Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014
5 alimentos proibidos na gravidez

Quanto mais natural, melhor. A dica da nutricionista Elaine Moreira resume como deve ser a alimentação da gestante. Evite alimentos industrializados, excesso de sal e de cafeína. “Além disso, não é o período de provar comidas novas, por causa do risco de alergias”, ressalta. A seguir, a especialista aponta outros alimentos que merecem atenção durante a gravidez.

Carnes cruas ou mal passadas
Tanto as de bovinos quanto as de peixes só devem ser consumidas cozidas. O perigo está no parasita que provoca a toxoplasmose, presente em carnes cruas e fezes de animais. Mesmo que ele não seja encontrado no peixe, há risco de contaminação cruzada – que acontece, por exemplo, se a pessoa que preparou o alimento tiver manipulado outro contaminado. Todo cuidado é pouco, pois a doença é assintomática para a mãe, mas pode levar ao aborto ou deixar sequelas graves no bebê. Mesmo quem já têm o protozoário no organismo (o que é descoberto nos exames do primeiro trimestre da gestação) está proibida de comer carne crua, já que esse tipo de alimento oferece ainda risco de infecções gastrointestinais por meio das bactérias Salmonella e E. coli.

Adoçantes
Há poucos estudos sobre o consumo durante a gestação. Sabe-se, entretanto, que a sacarina e o ciclamato podem ser prejudiciais para o bebê. Se você tiver que usar adoçantes durante a gravidez, os mais indicados são a sucralose, a estévia e o acessulfame (em geral, aparece combinado a outros). Por isso, fique atenta ao rótulo das embalagens.

Cafeína
Em excesso, faz mal. Pesquisas mostram que a substância está associada, por exemplo, ao baixo peso ao nascer. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é de, no máximo, 300 mg de cafeína por dia (o equivalente a três xícaras de 240 ml de café coado ou duas de expresso). Evite beber o café de estômago vazio, já que a substância aumenta a produção de suco gástrico e pode causar azia. Vale lembrar que ela também é encontrada no chá verde e nos refrigerantes à base de cola.  

Bebidas gaseificadas
Não existe contra-indicação, mas as bebidas com gás, até mesmo a água, prejudicam ainda mais a digestão do que os líquidos comuns. Simplesmente porque aumentam o volume do estômago. Melhor tomá-las somente entre as refeições – e não durante. Se você não resiste a um refrigerante, evite os à base de cola (por causa da cafeína) e as versões light, que em geral têm diversas combinações de adoçantes.

Comidas industrializadas
Têm de ser restringidas, na medida do possível. Não apenas por serem pobres em nutrientes, mas também porque a maioria contém sódio em excesso. O mineral é importante para o organismo, já que mantém o volume de líquidos, mas quando o limite recomendado por dia – até 2 g – é ultrapassado, os efeitos são inchaços e aumento da pressão arterial. Sopas, temperos e salgadinhos industrializados são os principais vilões.

fonte:http://revistacrescer.globo.com/O



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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
Evite certos alimentos na gravidez

A GESTAÇÃO É SEMPRE UM MOMENTO SINGULAR para a mulher, afinal há muitas mudanças ocorrendo, desde o corpo até o psíquico. É uma fase delicada, em que alguns cuidados alimentares devem ser seguidos.

 
 
Se a gestante não teve a toxoplasmose, é preciso estar atenta e EVITAR COMER VERDURAS E LEGUMES CRUS (saladas principalmente) fora de casa. A higiene é importante para evitar a contaminação. Em casa, lave sempre em água corrente e deixe de molho em produto apropriado para higiene antes de seu consumo.
 
 
Além dos cuidados com a salada fora de casa, EVITE COMER CARNE MAL PASSADA, CARNE CRUA (quibe cru, carpaccio), peixe cru (sashimi e sushi), ovo mal passado.
 
 
Se gosta de café, cuidado com O EXCESSO DE CAFEÍNA. Fique com 1 a 2 xícaras pequenas ao longo do dia. E lembre que chá mate e o verde, alguns tipos de refrigerantes também tem cafeína. Logo se tomou café, nada de abusar no chá mate ou verde.
 
