Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014
Vinte e um fatos bizarros sobre a gravidez

O que você realmente entende de gravidez? Não, caro(a) leitor(a), não é por acaso que as mulheres possuem ovários, útero e um número limitado de óvulos desde que nascem. Muitas vão optar por não engravidar, mas as que eventualmente o fizerem, essas sim irão sofrer transformações drásticas em seus corpos, relacionamentos e psique que as que nunca tiverem jamais saberão o que é. Tudo bem, essas mudanças podem não ser magníficas, entretanto algumas delas são particularmente interessantes. Pensando nisso, o site BuzzFeed decidiu trazer as vinte e uma coisas sobre a gravidez que você provavelmente ainda não sabia:

1. Estimular os mamilos é o único método cientificamente provado de estimular o trabalho de parto.
Esfregar ou girar os mamilos de uma mulher quando ela está prestes a dar à luz pode causar contrações devido à ação de um hormônio chamado ocitocina, que pode gerar contrações. Este método é chamado de “técnica do conforto”.

2. A gravidez mais longa já conhecida durou um ano e dez dias.
A gravidez do ser humano normalmente dura cerca de 280 dias, porém Beulah Hunter de Los Angeles descobriu que às vezes elas podem durar mais de um ano.


3. Bebês conseguem sentir o gosto do alimento que suas mães estão comendo.
 Sabores fortes como o de alho conseguem ultrapassar a barreira do fluido amniótico no útero, um estudo recente provou que os bebês cujas mães bebiam muito suco de cenoura também acabavam apresentando preferência pelo suco de cenoura.

4. Existem mais gêmeos na África Central do que em qualquer outro país em desenvolvimento.

5. É possivel engravidar através de sexo oral. Na verdade, uma mulher engravidou após fazer sexo oral e ser esfaqueada.
Uma garota de Lesotho que nasceu sem vagina engravidou quando foi esfaqueada no estômago depois de fazer sexo oral no namorado. É sério! Isso foi um fato que realmente aconteceu.

6. A partir dos seis meses em diante, os bebês começam a fazer xixi dentro do útero. E eles bebem tudo depois. E fazem xixi de novo. E bebem mais uma vez. Já deu pra imaginar o cenário, né.


7. Na verdade, o líquido amniótico não passa de urina estéril em boa parte de sua composição.

8. O bebê começa a fazer seu primeiro cocô, chamado de mecônio, por volta da 21ª semana de gestação. No entanto, ele só vai terminar o “serviço” após o nascimento.

9. Grávidas e mães de primeira viagem conseguem secretar leite automaticamente ao ouvir um bebê chorar (mesmo se não delas).


10. As garotinhas já nascem com todos os óvulos que irão usardurante toda a vida, mas os homens não desenvolvem esperma até a puberdade.

11. Coelhos, cachorros, porcos, baleias e humanos começam suas vidas como óvulos fecundados praticamente do mesmo tamanho (cerca de 0.2 milímetro).

12. Grávidas que sofrem de azia são mais propensas a dar a luz a bebês cabeludos. Cientistas sugerem que níveis mais altos de estrogênio e progesterona que estimulam o crescimento do cabelo também relaxa o esôfago, causando refluxo ácido.

13. Em cada dois mil bebês, um nasce com um dente.

14. Ter um bebê do sexo masculino pode aumentar o risco de doenças autoimunes na mãe.

15. Bebês choram no útero. 
A constatação foi feita por observação utilizando scanners de quatro dimensões, mas os cientistas deixam claro que os bebês não necessariamente choram porque estão tristes ou irritados – estão apenas praticando.

16. O útero da mulher se expande mais de 500 vezes o o seu tamanho normal durante o curso da gravidez.

17. Quando uma mulher está no último mês de gravidez, sua placenta irá produzir mais estrogênio num dia do que uma mulher que não está esperando um bebê produziria em três anos.

18. Além do seu útero, os pés e coração da mulher também aumentam de tamanho durante a gravidez. O coração da grávida cresce para conseguir lidar com o volume maior de sangue no corpo, e os pés incham por conta da retenção de fluidos e estiramento dos ligamentos.

19. As impressoes digitais de um bebê são definidas nos três primeiros meses de gravidez.

20. Orgasmos podem causar contrações.
Não contrações verdadeiras, mas contrações “artificiais”, como chamou Braxton Hicks. Não fique excitada demais – ficar com a bexiga cheia também pode causá-las.

