Domingo, 14 de Dezembro de 2014
Saúde: 20% das mulheres grávidas sofre de perturbação mental

A ansiedade e depressão são as doenças psiquiátricas mais frequentes nas mulheres grávidas, afetando duas em cada 10 futuras mães, segundo dados da Unidade de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Lusíadas.

 

Sem acompanhamento e tratamento adequado, as perturbações mentais podem alterar as respostas fisiológicas e comportamentais da mãe, que podem afectar seriamente o bem-estar da mulher, do feto, do bebé e da família», alerta Ana Peixinho, coordenadora desta unidade.

Parar de tomar medicação como anti-depressivos e ansiolíticos  antes da concepção e/ou durante  a gravidez precipita descompensações em 70% das mulheres grávidas com depressão e em 74% das mulheres doença bipolar.

«As mulheres com patologia psiquiátrica prévia ou que se inicia durante a gravidez devem ser acompanhadas em consulta de Psiquiatria Perinatal e receber um tratamento adequado e eficaz em cada uma das etapas da gestação, parto, puerpério e amamentação», explica Ana Peixinho.

Os principais sintomas de ansiedade perinatal incluem preocupação ou medo constante ou excessivo, inquietação, alterações do sono, irritabilidade, aceleração do pensamento, pensamentos ou imagens intrusivos, dificuldade de concentração, comportamentos compulsivos, crises de pânico com dificuldade em respirar, dor no peito, palpitações ou tonturas.

Para identificar a depressão esteja atenta a sinais como tristeza, perda de interesse ou do prazer nas actividades habituais, alterações não previsíveis no peso ou apetite, alterações do sono (insónia ou hipersónia), fadiga ou perda de energia, sentimentos de desvalorização ou culpa, diminuição da concentração, lentificação ou agitação psicomotora e ideias de morte.

Esta unidade hospitalar vai disponibilizar uma consulta de pisquiatria perinatal dedicada a mulheres que planeiam gravidez ou estejam grávidas com estes sintomas.

fonte:SOL


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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014
Vinte e um fatos bizarros sobre a gravidez

O que você realmente entende de gravidez? Não, caro(a) leitor(a), não é por acaso que as mulheres possuem ovários, útero e um número limitado de óvulos desde que nascem. Muitas vão optar por não engravidar, mas as que eventualmente o fizerem, essas sim irão sofrer transformações drásticas em seus corpos, relacionamentos e psique que as que nunca tiverem jamais saberão o que é. Tudo bem, essas mudanças podem não ser magníficas, entretanto algumas delas são particularmente interessantes. Pensando nisso, o site BuzzFeed decidiu trazer as vinte e uma coisas sobre a gravidez que você provavelmente ainda não sabia:

1. Estimular os mamilos é o único método cientificamente provado de estimular o trabalho de parto.
Esfregar ou girar os mamilos de uma mulher quando ela está prestes a dar à luz pode causar contrações devido à ação de um hormônio chamado ocitocina, que pode gerar contrações. Este método é chamado de “técnica do conforto”.

2. A gravidez mais longa já conhecida durou um ano e dez dias.
A gravidez do ser humano normalmente dura cerca de 280 dias, porém Beulah Hunter de Los Angeles descobriu que às vezes elas podem durar mais de um ano.


3. Bebês conseguem sentir o gosto do alimento que suas mães estão comendo.
 Sabores fortes como o de alho conseguem ultrapassar a barreira do fluido amniótico no útero, um estudo recente provou que os bebês cujas mães bebiam muito suco de cenoura também acabavam apresentando preferência pelo suco de cenoura.

4. Existem mais gêmeos na África Central do que em qualquer outro país em desenvolvimento.

5. É possivel engravidar através de sexo oral. Na verdade, uma mulher engravidou após fazer sexo oral e ser esfaqueada.
Uma garota de Lesotho que nasceu sem vagina engravidou quando foi esfaqueada no estômago depois de fazer sexo oral no namorado. É sério! Isso foi um fato que realmente aconteceu.

6. A partir dos seis meses em diante, os bebês começam a fazer xixi dentro do útero. E eles bebem tudo depois. E fazem xixi de novo. E bebem mais uma vez. Já deu pra imaginar o cenário, né.


