Sábado, 25 de Junho de 2011
Inchaço na gravidez: veja o que fazer quando isso acontecer

Estima-se que aproximadamente 75% das mulheres irão experimentar essa acumulação excessiva de líquido em torno dos pés e dos tornozelos em algum momento durante a gravidez. Por isso, listo algumas dicas úteis para tratar o inchaço normal nesse período.

A maioria das mulheres relata que o inchaço não acontece apenas após passarem um longo período em pé ou no fim do dia. Pode ocorrer também após um longo período de sono.

Há várias coisas que você pode fazer para ajudar a aliviar os sintomas. A primeira, e provavelmente uma das melhores e mais importantes, é beber muita água.

A verdade sobre o sal

Muitos povos acreditam que o inchaço é causado por quantidades excessivas de sal na dieta. Na verdade o que acontece é o oposto. Limitar a quantidade de sal pode também causar inchaço. Como com todas as coisas, a moderação é a chave da balança.

Veja outros itens básicos para ajudar a reduzir o inchaço e os incômodos:

• Use sapatos confortáveis

• Descanse seus pés quando possível

• Se você está no trabalho, tente mover-se ao redor ligeiramente ou conseguir um objeto para sustentar o pé para cima

• Tente usar a meia-calça de sustentação (meia-calça para gestante)

Quando o inchaço não for normal

Quando o inchaço é repentino ou extremo, podendo ser notado não somente nos pés, mas no rosto e nas mãos, pode ser algo sério. Você deve relatar esse tipo de inchaço ao seu médico imediatamente.

Sempre que você é perguntado sobre inchaço ou outras perguntas médicas, nunca hesite falar a verdade e relatar tudo o que acontece ao seu médico.



Fonte: UOL



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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
Gravidez psicológica

A gravidez psicológica ou pseudociese pode acontecer em mulheres que desejam ser mães mas também em mulheres que receiam a maternidade



Apesar de o problema também surgir em mulheres jovens, é mais comum acontecer com pessoas mais velhas, próximas da menopausa, inférteis e/ou com distúrbios hormonais que interferem na menstruação.

É mesmo possível a mulher acreditar que vai ser mãe até chegar a hora do “parto”

A gravidez psicológica ou pseudociese pode acontecer em mulheres que desejam ser mães mas também em mulheres que receiam a maternidade. O inconsciente da mulher manifesta-se através de reacções corpóreas que se assemelham a uma gravidez de facto. Em linhas gerais, a gravidez psicológica é uma fantasia delirante. A mulher acredita que está grávida e a resposta do corpo existe. Muitas vezes são sentidos enjôos, desejos, a menstruação desaparece, apresentam crescimento do abdomen e dos seios, e, em alguns casos raros, é possível até produzirem leite.
Dificilmente a gravidez psicológica acontece por uma única razão. Cada pessoa reage aos problemas de uma maneira particular e qualquer transtorno psicológico tem diversas causasz. Baixa auto-estima, sentimentos de rivalidade intensa, insegurança, baixa capacidade de lidar com as frustrações, além de um forte desejo de ter um filho são algumas delas. Especialistas indicam que alguns factores podem desencadear a gravidez psicológica, principalmente questões emocionais como, problemas para engravidar, medo inconsciente dessa responsabilidade e outros. Para essas causas, os tratamentos psicológicos podem ajudar. Também problemas físicos, como desequilíbrios hormonais levam à gestação psicológica. Patologias como ovários policísticos ou neoplasias uterinas também podem gerar a gravidez psicológica.

 

O desejo de ser mãe leva-a a interiorizar as experiências de amigas e conhecidas que tiveram bebés há pouco tempo ou que estão grávidas

