Domingo, 14 de Dezembro de 2014
Saúde: 20% das mulheres grávidas sofre de perturbação mental

A ansiedade e depressão são as doenças psiquiátricas mais frequentes nas mulheres grávidas, afetando duas em cada 10 futuras mães, segundo dados da Unidade de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Lusíadas.

 

Sem acompanhamento e tratamento adequado, as perturbações mentais podem alterar as respostas fisiológicas e comportamentais da mãe, que podem afectar seriamente o bem-estar da mulher, do feto, do bebé e da família», alerta Ana Peixinho, coordenadora desta unidade.

Parar de tomar medicação como anti-depressivos e ansiolíticos  antes da concepção e/ou durante  a gravidez precipita descompensações em 70% das mulheres grávidas com depressão e em 74% das mulheres doença bipolar.

«As mulheres com patologia psiquiátrica prévia ou que se inicia durante a gravidez devem ser acompanhadas em consulta de Psiquiatria Perinatal e receber um tratamento adequado e eficaz em cada uma das etapas da gestação, parto, puerpério e amamentação», explica Ana Peixinho.

Os principais sintomas de ansiedade perinatal incluem preocupação ou medo constante ou excessivo, inquietação, alterações do sono, irritabilidade, aceleração do pensamento, pensamentos ou imagens intrusivos, dificuldade de concentração, comportamentos compulsivos, crises de pânico com dificuldade em respirar, dor no peito, palpitações ou tonturas.

Para identificar a depressão esteja atenta a sinais como tristeza, perda de interesse ou do prazer nas actividades habituais, alterações não previsíveis no peso ou apetite, alterações do sono (insónia ou hipersónia), fadiga ou perda de energia, sentimentos de desvalorização ou culpa, diminuição da concentração, lentificação ou agitação psicomotora e ideias de morte.

Esta unidade hospitalar vai disponibilizar uma consulta de pisquiatria perinatal dedicada a mulheres que planeiam gravidez ou estejam grávidas com estes sintomas.

fonte:SOL


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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014
Os exames que toda mulher deve fazer durante a gravidez

O teste da farmácia talvez seja o primeiro de muitos exames que a futura mamãe terá de enfrentar durante a gravidez. Conheça os exames essenciais durante a gestação.

BHCG é o nome do teste que confirma com quase 100% de certeza que a mulher está grávida. Isso porque ele aponta que o hormônio HCG está presente tanto no sangue, quanto na urina da mulher. O HCG é responsável pela suspensão do ciclo menstrual durante a gestação e só existe no organismo das gestantes.

Ao comprovar a gravidez, um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é um hemograma completo. Ele pode mostrar alguns problemas de saúde da futura mamãe, tais como: anemia, diabetes, HIV e sífilis. E também avalia-se o tipo sanguíneo da mãe, para o caso de, por exemplo, ser necessária uma cirurgia.

A pressão arterial materna é acompanhada durante toda a gestação. Esse cuidado visa ao diagnóstico precoce da pré-eclâmpsia, o que evitaria complicações durante a gravidez e também no parto.

O exame de urina detecta infecções e problemas no aparelho urinário da mulher, por isso, será feito periodicamente, durante toda a gestação. Já o exame de fezes verificará a existência de parasitas no organismo da mãe.

Durante a gestação, o ideal é que se faça ao menos três ultrassonografias. No primeiro trimestre, para determinar o tempo da gravidez e, também, para saber se a mamãe espera um ou mais bebês. Já nos outros trimestres, para monitorar a saúde do filhote, se a gravidez está transcorrendo da melhor maneira. E (claro) para as mamães curiosas descobrirem se esperam uma garota ou um menino.

No último trimestre da gestação, é feita uma coleta no colo do útero da mulher, a cultura da secreção vaginal, para detectar se há estreptococos no canal do parto. Caso seja encontrada no exame, a bactéria precisa ser eliminada para evitar que o bebê seja contaminado ao nascer.

Esses são os exames que toda grávida deve fazer. Por isso o pré-natal é tão importante, mamãe. Consulte um médico assim que souber que espera um filho e faça o acompanhamento. Essa é a melhor maneira de ter uma gravidez tranquila e, principalmente, saudável!

fonteR:http://www.odebate.com.br/



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Quinta-feira, 24 de Abril de 2014
Usar antibiótico durante a gravidez pode prejudicar o bebê

Mulheres grávidas que consomem antibióticos podem estar colocando o bebê em risco. Pesquisadores descobriram que os medicamentos utilizados para combater infecções podem interferir no sistema imunológico do feto. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Um estudo realizado no Children’s Hospital of Philadelphia, nos Estados Unidos, mostrou que as bactérias do intestino desempenham um papel crucial na produção dos glóbulos brancos, responsáveis por combater as infecções, do bebê.

Os pesquisadores descobriram que, assim como os humanos, os ratos têm um aumento destes glóbulos próximo ao nascimento e que esta resposta é reduzida quando as mães ingerem antibióticos. Isso faz com que os bebês fiquem mais vulneráveis a infecções por E.coli, especialmente quando nascem prematuros.

Os especialistas mostraram que estas bactérias regulam a produção de células brancas do sangue de filhotes de ratos. Expor mães e fetos a antibióticos reduz a diversidade das bactérias – sendo que muitas são benéficas – e também prejudicam a resistência à infecção do recém-nascido. A pesquisa incita os médicos a se esforçarem para diminuir o uso deste tipo de medicamento durante a gestação.

fonte:http://saude.terra.com.br/


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publicado por adm às 23:13
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Domingo, 29 de Dezembro de 2013
Praticar exercícios físicos durante a gravidez melhora atividade cerebral do bebê

Apenas 20 minutos de exercícios moderados três vezes por semana durante a gravidez melhoram o desenvolvimento do cérebro do recém-nascido, de acordo com pesquisadores da Universidade de Montreal. Esta vantagem inicial pode ter um impacto em toda a vida da criança .