7. Na verdade, o líquido amniótico não passa de urina estéril em boa parte de sua composição.

8. O bebê começa a fazer seu primeiro cocô, chamado de mecônio, por volta da 21ª semana de gestação. No entanto, ele só vai terminar o “serviço” após o nascimento.

9. Grávidas e mães de primeira viagem conseguem secretar leite automaticamente ao ouvir um bebê chorar (mesmo se não delas).


10. As garotinhas já nascem com todos os óvulos que irão usardurante toda a vida, mas os homens não desenvolvem esperma até a puberdade.

11. Coelhos, cachorros, porcos, baleias e humanos começam suas vidas como óvulos fecundados praticamente do mesmo tamanho (cerca de 0.2 milímetro).

12. Grávidas que sofrem de azia são mais propensas a dar a luz a bebês cabeludos. Cientistas sugerem que níveis mais altos de estrogênio e progesterona que estimulam o crescimento do cabelo também relaxa o esôfago, causando refluxo ácido.

13. Em cada dois mil bebês, um nasce com um dente.

14. Ter um bebê do sexo masculino pode aumentar o risco de doenças autoimunes na mãe.

15. Bebês choram no útero. 
A constatação foi feita por observação utilizando scanners de quatro dimensões, mas os cientistas deixam claro que os bebês não necessariamente choram porque estão tristes ou irritados – estão apenas praticando.

16. O útero da mulher se expande mais de 500 vezes o o seu tamanho normal durante o curso da gravidez.

17. Quando uma mulher está no último mês de gravidez, sua placenta irá produzir mais estrogênio num dia do que uma mulher que não está esperando um bebê produziria em três anos.

18. Além do seu útero, os pés e coração da mulher também aumentam de tamanho durante a gravidez. O coração da grávida cresce para conseguir lidar com o volume maior de sangue no corpo, e os pés incham por conta da retenção de fluidos e estiramento dos ligamentos.

19. As impressoes digitais de um bebê são definidas nos três primeiros meses de gravidez.

20. Orgasmos podem causar contrações.
Não contrações verdadeiras, mas contrações “artificiais”, como chamou Braxton Hicks. Não fique excitada demais – ficar com a bexiga cheia também pode causá-las.

 

fonte;:https://br.mulher.yahoo.com/



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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014
Os exames que toda mulher deve fazer durante a gravidez

O teste da farmácia talvez seja o primeiro de muitos exames que a futura mamãe terá de enfrentar durante a gravidez. Conheça os exames essenciais durante a gestação.

BHCG é o nome do teste que confirma com quase 100% de certeza que a mulher está grávida. Isso porque ele aponta que o hormônio HCG está presente tanto no sangue, quanto na urina da mulher. O HCG é responsável pela suspensão do ciclo menstrual durante a gestação e só existe no organismo das gestantes.

Ao comprovar a gravidez, um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é um hemograma completo. Ele pode mostrar alguns problemas de saúde da futura mamãe, tais como: anemia, diabetes, HIV e sífilis. E também avalia-se o tipo sanguíneo da mãe, para o caso de, por exemplo, ser necessária uma cirurgia.

A pressão arterial materna é acompanhada durante toda a gestação. Esse cuidado visa ao diagnóstico precoce da pré-eclâmpsia, o que evitaria complicações durante a gravidez e também no parto.

O exame de urina detecta infecções e problemas no aparelho urinário da mulher, por isso, será feito periodicamente, durante toda a gestação. Já o exame de fezes verificará a existência de parasitas no organismo da mãe.

Durante a gestação, o ideal é que se faça ao menos três ultrassonografias. No primeiro trimestre, para determinar o tempo da gravidez e, também, para saber se a mamãe espera um ou mais bebês. Já nos outros trimestres, para monitorar a saúde do filhote, se a gravidez está transcorrendo da melhor maneira. E (claro) para as mamães curiosas descobrirem se esperam uma garota ou um menino.

No último trimestre da gestação, é feita uma coleta no colo do útero da mulher, a cultura da secreção vaginal, para detectar se há estreptococos no canal do parto. Caso seja encontrada no exame, a bactéria precisa ser eliminada para evitar que o bebê seja contaminado ao nascer.

