocional agudiza-se, e as alterações de humor são relativamente frequentes. A sensação de sonolência durante os primeiros meses pode, em algumas mães, ser quase constante.
É durante os primeiros três meses que o bebé se forma. Durante os restantes seis meses o bebé vai apenas amadurecer e crescer. Por isso, o primeiro trimestre é considerado como o mais importante da gravidez e a grávida deve estremar os cuidados quer na sua alimentação, quer na ingestão de quaisquer medicamentos sem prescrição clínica. Deve evitar todos os factores de risco. Muito embora a ingestão de ácido fólico se recomende para diminuir o risco de defeitos no tubo neural - espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia - a sua ingestão deve iniciar-se cerca de três meses antes da concepção. Quando a gravidez se confirma já é demasiado tarde pois o ácido fólico já não cumpre a sua função protectora dado que o tubo neural se forma antes que a mulher tenha confirmada a sua gravidez.

 

Desde o primeiro dia
No momento em que a mulher tem uma relação sexual sem protecção, milhares de espermatozóides passam através da vagina e ascendem até alcançar as trompas de Falópio. Quando a mulher se encontra no período fértil, um deles pode encontrar-se com o óvulo e fecundá-lo. No dia posterior à fusão, inicia-se a divisão celular do ovo, que ainda se encontra na trompa de Falópio. Este divide-se em duas partes iguais, que por sua vez voltam a dividir-se em duas, e assim sucessivamente até completar o processo.
As células agrupam-se em forma de amora e posteriormente, separam-se em dois grupos: as externas – trofoblasto –, que constituirão a futura placenta, e as internas – blastocisto – que darão lugar ao embrião propriamente dito. Formam-se as membranas externas – córion – e interna – âmnios – que constituem o “saco” onde habitará o embrião e o líquido amniótico.
O ovo inicia o caminho para o útero descendo pela trompa de Falópio . A gravidez inicia-se quando o embrião consegue implantar-se no endométrio. A comunicação materno-fetal produz-se através da placenta, que se une ao embrião por meio do que será o cordão umbilical. O cordão umbilical, que se manterá até ser cortado após o nascimento, tem como função transportar os nutrientes e o oxigénio ao bebé, e excretar para o organismo materno o dióxido de carbono e os produtos rejeitados pelo metabolismo fetal.

 

É durante os primeiros três meses que o bebé se forma. Durante os restantes seis meses o bebé vai apenas amadurecer e crescer.

Passo a passo – como se desenvolve a gravidez
Muito embora algumas mulheres pressintam que estão grávidas, a verdade é que apenas com o atraso menstrual a mulher confirma a sua gravidez. Nesta altura poderemos considerar que desde o início da gestação já decorreram cinco semanas. E assim a gestação decorre da seguinte forma:
Na 6ª e 7ª semanas o coração começa a bater e formam-se os pulmões e o tubo neural.
Na 8ª semana o embrião mede cerca de 10 a 14mm.
Na 9ª semana o embrião mede entre 17 a 22mm. Inicia os primeiros movimentos.
Na 10ª semana atinge cerca de 3cm. Começam a distinguir-se a zona cefálica, o corpo, e um esboço dos membros. Começa a modelar-se o rosto e a formar-se o que serão os dentes de leite. Os órgãos internos que irão dar origem aos grandes sistemas: digestivo, urinário, circulatório, pulmonar, sistema nervoso central e periférico, pele e anexos, continuam o seu desenvolvimento.
Na 11ª semana o embrião passa a denominar-se feto. Mede cerca de 4/5, 5cm. Os principais órgãos já se encontram definidos e em desenvolvimento. A cabeça encontra-se inclinada para a frente e a sua dimensão representa cerca de 50% do feto. Nos dedos das mãos e dos pés surgem as unhas (uma película ainda incipiente). O nariz encontra-se formado.
Na 12ª semana o feto mede cerca de 7,5 cm. Move os membros superiores e inferiores. Os traços do rosto vão-se gradualmente definindo. Formam-se os folículos pilosos que darão origem ao cabelo. Já tem pálpebras, embora ainda se encontrem fechadas.
Na 13ª semana o feto mede cerca de 8,5 cm. A cabeça equivale a um terço do comprimento do corpo. Começam a formar-se os ossos.
Na 14ª semana o feto mede cerca de 10 cm . Começam a formar-se os órgãos sexuais e os músculos.
Na 15ª semana o bebé mede cerca e 12cm. A cabeça mede cerca de 3cm. Os ossos continuam a calcificar-se. Abre e fecha a boca e engole líquido amniótico e elimina-o através da urina.