A obsessão de ser mãe
Apesar de o problema também surgir em mulheres jovens, é mais comum acontecer com pessoas mais velhas, próximas da menopausa, inférteis e/ou com distúrbios hormonais que interferem na menstruação. Em alguns casos, para a mulher a maternidade pode tornar-se a principal razão da sua existência, passando todos os seus conflitos emocionais a ser canalizados e projectados para esse desejo, transformado em obsessão. O desejo de ser mãe leva-a a interiorizar as experiências de amigas e conhecidas que tiveram bebés há pouco tempo ou que estão grávidas, tentando conhecer todas as sensações relacionadas com a gravidez. Vivencia todas essas experiências e somatiza-as. É mesmo possível a mulher acreditar que vai ser mãe até chegar a hora do “parto”. Mas geralmente, logo nas primeiras consultas e diante do resultado dos exames, qualquer médico percebe que a sua paciente não está grávida. Neste caso, a mulher pode procurar outros médicos, que lhe dirão o mesmo. Quando se confrontam com a inexistência de gravidez, algumas mulheres até sentem alívio, mas em geral a reação é de decepção. Estas mulheres, vítimas desta somatização, abandonam geralmente as suas consultas de rotina após a consulta a vários médicos e após a realização de vários exames de diagnóstico que sucessivamente não detectam a gravidez. Existem casos - embora raros - em que na data que a mulher determinou para o final da gravidez, sente as dores e se prepara para o parto.

Patologias como ovários policísticos ou neoplasias uterinas também podem gerar a gravidez psicológica

A ajuda psicológica
Em geral, essas mulheres não procuram ajuda psicológica. No entanto, o acompanhamento de um psicólogo clínico é imprescindível para a compreensão dos aspectos de somatização, possibilitando assim a reorganização das estruturas psíquicas e ajudando na reestruturação das suas alterações físicas.

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 17:15
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
Saiba como combater as dores nas costas durante toda a gravidez

As dores nas costas podem se estender até mesmo depois da gravidez. No entanto, é possível suavizar e evitar esse desconforto, principalmente se a mulher começar a preparar o corpo desde antes de engravidar. Essas dores, na maioria das vezes, são casos de lombalgia, ou seja, dores musculares na região lombar. "Na segunda metade da gravidez, o centro de equilíbrio das gestantes muda, devido ao maior peso do útero. Isso aumenta a curvatura normal da coluna, o que causa um estresse nos músculos", explica o ginecologista e obstetra Mariano Tamura, do Hospital Albert Einstein.

Recorrer a remédios para acabar com essa dor pode causar problemas ao feto. Mesmo as pequenas doses de analgésicos já podem gerar bebês do sexo masculino com problemas de fertilidade na idade adulta, como aponta um estudo feito pelo Rigshospitalet Copenhagen, na Dinamarca, e publicado no jornal especializado em reprodução Human Reproduction.

De acordo com os médicos, é cada vez mais comum que mulheres grávidas tomem analgésicos para diminuir os desconfortos da gravidez - como dores nas costas, na cabeça e nas pernas - sem ter um aconselhamento médico. Isso pode ser uma das causas do aumento no número de homens inférteis nos últimos anos. O uso de antiinflamatórios também deve ser restrito, já que uma dose elevada pode afetar a formação do sistema cardiorrespiratório do bebê.

O melhor jeito de acabar com as dores nas costas, de acordo com o ginecologista Mariano, é corrigir alguns maus hábitos e preparar os músculos certos para proteger a coluna do deslocamento causado pelo crescimento do bebê.

Abaixe-se sem prejudicar a coluna

Abaixar de modo incorreto para apanhar algo que está no chão ou dormir em uma posição inadequada pode trazer muito desconforto e, em alguns casos, até prejudicar a saúde do bebê. "Todos nós sabemos que não devemos dobrar a coluna para pegar algo no chão e que o correto a se fazer é dobrar os joelhos e manter a coluna reta, mas nunca colocamos isso em prática. As gestantes precisam ter esses cuidados se querem ter menos dores", esclarece Mariano Tamura.

Posição correta

Não ficar muito tempo na mesma posição é outro cuidado que deve ser redobrado durante a gravidez. Para manter o corpo de um mesmo jeito, alguns músculos das nossas costas e da região do abdômen relaxam e outros se contraem. Ficar muito tempo com os músculos contraídos causa dor, e consequentemente, estresse. Já quando ficam muito tempo relaxados, eles perdem tonicidade e não conseguem manter uma postura adequada.