Esses são os exames que toda grávida deve fazer. Por isso o pré-natal é tão importante, mamãe. Consulte um médico assim que souber que espera um filho e faça o acompanhamento. Essa é a melhor maneira de ter uma gravidez tranquila e, principalmente, saudável!

fonteR:http://www.odebate.com.br/



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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Obesidade na gravidez aumenta riscos para a gestante e o bebê

A gravidez, ou o desejo de engravidar, quase sempre motiva mulheres a se cuidarem mais: elas param de fumar, por exemplo, ou comem alimentos mais nutritivos. Mas muitas vêm se deparando com uma questão cada vez mais comum: a obesidade, que afeta 36% das que estão em idade fértil nos Estados Unidos. No Brasil, 47,4% das mulheres têm sobrepeso e 18% são obesas.

 

Além de impossibilitar a concepção, o problema – que define aquelas cujo Índice de Massa Corporal (IMC) ultrapassa 30 – está ligado a uma série de dificuldades durante a gravidez, o parto e o nascimento em si. Entre elas está o diabetes gestacional, a hipertensão, a pré-eclâmpsia e até o aborto espontâneo, cesariana de emergência, parto prematuro e de natimorto.

Os filhos de obesas têm mais probabilidades de ter defeitos congênitos e correm maiores riscos de morrer durante o nascimento ou logo depois dele – e os que sobrevivem têm grandes chances de desenvolver hipertensão e obesidade na idade adulta.

A maior parte dos bebês nascidos de mães acima do peso é saudável; entretanto, uma análise recém-publicada de 38 estudos descobriu que mesmo um aumento discreto de peso na fase pré-gravidez aumenta os riscos de morte do feto ou da criança depois de nascida.

Mais magra. Mulheres obesas que querem ter filhos não devem abandonar as tentativas de emagrecer. O ideal é emagrecer antes de engravidar. Uma obesa que engravida deve engordar menos do que uma mulher normal durante a gestação. O Instituto de Medicina dos Estados Unidos sugere que os valores fiquem entre 6 kg e 11 kg para mulheres com sobrepeso e de 5 kg a 9 kg para as obesas.

Embora nenhuma mulher deva tentar emagrecer durante a gravidez, a médica Sigal Klipstein, presidente do comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia, sugere que uma mulher de 135 kg, por exemplo, mantenha esse peso durante todo o período, sem que isso seja prejudicial ao feto.

A obesidade pode causar mudanças psicológicas que afetam negativamente a gravidez, começando com uma ovulação irregular que pode resultar em infertilidade.

Cesariana. As obesas têm mais chances de enfrentar problemas para processar o açúcar no sangue, o que eleva as chances de defeitos congênitos e aborto espontâneo. Há também a probabilidade de que o bebê seja grande demais para o parto normal, exigindo uma cesariana – que, por sua vez, também oferece riscos em termos de anestesia e cirurgia.

Os bebês de mulheres obesas têm mais probabilidades de desenvolver defeitos no tubo neural, como espinha bífida e anencefalia, e sofrer lesões no nascimento, como distócia de ombro, que pode ocorrer por causa do tamanho.

Flash

Sem culpa. Os obstetras devem discutir os riscos associados ao excesso de peso com as pacientes e “evitar culpá-las pelo problema”, afirma o comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia.

 

fonte:http://www.otempo.com.br/i



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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014
Tipo de coceira rara na gravidez pode representar risco ao bebê

Uma manchinha na pele e já dá aquela vontade de coçar. Mas, futura mamãe, é preciso ficar atento a alguma coceira inexplicável, que pode fugir do controle.

A Hpa colestase intra-hepática da gravidez (ICP) é uma doença hepática específica da gravidez. Ela é causada por altos níveis de ácidos biliares, que são substâncias químicas produzidas no fígado que ajudam a digestão.

Geralmente sem erupção, o problema pode tornar a urina mais escura, além de promover sensação de mal-estar e cansaço. De acordo com um estudo divulgado no ano passado em Londres, a colestase intra-hepática da gravidez triplica o risco de morte fetal.

Apenas no Reino Unido, ela afeta cerca de 5.000 mulheres a cada ano Em casos muito graves, o risco de morte fetal é nove vezes maior do que em uma gravidez normal.