 
Controle o sal da comida, seu excesso pode levar a inchaço e ser um possível risco para a pressão alta.
 
 
Doces, pães, bolachas, bolos, panquecas, tortas são ricas em carboidratos refinados, seu alto consumo poderá levar a um rápido aumento de peso e ser um FATOR DE RISCO para a diabete gestacional.
 
 
NÃO TOME LEITE RECÉM-ORDENHADO, ou de origem desconhecida. Assim como seus derivados, queijos e iogurtes com refrigeração ou higiene duvidosa, porque podem ser fontes de contaminação por bactéria que causa a listeriose.
 
 
Evite bebida alcóolica.
 
 
Siga uma alimentação variada e equilibrada para seu organismo. Busque orientação nutricional.
fonte:http://www.cenariomt.com.br/


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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Benefícios da ingestão de Ômega 3 na gravidez

O consumo de alimentos ricos em Ômega 3 é indicado para todos, mas especialmente para gestantes, pois têm um papel importante para o desenvolvimento cerebral e da retina do bebê. De acordo com Lenycia Neri, nutricionista do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (FMUSP), estudos científicos apontam que o consumo de ômega 3 previne, ainda, o parto prematuro de origem espontânea e diminui, consequentemente, o risco de o bebê nascer com baixo peso.

 

Desde 2007, a Comissão Europeia recomenda que a ingestão de Ômega 3 DHA seja de, no mínimo, 200 mg ao dia para gestantes e lactantes. O Ômega 3 é um ácido graxo essencial para o organismo não sintetizado naturalmente e que, por isso,  precisa ser consumido na dieta. Presente em peixes como salmão, sementes de linhaça, nozes e azeite de oliva, o ômega 3 é composto por três frações específicas: ALA (ácido alfa-linolênico), EPA (ácido eicosapentaenóico) e  DHA (ácido decosahexanóico).

“O consumo de Ômega 3 somente por meio dos alimentos dificilmente entregará a fração correta de DHA que a gestante necessita, por isso, na  maioria das vezes é recomendável a suplementação”, salienta Lenycia. Pesquisas mostram que gestantes e lactantes brasileiras, particularmente, apresentam ingestão deficiente de ácidos graxos Ômega 3, em especial DHA.

“Em todos os casos em que a gestante não consegue suprir por meio da alimentação a quantidade necessária de Ômega 3, que é de pelo menos duas porções semanais de peixes ricos em Ômega 3 e de origem segura, a suplementação é indicada”.

Uma sugestão da nutricionista é o alimento funcional Proepa Gesta, da linha de nutracêuticos do laboratório Aché, que contém Ômega 3 com DHA concentrado. Proepa Gesta ajuda na prevenção de parto prematuro de origem espontânea e no desenvolvimento cerebral do bebê. Cada cápsula contém 250mg de DHA concentrado. A recomendação é que a gestante tome de 1 a 2 cápsulas ao dia ou conforme a orientação do ginecologista obstetra responsável pelo seu pré-natal, um especialista deve sempre ser consultado.   

“Os ácidos graxos Ômega 3 fazem parte das membranas das células nervosas, portanto, toda formação do sistema nervoso do bebê: cérebro, medula espinhal e nervos dependem do consumo de Ômega 3 para o desenvolvimento adequado”,  explica Lenycia. 

A ingestão de Ômega 3 DHA durante a fase de lactação também é  recomendada. “É importante manter a suplementação durante todo o período da amamentação porque o bebê recebe os benefícios Ômega 3 através do leite materno.

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/b



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Domingo, 9 de Março de 2014
Como introduzir mais frutas na dieta, durante a gravidez?

Embora toda grávida se desdobre para melhorar a alimentação e manter o bebê bem nutrido, uma nova pesquisa da USP de Ribeirão Preto constatou que os esforços das futuras mães brasileiras não têm sido suficientes. Depois de avaliar 282 gestantes, a nutricionista Daniela Zuccolotto contabilizou uma média de consumo de 207 gramas de frutas e hortaliças por dia, praticamente metade do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que são 400 gramas.

