Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
Produtos de cabelo permitidos na gravidez

Os obstetras têm bons motivos para proibir o uso de alisantes na gestação. Além do risco de causarem alergia, por causa da sensibilidade aumentada da grávida, eles são nocivos ao bebê.

A mais nova evidência disso vem da tese de mestrado do biólogo Arnaldo Couto, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, no Rio de Janeiro, publicada em julho. Após analisar 150 compostos de alisantes e tinturas, Arnaldo identificou 32 substâncias que, usadas no primeiro e no segundo trimestres da gravidez, aumentam em até três vezes o risco de leucemia aguda antes dos 2 anos.

As escovas progressivas também não servem para você. "Muitas fórmulas ainda trazem formol, substância que já está proibida em cosméticos capilares por ser abortiva e cancerígena", alerta a engenheira química Camila Cerdeira, da K.Pro Profissional, em São Paulo.

Mas, se não aceita a ideia de trocar o time das lisas pelo das cacheadas, não precisa passar os próximos nove meses de mal com o espelho.

A boa e velha escova feita com o secador não tem contraindicação e evoluiu (agradeça à tecnologia!). O uso de escova térmica e secador com íons negativos, por exemplo, fecha a cutícula dos fios e melhora a hidratação. "Isso diminui o arrepiado e intensifica o brilho", afirma o técnico Augusto Moraes, da Ga.Ma Italy, em São Paulo. Os modelos com turmalina aumentam em dez vezes esse efeito, e os de cerâmica previnem o ressecamento.

Também a nova geração de finalizadores conspira a favor dos lisos. Além de proteger do calor do secador e da chapinha, eles facilitam a escovação e fazem o liso durar mais. "É só espalhar um pouco na palma das mãos e aplicar ao longo do comprimento e nas pontas", diz a cabeleireira Cris Calçolari, do salão L'Officiel III, em São Paulo.

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/



publicado por adm às 22:58
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Domingo, 18 de Setembro de 2011
Saúde oral na gravidez

Durante a gravidez, o bem-estar da mãe e o do futuro bebé devem ser sempre a prioridade.

Qualquer fator de stress e de risco de infeção deverá ser evitado, pelo que os cuidados com a saúde oral, através de consultas de controlo e de higiene oral, são recomendados.

Em geral, existe a ideia de que o surgimento de alguns problemas dentários, como a perda de dentes, se deve à gravidez, pela diminuição da concentração de cálcio nos dentes. Contudo, não existe nenhuma evidência histológica, química ou radiográfica que suporte esta suposição.

Na verdade, o cálcio presente nos dentes encontra-se sob uma forma sólida cristalina, não estando, de forma alguma, disponível para as necessidades do feto. O cálcio de que o bebé necessita provém da dieta e, se insuficiente, o corpo da mãe irá fornecer esse mineral através do armazenado nos ossos. Ter uma dieta equilibrada é assim fundamental para que sejam ingeridos os nutrientes necessários à mãe e ao feto, uma vez que o que é ingerido durante os nove meses de gravidez afetará o desenvolvimento do feto, incluindo os dentes.

Um dos problemas mais vulgares na saúde oral durante a gravidez é a gengivite gravídica (inflamação gengival), sendo bastante comum entre os dois e os oito meses de gestação. Pode originar gengivas avermelhadas, sensíveis ou o aumento do volume com tendência a sangrar aquando da escovagem. Estas alterações gengivais estão muitas vezes associadas a alguma falta de atenção com a higiene oral, bem como aos irritantes locais, nomeadamente a placa bacteriana.

Todavia, as alterações hormonais consequentes da gravidez poderão exacerbar esta inflamação gengival. São por isso indicadas consultas de higiene oral mais frequentes durante
o segundo trimestre ou o início do terceiro, de forma a evitar o aparecimento de complicações futuras. Podem também aumentar os fatores cariogénicos, devido ao aumento de apetite e em alguns casos a uma dieta mais desequilibrada (muitas vezes o desejo de algo doce), o que, associado a menores cuidados com a higiene oral, pode aumentar o risco de aparecimento de lesões de cárie, tendo estas de ser controladas e/ou tratadas.

As infeções dentárias, como por exemplo abcessos, devem igualmente ser tratadas. Cada situação, após um correto diagnóstico, deve ser alvo do tratamento adequado de forma a manter a saúde da mãe e do bebé, evitando assim possíveis riscos para o feto. Os tratamentos deverão ser efetuados preferencialmente durante o segundo trimestre de gravidez e a primeira metade do terceiro. As urgências deverão ser sempre tratadas, uma vez que poderão causar o aumento de
stress na mãe, colocando desta forma o feto em perigo. Quanto a tratamentos que exijam sedação ou à prescrição de medicamentos que levante incertezas, deverá ser contactado o obstetra.

As radiografias podem ser necessárias tanto para os tratamentos dentários rotineiros como em situações de emergência que não possam aguardar até ao nascimento do bebé. Apesar de as radiações provenientes das radiografias dentárias serem extremamente baixas, deverão ser tomadas todas as precauções necessárias para minimizar a exposição à radiação. O avental de chumbo minimiza a exposição à radiação e deverá ser utilizado em qualquer radiografia.

