Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
Estrias na gravidez: acabe com elas

Entrevista à dermatologista Ana Cabral Pinto



Como e porque surgem as estrias? 
As estrias surgem quando a pele estica de forma muito intensa e as suas estruturas (colágeno e elastina) não conseguem suportar a pressão, rompendo e dando origem a uma espécie de cicatriz. Na gravidez, as estrias costumam surgir após o sexto mês (normalmente entre a 35º e 36º semana). 

Quais são as áreas mais afectadas pelas estrias?
As áreas mais afectadas costumam ser a barriga e as mamas, justamente por serem estas que mais alterações sofrem.

Como se podem prevenir as estrias que surgem durante a gravidez?
Actualmente, já existem soluções que permitem prevenir eficazmente o aparecimento de estrias durante a gravidez. Das soluções disponíveis actualmente destaco as gamas que integram produtos especificamente desenvolvidos para prevenir e reduzir as estrias. Contêm fórmulas únicas especificamente adaptadas à evolução da pele durante a maternidade, não teratogénicas, hipoalergénicas e à base de activos de origem natural. A ausência de parabenos, fenoxietanol e ftalatos tornam esta solução perfeitamente segura para a grávida, para além de eficaz e agradável. 

Para obter melhores resultados, recomendo que a utilização regular destes produtos seja complementada com uma dieta alimentar equilibrada e com a ingestão de bastante líquidos. 

Porque razão as estrias aparecem em 50% das gestantes? 
Entre as principais causas por trás do aparecimento de estrias encontra-se a predisposição genética, as alterações hormonais registadas durante a gestação e o aumento do peso.

Qual a melhor solução para tratar as estrias, assim que se instalam?
Existem também produtos especificamente elaborados para o cuidado das estrias no pós-parto. À semelhança dos produtos a usar durante a gravidez, também os produtos usados para favorecer a redução das estrias já constituídas possuem fórmulas únicas à base de activos de origem natural, sem parabenos, fenoxietanol e ftalatos, o que os tornam seguros para a utilização durante a amamentação.
fonte:http://familia.sapo.pt/


publicado por adm às 23:09
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011
Consumo de ômega-3 durante a gravidez reduz risco de depressão pós-parto

 O consumo durante a gravidez do ácido graxo ômega-3, encontrado em peixes como o salmão, reduz o risco de depressão pós-parto, segundo um estudo de cientistas americanos publicado nesta terça-feira.

A doutora Michelle Price Judge, da Escola de Enfermagem da Universidade de Connecticut, demonstrara previamente que o consumo durante a gravidez do ácido docosahexaenoico (DHA), um ácido graxo poliinsaturado da série ômega-3, auxilia o desenvolvimento do bebê e quis saber o efeito que poderia ter na depressão pós-parto.

Para o novo estudo, analisou os hábitos alimentares de 52 mulheres grávidas que foram divididas em dois grupos.

Metade tomou um placebo e às mulheres do outro grupo foram administrados 300 miligramas de DHA cinco dias por semana entre as semanas 24 e 40 da gravidez, uma quantidade similar à de meia porção de salmão.

Os especialistas acompanharam as mães e mediram sua situação emocional através de uma escala de depressão pós-parto realizada pela doutora Cheryl Beck, da Universidade de Connecticut e coautora do estudo.

Segundo outras pesquisas mencionadas pelos autores, aproximadamente 25% das mães padecem deste tipo de depressão, que afeta as relações familiares e tem consequências no desenvolvimento afetivo da criança.

A análise dos dados indica que as mães que fizeram parte do grupo que consumiu pescado foram menos propensas a manifestar sintomas relacionados com a ansiedade.

Michelle e sua equipe assinalaram durante o Congresso de Biologia Experimental 2011, realizado em Washington, que seria necessário um estudo maior para entender o porquê e o alcance dos benefícios do ômega-3 para a saúde mental da mãe.

Ainda assim, foi recomendado o consumo de peixes ricos neste tipo de ácidos graxos entre dois e três dias por semana, já que são ricos em proteínas e minerais.

Outros estudos destacaram o benefício para a saúde mental e a ajuda ao desenvolvimento cognitivo e visual das crianças.

fonte:http://noticias.uol.com.br/



publicado por adm às 23:21
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Domingo, 10 de Abril de 2011
Portuguesas são as menos informadas sobre período fértil

Estudo analisa fertilidade e gravidez através de inquérito a mulheres europeias

 

A Clearblue promoveu um inquérito junto das populações femininas de sete países Europeus – Alemanha, Escandinávia, Espanha, França, Itália, Holanda e Reino Unido, num total de 7353 mulheres.

À semelhança do estudo realizado em Portugal em finais de 2010, este estudo teve por objectivo apurar e comparar o grau de conhecimento das mulheres acerca da sua fertilidade e ciclo menstrual, bem como sobre os seus sentimentos/atitudes se ou quando descobrissem que estavam grávidas. Os resultados destacam as semelhanças e as diferenças entre as diversas “personalidades colectivas”.

Lembra-se da data exacta em que teve o seu último período menstrual?
Neste âmbito, constatou-se que são as mulheres italianas as que mais se recordam da data exacta do seu último ciclo menstrual (91.9%). Nota-se aliás uma certa tendência para que sejam as mulheres com “sangue latino” as que melhor recordam este tipo de informação: Espanha com uma taxa de 79.7% e Portugal com 69%.

As britânicas revelam-se as mais desatentas nesta matéria, sendo que apenas 46% afirmam saber esta data e 26% confessam mesmo não fazer a mínima ideia. Os restantes países – França, Alemanha, Holanda e Escandinávia – ficam-se entre os 51% e 52% da população a identificar esta data.