O incômodo é mais comum nas solas dos pés e nas palmas das mãos. Por isso é recomendado manter seu médico sempre informado em qualquer caso que saia do normal.

fonte:http://entretenimento.r7.com/



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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Mulheres com distúrbios alimentares arriscam mais problemas na gravidez e parto

Mulheres com um historial de distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou bulimia nervosa, correm um maior risco de desenvolver problemas durante a gravidez, que podem levar a contracções e partos prematuros e a que o bebé nasça com baixo peso, revela um estudo da Universidade de Helsínquia, Finlândia.

Entre 1995 e 2010, a Clínica de Distúrbios Alimentares do Hospital Central da Universidade de Helsínquia reuniu dados de 2257 doentes do sexo feminino sob tratamento e de 9028 mulheres sem qualquer problema alimentar.

O Instituto Hjelt, na mesma universidade, analisou os dados e entre as mulheres que manifestavam distúrbios alimentares e tiveram um parto nem todas revelaram problemas de saúde. No entanto, foram detectadas complicações em 302 nascimentos entre doentes com anorexia nervosa, 724 entre mulheres com bulimia nervosa e 52 das que tinham compulsão alimentar. Entre as mulheres sem qualquer perturbação neste contexto foram verificados 6319 nascimentos durante os 15 anos do estudo.

Analisadas as informações recolhidas durante o desenvolvimento da gravidez, observações na consulta de obstetrícia e após o parto, concluiu-se que as mulheres com anorexia e bulimia tinham uma maior tendência para dar à luz filhos com mais baixo peso que as parturientes sem registo de distúrbios. O contrário foi observado entre os recém-nascidos de mulheres com compulsão alimentar.

Ainda segundo o estudo, nas mulheres com anorexia foram verificados casos de anemia, desenvolvimento fetal lento, contracções prematuras, duração curta da primeira fase do parto, nascimento muito prematuro, bebés pequenos apesar do tempo gestacional e morte perinatal, isto é antes e depois do nascimento.

Por sua vez, nas doentes bulímicas aumentaram as possibilidades de contracções prematuras, bem como os casos de haver necessidade de reanimar o recém-nascido. Nos filhos destas mulheres, o resultado do teste de Apgar (que mede o nível de adaptação do bebé à vida fora do útero) é muito baixo no primeiro minuto de vida da criança.

Nos casos de mulheres com compulsão alimentar foram registadas situações de hipertensão maternal, longa duração da primeira e segunda fase do parto e nascimento de bebés maiores do que a sua verdadeira idade gestacional.

“Os distúrbios alimentares parecem estar associados a várias consequências adversas perinatais, particularmente nas crianças”, concluiu o estudo assinado por uma equipa médica do Instituto Hjelt, liderada por Milla Linna, e publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology.

“As desordens alimentares afectam as mulheres com frequência nos seus anos férteis e os comportamentos típicos associados às perturbações alimentares interferem fortemente com o balanço metabólico e hormonal do corpo, o que pode influenciar o desenvolvimento da gravidez e do nascimento”, explicou à Reuters Milla Linna.

O estudo agora apresentado teve como objectivo determinar se as “mulheres com um historial de tratamento para um distúrbio alimentar estavam em risco de ter uma gravidez e parto problemáticos”, acrescentou. Apesar de terem sido detectadas perturbações na saúde das mulheres com distúrbios alimentares, Milla Linna salienta que é “bom saber que a maioria das mulheres passa bem durante a gravidez e nascimento mesmo que tenham tido dificuldades alimentares”.

A quem acompanha mulheres com ou que tiveram estes distúrbios, a equipa de Linna recomenda uma vigilância constante, bem como aos seus recém-nascidos.

O estudo sublinha que é necessário que as mulheres informem o seu médico caso tenham um historial de perturbações alimentares e que procurem ajuda se apresentarem sintomas típicos de quem tem perturbações alimentares, como depressão, ansiedade ou dificuldade em aceitar as alterações no corpo que uma gravidez provoca.

 

fonte:http://www.publico.pt/s



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Domingo, 30 de Março de 2014
Estresse pode dificultar a gravidez

O estresse pode aumentar o risco de uma mulher sofrer com infertilidade, sugere nova pesquisa da Ohio State University College of Medicine. Para chegar aos resultados, os autores olharam para os níveis de uma enzima ligada ao estresse na saliva de mulheres que estavam tentando engravidar.