 

fonte;:https://br.mulher.yahoo.com/



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Sexta-feira, 28 de Março de 2014
Injeção de ácido na pele reduz manchas causadas na gravidez

Bastante comuns no rosto, principalmente em áreas como bochecha, testa e queixo, as manchas provocadas pelas alterações hormonais típicas da gravidez e até mesmo pelo uso constante das pílulas anticoncepcionais podem ser atenuadas não só com a adoção de diferentes peelings, mas também pela aplicação de injeções de ácido tranexâmico.

 

Conhecida no meio médico por sua poderosa ação contra os melasmas, a substância consegue frear o aumento dos famosos melanócitos, que nada mais são do que as células responsáveis por produzir mais melanina e alterar a tonalidade da pele, provocando marcas escuras e amarronzadas que se alojam nas camadas mais profundas da derme, não somem totalmente e acabam reaparecendo quando há exposição ao sol de forma descuidada.

 

Realizado por meio da penetração de agulhas no tecido subcutâneo, o procedimento costuma causar um pequeno desconforto nas pacientes. Por isso,  no início da sessão, um creme anestésico é aplicado na região tratada para aliviar a incômoda sensação. “Logo após a injeção, o rosto pode ficar inchado, levemente avermelhado ou com algum pontinho roxo, mas não há com o que se preocupar, pois os efeitos são perfeitamente camuflados com o uso de maquiagem”, garante Carla Albuquerque, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

 

Livre de contraindicações, o ativo pode ser aplicado em todos os tipos de pele. Quem deseja alcançar um resultado mais duradouro e satisfatório pode fazer até dez sessões, realizadas com intervalos de uma ou duas semanas, dependendo da necessidade de cada caso.

 

fonte:http://beleza.terra.com.br/s


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Domingo, 29 de Dezembro de 2013
Praticar exercícios físicos durante a gravidez melhora atividade cerebral do bebê

Apenas 20 minutos de exercícios moderados três vezes por semana durante a gravidez melhoram o desenvolvimento do cérebro do recém-nascido, de acordo com pesquisadores da Universidade de Montreal. Esta vantagem inicial pode ter um impacto em toda a vida da criança .

— Apesar de estudos em animais já terem mostrado resultados semelhantes, este é a primeira pesquisa em seres humanos que mediu objetivamente o impacto do exercício durante a gravidez diretamente no cérebro do recém-nascido. Estamos otimistas de que esse resultado incentive as mulheres a mudar os seus hábitos de saúde, uma vez que o simples ato de se exercitar durante a gravidez pode fazer a diferença para o futuro do seu filho — explicou o professor Dave Ellemberg , que liderou o estudo.

Ellemberg e seus colegas Daniel Curnier e Élise Labonté - Lemoyne apresentaram suas conclusões no congresso Neuroscience 2013, em San Diego.

Não muito tempo atrás, os obstetras diriam para as mulheres terem calma e descansar durante a gravidez. Recentemente, o discurso mudou e é muitos especialistas indicam que a inatividade é realmente um problema de saúde.

— Ser ativa na gestação pode facilitar a recuperação pós -parto, tornar a gravidez mais confortável e reduzir o risco de obesidade nas crianças. Além disso, o exercício tem demonstrado ser benéfico para o cérebro do adulto, o que levanta a hipótese de que ele também pode ser benéfico para o feto por meio de ações da mãe — explicou Curier.

Para verificar isso, mulheres com gravidez a partir do início do segundo trimestre foram aleatoriamente separadas em dois grupos: um que praticou exercícios e outro sedentário. As mulheres ativas tiveram de realizar pelo menos 20 minutos de exercícios cardiovasculares três vezes por semana em uma intensidade moderada, o que deve levar a pelo menos uma leve falta de ar.

A atividade cerebral dos recém-nascidos foi avaliada entre os 8 a 12 primeiros dias de vida, por meio de eletroencefalografia, exame que permite o registro da atividade elétrica do cérebro.

— Nós usamos 124 eletrodos suaves colocados na cabeça do bebê e esperamos a criança adormecer no colo de sua mãe. Então, medimos a memória auditiva por meio da resposta inconsciente do cérebro de sons repetidos e inovadores. Nossos resultados mostram que os bebês nascidos de mães que eram fisicamente ativas tiveram uma ativação cerebral mais madura, o que sugere que o cérebro se desenvolveu mais rapidamente — disse Labonté - LeMoyne.