A anestesia local na dose adequada, muitas vezes indispensável para efetuar tratamentos dentários, não comporta qualquer risco para o futuro bebé. Contudo, a quantidade de anestesia deverá ser a mínima possível, mas sempre a suficiente para manter a mãe confortável, uma vez
que a redução do stress é benéfica para ambos.

A gravidez é um momento especial, durante o qual devem existir cuidados adequados de forma a proporcionar uma vida saudável à mãe e ao seu bebé.

fonte:http://www.lux.iol.pt/



publicado por adm às 20:01
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Ingestão de iogurtes magros durante gravidez pode aumentar riscos de asma nas crianças
As mulheres que consomem iogurtes magros durante a gravidez podem aumentar o risco de os seus filhos virem a sofrer de asma, segundo um estudo que será apresentado num congresso em Amesterdão.
O estudo, que será apresentado a 25 de Setembro no congresso anual da European Respiratory Society, sugere que este risco se deve à falta de ácidos gordos que protegem o organismo. 

A equipa de investigadores, coordenada por Ekaterina Maslova, da Harvard School of Public Health, analisou as dietas alimentares de mais de 70 mil mulheres dinamarquesas e das suas crianças, até aos sete anos de idade.

Assim, a conclusão a que os investigadores chegaram é que as grávidas que consomem iogurtes magros de fruta uma vez por dia têm mais probabilidades de que os seus filhos venham a desenvolver problemas de asma até aos sete anos, quando comparados com as crianças de mulheres que não comeram iogurtes magros. Além disso, as crianças daquelas mulheres são mais propensas a ter rinites alérgicas.

“Este é o primeiro estudo do género a relacionar o consumo de iogurtes magros, durante a gravidez, com o aumento do risco de asma e de rinite alérgica nas crianças”, disse a investigadora citada num comunicado da European Respiratory Society.

“São conclusões complexas. A falta de ácidos gordos nos iogurtes magros pode ser a chave para interpretar estes resultados”, comenta Ekaterina Maslova, citada pela BBC online. No entanto, a investigadora considera que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas. “Precisamos replicar estes resultados em outros estudos”, considerou.
fonte:http://www.publico.pt/


publicado por adm às 20:00
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Sábado, 10 de Setembro de 2011
Comer peixe e nozes na gravidez diminui chance de criança ter alergia alimentar

As grávidas têm um motivo a mais para ficar de olho na alimentação. De acordo com uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica da França, uma dieta rica em ácidos graxos ômega 3 - encontrados em peixes (cavala, salmão e atum), nozes e sementes de abóbora e linhaça - diminui o risco de o filho ter alergia alimentar. Os dados são do jornal The Telegraph.

O hábito torna as paredes do intestino do bebê mais permeáveis, o que permite que mais substâncias alimentares e bactérias passem para a corrente sanguínea, fazendo com que o sistema imunológico produza anticorpos.

¿Outros estudos descobriram que uma dieta contendo peixe ou óleo de nozes durante a gravidez pode tornar o bebê mais inteligente. Nossa pesquisa sugere que tais suplementos também aceleram o desenvolvimento de um sistema imunológico saudável para evitar alergias alimentares", disse a cientista Gaëlle Boudry.

Para chegar a essa conclusão, a equipe analisou porcos, que apresentam modelo intestinal semelhante ao humano. Algumas fêmeas gestantes e lactantes (que estavam amamentando) receberam óleo de semente de linhaça. Os leitões desse grupo apresentaram maior permeabilidade nas paredes do intestino, em comparação com os de mães com dieta sem suplemento

fonte:http://saude.terra.com.br



publicado por adm às 21:06
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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011
Dieta durante gravidez pode diminuir alergias do bebê, diz pesquisa

Segundo uma pesquisa publicada pelo "The Journal of Physiology", constatou que o que uma mãe passa ou deixar de comer durante gestação, pode influenciar alergias desenvolvidas por bebê.

Dietas que contêm uma quantidade de ácidos graxos poli-insaturados (encontrado nos peixes), óleo de nozes ou semente de linhaça, faz com que o intestino do recém-nascido trabalhe de forma diferente, fazendo com que células do sistema imunológico do intestino venha responder de forma que a criança diminua a probabilidade de ter futuras alergias.

Segundo Gaëlle Boudry, do Instituto Nacional de Pesquisas de Rennes, na França, diz que esses tipos de ácidos ajudam nas funções do intestino estão desaparecendo.

"Há um grande interesse em pesquisas sobre dietas durante a gravidez. Na dieta ocidental, o grupo de ácidos graxos poli-insaturados que ajudam nas funções do intestino estão desaparecendo. Nossa ingestão de peixe e óleos de nozes vem sendo substituída por óleos de milho que contêm um tipo diferente de ácidos graxos", disse Boudry.

De acordo com a equipe responsável pela pesquisa, a dieta da mãe com as substâncias certas, causa maior permeabilidade ao órgão da criança. Sendo mais permeável, permitindo que bactérias e novas substâncias passem a circular na corrente sanguínea. Em seguida, uma resposta é liberada para a produção de anticorpos do bebê.

"O resultado final é que o sistema imunológico do bebê pode se desenvolver e amadurecer mais rápido, levando a uma melhor função imunológica e menos probabilidade de alergias", completa Gaëlle.

fonte:http://www.sidneyrezende.com



publicado por adm às 22:55
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