… E da última vez que teve relações sexuais?
Em média, a grande maioria da população feminina inquirida (72% aproximadamente) afirma saber quando foi a última vez que teve relações sexuais. Não obstante, analisados os números caso a caso, as mulheres do Reino Unido e as Escandinavas são as que menos recordam esta data, com apenas 57,9% e 59,7%, respectivamente, a responderem de forma positiva.

A melhor altura para engravidar
Em relação à melhor altura para engravidar durante um ciclo menstrual, as britânicas (40%) e as portuguesas (41%) revelam-se as menos informadas, com menos de metade da população a indicar as respostas correctas (“1 ou 2 dias antes da ovulação” e “No próprio dia da ovulação”).

De realçar que, em média, apenas 19% do total da população respondente opta pela resposta “um ou dois dias antes da ovulação”. A opção “um ou dois dias depois da ovulação” reúne um maior número de “votos” entre as mulheres britânicas (32.7%), enquanto as respostas “Não sei” e “Durante qualquer dia do ciclo menstrual” ganham terreno entre as portuguesas (25% e 11% respectivamente).

Estou grávida!
Na generalidade, cerca de 44% das inquiridas receberia com razoável agrado a notícia de uma gravidez. Sendo que, se para grande parte destas mulheres, tal constituiria uma surpresa e até, para algumas, motivo de apreensão e algum nervosismo; 9.2% revelam que ficariam encantadas, “pois têm estado a tentar”. Esta foi, aliás, a resposta escolhida por cerca de 11.4% das francesas e 11.2% das alemãs. Nos restantes países europeus, este desejo angaria menos adeptas, sendo mesmo em Portugal que alcança menor consenso (5%).

E se 30.9% do total das inquiridas confessam o seu desapontamento com uma gravidez inesperada, 12.1% destas avançam mesmo que teriam que interromper a mesma. Holanda (17.9%), Escandinávia (17.1%) e França (16.5%) são os países em que as mulheres mais admitem ter que recorrer à Interrupção Voluntária da Gravidez. Para as italianas, esta seria uma opção definitiva para apenas 6.7%. Vinte e quatro e meio por cento das inquiridas optam pela resposta “Não é de todo possível que eu esteja grávida”.

Então, como é que calculam o tempo de concepção/data prevista para o parto?
As portuguesas lideram: 83% afirmaram recorrer ao médico para saber o tempo de concepção; seguidas pelas alemãs, com 65%. As mais autónomas nesta matéria são as mulheres britânicas – 53,9% (2 em cada 3) não deixam o trabalho por mãos alheias e realizam os próprios cálculos tendo por base as datas do último período e dos dias em que tiveram as últimas relações sexuais.

fonte:http://mulher.sapo.pt/actualidade/noticias/portuguesas-sao-as-menos-infor-1143632.html



publicado por adm às 15:31
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Domingo, 3 de Abril de 2011
Grávidas devem seguir dieta rica em iodo

Saiba porquê

 

 

A ingestão de iodo é fundamental durante o período da gravidez. A carência deste nutriente durante a infância ou durante o desenvolvimento pré-natal pode mesmo provocar atrasos cognitivos nas crianças.

Cerca de 46 por cento das crianças portuguesas em idade escolar apresenta uma alimentação baixa em níveis de iodo, segundo um estudo recente realizado em Portugal.

Esta carência alimentar pode pôr em causa o desenvolvimento cognitivo das crianças, de acordo com os especialistas. Edwart Limbert, coordenador do Estudo do Aporte do Iodo em Portugal, afirma mesmo que «as deficiências do aporte de iodo, ainda que marginais, podem estar na origem do mau desempenho escolar». O especialista acrescenta ainda que «os défices limiares no aporte de iodo, como os verificados nalguns países europeus, podem ser acompanhadas de dificuldades na atenção e na aprendizagem escolar em crianças aparentemente normais».

Uma alimentação rica em iodo é, por isso, fundamental em qualquer idade. No entanto, é na infância e durante a gravidez que a necessidade de consumir iodo aumenta. O iodo está presente no peixe, no marisco, no pão, no queijo, no leite de vaca, nos ovos, nos iogurtes e nas algas. Idealmente, as mulheres em idade de engravidar devem ingerir cerca de 150 mcg/dia que devem aumentar para cerca de 250 mcg/dia durante a gravidez e o período posterior ao nascimento.

Este insuficiente aporte de iodo na alimentação durante a infância ou durante o desenvolvimento pré-natal representa ainda um importante factor de risco para o aparecimento de alterações da função da tiróide que podem levar a atrasos mentais e de crescimento.

A deficiente ingestão de iodo pode levar à diminuição da produção de hormonas tiroideias (hipotiroidismo) e a um aumento da TSH (hormona hipofisária que estimula a tiróide) na tentativa de compensar essa diminuição. Na gravidez, défices baixos e moderados de hormonas tiroideias podem afectar o coeficiente de inteligência e o crescimento do feto. Por isso, é recomendado que todas as mulheres grávidas ou a amamentar tomem suplementos nutricionais diários que contenham iodo.

Durante a infância, os problemas da tiróide podem afectar tanto o desenvolvimento físico como mental que, por sua vez, pode prejudicar as competências sociais e de aprendizagem das crianças. É indispensável que os pais estejam atentos aos sintomas das disfunções da tiróide. Os especialistas alertam que «uma intervenção precoce é vital para evitar problemas a longo prazo», sublinha o coordenador do estudo.

Texto: Sofia Cardoso

fonte:http://familia.sapo.pt/a



publicado por adm às 10:56
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