Agora, os pesquisadores estão realizando avaliações cognitivas, motoras e de desenvolvimento da linguagem das crianças em idade de um ano para verificar se essas diferenças são mantidas ao longo do tempo.

fonte:http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc



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Sábado, 12 de Outubro de 2013
Azia na gravidez: como atenuar os sintomas

Comer pouco e várias vezes ao dia e beber menos líquidos podem ajudar a diminuir as crises de azia durante a gravidez.

Ao longo da gravidez, são muitas as mulheres que sentem agravar-se os sintomas de azia e má disposição. Este mau estar tem várias causas, sempre relacionadas com as alterações que o organismo da mulher sofre ao longo da gestação. Por um lado, a alteração dos níveis hormonais, que podem afetar os músculos do trato gastrointestinal e a tolerância do organismo a certos alimentos. Por outro, o aumento do volume do útero, que aumenta a pressão sobre o esfíncter esofágico.

Com pequenas alterações do estilo de vida, os sintomas de azia podem ser prevenidos. Comer pouco e várias vezes ao dia, é uma delas. Outra é reduzir a ingestão de líquidos às refeições e manter a cabeceira da cama elevada na hora de dormir.

Se a azia persistir, aconselhe-se com o seu médico, já que existem medicamentos que ajudam a atenuar os sintomas. Os antiácidos com alumínio ou magnésio podem ser tomados durante a gravidez e o aleitamento, não representando riscos para a mãe e para o feto. Contudo, deve ter cautela já que, durante o aleitamento, devem ser evitados os antiácidos que contenham bicarbonato de sódio ou trisilicato de magnésio, prejudiciais para o bebé.

 fonte_http://www.deco.proteste.pt/sa




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Quinta-feira, 15 de Agosto de 2013
Confira dicas para dormir bem durante a gestação

Durante a gravidez são comuns alguns incômodos com relação à postura, principalmente, na hora do descanso. O peso da barriga causa dores na coluna durante o dia e, à noite, o inchaço e o aumento de peso dificultam a movimentação na cama. Com isso, as mulheres acabam tendo problemas para dormir ou tem seu sono alterado.

Segundo a fisioterapeuta e especialista em medicina do sono, Carolina Elena Carmona de Oliveira, no início da gravidez, muitas mulheres se sentem mais sonolentas durante o dia devido o aumento do nível do hormônio progesterona no organismo.

— No entanto, há mulheres que sofrem para ter um sono reparador nesse mesmo período, o que pode ter relação com a excitação ou insegurança de carregar um bebê — explica.

Ainda segundo Carolina, do quarto ao sexto mês, aproximadamente, os hormônios se estabilizam e o mais comum é que as mulheres não tenham problema com relação à qualidade do sono. Já nos três últimos meses entra a fase de maior queixa, sobretudo, por conta do crescimento da barriga e da dificuldade de encontrar uma posição confortável para deitar.

A especialista dá algumas dicas para que a mamãe possa dormir bem durante os meses da gestação:

— A melhor posição para dormir é virada para o lado esquerdo. Essa posição facilita a circulação do sangue entre mãe e feto, possibilitando o envio de mais oxigênio e nutrientes para o bebê

— Além de dar preferência para o lado esquerdo, deite-se com a barriga voltada para fora da cama. Na hora de levantar, já que as pernas serão colocadas, primeiramente, para fora do leito, evita-se um esforço desnecessário nas costas

— Se a gestante não sentir desconforto, também poderá dormir de barriga para cima. Algumas sentem falta de ar por causa da compressão da veia cava, responsável por trazer grande parte do sangue circulante de volta ao coração

— Até o fim da gravidez é comum que a mulher tenha crises de câimbras, principalmente, à noite. No momento da crise, estique a perna e massageie o local para que o desconforto passe. O uso de uma almofada antirrefluxo e antivarizes auxilia na circulação sanguínea e relaxamento das pernas

— A grávida pode utilizar, também, para apoio e costas alinhadas, uma almofada sob a barriga. Sem ela, a mulher acabará apoiando a barriga na cama, podendo causar torções na coluna

— Utilize um travesseiro para apoio da cabeça, em uma altura que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando assim, um ângulo de 90 graus no pescoço. Nesta posição os joelhos deverão estar preferencialmente semiflexionados, com um travesseiro de corpo ou um rolinho entre eles. Assim o peso da barriga é compensado e a grávida tem mais apoio para descansar;