Algumas posições na hora de dormir já prejudicam a coluna normalmente. Para as grávidas, o efeito é ainda pior. "A melhor posição para uma gestante dormir é de lado, com os joelhos e as coxas levemente flexionados, e não de barriga para cima, como muitos pensam", explica o obstetra. O peso do útero causa pressão nos nervos das costas, como o ciático, o que provoca dores - que podem se espalhar pelos membros inferiores - e sensação de mal estar que dura o dia inteiro.  

Exercícios

O educador físico Alexandre Alves, diretor do Centro Atividade Física para Gestantes, recomenda fortalecer o que os especialistas chamam de CORE - parte central do corpo. "É uma preparação que deve ocorrer já quando o casal está tentando ter um bebê", lembra.

Ele explica que é preciso fortalecer três conjuntos de músculos para estabilizar a coluna: lombares, abdominais e oblíquos do abdômen - musculatura que fica na parte lateral da barriga. "Se trabalhados desde o começo da gestação e de maneira correta, esses músculos diminuem consideravelmente as dores nas costas durante e depois da gravidez", explica o especialista.

Os exercícios devem variar de acordo com cada fase da gestação, já que o corpo da mulher passa por muitas transformações durante os noves meses.

Primeiro trimestre

No começo da gravidez, é pouco comum sentir dores nas costas. Mesmo assim, a preparação dos músculos já deve ter início. "Mas, antes de começar qualquer tipo de exercício para prevenir dores nas costas, é preciso consultar um médico. Cada caso deve ser analisado de forma particular", lembra o educador físico Alexandre.

Os exercícios nessa fase precisam ser mais leves, envolvendo mais repetições e evitando, acima de tudo, movimentos bruscos. "Como o feto ainda não está totalmente estável no útero, qualquer movimento muito brusco ou esforço intenso pode prejudicar a saúde tanto da gestante como do bebê", diz o especialista.

A caminhada é um exemplo de atividade de pequena intensidade que, no final da gravidez, faz toda a diferença. Trabalha-se a respiração e, consequentemente, o diafragma e os músculos abdominais, responsáveis por manter uma boa postura.  

Segundo trimestre

É quando a barriga começa a crescer que a futura mamãe pode fazer exercícios mais intensos para prevenir as dores nas costas. Um dos mais comuns é chamado de perdigueiro. Nesse exercício, a mulher deve ficar apoiada nos joelhos e nas mãos, de barriga para baixo, e erguer um braço e a perna oposta. "Para ficar mais fácil de entender, é só levantar o braço direito e a perna esquerda ao mesmo tempo, ficar em equilíbrio nessa posição de 30 a 60 segundos e, depois, fazer o mesmo com os outros dois membros", conta Alexandre. Esse exercício pode ser feito em casa e não traz nenhum perigo ao bebê e à mãe, já que a posição não faz pressão na coluna ou no útero.

Abdominais também ajudam a acabar com a dor nas costas, já que os músculos da barriga são essenciais para manter a boa postura e deixar a coluna protegida e fortalecida. No entanto, é fundamental ter as instruções de um profissional. "O abdômen tradicional, aquele com as costas no chão, é desaconselhado para gestantes, já que provoca um peso maior do corpo da mãe e do bebê sobre a veia cava, que fica próxima a coluna, limitando o fluxo de sangue para o feto", explica o educador físico.

O jeito correto da gestante fazer abdominais é usar uma almofada ou uma cadeira como apoio e ficar praticamente sentada, fazendo flexões para frente e para baixo.  

Terceiro trimestre

Por ser nessa época que as dores se tornam mais frequentes e intensas, muitas mulheres só procuram ajuda profissional no final da gestação. "Quem começa a fazer exercícios apenas nessa fase da gravidez terá resultados menos significantes", lembra o educador físico.

Como a barriga está bem grande, é preciso mudar os exercícios. Devido a mudanças no corpo - como aumento de peso, menor circulação para as pernas, aumento de cãibras e maior dificuldade de locomoção -, é melhor focar nos exercícios de respiração e resistência.

É também a partir dos seis meses, que o corpo da mulher passa a liberar um hormônio chamado relaxina, que deixa as articulações entre os ossos mais frouxas. "A relaxina é liberada para facilitar o parto, mas o seu efeito de relaxamento nas juntas afeta todo o corpo. Por isso, é preciso ter cuidado com alongamentos, agachamentos e exercícios de impacto", explica Alexandre Alves.