 

Meninos e meninas
É o espermatozóide que define se o bebé será menina ou menino.
As células sexuais femininas e as masculinas contêm informação genética, mas os óvulos produzem apenas cromossomas “X”, enquanto que os espermatozóides podem produzir aleatoriamente cromossomas “X” ou “Y”.
Quando o espermatozóide penetra no citoplasma do óvulo e alcança o núcleo, onde se encontra a informação genética, produz-se a fusão e o intercâmbio de cromossomas que dá lugar ao ovo e ao zigoto, primeira célula do bebé a partir da qual se formarão todas as outras. A informação genética do ovo é única, determinada pelos 46 cromossomas fornecidos pelos pais (23 do homem e 23 da mulher). No momento da fusão são definidas as características e o sexo do bebé.
Se o espermatozóide tiver cromossomas “Y”, estes, unidos aos cromossomas “X” da mãe formarão um par “XY”: o bebé será menino. 
Se contém cromossomas “X”, somados aos “X” do óvulo o resultado será “XX”, e nascerá uma menina.

 

Sintomas da gravidez Muito embora nem todas as mulheres tenham os mesmos sintomas, poderemos considerar que os mais comuns são:
Náuseas especialmente ao acordar e vómitos.
Tensão mamária e inchaço.
Sono excessivo e prostração.
Recusa a determinados sabores e cheiros.
Hipotensão. Especialmente nas mulheres que habitualmente sofrem de baixa pressão arterial.
Obstipação. Devido ao excesso de progesterona e às alterações gastrointestinais típicas da gravidez, muitas mulheres sofrem de obstipação durante o primeiro trimestre.
Acidez. Embora a acidez costume surgir sómente a meio da gravidez, algumas mulheres começam a sofrê-la já desde o primeiro trimestre.

fonte:http://familia.sapo.pt/

 




publicado por adm às 10:55
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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011
Depilação durante a gravidez