— No começo da noite diminua o ritmo de suas atividades e tente dormir por, pelo menos, oito horas. É importante também ficar atenta aos cuidados necessários como, quarto arejado, roupas de cama limpas e macias, camisolas ou pijamas confortáveis, ambiente escuro e silencioso

— Invista em exercícios físicos leves. Eles liberam substâncias que a farão relaxar na hora de dormir. O ideal é conversar com um especialista para saber quais as melhores atividades durante a gestação

— Organize-se para descansar, pelo menos, trinta minutos depois do almoço. Se não for possível, estique o corpo em um sofá e relaxe para recuperar as energias. Isso ajudará a ter um sono mais reconfortante à noite

— Caso tenha insônia, levante-se. Não fique rolando na cama mais de meia-hora. Tome um banho morno, leia um livro e escute uma música suave. Quando ficar sonolenta novamente, volte para a cama

— Massagens são sempre muito bem-vindas. Peça ao seu companheiro para fazer uma massagem no sentido dos pés ao quadril, utilizando cremes ou óleo para facilitar os movimentos. Você se sentirá muito mais relaxada

— Fique atenta quanto às refeições noturnas. Cerca de duas horas antes de dormir, evite tomar líquido. Isso evitará ter de se levantar muitas vezes para ir ao banheiro. Além disso, para não sentir náuseas, evite comer e, em seguida, deitar. Se a grávida sofre de refluxo gástrico, o cuidado deve ser redobrado

 

fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br/r



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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
Hidratação na gravidez evita inchaços e ajuda a eliminar toxinas

Água é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Na gravidez, ela é mais importante ainda! É que esse precioso líquido traz muitos benefícios: melhora a circulação sanguínea e a irrigação do útero e da placenta; mantém o líquido amniótico em níveis adequados; estabiliza a pressão arterial; elimina toxinas que aumentam o risco das perigosas infecções urinárias, e evita o inchaço.

Com tantos benefícios, a recomendação é beber de 1,5 a 2 litros de água por dia. É demais? Diversifique! “Embora ela seja o líquido mais rapidamente absorvido, sucos, frutas e alimentos com alto teor hídrico também ajudam a manter uma hidrataçãoadequada”, garante o nutrólogo Fernando de Assis Valle, de São Paulo, em entrevista à revista CLAUDIA BEBÊ. Veja aqui boas opções para se hidratar:

• Suco & cia. Prefira os naturais, ricos em vitaminas, livres de corantes e de açúcar em excesso. O suco de limão, por seu sabor azedinho, ajuda a aliviar as náuseas dos primeiros meses. A água de coco, rica em sais minerais e nutrientes, atenua o enjoo e a azia, além de atuar como um isotônico natural, regulando o equilíbrio dos líquidos no organismo. E sucos de frutas ricas em fibras, como laranja, ameixa e abacaxi, combatem o intestino preso, incômodo frequente a partir do segundo trimestre da gravidez. Quer mais dicas? Olha só estas duas receitinhas deliciosas de sucos: melancia com mirtilos etangerina com framboesa.

• Beba muito leite. Além de ser um alimento poderoso, ele concentra 90% de água. Sem falar nas proteínas e no cálcio – cuja demanda cresce bastante na gravidez. Prefira as versões desnatadas ou semidesnatadas, que contêm menos gordura. Para variar, aposte em vitaminas com leite (como esta de morango) e nos smoothies, que levam frutas batidas com iogurte.

• Invista em sopinhas. Caldos e sopas preparados com verduras, legumes e carne hidratam e ainda fornecem minerais e proteínas. Olha só esta sopa de abóbora com frango.  Só maneire nos cremes à base de queijo e nas receitas com muita batata e macarrão, que tendem a ser calóricas demais.

• O que deve ser evitado. Fique longe de bebidas alcoólicas e refrigerantes. Controle o café! A gravidez aumenta a sensibilidade à cafeína. Ingerir mais do que duas xícaras pequenas ao dia pode causar agitação e taquicardia na mãe e no feto. Já os chás preto e verde devem ser cortados. O primeiro por concentrar muita cafeína, e o verde por inibir a ação do ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do bebê.

As receitinhas indicadas aqui são do canal de Culinária do MdeMulher.

