Quinta-feira, 24 de Abril de 2014
Usar antibiótico durante a gravidez pode prejudicar o bebê

Mulheres grávidas que consomem antibióticos podem estar colocando o bebê em risco. Pesquisadores descobriram que os medicamentos utilizados para combater infecções podem interferir no sistema imunológico do feto. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Um estudo realizado no Children’s Hospital of Philadelphia, nos Estados Unidos, mostrou que as bactérias do intestino desempenham um papel crucial na produção dos glóbulos brancos, responsáveis por combater as infecções, do bebê.

Os pesquisadores descobriram que, assim como os humanos, os ratos têm um aumento destes glóbulos próximo ao nascimento e que esta resposta é reduzida quando as mães ingerem antibióticos. Isso faz com que os bebês fiquem mais vulneráveis a infecções por E.coli, especialmente quando nascem prematuros.

Os especialistas mostraram que estas bactérias regulam a produção de células brancas do sangue de filhotes de ratos. Expor mães e fetos a antibióticos reduz a diversidade das bactérias – sendo que muitas são benéficas – e também prejudicam a resistência à infecção do recém-nascido. A pesquisa incita os médicos a se esforçarem para diminuir o uso deste tipo de medicamento durante a gestação.

fonte:http://saude.terra.com.br/


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publicado por adm às 23:13
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Sábado, 12 de Abril de 2014
Obesidade na gravidez

A gestação está incluída na lista dos fatores clássicos desencadeantes da obesidade. E o início ou manutenção da obesidade nesta fase está associado a inúmeros riscos maternos e fetais. A participante do Além do Peso, Van, sabe bem o que é lidar com isso. Por estar acima do peso, sua gravidez foi considerada de risco, e ela precisou ficar em repouso (de cama) a partir do quarto mês de gestação.

Normalmente, o ganho de peso ocorre devido a aumento de tecidos maternos, como, por exemplo, o aumento do útero, e dos produtos da concepção (placenta, líquido amniótico e feto). De acordo com  o estado nutricional inicial da gestante (baixo peso, adequado, sobrepeso ou obesidade) há uma faixa de ganho de peso recomendada por trimestre. É importante que na primeira consulta a gestante seja informada sobre o peso que deve ganhar.

Mulheres que ganham peso dentro dos limites propostos têm menor chance de ter filhos nos extremos de peso para idade gestacional. No entanto, cerca de 2/3 das mulheres ganham mais peso que o recomendado, o que leva a complicações durante a gestação além de contribuir para o peso aumentado após o parto e, assim, para o desenvolvimento da obesidade e suas complicações ao longo da vida.

Algumas complicações que podem ocorrer na gestação de mulheres obesas:

- Maior risco de abortamento espontâneo;

- Maior risco de infecções do trato urinário durante e gestação;

- Maior risco de apresentarem diabetes durante o período de gestação  (denominad Diabetes Melito gestacional). Essas mulheres têm um risco duas vezes maior de desenvolver DM2 no futuro;

- Probabilidade maior de trabalho de parto prolongado;

- Chance maior para parto cesariana;

- Hospitalização  mais prolongada após parto

- Maior dificuldade para amamentar.

O tratamento da obesidade requer equipe profissional adequada com médico, nutricionista e, quando possível, orientador de atividade física.  Não existe nenhum tratamento que não envolva mudança de estilo de vida, portanto, Sempre será orientado alimentação adequada e exercício físico. A indicação de medicações para emagrecer esta contra-indicada na gravidez. Procure um médico para analisar o seu caso e nunca se automedique.

Fonte: Texto Ganho de Peso na Gestação



publicado por adm às 10:56
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Mulheres com distúrbios alimentares arriscam mais problemas na gravidez e parto

Mulheres com um historial de distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou bulimia nervosa, correm um maior risco de desenvolver problemas durante a gravidez, que podem levar a contracções e partos prematuros e a que o bebé nasça com baixo peso, revela um estudo da Universidade de Helsínquia, Finlândia.

Entre 1995 e 2010, a Clínica de Distúrbios Alimentares do Hospital Central da Universidade de Helsínquia reuniu dados de 2257 doentes do sexo feminino sob tratamento e de 9028 mulheres sem qualquer problema alimentar.

O Instituto Hjelt, na mesma universidade, analisou os dados e entre as mulheres que manifestavam distúrbios alimentares e tiveram um parto nem todas revelaram problemas de saúde. No entanto, foram detectadas complicações em 302 nascimentos entre doentes com anorexia nervosa, 724 entre mulheres com bulimia nervosa e 52 das que tinham compulsão alimentar. Entre as mulheres sem qualquer perturbação neste contexto foram verificados 6319 nascimentos durante os 15 anos do estudo.

Analisadas as informações recolhidas durante o desenvolvimento da gravidez, observações na consulta de obstetrícia e após o parto, concluiu-se que as mulheres com anorexia e bulimia tinham uma maior tendência para dar à luz filhos com mais baixo peso que as parturientes sem registo de distúrbios. O contrário foi observado entre os recém-nascidos de mulheres com compulsão alimentar.

Ainda segundo o estudo, nas mulheres com anorexia foram verificados casos de anemia, desenvolvimento fetal lento, contracções prematuras, duração curta da primeira fase do parto, nascimento muito prematuro, bebés pequenos apesar do tempo gestacional e morte perinatal, isto é antes e depois do nascimento.

Por sua vez, nas doentes bulímicas aumentaram as possibilidades de contracções prematuras, bem como os casos de haver necessidade de reanimar o recém-nascido. Nos filhos destas mulheres, o resultado do teste de Apgar (que mede o nível de adaptação do bebé à vida fora do útero) é muito baixo no primeiro minuto de vida da criança.

Nos casos de mulheres com compulsão alimentar foram registadas situações de hipertensão maternal, longa duração da primeira e segunda fase do parto e nascimento de bebés maiores do que a sua verdadeira idade gestacional.

“Os distúrbios alimentares parecem estar associados a várias consequências adversas perinatais, particularmente nas crianças”, concluiu o estudo assinado por uma equipa médica do Instituto Hjelt, liderada por Milla Linna, e publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology.

“As desordens alimentares afectam as mulheres com frequência nos seus anos férteis e os comportamentos típicos associados às perturbações alimentares interferem fortemente com o balanço metabólico e hormonal do corpo, o que pode influenciar o desenvolvimento da gravidez e do nascimento”, explicou à Reuters Milla Linna.

O estudo agora apresentado teve como objectivo determinar se as “mulheres com um historial de tratamento para um distúrbio alimentar estavam em risco de ter uma gravidez e parto problemáticos”, acrescentou. Apesar de terem sido detectadas perturbações na saúde das mulheres com distúrbios alimentares, Milla Linna salienta que é “bom saber que a maioria das mulheres passa bem durante a gravidez e nascimento mesmo que tenham tido dificuldades alimentares”.

A quem acompanha mulheres com ou que tiveram estes distúrbios, a equipa de Linna recomenda uma vigilância constante, bem como aos seus recém-nascidos.

O estudo sublinha que é necessário que as mulheres informem o seu médico caso tenham um historial de perturbações alimentares e que procurem ajuda se apresentarem sintomas típicos de quem tem perturbações alimentares, como depressão, ansiedade ou dificuldade em aceitar as alterações no corpo que uma gravidez provoca.

 

fonte:http://www.publico.pt/s



publicado por adm às 20:18
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