Sábado, 16 de Junho de 2012
Alterações hormonais na gravidez podem causar depressão

As gestantes sofrem muitas alterações emocionais, mas alguns sintomas vão além do que é considerado normal. Em alguns casos, o organismo da paciente acaba desencadeando uma depressão. De acordo com a obstetra, os períodos de gravidez e pós-gravidez, são as fases de maior incidência de depressão em mulheres. 

Uma linha tênue separa as alterações emocionais que fazem parte do período gestacional da depressão. Segundo Karina, existem alguns sinais que identificam a doença. São eles: persistência de ansiedade, alteração de sono, falta de concentração, extrema fadiga, tristeza profunda, falta de apetite ou vontade constante de comer, além da sensação de que nada é divertido ou gratificante. 

De acordo com a ginecologista, o transtorno psíquico durante a gestação é mais frequente em mulheres que já tiveram histórico de depressão, problemas com álcool, cigarro e outras drogas. 

Como tratar a depressão durante a gravidez?
Todo tratamento medicamentoso durante o período gestacional deve ser feito de maneira muito cautelosa. Afinal de contas, tudo que a mãe ingere, o bebê recebe por tabela. Quando se trata de depressão, a ginecologista explica que em alguns casos o uso de antidepressivos pode ser necessário. 

"Tendo em mente os efeitos danosos que os transtornos de ansiedade e depressão não tratados causam à mãe e ao feto, a decisão para esse tipo de tratamento deve ser bem ponderada pelo médico que acompanha a paciente", indica. 

Além do tratamento medicamentoso, acupuntura, massagem, prática de exercícios físicos (ser for liberada pelo médico), terapia e uma boa dieta vão ajudar a amenizar o problema.

fonte:http://vidaeestilo.terra.com.br/f



publicado por adm às 22:44
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Gravidez de risco

Provavelmente este termo tem um significado diferente entre grávidas e técnicos de saúde - algumas situações que têm muita importância para as mulheres que estão grávidas podem ser completamente banais e naturais para os médicos.

Assim, para que todos falem a mesma linguagem foi criada uma espécie de tabela que contém uma lista variável de situações que podem acontecer antes, durante ou depois da gravidez, na altura do parto, e que colocam a gravidez numa categoria de risco. Este número infindável de situações vai para além do âmbito deste artigo mas para que fique com uma ideia mais definida vamos dar alguns exemplos de factores de risco:

  • A existência de algumas doenças crónicas, principalmente, se interferirem com o normal desenvolvimento da gravidez, pode tornar uma futura gravidez de risco: como por exemplo a diabetes ou a hipertensão;
  • Ter antecedentes na família que tenham vivido uma gravidez de risco também torna, na grande maioria das situações, a actual gravidez numa situação de risco: por exemplo, se alguém da sua família teve pré-eclampsia, existe um risco acrescido de pré-eclampsia numa futura gravidez;
  • Fumar em demasia pode também trazer alterações no decurso da gravidez, devendo estas grávidas ser consideradas de risco, se não deixarem de fumar;
  • Durante a gravidez, se tiver anemia grave, diabetes, hipertensão, uma gravidez gemelar ou se tiver uma ameaça de parto prematuro;

E, finalmente, existem algumas situações que podem acarretar algum grau de risco durante o parto: ter um feto muito grande, ter realizado uma ou mais cesarianas ou o feto estar pélvico (sentado).

Claro que, neste momento, é provável que todas as futuras mamãs se questionem como é possível saber se a sua gravidez é ou não de risco…

Estas situações são habitualmente diagnosticadas pelo médico/a assistente e encaminhadas para um hospital/maternidade de referência para que a gravidez passe a ser vigiada por um obstetra, num local onde exista apoio da pediatria.

Por isso, se está grávida não fique ansiosa - se houver alguma situação que o justifique será encaminhada e tratada com todo o cuidado.

 

Mas todas as mulheres podem minimizar estes possíveis riscos. E como?

Se está a pensar engravidar marque uma consulta pré-concepcional no seu ginecologista ou médico de medicina geral e familiar. Nessa consulta será feita a sua história clinica e averiguados vários factores como o seu grupo de sangue, vacinas, se toma medicamentos, como é a sua alimentação e o seu estilo de vida.