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013
É possível ter o mesmo corpo após a gravidez? Veja mitos e verdades

Especialistas dão dicas para evitar e combater estrias, flacidez e ganho de peso depois da gestação

 

Recentemente, pessoas próximas à socialite americana Kim Kardashian, que deu à luz sua primeira filha North West em 15 de junho, revelou que ela não se sente nada confortável com o corpo após a gravidez e se prepara para um pesado treino no qual empurrará um trenó de 90 quilos para recuperar a forma, além de estar consumindo apenas 1500 calorias por dia.

 

Durante uma entrevista ao programa Superbonita, a apresentadora Angélica, mãe de três filhos também disse não se sentir muito bem durante a gestação. “Claro que seria um absurdo eu dizer que não gosto de estar grávida. Mas não posso mentir e falar que adoro essa fase. Fico enjoando e não consigo me achar bonita”.

Gravidez
Durante este período, a mulher passa por uma enxurrada de hormônios que transforma todo o corpo, começando pelas mamas, que incham bastante até o terceiro mês e o crescimento da barriga, que começa a ficar mais evidente depois do quinto mês.  Segundo a ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein, Dra. Alessandra Bedin, é “recomendado é engordar de 9 a 16 quilos, dependendo da altura e do peso antes de engravidar”.

Ao longo da gravidez, o músculo reto-abdominal se abre e a cintura alarga para garantir o aumento seguro da barriga. Mas isso pode apresentar variações entre as gestações.  “No primeiro filho, o tamanho da barriga e a flacidez da musculatura é melhor. Em geral, a barriga do segundo filho fica um pouco mais flácida devido ao músculo que já foi distendido”, explica a ginecologista Alessandra Bedin. 

 

“Na primeira gravidez, o músculo está fechado. Na segunda, não está mais. Então, para quem não malha e tem barriga flácida, a tendência é aumentar ainda mais”, explica o cirurgião plástico Dr. Edilson Pinheiro. Por isso, ter cuidado com o peso e com o corpo antes da gravidez são passos fundamentais para garantir uma gravidez melhor e resultados mais satisfatórios de perda de peso no pós-parto.

 

Esse cuidado também deve ser tomado para evitar o surgimento de varizes, estrias e aumento da celulite. Por isso, procurar um nutricionista, beber muita água e praticar exercícios físicos com acompanhamento médico são fundamentais. “As estrias aparecem quando você aumenta ou diminui o peso rapidamente”, explica o Dr. Edilson, que ressalta a importância de observar o ganho de peso. Mas é como evitá-las?

 

“Prevenir é o melhor remédio. Todas sabem que estrias só são retiradas com cirurgia plástica e devemos evitar ao máximo o aparecimento. Beber muita água e usar hidratantes a base de ureia são as melhores opções”, afirma a cirurgiã plástica Dra. Vanessa Brandalise.

Os óleos também são indicados para a hidratação, mas desde que tenham água na formulação. “Óleo puro de amêndoas ou não, ele faz uma capa externa na pele e é pior do que não passar nada. O melhor é sempre passar um óleo no banho ou usar os cremes com uma base de água para ter penetração na pele”, explica a Dra. Alessandra.

 

De acordo com o aparecimento das estrias, a barriga costuma coçar, sinal de que a hidratação precisa ser intensificada. “Coceira é um sinal de que está estourando o colágeno da pele. O sinal de querer coçar é o pior problema, aí não tem jeito. Por isso, quanto mais hidratação melhor. Pode melecar!”, continua a ginecologista.

A drenagem linfática é um bom hábito para se adquirir durante a gravidez e mantê-lo no pós-parto. “Não há contra indicação para drenagem, mas a posição de barriga para cima não é apropriada, tente sempre fazer de lado. Duas ou três vezes por semana, a própria mulher pode massagear seios, olhos e rosto em casa para diminuir o inchaço”, indica a Dra. Alessandra.

O cuidado com a pele é mais uma prioridade, devido às manchas que aparecem principalmente nas mulheres morenas e não são sensíveis somente ao sol, mas também à luz. Por isso, o filtro solar deve ser aplicado no rosto, mãos e braços e reaplicado depois de quatro ou seis horas.

 

Pós-parto
Depois do parto, a preocupação em recuperar o corpo também chega.  “Dizem que a mulher nunca mais vai ter o corpo de antes, mas isso é totalmente mito”, afirmou Dra. Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein.