A hidroginástica e a caminhada são as opções mais aconselhadas pelos especialistas, já que trabalham respiração e circulação sanguínea, além de não causar impactos nas articulações, nem perda de equilíbrio. No entanto, cada gestante também pode fazer exercícios que já esteja acostumada. "Se uma mulher gosta de natação, por exemplo, e não tem nenhum fator de risco para a gravidez, pode continuar a fazer essa atividade física", indica o ginecologista e obstetra Mariano Tamura.

fonte:http://www.portaldepaulinia.com.br/



publicado por adm às 23:25
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Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
Praia na Gravidez

Estamos a chegar ao verão. Com ele vem o calor, que nos leva, inevitávelmente à praia. Saiba como usufruir da melhor forma dos dias de praia com a sua barriguinha!


A praia fornece muitos benefícios às grávidas proporcionados pelo ar, o sol, e principalmente a água do mar. Esta contém enxofre, iodo, magnésio, cálcio, oxigénio e outros minerais e oligoelementos - para além da massagem produzida pelo movimento da água - , constituindo assim, uma terapia muito eficaz e relaxante durante a gravidez.


A composição da água do mar é complexa e contém uma grande quantidade de microelementos importantes para o organismo.


Não é apenas a pele a grande beneficiada dos banhos de mar, os seus efeitos saudáveis repercutem-se também no interior do organismo. A água do mar é uma grande aliada para aliviar a tensão emocional e outros tipos de perturbações nervosas. Para quem sofre de hipertensão, os efeitos relaxantes dos banhos de mar, aliados ao calor e à pressão atmosférica, resultam numa descida da tensão arterial. Em geral, as massagens produzidas pela água activam a circulação sanguínea e favorecem o descongestionamento nasal, nas pessoas que têm problemas alérgicos.


Por fim, a elevada concentração de oxigénio e humidade existentes na costa favorece a respiração, tonificando o organismo e contribuindo para eliminar as secreções brônquicas.


Se a água estiver a uma temperatur baixa, é preferível efectuar um banho curto e em movimento. Assim, a resposta corporal será uma boa reacção circulatória, produzindo-se uma drenagem dos órgãos abdominais, que se congestionam, estimulando as funções digestivas.


bebé também receberá o beneficío das sensações agradáveis da mãe. Porém, é de evitar o risco quando a temperatura da água está realmente gelada ou do ar também for baixa.


Todos os factores agradáveis de uma ida à praia são reforçados pelo movimento natural da água, que proporciona uma verdadeira massagem drenante nos braços e pernas.


As idas à praia nesta fase de gravidez devem dar-se quando o sol não estiver tão forte, ou seja, nas primeiras horas da manhã ou ao entardecerNão convém correr o risco de uma queimadura solar, tão perigosa no seu estado!


Para aproveitar os dias de praia em pleno, passeie descalça pela areia molhada, activa a circulação e os seus efeitos benéficos estendem-se a todo o corpo... Se sentir as suas pernas muito pesadas, procure que as onds lhe batam à altura do tornezo!

fonte:http://www.megabebes.pt/



publicado por adm às 23:24
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Parto gemelar

Cerca de cinquenta por cento das gravidezes gemelares, termina em cesariana devido à posição dos fetos



Depois de uma gravidez muito vigiada, por ser considerada de alto risco, acaba por chegar a hora destes pequeninos conhecerem o mundo.
Muito embora, para os futuros pais, o momento do parto e de conhecerem os seus bebés se revista de muitas expectativas, ele é também pleno de medos e ansiedades.

Quando os bebés estão em boa posição e a gravidez decorreu sem quaisquer transtornos, o médico poderá aguardar o desencadear do parto como em qualquer outra gravidez singular. Após os primeiros sinais, o rebentar da bolsa, a saída do rolhão ou às primeiras contracções, a futura mãe deve encaminhar-se imediatamente para a instituição hospitalar. Ao chegar, o obstetra irá verificar a evolução da sua dilatação e o estado de saúde dos bebés mediante monitorização fetal. A equipa médica - o obstetra, a enfermeira parteira, o anestesista e o pediatra- estará atenta à evolução do parto. Se necessário, será realizado um parto cirúrgico.
Numa gravidez gemelar o desencadear do parto pode acontecer cerca da 37ª ou 38ª semanas, isto sucede devido à falta de espaço que os gémeos sofrem nas últimas semanas. Outro factor que pode desencadear o parto é o peso dos fetos que pode provocar que o colo do útero se dilate antes do tempo.