A equipe coletou dados de cerca de 500 casais que foram recrutados a partir de municípios específicos em Texas e Michigan. A enzima analisada foi a alfa-amilase, que é secretada na boca e ajuda o corpo começa a digerir os carboidratos. Ela também está ligada ao sistema de estresse, na parte de luta ou fuga.

Dos cerca de 400 casais que completaram o estudo, 87% das mulheres ficaram grávidas. Após o ajuste para idade, raça, renda e do uso de álcool, cafeína e cigarros, os pesquisadores descobriram que as mulheres com os níveis mais altos de alfa-amilase apresentaram uma probabilidade 29% menor de gravidez em comparação com as mulheres que tinham os níveis mais baixos da enzima. Isso significa que mulheres com níveis mais elevados do biomarcador tiveram o risco até duas vezes maior de infertilidade.

As mulheres tomaram amostras de saliva duas vezes - no início do estudo e novamente depois que elas tiveram seu primeiro período menstrual. Eles acompanharam os casais durante um período de 12 meses.

Os cientistas afirmam que os resultados não sugerem que o estresse por si só é a razão pela qual uma mulher não pode engravidar. No entanto, o estilo de vida deve ser levado em conta caso uma mulher não esteja conseguindo engravidar.

fonte:http://www.cgn.inf.br/


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Sexta-feira, 28 de Março de 2014
Está grávida? Saiba quais são as atividades físicas mais adequadas

Você está grávida e não sabe ao certo se deve  fazer atividades físicas? Tem medo de escolher um exercício inadequado? A prática de atividade física durante esta etapa da vida é recomendada. Porém, fique atenta a alguns cuidados especiais.

A professora de educação física da Academia Contours, Marcella Simões diz que a mulher pode fazer exercícios após o terceiro mês de gestação, e somente com a liberação do obstetra pode ser mantida até o oitavo.

— No entanto, ela não deverá acontecer caso a gestante tenha alguma patologia, ou apresente sangramento, placenta baixa, hipertensão ou começo de aborto.

Outro alerta da professora é quanto ao planejamento do programa de exercícios, isso porque para certas atividades é necessário um histórico de prática anterior a gravidez.

— No caso da musculação é imprescindível que a gestante já pratique a atividade há pelo menos seis meses antes da gravidez devido à complexidade e a exigência física dessa modalidade.

 

Os benefícios dos exercícios para as gestantes são muitos. Eles melhoram o tônus, a postura, diminuem o risco de diabetes gestacional e aliviam as dores nas costas. Além disso, por causa da liberação de endorfina traz sensação de bem-estar.

— Além dos benefícios para a gestante, a atividade física durante o período gestacional também beneficia o feto, já que diminui o risco do bebê nascer com sobrepeso  e mantém os níveis de glicose estáveis.

De acordo com a professora da Contours, as atividades mais indicadas para as grávidas são aquelas de baixo impacto.

 

Hidroginástica: “As aulas devem ser específicas para gestante, por não ter impacto evita dores nos joelhos, melhora o tônus, além de proporcionar uma sensação de bem-estar já que na água o peso da barrida diminui”, explica a professora da Academia Contours.

Pilates: O pilates age na musculatura pélvica e na musculatura paravertebral. O trabalho dessas regiões leva a um parto menos traumático, além disso, evita dores nas costas.

Caminhada: Devido ao baixo impacto, a caminhada trabalha os membros inferiores sem sobrecarregar os joelhos. É geralmente a principal atividade recomendada pelos médicos já que a gestante pode fazer sem o acompanhamento de um profissional e a hora que quiser. “O ideal é que a gestante caminhe em uma superfície lisa (esteira), ou áreas planas. Para evitar dores no calcanhar deve-se utilizar um calçado adequado” recomenda a professora.

Musculação: Deve ser realizada somente se a gestante já for praticante da modalidade. “Melhora o tônus e postura, porem alguns exercícios devem ser adaptados”, ressalta Marcella.