 

Algumas mulheres se recuperam o corpo mais facilmente, já outras precisam de um pouco mais de esforço para recuperar a forma desejada.  A cantora Ivete Sangalo disse não ter tido pressa para perder os 24 quilos da gravidez do filho Marcelo.  Ela eliminou 15 deles nos primeiros meses e se concentrou em exercícios e alimentação mais regrada depois de um ano do nascimento do herdeiro. Já a também cantora baiana Claudia Leitte disse não ter feito nada de especial para emagrecer os 13 quilos que ganhou na gravidez de seu segundo filho. “Perdi treze quilos em um mês sem fazer nada demais”, declarou na época.

 

“Normalmente falamos que um bebê demora nove meses para nascer, e outros nove meses para o corpo voltar ao normal. Todas já vimos mulheres magérrimas e saradas logo após a gestação, mas isso não é o normal e nem aconselhável. Esperar o tempo necessário ao retorno dos níveis hormonais e da circulação materna é importantíssimo”, alerta a cirurgiã plástica Dra. Vanessa Brandalise.

 

Nos meses seguintes ao parto, a amamentação é a grande aliada da mulher. “Na fase de amamentação é mais fácil perder peso porque o corpo está com o metabolismo aumentado para a produção do leite e isso ajuda a queimar excesso de gordura que ele acumulou para a época da amamentação. Sendo assim, a tendência é ele próprio consumir aquilo que armazenou”, explica a cirurgiã.

 

No entanto, algumas mulheres têm mais dificuldades em ter de volta o corpo pelo menos parecido ao que era antes. “Depois de seis meses, fazendo exercício e alimentação adequada, se não recuperou o peso, aí a cirurgia plástica é uma opção”, afirma a ginecologista do Hospital Albert Einstein, Dra. Alessandra Bedin. No entanto, a mulher não pode estar amamentando para passar pela cirurgia. “O ideal é esperar um período de 8 a 12 meses, mas a mulher deve estar sem amamentar por pelo menos três meses e estar com o seu peso o mais próximo possível do anterior a gestação”, explica a cirurgiã plástica Dra. Vanessa.

 

Mas, tomar alguns cuidados durante o período pós-parto pode ajudar a evitar a mesa de cirurgia. Os básicos: exercício físico, alimentação adequada, beber muito líquido e hidratar mamas (evitando a região da auréola) e barriga devem virar regra, mas outros opções também podem ajudar. “Métodos alternativos, como drenagem linfática, infravermelho, radiofrequência e cremes modeladores aceleram o retorno mais rápido após o parto, assim como o uso de ácidos e peelings para as manchas faciais”, argumenta a cirurgiã plástica.

No primeiro mês após o parto, o uso da cinta modeladora é indicado, mas ao contrário do que se imagina, não deve ser estendido como forma de ajudar a reduzir a barriga. “A cinta faz uma leve compressão no abdômen e ajuda na drenagem quinze ou trinta dias após o parto ou em qualquer outra cirurgia. O que ela faz é ajudar na redução do inchaço, em relação à flacidez, não ajuda muito. O que ajuda a perder peso é a alimentação”, explica o cirurgião plástico Dr. Edilson Pinheiro. 

 

Os seios também são motivo de preocupação para as mulheres. Estrias e a aparência de “caídos” são os principais incômodos. Para evitar que o aumento do peso das mamas cause menos danos possível, o uso de um sutiã adequado é a melhor escolha. “O que mais faz diferença é o quanto ela sustenta a mama, usar um bom sutiã é fundamental. Ele deve ter alça e sustentação boa na parte de baixo”, explica a Dra. Alessandra. Ter o cuidado de segurar o seio na hora da amamentação também pode amenizar os problemas, além de ser melhor para o bebê.

“Lembrando sempre que o bebê deve mamar igualmente nos dois seios. Isso pode causar problemas futuros, se houver predileção por um lado”, alerta a Dra. Vanessa. Para as mulheres que têm silicone, o cuidado deve ser um pouco maior. “Durante a amamentação, junta o peso do silicone com o peso do seio, aí normalmente as mulheres precisam arrumar depois”, explica o cirurgião plástico Dr. Edilson Pinheiro. No entanto, ele ressalta também que “peso, genética e qualidade do silicone” fazem muita diferença.

 

fonte:http://mulher.terra.com.br/vi



publicado por adm às 22:51
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Sábado, 1 de Junho de 2013
Grávidas vão passar a receber suplemento de iodo

Os estudos mais recentes revelam que as grávidas têm falta de iodo, que pode ter implicações nas capacidades intelectuais das crianças.