Para atingir a quantia adequada, são necessárias cinco porções diárias de frutas, legumes e verduras variados – algumas estratégias tornam essa meta perfeitamente possível. “Como os itens frescos são perecíveis, o ideal é que a mulher se programe para fazer compras semanais e higienize os alimentos assim que chegar em casa, deixando-os disponíveis em uma bandeja ou recipiente na geladeira ”, aconselha Daniela. Segundo ela, maçã, pera, banana, pêssego, uva e morango são opções práticas para compor os lanches. Também podem ser misturadas a iogurtes ou preparadas como vitaminas ou sucos. Para quem faz as refeições em restaurantes, a dica é se servir antes de salada, preenchendo, pelo menos, metade do prato. Veja a seguir algumas sugestões da nutricionista para alcançar a quantidade recomendada.

 

fonte:http://revistacrescer.globo.com/



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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013
Alimentação rica em gorduras na gravidez pode predispor feto para ter diabetes na idade adulta

Uma alimentação rica em gorduras durante a gravidez pode predispor o feto para o desenvolvimento da diabetes na idade adulta, indica um estudo do Grupo de Investigação de Bioquímica da Universidade CEU San Pablo, em Madrid.

Iniciado em 2007, o estudo é dirigido pelo professor de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade CEU Emilio Herrera e conta com a participação de investigadores de universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Áustria e Itália.

A investigação mostra uma relação direta entre as mudanças na dieta materna, especialmente durante a primeira metade da gravidez, e o desenvolvimento da resistência à insulina no embrião, com efeitos a longo prazo, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.

Com base no estudo, a Universidade anunciou que espera poder propor medidas para evitar a diabetes ou corrigir a tendência de algumas pessoas para a obesidade.

Dados do Observatório Nacional da Diabetes divulgados na segunda-feira revelam que o número de pessoas com a doença em Portugal ultrapassou um milhão em 2011.

De acordo com o relatório, na última década, o número de novos casos aumentou de 377 por cada 100 mil indivíduos (em 2000) para 652 (em 2011).

Classificando os dados de "preocupantes", o observatório defendeu uma maior aposta na prevenção, no diagnóstico precoce e no acompanhamento das pessoas com a diabetes.

fonte:http://www.ionline.pt/p



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Sábado, 17 de Novembro de 2012
Alimentação na gravidez

Como manter um peso saudável nesta fase

A alimentação saudável na gravidez é um dos fatores mais importantes para o normal desenvolvimento da criança, até porque vai condicionar o seu desenvolvimento e marcar o seu estado de saúde ao longo da vida.

Ingerir alimentos a dobrar só porque está a alimentar duas pessoas é um dos erros que deve evitar. Durante a gestação é fundamental ingerir alimentos que permitam alcançar as necessidades nutricionais que se encontram aumentadas.

De acordo o nutricionista Miguel Ângelo Rego, o aumento de peso recomendado até ao final da gestação depende do seu peso inicial, sendo normal que aumento apenas cinco a seis quilos se tem excesso de peso ou obesidade ou 11 a 14 quilos no caso de ter um peso normal.

Principais nutrientes

Tome nota dos nutrientes essenciais que deve priveligiar na fase da gravidez:

- Ferro
Importante para a produção de células sanguíneas e para o transporte de oxigénio. Está presente nas carnes vermelhas e nas leguminosas.

- Ácido fólico
Vitamina fundamental para o correto desenvolvimento do tubo neural do bebé. Encontra-se nos alimentos vegetais folhosos.

- Cálcio
A alimentação da grávida deve assegurar cerca de 1000 mg de cálcio para manter ossos e dentes saudáveis.

Menu completo

Um plano alimentar equilibrado deve incluir a ingestão de cerca de um litro e meio de água ao longo do dia. Além disso, deve procurar fazer refeições saudáveis e nutritivas.

Ao pequeno-almoço opte por um iogurte, uma peça de fruta e um pão de mistura com uma fatia de queijo.

A meio da manhã e da tarde, ingira uma peça de fruta e iogurte ou leite e um pão pequeno com uma colher (de chá) de creme vegetal. Não ultrapasse esta quantidade.

