Sábado, 16 de Junho de 2012
Gravidez de risco

Provavelmente este termo tem um significado diferente entre grávidas e técnicos de saúde - algumas situações que têm muita importância para as mulheres que estão grávidas podem ser completamente banais e naturais para os médicos.

Assim, para que todos falem a mesma linguagem foi criada uma espécie de tabela que contém uma lista variável de situações que podem acontecer antes, durante ou depois da gravidez, na altura do parto, e que colocam a gravidez numa categoria de risco. Este número infindável de situações vai para além do âmbito deste artigo mas para que fique com uma ideia mais definida vamos dar alguns exemplos de factores de risco:

  • A existência de algumas doenças crónicas, principalmente, se interferirem com o normal desenvolvimento da gravidez, pode tornar uma futura gravidez de risco: como por exemplo a diabetes ou a hipertensão;
  • Ter antecedentes na família que tenham vivido uma gravidez de risco também torna, na grande maioria das situações, a actual gravidez numa situação de risco: por exemplo, se alguém da sua família teve pré-eclampsia, existe um risco acrescido de pré-eclampsia numa futura gravidez;
  • Fumar em demasia pode também trazer alterações no decurso da gravidez, devendo estas grávidas ser consideradas de risco, se não deixarem de fumar;
  • Durante a gravidez, se tiver anemia grave, diabetes, hipertensão, uma gravidez gemelar ou se tiver uma ameaça de parto prematuro;

E, finalmente, existem algumas situações que podem acarretar algum grau de risco durante o parto: ter um feto muito grande, ter realizado uma ou mais cesarianas ou o feto estar pélvico (sentado).

Claro que, neste momento, é provável que todas as futuras mamãs se questionem como é possível saber se a sua gravidez é ou não de risco…

Estas situações são habitualmente diagnosticadas pelo médico/a assistente e encaminhadas para um hospital/maternidade de referência para que a gravidez passe a ser vigiada por um obstetra, num local onde exista apoio da pediatria.

Por isso, se está grávida não fique ansiosa - se houver alguma situação que o justifique será encaminhada e tratada com todo o cuidado.

 

Mas todas as mulheres podem minimizar estes possíveis riscos. E como?

Se está a pensar engravidar marque uma consulta pré-concepcional no seu ginecologista ou médico de medicina geral e familiar. Nessa consulta será feita a sua história clinica e averiguados vários factores como o seu grupo de sangue, vacinas, se toma medicamentos, como é a sua alimentação e o seu estilo de vida.

Depois dessa consulta, a sua vida pode ter que sofrer uma viragem no sentido de ter um estilo de vida mais saudável: não só em termos alimentares como em adquirir um peso mais adequado, modificar alguns hábitos, se os tiver, menos saudáveis - por exemplo, deixar de fumar ou beber, praticar exercício físico, adquirir horários de trabalho, repouso e alimentares equilibrados.

Claro que todas estas modificações facilitam o decorrer de uma gravidez saudável e sem risco mas é impossível prevenir tudo o que pode acontecer. Se, por acaso, lhe foi diagnosticada uma situação de gravidez de risco nada melhor do que aconselhar- se com a equipa que a vigia.

Mas relaxe…a grande maioria das gravidezes decorrem sem qualquer risco e mesmo que este exista o seu médico/a fará o possivel para que tudo termine bem.

Boa gravidez!

 

fonte:http://www.paramim.com.pt/a



publicado por adm às 22:42
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Sábado, 8 de Janeiro de 2011
Gravidez aos 50 anos: dicas e cuidados
A gravidez tardia é cada vez mais comum em uma sociedade como a brasileira, onde buscamos determinada estabilidade antes da constituição de uma família. Com a evolução da medicina, as mulheres que desejam engravidar após os 30 anos de idade estão cada vez mais assistidas, possibilitando gestações saudáveis após os 40, 50 anos.


A comunidade médica alerta que uma gravidez não programada nesta faixa etária é muito menos arriscada nos dias de hoje do que no tempo de nossas avós, porém a mulher precisa estar saudável e, de preferência, não ser portadora de doenças mais sérias como cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Mesmo o corpo aparentando estar saudável, a futura mamãe deve procurar um médico de confiança que acompanhe todo o período gestacional, o nascimento e o pós-parto.

Segundo a Dra. Natasha Slhessarenko (CRM.2909), patologista da DASA, que em Mato Grosso é representada pelas marcas Cedic e Cedilab, após a faixa dos 30 anos, o pré-natal é ainda mais significativo, já que muitas vezes o corpo pode não estar mais preparado para a gestação. “Ao procurar um especialista, a mulher deve iniciar uma série de exames importantes que assegurem a saúde dela e do bebê”, completa Dra. Natasha. Segue abaixo uma lista completa dos principais testes que a mulher deve ser submetida durante a gestação, independente da idade.

Para a médica, o desejo de ser mãe pode aparecer em qualquer faixa etária, mas a mulher deve estar preparada física e psicologicamente para as mudanças de vida que a nova fase irá acarretar. “Após os 40 anos de idade, a maioria das mulheres tem menor probabilidade de engravidar espontaneamente por conta da queda na produção de óvulos devido a alterações que a maturidade ocasiona no aparelho reprodutivo feminino. Por conta disso, muitas recorrem para tratamentos de fertilidade”, completa.

Independente do método é importante reforçar que a gravidez em todas as idades, mas principalmente a gestação tardia, necessita de um acompanhamento médico com um especialista de confiança. “Os exames indicados para o pré-natal são fundamentais para o diagnóstico precoce de patologias e identificação de malformações do feto, além da manutenção da saúde da mulher”, acrescenta Dra. Natasha.

