Sábado, 22 de Outubro de 2011
Gravidez e a Queda dos cabelos

Especialista explica o que acontece com os fios durante a gestação e após o parto.

Estima-se que aproximadamente 85% das mulheres sofrem de queda capilar, em maior ou menor grau, após o parto. Apesar do número elevado, não há motivos para pânico. A dermatologista Leila Bloch, pesquisadora e especialista em cirurgia capilar, esclarece as principais angústias que cercam as mamães durante e depois da gestação.

1 – A aparência e resistência dos cabelos mudam durante a gravidez. Por quê? -Devido ao aumento de hormônios femininos e às outras alterações hormonais fisiológicas comuns na gestação (que não estão relacionadas a problemas ou doenças), os fios ganham um “efeito protetor” natural que evita a queda e transmite a sensação de cabelos mais fortes e viçosos.

2 – Após o parto, os cabelos mudam novamente e começam a cair em grandes quantidades, principalmente no período da amamentação. É uma fase natural ou alarmante? -Totalmente natural. Durante a amamentação, os fios que não caíram durante os noves meses, começam a cair durante um período de três a seis meses após a gestação. Embora seja uma situação desconfortável, esse quadro é mais comum do que se imagina. Em mulheres que não apresentam nenhum problema anterior ou genético de queda e calvície, esse processo é autolimitado e para espontaneamente depois de semanas ou meses. Se a situação não normalizar naturalmente, é indicado procurar um dermatologista para realizar exames e investigar possíveis causas que estejam agravando o problema, como deficiência de vitaminas, ferro e proteínas. Entretanto, em mulheres com tendência a desenvolver calvície feminina, os fios caem em maior quantidade e chegam a diminuir (pode ocorrer diminuição d)o volume dos cabelos, persistindo mesmo seis meses após o parto. Nestes casos, o término da gestação pode funcionar como um “gatilho” para as que têm predisposição genética. Por isso, o dermatologista deve ser procurado o quanto antes para iniciar os tratamentos adequados.

3 - Quais são os tratamentos indicados em mulheres incomodadas com a queda de cabelos sucessiva à gravidez? -Após o parto, pode-se iniciar o uso de loções com princípios ativos que controlam a oleosidade e funcionam como antiqueda. O uso de shampoos adequados, prescritos pelo médico dermatologista, também auxiliam na recuperação da saúde capilar. Além disso, podem ser realizados tratamentos de estímulo capilar, como peeling capilar e massagens estimuladoras. Entre as novas tecnologias, o laser de baixa potência apresenta bons resultados nas pacientes. E nos diagnósticos de falta de vitamina, é indicada a reposição. Já para as mulheres com tendência à calvície, o uso de medicamentos que evitam o afinamento dos cabelos, chamados antiandrógenos, pode ser iniciado ao final da amamentação a fim de evitar a evolução do quadro, bem como pode ser realizada a aplicação de agentes contra a perda capilar, por meio da intradermoterapia, aplicação por meio de puncturas no couro cabeludo, em número de 20 a 30, de minoxidil e d-pantenol com vitaminas e um anestésico para amenizar a possível sensação de desconforto. O intuito do procedimento é a diminuição da queda de cabelos e a estimulação para a repilação.

4 - Com os tratamentos corretos, a restauração da saúde capilar é 100% garantida? -Para as mulheres que nunca apresentaram problemas de queda capilar, é possível normalizar a vida dos fios em até sete meses após o parto. Nos tratamentos para combater a calvície, o processo é mais lento e pode durar um período maior, que varia caso a caso e sempre com acompanhamento médico.É um quadro clínico cujo tratamento é de longo prazo.

Dra. Leila Bloch (CRM-SP 108287)- Médica dermatologista e cirurgiã capilar, Dra. Leila Bloch é referência em novas técnicas de transplante capilar, calvície e tratamento clínico de queda de cabelo e de doenças relacionadas ao couro cabeludo, como alopécias, psoríase e dermatite seborreica. Diretora da Clínica Bloch, a especialista é graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e da North American Hair Research Society (NAHRS). A especialista ainda integra o Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e atua diretamente em pesquisas científicas, com trabalhos divulgados em revistas nacionais e internacionais, além de participar de congressos e cursos em todo o mundo. Sua clínica, localizada no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, oferece atendimentos clínico e cirúrgico para o tratamento da calvície.

fonte:http://www.revistafator.com.br/



publicado por adm às 18:37
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011
Olhe pelas Suas Costas durante a gravidez

As mulheres grávidas apresentam um maior risco de desenvolver dores nas costas, exigindo assim uma atenção redobrada para prevenir complicações futuras, alerta a Campanha Olhe pelas Suas Costas.
“Devido ao aumento substancial do volume e do peso do abdómen, o corpo é obrigado a um esforço adicional dos músculos dorsais e lombares, e a mulher grávida tem de se ajustar ao caminhar, sentar-se ou estar de pé. O que acontece frequentemente é que as mulheres durante o período da gravidez não dão tanta importância à sua postura e estão mal preparadas fisicamente para as situações do quotidiano com o novo peso, o que origina queixas frequentes de dores”, explica o neurocirurgião Paulo Pereira, coordenador nacional da campanha Olhe pelas Suas Costas.

 

Entre 50 a 75 por cento das mulheres sofrem de dores nas costas em algum momento da gravidez. De modo a evitar estas dores é importante que, antes do aumento de volume e peso da grávida, exista uma preparação muscular e postural que deverá depois ser mantida durante todo o período da gravidez. É importante que as mulheres grávidas pratiquem exercício regularmente, trabalhando com maior incidência os músculos abdominais e dorso-lombares. 
O exercício físico deve acompanhar o quotidiano de uma mulher mesmo depois da gravidez, pois o esforço muscular adicional continuará a manifestar-se quando transportar o filho ao colo.
A Semana de Sensibilização para a Coluna decorre de 10 a 16 de Outubro e é uma iniciativa da campanha Olhe pelas Suas Costas, promovida pela Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral.
Um estudo, realizado no âmbito desta campanha, indica que sete em cada 10 portugueses sofrem de dores nas costas e 28,4 por cento sentem que a sua actividade profissional já foi prejudicada ou comprometida de alguma forma pelo facto de ter dores nas costas. 
Para mais informações consulte o website: www.olhepelassuascostas.com.

fonte:http://www.lpmcom.pt/



publicado por adm às 22:58
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