Ao almoço e jantar conjugue porções pequenas (100 a 150g) de carne ou de peixe, livres de gorduras visíeis, com uma a duas colheres de arroz, massa, batata ou leguminosas. A sopa deve inciar o almoço e o jantar.

Necessidades nutricionais

Em geral, uma mulher deve ingerir cerca de 2000 kcal por dia. Durante a gravidez as necessidades nutricionais começam a aumentar, sendo recomendável que sejam ingeridas mais 340 calorias por dia a partir do segundo trimestre e mais 450 calorias diárias, no terceiro trimestre.

 

fonte:http://saude.sapo.pt/s



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Sábado, 21 de Julho de 2012
Consumo de farinha de milho na gravidez diminui risco de autismo e de outras doenças

Uma pesquisa que acaba de ser divulgada pelo "American Journal of Clinical Nutrition" comprova que as mulheres que consomem cerca de 600 microgramas diárias de vitamina B-9 (também conhecida como ácido fólico) têm maiores chances de proteger os filhos contra o autismo e de outras doenças, como a anencefalia e a espinha bífida (mielomenigocele).

A forma mais prática de promover o provimento da vitamina B-9 é por meio do consumo de farinhas de milho, que não enriquecidas com ácido fólico, por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Além disso, as farinhas de milho também são enriquecidas com ferro, para evitar a anemia.

A pesquisa foi realizada entre 2003 e 2009, período em que o estudo analisou as informações de 837 mães de filhos autistas entre dois e cinco anos. O trabalho de investigação foi iniciado três meses antes das mulheres engravidarem e seguiu até o final da gestação. A quantidade e a frequência de ingestão do ácido fólico foram avaliadas em cada caso.

A ingestão de vitamina B-9 também concorre para evitar o mal de Alzheimer, reduz o risco de doenças cardíacas e derrames, contribui para controlar a pressão arterial e é recomendada no tratamento de várias anemias.

fonte:http://www.revistafator.com.br/



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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
Má nutrição na gravidez aumenta risco de diabetes

Uma nutrição pobre durante a gravidez pode aumentar o risco de desenvolver, mais tarde diabetes tipo 2 e outras doenças associadas à idade, segundo um estudo publicado na “Cell Death and Differentiation”, citou o site Alert.

 

Neste estudo, os investigadores da University of Cambridge e da University of Leicester, no Reino Unido, mostraram que, tantos os humanos como os ratos que estão expostos a uma dieta pobre durante o período de gravidez, não acumulam a gordura necessária para a vida. O armazenamento de gordura nos locais apropriados do organismo é importante, pois caso contrário estas acumulam-se em locais como o fígado e os músculos, onde podem mais facilmente conduzir à doença.

 

«Uma das formas que o nosso organismo tem em lidar com uma dieta moderna ocidental rica é armazenar as calorias em excesso nas células adiposas. Quando estas células não são capazes de absorver o excesso de gorduras, estas ficam depositadas noutros locais, como o fígado, onde são muito mais perigosas e podem levar à diabetes tipo 2», revelou, em comunicado de imprensa uma das autoras do estudo, Anne Willis.

 

Os investigadores constataram que este processo é controlado por uma molécula denominada miR-483-3p. O estudo revelou que esta molécula era produzida em níveis mais elevados nos indivíduos que tinham sido expostos a uma dieta pobre no útero das suas mães do que aqueles que foram melhor alimentados.

 

Experiências realizadas em ratos também mostraram que uma dieta pobre em proteínas durante a gravidez conduzia a níveis mais elevados da miR-483-3p nas crias. Isto conduziu ao desenvolvimento de células adiposas mais pequenas, tornando-as menos capazes de armazenar gordura durante a idade adulta. Estes ratinhos tinham menos risco de ficar com excesso de peso quando alimentados com uma dieta muito calórica, mas estavam em maior risco de desenvolver diabetes.

 

Os investigadores também verificaram que a miR-483-3p se encontrava em níveis elevados em pessoas que tinham nascido com baixo peso à nascença e que esta suprime uma proteína chamada GDF3. Descobriram que neste grupo de adultos, a proteína GDF3 estava presente em apenas cerca de 30% dos níveis encontrados nas pessoas nascidas com peso normal.