Depois dessa consulta, a sua vida pode ter que sofrer uma viragem no sentido de ter um estilo de vida mais saudável: não só em termos alimentares como em adquirir um peso mais adequado, modificar alguns hábitos, se os tiver, menos saudáveis - por exemplo, deixar de fumar ou beber, praticar exercício físico, adquirir horários de trabalho, repouso e alimentares equilibrados.

Claro que todas estas modificações facilitam o decorrer de uma gravidez saudável e sem risco mas é impossível prevenir tudo o que pode acontecer. Se, por acaso, lhe foi diagnosticada uma situação de gravidez de risco nada melhor do que aconselhar- se com a equipa que a vigia.

Mas relaxe…a grande maioria das gravidezes decorrem sem qualquer risco e mesmo que este exista o seu médico/a fará o possivel para que tudo termine bem.

Boa gravidez!

 

fonte:http://www.paramim.com.pt/a



publicado por adm às 22:42
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012
Asma na gravidez: evite complicações

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, caracterizada pelo estreitamento generalizado dos brônquios.  Com caráter genético, ela é resultado de mutações nos genes e pode ser desencadeada por diversos fatores, especialmente os alérgicos. Embora não tenha cura, com o tratamento correto é possível obtenção de controle adequado.


De acordo com a dra. Regina Maria de Carvalho Pinto, presidente da Comissão de DPOC da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), de 4% a 8% das mulheres gestantes possuem asma e é importante que façam o acompanhamento da doença com um especialista.

Por ser uma doença que na grande maioria das vezes tem início na infância, o comum é que as mulheres já a possuam antes do período gestacional. A gravidez não aumenta a incidência de asma, mas fatores comuns, mesmo fora do período gestacional, como rinite, sinusite, doença do refluxo gastroesofágico, infecções virais e fatores emocionais podem precipitar os sintomas durante a gravidez. Além disso, o aumento do volume do útero pode causar sintomas semelhantes ao da asma, especialmente a falta de ar.

“À medida que o volume do útero aumenta, especialmente no final da gravidez, o diafragma fica mais elevado, ocasionando redução da capacidade respiratória, que associada ao aumento da ventilação fisiológica da gravidez, causa sensação de falta de ar. É importante que a gestante e o médico consigam diferenciar os sintomas da asma, das alterações físicas decorrentes da gravidez”, afirma.

Tenho asma, o que fazer?

O acompanhamento médico é essencial para que a mulher saiba distinguir os sintomas da asma das implicações ocasionadas pela gravidez. O tratamento de manutenção da doença é realizada por meio de medicamentos como broncodilatadores e corticóides inalados, além de medicação de resgate. A via inalada é a preferencial, através de dispositivos, popularmente conhecidos como “bombinhas”.

Esteja a mulher grávida, ou não, o tratamento é extremamente importante, bem como o acompanhamento, mesmo nos períodos sem crises. No caso da gravidez, as consultas periódicas devem ser mantidas para novas orientações relacionadas à asma e à gestação.

Riscos para a mãe e para o bebê

Mesmo que a gestação não seja considerada um agravante, é preciso controlar a doença para evitar consequências como a pré-eclâmpsia - problema caracterizado pelo aumento da pressão arterial sistêmica no ultimo trimestre da gravidez -, partos prematuros e baixo peso da criança ao nascer.

Sem este acompanhamento, as crianças podem se desenvolver menos durante a gravidez, aumentando a possibilidade de nascimento abaixo do peso ideal e de sofrer complicações metabólicas e respiratórias por conta disso.

Segundo a dra. Regina Maria, fazer o acompanhamento com um profissional reduz os riscos tanto para a gestante quanto para o bebê, evitando possíveis efeitos colaterais decorrentes da medicação e propiciando uma gravidez mais estável e o nascimento de criança mais saudável.

“A asma precisa ser tratada mesmo durante a gravidez. Infelizmente alguns médicos e pacientes têm a cultura de suspender medicamentos durante a gravidez, e isso não deve ocorrer nos casos de asma. O tratamento, quando bem indicado, é seguro e a gestante deve passar por acompanhamento médico para receber as orientações necessárias e garantir a própria saúde e a saúde do feto”, alerta.

fonte:http://www.band.com.br/

 



publicado por adm às 22:54
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