 

fonte:http://noticias.r7.com/



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Quarta-feira, 26 de Março de 2014
Será que eu estou grávida? Veja os sinais que o corpo dá no início da gestação

Durante a gestação, todo o corpo se prepara para dar conforto e nutrientes para que o bebê cresça e se desenvolva. Por isso, uma série de mudanças é notada desde o comecinho dela.

Nem sempre essa transformação é perceptível, e a maneira como ela acontece é diferente em cada mulher. Mas há alguns sinais mais comuns, que aparecem logo nas primeiras semanas, e que podem despertar aquele alerta e a dúvida: "Será que estou grávida?".

De acordo com a ginecologista e obstetra Stephanie Roca Volpert, da clínica Studio Ser, o sinal mais nítido de gravidez é o atraso da menstruação. A primeira menstruação depois da fecundação do óvulo já pode sofrer alteração, e esse já é um motivo para correr para a farmácia.

— Se você tem um ciclo de 28 dias e teria que ficar menstruada dia 28, no dia 1º do mês seguinte já pode fazer o teste.

Outro sinal de gravidez é o aumento dos seios, que também ficam mais doloridos e começam a se modificar para a amamentação.

— A gravidez é um momento de alteração hormonal muito grande que causa proliferação dos ductos da mama, então, logo no começo, a gestante já percebe aumento dos seios.

Gestantes também percebem mudanças no sono. Geralmente, elas sentem mais vontade de dormir. A necessidade de ir ao banheiro também aumenta, mesmo que o barrigão ainda não esteja aparecendo. Já a evacuação se torna mais difícil, porque o peristaltismo se torna mais lento.

Sentir enjoos também é um belo indício de gravidez, e isso é causado pelas alterações hormonais.   Como confirmar?

Se esses indícios aparecerem e bater a dúvida, vale procurar um teste de farmácia.

— O resultado do teste de urina aparece em alguns minutos e tem credibilidade. Algumas marcas chegam a 98% de confiabilidade de resultados.

Outra opção é procurar um posto de saúde para um exame de sangue. Ele pode confirmar a suspeita e até estimar de quantas semanas é a gestação.

— Os exames de sangue ficam prontos no mesmo dia. Se a paciente foi ao laboratório pela manhã, durante a tarde o resultado sai.

Algumas gestantes demoram em perceber que estão à espera de um bebê porque não relacionam os sintomas, enquanto outras acreditam que continuam menstruando.

— Algumas pacientes podem ter um sangramento do colo uterino, mesmo grávidas. Mas não vão ter menstruação porque não é possível ter descamação do endométrio durante a gestação.  

 

fonte:http://entretenimento.r7.com/c


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Sexta-feira, 21 de Março de 2014
Vitamina A na gravidez é essencial para desenvolvimento de sistema imunitário do feto

O estudo publicado na edição online de 19 de março da revista científica Nature vem pela primeira vez demonstrar uma estreita ligação entre a dieta materna durante a gravidez e a capacidade de resposta a infeções do sistema imunitário do bebé. 

Henrique Veiga Fernandes, investigador do Instituto de Medicina Molecular (IMM), da Faculdade de Medicina, da Universidade de Lisboa, explica, citado em comunicado da IMM, que os resultados do estudo demonstram que «ao contrário do que até agora se pensava, a formação do sistema imunitário no feto está muito dependente de fatores ambientais, nomeadamente da qualidade da dieta materna».

E «o nosso trabalho vem estabelecer pela primeira vez uma ligação estreita ente os hábitos alimentares da mãe, a qualidade do sistema imunitário dos filhos, e a forma como estes resistirão às infeções ao longo da vida».

O que o estudo vem demonstrar é que o processo de formação de estruturas do sistema imunitário durante o desenvolvimento do feto é regulado por micronutrientes presentes na alimentação. E aqui o composto da vitamina A, o ácido retinóico, desempenha um papel fundamental e é obtido através de alimentos, sobretudo vegetais, como a cenoura ou a couve. 

Assim, é necessário ter em atenção na apenas a dieta materna durante a gravidez e o equilíbrio do consumo de vitamina A, mas também os comportamentos de risco como o consumo de tabaco e álcool, muito associados a deficiência de vitamina A. No entanto, à que ter em atenção os riscos das dietas muito ricas em vitamina A, já que podem também contribuir para o aumento de patologias inflamatórias. 

fonte:http://www.tvciencia.pt/t


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