Indicação de exames durante a gestação:
1º trimestre de gestação
1. Hemograma Completo
2. Tipagem Sangüínea
3. Sorologia para Sífilis (VDRL e FTA Abs), HIV, Hepatite B e C, Toxoplasmose, Rubéola e Citomegalovírus
4. Urina I e Urocultura
5. PPF (Protoparasitológico de Fezes)
6. Papanicolaou (colpocitologia oncótica)
7. Ultra-som Básico Obstétrico Endovaginal ou Transvaginal
8. Ultra-som com translucência nucal fetal no período entre 11- 13 semanas de gestação (avalia risco de mal formação fetal).
9. TSH e T4 Livre
10. Coombs Indireto ( se a mãe for Rh negativo e o pai Rh positivo)
11. Cariótipo (biópsia do vilo corial ou amniocentese em pacientes acima de 35 anos)

2º trimestre de gestação
1. Ultra-som Morfológico
2. Teste de tolerância oral a glicose simplificado- TTOG-S.
3. Teste de Proteína Plasmática Associada à Gravidez (PAPP-A)
4. Dosagem de alfafetoproteína (melhor por volta da 16 semana de gestação).
5. Repetir as sorologias que estavam negativas ( HIV, Hepatite, Toxoplasmose.)

3º trimestre de gestação
1. Ultra-som Obstétrico
2. Cardiotocografia
3. Ultra-som Obstétrico com Dopplervelocimetria Colorida
4. Perfil Biofísico Fetal
5. Ecocardiografia fetal de nível I
6. Ecocardiografia fetal de nível II em casos de alto risco.
7. Dosagem de Uréia, Ácido úrico e Creatinina se necessário.
8. Teste de Enzimas Hepáticas (Perfil) se necessário.
9. Glicemia e curva glicêmica, se necessário.
10. Ecocardiograma e Eletrocardiograma, se necessário.
11. Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial (deve ser feito durante todo o pré-natal, assim como o controle do peso materno).

Sobre a DASA

A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina em termos de receita bruta e população e a quarta maior rede no mundo. Com mais de 12 mil colaboradores, processa em média 10 milhões de exames por mês. Oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 17 marcas em 11 estados brasileiros e no Distrito Federal – Delboni Auriemo e Lavoisier (SP), Bronstein, Lâmina e MedImagem (RJ); Club DA (RJ e SP); Pasteur e Exame (DF), Frischmann Aisengart e Álvaro (PR), CientíficaLab (ES, MG, RJ e SP), Image Memorial (BA), Lâmina (SC), Atalaia (GO), Cedic e Cedilab (MT), Cerpe (PE) e LabPasteur e Unimagem (CE).

*Informações atualizadas de acordo com os resultados do 3T10.

Sobre o Cedic e Cedilab Medicina Diagnóstica

O Cedic e Cedilab nasceram, respectivamente, há 14 e 9 anos no Mato Grosso e são considerados referências para o segmento de medicina diagnóstica. Juntos, somam mais de 200 colaboradores em nove unidades, que atuam na capital e na região metropolitana. São realizados mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnósticos por imagem que contemplam serviços e soluções diferenciados com qualidade, rapidez e alto padrão de atendimento, como a coleta domiciliar. Há dois anos, a marca é escolhida como o prestador de serviços em medicina diagnóstica mais lembrado pela população na região por meio do prêmio Top of Mind, realizado pela revista RDM, com os institutos Newcomdates Tecnologia da informação e Full Time Pesquisa de Mercado . O Cedic e Cedilab fazem parte da DASA, maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina e quinta maior no mundo. Para mais informações: www.cedic.com.br e www.cedilab.com.br .
fonte:http://www.segs.com.br


publicado por adm às 23:43
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Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010
Gravidez de risco: saiba o que é a Síndrome de Helpp

A novela Passione, da TV Globo, a personagem Diana, vivida pela atriz Carolina Dieckmann, morreu após o parto de filha Vitória. Já no hospital, a personagem descobre que tem Síndrome de Hellp, uma complicação obstétrica com risco de morte, considerada por muitos uma variação da pré-eclâmpsia, que pode ocorrer na gestação ou após o parto. 

Entretanto, pouca gente sabe o que é a tal síndrome. Trata-se de uma doença caracterizada principalmente por três fatores: a destruição dos glóbulos vermelhos (pelo rompimento da membrana plasmática), a elevação das enzimas hepáticas e a baixa contagem de plaquetas, o que prejudica a coagulação sanguínea. Como geralmente são confundidos com a pré-eclâmpsia grave, os sintomas da Síndrome de Hellp podem passar despercebidos se não houver uma avaliação laboratorial. Por isso, muitas vezes, o diagnóstico é feito quando a síndrome já se encontra em estado avançado. 

"O que as pessoas não imaginam é que o fato da mãe ter Hellp implica em risco aumentado da criança recém-nascida desenvolver uma doença genética hereditária, que se não for diagnosticada, pode levá-la ao óbito", explica Salmo Raskin, médico geneticista e diretor da Sociedade Brasileira de Genética Médica. Isso ocorre porque a criança pode nascer portadora da Deficiência de LCHAD (ou deficiência da enzima desidrogenase de 3-hidroxi-acil-CoA de cadeia longa). 

Os principais sintomas do bebê são hipoglicemia, letargia, déficit ponderal e retardo do desenvolvimento, frequentemente acompanhadas por hipotonia e cardiomiopatia. "Algumas ocorrências de Síndrome de Morte Súbita do Lactente (SMSL) são possivelmente causados por LCHAD", esclarece Raskin. "O diagnóstico e o tratamento precoces podem prevenir episódios de risco de morte. O jejum deve ser evitado e, além disso, deve-se instituir uma dieta rica em carboidratos", conclui.

fonte:http://www.bonde.com.br



publicado por adm às 00:54
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