Os médicos vão passar a prescrever um suplemento de iodo às grávidas portuguesas. A confirmação foi feita à Renascença pelo director-geral de Saúde, Francisco George.

Os estudos mais recentes revelam que as grávidas têm falta de iodo, que pode ter implicações nas capacidades intelectuais das crianças. Uma falha que pode ser compensada com um suplemento que vai ser produzido pelo laboratório português Bial.

À margem da cerimónia de comemoração do Dia Mundial da Criança, que decorreu no Hospital de D. Estefânia, Francisco George destacou também a necessidade dos pais cumprirem o programa de vacinação das crianças, sob pena de sermos confrontados com o regresso de algumas doenças de que já pouco ouvimos falar.

O Plano Nacional de Vacinação vai ser alterado daqui a alguns meses, vai ter um novo calendário e incluir uma nova vacina contra a Meningite B.

fonte:http://rr.sapo.pt/




publicado por adm às 22:24
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Domingo, 5 de Maio de 2013
Exercício na gravidez fortalece coração do bebé

As mulheres grávidas que praticam exercício regularmente fortalecem não só o próprio coração mas também o do bebé. Caminhadas, ioga e pilates são algumas das atividades mais recomendadas.


A conclusão é de um estudo realizado por investigadores da Universidade de Medicina e Biociências de Kansas City, nos Estados Unidos. Divulgado pela Federação Espanhola do Coração, o ensaiso envolveu 61 grávidas entre os 20 e os 35 anos, das quais 26 praticam exercício físico três vezes por semana.

As mulheres fizeram exames às 28, 32 e 36 semanas de gravidez para medir a frequência cardíaca do feto. Os testes revelaram que o ritmo cardíaco dos bebés das mães que faziam exercício era mais baixo do que os das mulheres que não praticavam atividades aeróbicas regulares.

Assim, o exercício praticado pela mãe afeta diretamente a saúde do bebé, conclui o estudo. As endorfinas produzidas durante as atividades físicas atravessam a placenta e melhoram a saúde do sistema cardiovascular do feto, acrescenta o ensaio.

Segundo José Luis Palma, vice-presidente da Federação Espanhola do Coração, se o ritmo cardíaco dos bebés registar valores baixos durante a gestação, "o risco de taquicardia durante o parto é menor" o que beneficia "o recém-nascido e evita eventuais complicações".

Deste modo, uma baixa frequência cardíaca é sinónimo de um coração saudável ", afirma Dr. José Luis Palma.

Os benefícios da atividade física mantêm-se durante toda a gestação e até mesmo no primeiro mês após o nascimento do bebé. Linda May, investigadora que liderou o estudo, demonstrou que até quatro semanas após o parto, os bebés das mães que faziam exercício continuaram a registar batimentos cardíacos mais baixos.

É importante alertar que todas as grávidas consultem um médico especializado antes de fazerem exercício, dado que a atividade física em mulheres com hábitos sedentários pode mesmo ser prejudicial. Além disso, a intensidade do exercício depende do estado de saúde da mãe e do mês da gestação.

fonte:http://www.jn.pt/P




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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
Medidas simples ajudam a aliviar dores comuns na gravidez e evitam o uso de remédios

Para gerar uma vida, o corpo feminino passa por uma grande transformação durante a gestação. As alterações dessa fase interferem em vários sistemas, principalmente nos osteo-músculo-articular, digestório, circulatório e respiratório. "Todas essas modificações têm como objetivo adaptar o organismo para carregar e nutrir o feto", afirma o ginecologista e obstetra Alberto Jorge Guimarães, mestre pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Guimarães afirma que essas mudanças no corpo da mulher fazem parte de toda gestação normal e, apesar do desconforto e das muitas dores que elas podem causar, o uso de qualquer remédio sem prescrição médica é perigoso.

"Os medicamentos devem ser usados apenas com indicação médica e nos casos de dor extrema, nos quais já foram tentadas todas as estratégias não medicamentosas e elas não funcionaram", declara o especialista.

 

Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital São Luiz, em São Paulo, mestre em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), afirma  que muitos remédios podem afetar os órgãos do bebê, que estão em formação. "Os anti-inflamatórios, por exemplo, podem comprometer algumas estruturas do coração da criança", diz a especialista.