A posição dos bebés no útero é determinante no tipo de parto que o médico decide realizar

Quando se recorre à cesariana?


Existem vários factores que podem levar o especialista a decidir realizar um parto cirúrgico. A existência de uma placenta prévia, a paragem das contracções ou quando o/s bebé/s apresentam sinais de sofrimento fetal são circunstâncias determinantes na decisão. O especialista pode também decidir realizar uma cesariana programada quando previamente verificou a inviabilidade de parto natural. Esta decisão é tomada quando o especialista verifica:

 

 


“Na maior parte das gravidezes gemelares o parto desencadeia-se prematuramente”

Quando os bebés estão em boa posição e a gravidez decorreu sem quaisquer transtornos, o médico poderá aguardar o desencadear do parto como em qualquer outra gravidez singular

Parto natural


No parto de gémeos, em geral, a dilatação é mais lenta. Todavia, quando o colo do útero está completamente dilatado e a cabeça de um dos bebés encaixada, começa a fase de expulsão do primeiro, que decorre como se fosse de um parto singular. Este bebé pode denominar-se como o primogénito. É, habitualmente, o gémeo mais velho, mesmo que só o separem alguns segundos de vida do seu irmão. Após a realização do teste de Apgar, se o bebé está bem e o seu peso não é inferior a 2.400g, o médico apresenta-o aos pais.
Inicia-se em seguida a expulsão do segundo bebé que, em geral, é mais fácil. Contudo, muitas vezes, é necessário estimular o útero com o citocina, em virtude deste ter perdido a força após o esforço da primeira expulsão. Após o nascimento, o bebé será examinado pelo neonatologista e ser-lhe-á também realizado o Teste de Apagar. Dado que esperou mais tempo para nascer, é possível que a pontuação obtida no teste de Apgar seja ligeiramente mais baixa que a do primeiro bebé. O seu peso é geralmente mais baixo. Caso o bebé se encontre dentro dos parâmetros normais será apresentado aos pais e colocado no berço. Entretanto finaliza-se o parto coma expulsão da ou das placentas. Se os bebés forem gémeos verdadeiros, realizar-se-á unicamente a expulsão de uma única placenta.

O percurso até à criação do negócio foi tão orgânico quanto é a formação de uma família. Cheio de escolhas, mas também de caminhos que vão sendo desenhados à medida que se avança.

Bivitelinos e univitelinos
Há gémeos iguais e outros apenas parecidos. Quando os gémeos são univitelinos/monozigóticos provêm de um só óvulo fecundado por um espermatozóide, que se dividiu. Têm o mesmo mapa genético, são do mesmo sexo e são como duas gotas de água. Os gémeos bivitelinos/dizigóticos desenvolvem-se a partir de dois óvulos fecundados por dois espermatozóides. Podem até ter sido concebidos com algum tempo de diferença. Podemser de sexo diferente e a sua carga genética é diferente. Podem ter poucas semelhanças. Habitualmente os gémeos bivitelinos são denominados incorrectamente por falsos gémeos, e os univitelinos por gémeos verdadeiros.

“Os gémeos têm geralmente um peso inferior a 3000 g ao nascer”

fonte:http://familia.sapo.pt/


 




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Sábado, 4 de Junho de 2011
A gravidez e a coluna

Nunca lhe damos o valor e os cuidados que merece, esquecemo-nos que sem ela não poderíamos permanecer direitas.