Cuidados básicos com a higiene é considerado uma luta pela maioria das mulheres, principalmente quando o assunto é depilação. E, se a mulher estiver grávida, certamente ficará em dúvida em relação a qual dos métodos de depilação usar nessa nova etapa de sua vida, por isso, conheça aqui os prós e os contras de cada método de depilação.
Há diferentes tipos de depilação, como cera quente ou fria, máquina de depilar, depilação definitiva, depilação com linha, depilação a laser, gilete, cremes depilatórios, e outros. O que é importante ressaltar que não há nenhum método de eliminação de pelos que seja ao mesmo tempo seguro, rápido, durável, de baixo custo e indolor, afinal cada um dos métodos possui suas vantagens e desvantagens, por isso, conheça-os:
Gilete: é conhecido como aparelho de barbear com lâmina, sendo considerado um dos procedimentos mais simples e barato de depilação, porém os resultados são poucos duradouros e ainda modifica os pelos, tornando-os mais grossos e em maior quantidade. São muitas as mulheres que optam por este método e outras que odeiam, mas se você escolher este método, jamais se depile a seco, por isso, umedeça a região onde irá depilar com água e passe sabonete neutro, gel ou espuma. Tome muito cuidado, pois pode causar irritação na pele e encravar os pelos e tome muito cuidado com a lâmina muito afiada, pois poderá cortar a pele ou deixar a pele ainda mais irritada. As vantagens desde método é a rapidez e o baixo custo e não afeta a circulação sanguínea;
Pinça: quando se arranca o pele, a depilação dura várias semanas, pois a pinça é uma ótima aliada para quem possui pelos rebeldes e que querem permanecer certo tempo depiladas. A pinça é indicada para regiões pequenas como sobrancelhas e buço, pois demora bastante tempo para depilar as pernas, não sendo um método muito viável;
Máquina: os depiladores elétricos removem os pelos pela raiz, fazendo com que a depilação dure várias semanas. A vantagem é que é um método que pode ser feito em casa, de maneira rápida e simples. Já a desvantagem é que em determinadas regiões pode causar um pouco de dor e em alguns casos causar a inflamação dos folículos e o aparecimento dos pelos encravados e a inflamação pode deixar sequelas como um aumento na pigmentação da pele, por isso, tome muito cuidado na utilização da máquina. É um método indicado para quem está grávida;
Cera: é um método usado em qualquer parte do corpo, desde as sobrancelhas até mesmo as pernas, pois consegue extrais tanto os pelos finos como também os pelos grossos e a duração do procedimento é de três semanas e pode ser feita durante a gestação. Pode ser feita em casa ou em uma clínica, mas a cera não pode estar muito quente, senão acaba queimando a pele e provocando manchas e algumas áreas são de difícil acesso para as gestantes como as virilhas, por isso, procure uma depiladora especializada.
Há também a cera fria, a qual não é muito indicada para quem está grávida. Se caso a pele ficar irritada com a depilação é indicado esperar pelo menos 24 horas para que a inflamação passe e você possa depilar novamente. A desvantagem deste método é que quando puxa os pelos há muita dor e para depilar novamente é necessário que o pelo cresça, já a vantagem é que com o passar do tempo os pelos vão afinando e diminuindo a quantidade;
Cremes: os cremes depilatórios contém substâncias que quebram as ligações químicas da fibra capilar, removendo assim a parte do pelo que se encontra acima da superfície da pele, mas não os tiram da raiz, não sendo eficazes para todas as mulheres, pois deixa os pelos grossos. Não é indicado para quem está grávida;
Definitiva: a depilação definitiva é feita através da eletrodepilação que consiste na destruição do folículo piloso com a eletrólise ou termólise. É feito através da introdução de uma agulha muito fina que conduz uma corrente elétrica dentro de cada folículo e uma vez atingido, esse pelo perde o seu vigor e vai desaparecendo progressivamente. Este método é feito somente por esteticistas especializados. Se bem feita traz ótimos resultados, porém é um método um pouco doloroso. A duração do tratamento dependerá da quantidade de pelo que será retirado da zona escolhida. As sessões são semanais e se trata de um método não aconselhável no período de gestação, uma vez que a gravidez pode fazer com que a mulher sofra com modificações temporárias nos pelos e também no aparecimento de manchas na pele;
Laser: o laser atua especificadamente na melanina, a qual é responsável pela pigmentação do pelo. A melanina se encontra no bolbo piloso, ou seja, no nascimento do pelo. A luz do laser atravessa a pele e chega ao folículo piloso, atacando a melanina e anulando as células produtoras dos pelos. Durante o tratamento a laser é indicado que a pessoa não se exponha ao sol, pois o laser estimula a melanina e se a pele estiver queimada, pode aparecer manchas brancas nas zonas que estão sendo depiladas. O laser não é indicado para pessoas que tem os pelos claros, pois não há a produção de melanina e nos pelos escuros há melhor resultado no tratamento. A desvantagem é que pode ocorrer algumas complicações como crostas, alterações na pigmentação da pele e bolhas, mas isso é reversível e depois de algumas semanas desaparecem. O tratamento demora para trazer resultados, o custo é alto e antes de começar o tratamento é indicado e não é um método indicado para quem está grávida, pois o pelo pode sofrer modificações durante a gestação e há uma maior incidência do aparecimento de manchas na pele, por conta das modificações hormonais que o organismo está sofrendo na gravidez.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com



publicado por adm às 21:54
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