Os incômodos mais frequentes

Primeiro trimestre
Logo no início da gravidez, é comum que a mulher apresente dor nos seios, que tende a regredir espontaneamente. "O uso de sutiãs adequados, com alças largas e apoio nas costas, minimiza o desconforto", diz a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama.

Para a ginecologista e obstetra Denise Gomes, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), alguns sintomas podem ser contornados com uma boa alimentação.

"A gestante tem de se alimentar bem, pensar no que vai ingerir e não comer muito. O ganho de peso deve ser, no máximo, entre dez e 12 quilos durante a gestação inteira", diz a médica. Denise afirma que alimentos ricos em sal podem piorar muito o inchaço, um dos incômodos do primeiro trimestre, e devem ser evitados. Frituras também precisam ser riscadas do cardápio da grávida.

Ingerir porções menores e não ficar mais do que três horas sem comer são outros cuidados que permitem que a mulher drible o enjoo, tão comum no início da gestação, sem ter de apelar para um remédio que iniba os vômitos.

"Em contrapartida, água e líquidos em geral, sem açúcar, devem ser ingeridos com abundância, pois ajudam no funcionamento do intestino, do sistema urinário e ainda auxiliam a reduzir o edema ou inchaço".

De acordo com o ginecologista e obstetra Alfonso Massaguer, especialista em reprodução humana pelo Instituto Universitário Dexeus, de Barcelona, as dores de cabeça também podem se intensificar ao longo da gravidez. "Os altos níveis hormonais podem piorar quadros de enxaqueca nas pacientes predispostas". E a alimentação balanceada ajuda a evitar esse problema também.

Para buscar alívio para as enxaquecas, Flávia Fairbanks diz que a gestante pode fazer escalda-pés e massagear as têmporas com as pontas dos dedos, em movimentos circulares. "Mas o repouso é a principal recomendação", declara a especialista. 

 

Segundo trimestre
Nessa fase, de acordo com os especialistas, é comum a mulher sentir a chamada dor no baixo ventre, que acontece em função do crescimento do útero, que passa a pressionar músculos, ligamentos, veias e outros tecidos do corpo.

"A dor no baixo ventre, que lembra a cólica menstrual, causa medo de abortamento, mas geralmente cessa espontaneamente, sem a necessidade de medicação", declara Alberto Guimarães. Para amenizar o problema, a mulher pode tomar banhos quentes ou usar bolsas térmicas no local. Se a dor não melhorar ou houver sangramento, a gestante deve procurar imediatamente o médico com quem faz o pré-natal.

O que também ocorre nesse período da gravidez é o peso do útero modificar o eixo gravitacional da mulher. A gestante passa a curvar mais a coluna –desenvolvendo hiperlordose (aumento da curvatura da região lombar) e hipercifose (aumento da curvatura da região dorsal)– e a alargar a base de sustentação, andando com os pés afastados. Tudo isso leva à utilização de grupos musculares que não são rotineiramente solicitados e pode provocar desconforto na coluna e fadiga. "Alongamento e atividade física regulares ajudam a estabilizar e a fortalecer os grupos musculares mais solicitados", afirma Malaguer.

 

Terceiro trimestre
Os incômodos articulares causados pelo acúmulo de líquido podem estar mais presentes à medida em que a gravidez progride e o peso da gestante aumenta, sobretudo em mulheres menos ativas fisicamente. "No último trimestre, algumas grávidas se referem às dores nas virilhas", afirma o ginecologista e obstetra Cláudio Basbaum, introdutor do Parto Leboyer (nascimento sem violência) e da Técnica de Shantala (massagem para bebês), no Brasil e obstetra da Maternidade São Luiz, em São Paulo. 

"Nessa fase recomendamos a prática de exercícios físicos sem impacto com fortalecimento, como o alongamento e o relaxamento muscular, massagens e imersões em água aquecida, além de usar calçado de salto baixo e adequado", segundo o médico. 
 
Outras medidas gerais são válidas para todas as gestantes. "Adotar a postura ereta ao sentar, usar colchão mais firme, evitar carregar excesso de peso e deitar-se de lado --de preferência com uma almofada entre os joelhos-- são atitudes que facilitam a rotina sem grandes incômodos", segundo Basbaum. O médico sugere que, ao se levantar, a grávida  tome o cuidado de, primeiro, se acomodar em ‘posição fetal’ para elevar-se de lado, para não forçar a coluna.
fonte:http://mulher.uol.com.br/g


publicado por adm às 22:54
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