Devido ao aumento de peso e ao volume da zona abdominal, o centro de gravidade da grávida altera-se obrigando a mudanças de postura

A prevenção e a manutenção diária de hábitos saudáveis são a melhor forma de prevenir as dores lombares e os ataques da dor ciática. Devido ao aumento de peso e ao volume da zona abdominal, o centro de gravidade da grávida altera-se obrigando a mudanças de postura. Estas mudanças de postura e o peso do abdómen podem obrigar o nervo ciático a ficar sob pressão a a sofrer uma inflamação provocando cãibras e formigueiro, para além de uma dor muito aguda na zona acima das nádegas e nas pernas. Para conhecermos melhor como funciona esta estrutura musculoesquelética, passamos a explicar como se compõe: a coluna vertebral é formada por 7 vértebras cervicais, 12 torácicas, 5, lombares, 5 sacras e 4 coccígeas, todas elas encadeadas desde a base do crânio até ao cóccix. Cada vértebra mantém-se perfeitamente unida á anterior e seguinte através dos encaixes laterais e discos. Estes podem danificar-se se fazemos algum movimento brusco ou tentamos suportar um peso excessivo.
No centro da coluna, passa a espinal-medula. Podemos ainda encontrar os músculos extensores do tronco permitem que o corpo se mantenha na vertical na posição de pé e os músculos abdominais que sustêm a coluna, regulando a pressão dentro do abdómen.

“São várias as causas que podem provocar as dores na coluna, mas a maior parte são provocadas por posturas incorrectas”

Dores na coluna
São várias as causas que podem provocar as dores na coluna, mas a maior parte são provocadas por posturas incorrectas. As dores nas costas são a segunda causa, em Portugal, das visitas ao médico. Entre as doenças da coluna destacam-se: a escoliose, a hérnia discal, a doença discal degenerativa, a espondilartrose entre outras. Todavia,mesmo que a grávida não sofra de nenhuma delas, a gravidez e o peso do bebé, especialmente a partir do segundo trimestre, podem levar a que a grávida venha a sofrer de dores na zona lombar. Por isso, a grávida deve ter uma atenção clínica adequada e prestar muita atenção à sua postura.

Como prevenção não deve esquecer que:

1.O descanso deve ser feito sobre uma superfície moderadamente dura para impedir que a coluna vertebral adquira desvios anormais. A posição fisiológica, que este tipo de colchão obriga a adoptar, permite a distensão adequada dos músculos e ligamentos que apoiam a coluna. A almofada não deve ser demasiado alta. A melhor posição de descanso, especialmente a partir do primeiro trimestre, é a posição fetal.
2.A natação é aconselhada durante a gravidez porque a prática deste desporto permite exercitar todos os músculos sem que a coluna vertebral suporte o peso do corpo.
3. As posturas incorrectas à secretária ou em frente do computador podem provocar dores na coluna.
4.Levantar pesos, por exemplo um saco das compras, do chão sem dobrar as pernas pode ser muito prejudicial para a coluna. Deve separar os pés , dobrando os joelhos com a coluna direita, aproximar o peso (saco) do corpo e só depois o levantar.
5. Se tem de permanecer muito tempo em pé deve manter os pés afastados cerca de 30 cm.
6. Ao entrar no terceiro trimestre, devido ao aumento de peso (concentrado muito especialmente na zona abdominal), terá tendência para se dobrar ligeiramente e de se inclinar para a frente quando caminha. Caminhe com as costas direitas e com os ombros ligeiramente para trás. Mantenha o peito erguido.
7. Use calçado cómodo que lhe sujeite bem o pé e de preferência de materiais naturais. O salto deve ter entre 2 e 3 cm.
8. Sente-se numa cadeira com espaldar alto, de modo a que possa descansar as costas e, ao mesmo tempo, mantê--las direitas.
9. Se tiver de permanecer muito tempo sentada apoie os pés, de modo a que estes possam ficar ligeiramente elevados. Pode utilizar um banquinho ou até umas listas telefónicas sobrepostas como apoio.
10. Verifique se a secretária tem a altura correcta, ao colocar o ante-braço comodamente e sem esforço. No caso de trabalhar com computador, o centro do monitor deve estar colocado à altura dos olhos e a uma distância do seu rosto de 50cm. Isto vai permitir-lhemanter a coluna direita.

O descanso deve ser feito sobre uma superfície moderadamente dura para impedir que a coluna vertebral adquira desvios anormais.

fonte:http://familia.sapo.pt/g



publicado por adm às 23:56
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