 

«Melhorar a dieta das pessoas e encorajar a prática de exercício físico é claramente a melhor forma de combater a epidemia da diabetes que está a afetar nossa sociedade. Contudo, algumas pessoas correm o risco de desenvolver esta doença apesar de não estar visivelmente com excesso de peso. Estes resultados permitirão ajudar as pessoas a tomar medidas preventivas para reduzir a sua probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2», conclui uma das autoras do estudo.

fonte:http://www.paisefilhos.pt/



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Terça-feira, 1 de Novembro de 2011
Alimentação em excesso pode prejudicar a gravidez

Especialista em qualidade de vida, saúde e nutrição fala sobre nutrição e gravidez. Ela alerta para necessidade das futuras mães se alimentarem com qualidade

 

Quem nunca escutou a frase: “mulher grávida come por dois”? Essa ideia era comum, mas passou a ser contestada por especialistas da área da saúde. Além de comer na medida, as futuras mães devem se alimentar com qualidade, pensando nas fases da gravidez e necessidades nutricionais para o desenvolvimento do futuro filho.     

“Infelizmente esse mito ‘pegou’ e ainda hoje algumas mulheres acreditam nisso e pior acham que comer muito é melhor que comer pouco. A alimentação em excesso é tão ruim quanto a falta de alimentação. Ambas as praticas podem trazer sérios problemas para a gestante e para o bebê, inclusive na vida adulta dessa criança”, alerta a especialista em qualidade de vida, saúde e nutrição e doutora em Ciências Ivani Manzzo.

Início da gravidez
As grávidas devem pensar nos nutrientes que ingerem. A escolha deve levar em conta os nutrientes necessários nas diferentes fases da gestação.  Durante o primeiro trimestre da gravidez a dica é consumir ácido fólico, segundo a quantidade prescrita por meio de recomendação médica.  

 

“No início, quando ocorre a formação da placenta é muito importante. Nesse período a alimentação e o exercício se mostram fundamentais para uma boa formação da placenta e consequentemente uma gestação mais segura e saudável.Porém, no restante do desenvolvimento alimentação continua sendo importante”, conta a Ivani.

A especialista ressalta que a quantidade de nutrientes a serem ingeridos durante cada fase da gravidez varia de acordo com a idade e estado metabólico de cada mulher.

Além de consultar o médico e fazer o acompanhamento pré-natal, as gestantes deveriam ter o hábito de procurar um nutricionista ou nutrólogo.  

fonte:http://acritica.uol.com.br/



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Domingo, 18 de Setembro de 2011
Ingestão de iogurtes magros durante gravidez pode aumentar riscos de asma nas crianças
As mulheres que consomem iogurtes magros durante a gravidez podem aumentar o risco de os seus filhos virem a sofrer de asma, segundo um estudo que será apresentado num congresso em Amesterdão.
O estudo, que será apresentado a 25 de Setembro no congresso anual da European Respiratory Society, sugere que este risco se deve à falta de ácidos gordos que protegem o organismo. 

A equipa de investigadores, coordenada por Ekaterina Maslova, da Harvard School of Public Health, analisou as dietas alimentares de mais de 70 mil mulheres dinamarquesas e das suas crianças, até aos sete anos de idade.

Assim, a conclusão a que os investigadores chegaram é que as grávidas que consomem iogurtes magros de fruta uma vez por dia têm mais probabilidades de que os seus filhos venham a desenvolver problemas de asma até aos sete anos, quando comparados com as crianças de mulheres que não comeram iogurtes magros. Além disso, as crianças daquelas mulheres são mais propensas a ter rinites alérgicas.

“Este é o primeiro estudo do género a relacionar o consumo de iogurtes magros, durante a gravidez, com o aumento do risco de asma e de rinite alérgica nas crianças”, disse a investigadora citada num comunicado da European Respiratory Society.

“São conclusões complexas. A falta de ácidos gordos nos iogurtes magros pode ser a chave para interpretar estes resultados”, comenta Ekaterina Maslova, citada pela BBC online. No entanto, a investigadora considera que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas. “Precisamos replicar estes resultados em outros estudos”, considerou.
fonte:http://www.publico.pt/


publicado por adm às 20:00
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