— Apesar de estudos em animais já terem mostrado resultados semelhantes, este é a primeira pesquisa em seres humanos que mediu objetivamente o impacto do exercício durante a gravidez diretamente no cérebro do recém-nascido. Estamos otimistas de que esse resultado incentive as mulheres a mudar os seus hábitos de saúde, uma vez que o simples ato de se exercitar durante a gravidez pode fazer a diferença para o futuro do seu filho — explicou o professor Dave Ellemberg , que liderou o estudo.

Ellemberg e seus colegas Daniel Curnier e Élise Labonté - Lemoyne apresentaram suas conclusões no congresso Neuroscience 2013, em San Diego.

Não muito tempo atrás, os obstetras diriam para as mulheres terem calma e descansar durante a gravidez. Recentemente, o discurso mudou e é muitos especialistas indicam que a inatividade é realmente um problema de saúde.

— Ser ativa na gestação pode facilitar a recuperação pós -parto, tornar a gravidez mais confortável e reduzir o risco de obesidade nas crianças. Além disso, o exercício tem demonstrado ser benéfico para o cérebro do adulto, o que levanta a hipótese de que ele também pode ser benéfico para o feto por meio de ações da mãe — explicou Curier.

Para verificar isso, mulheres com gravidez a partir do início do segundo trimestre foram aleatoriamente separadas em dois grupos: um que praticou exercícios e outro sedentário. As mulheres ativas tiveram de realizar pelo menos 20 minutos de exercícios cardiovasculares três vezes por semana em uma intensidade moderada, o que deve levar a pelo menos uma leve falta de ar.

A atividade cerebral dos recém-nascidos foi avaliada entre os 8 a 12 primeiros dias de vida, por meio de eletroencefalografia, exame que permite o registro da atividade elétrica do cérebro.

— Nós usamos 124 eletrodos suaves colocados na cabeça do bebê e esperamos a criança adormecer no colo de sua mãe. Então, medimos a memória auditiva por meio da resposta inconsciente do cérebro de sons repetidos e inovadores. Nossos resultados mostram que os bebês nascidos de mães que eram fisicamente ativas tiveram uma ativação cerebral mais madura, o que sugere que o cérebro se desenvolveu mais rapidamente — disse Labonté - LeMoyne.

Agora, os pesquisadores estão realizando avaliações cognitivas, motoras e de desenvolvimento da linguagem das crianças em idade de um ano para verificar se essas diferenças são mantidas ao longo do tempo.

fonte:http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc



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Sábado, 12 de Outubro de 2013
Azia na gravidez: como atenuar os sintomas

Comer pouco e várias vezes ao dia e beber menos líquidos podem ajudar a diminuir as crises de azia durante a gravidez.

Ao longo da gravidez, são muitas as mulheres que sentem agravar-se os sintomas de azia e má disposição. Este mau estar tem várias causas, sempre relacionadas com as alterações que o organismo da mulher sofre ao longo da gestação. Por um lado, a alteração dos níveis hormonais, que podem afetar os músculos do trato gastrointestinal e a tolerância do organismo a certos alimentos. Por outro, o aumento do volume do útero, que aumenta a pressão sobre o esfíncter esofágico.

Com pequenas alterações do estilo de vida, os sintomas de azia podem ser prevenidos. Comer pouco e várias vezes ao dia, é uma delas. Outra é reduzir a ingestão de líquidos às refeições e manter a cabeceira da cama elevada na hora de dormir.

Se a azia persistir, aconselhe-se com o seu médico, já que existem medicamentos que ajudam a atenuar os sintomas. Os antiácidos com alumínio ou magnésio podem ser tomados durante a gravidez e o aleitamento, não representando riscos para a mãe e para o feto. Contudo, deve ter cautela já que, durante o aleitamento, devem ser evitados os antiácidos que contenham bicarbonato de sódio ou trisilicato de magnésio, prejudiciais para o bebé.

 fonte_http://www.deco.proteste.pt/sa




publicado por adm às 22:18
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Domingo, 6 de Outubro de 2013
Ganho de peso durante a gravidez pode aumentar o risco de obesidade nos filhos

Um estudo feito com mais de 40 mil mulheres e seus filhos, no Arkansas, mostra que o ganho de peso elevado durante a gravidez pode aumentar os riscos de obesidade em crianças de até 12 anos de idade. 

Os resultados, publicados nesta terça-feira no PLoS Medicine — espécie de revista de artigos científicos —, da Universidade de Princeton, sugere que a gravidez pode ser um momento importante para prevenir a obesidade da criança.

Segundo a autora do estudo Janet Currie, professora de Economia e Política e diretora do Centro para a Saúde e Bem-Estar da Escola Woodrow Wilson, o ganho excessivo de peso durante a gestação pode, de fato, ter um efeito significativo sobre a futura obesidade dos filhos.

Os pesquisadores também observaram uma tendência familiar para o sobrepeso. Filhos de mães obesas ou que ganharam muito peso durante a gravidez têm mais chances, por exemplo, de apresentarem o mesmo problema. No entanto, essa relação pode ser devido a fatores como genes compartilhados, influências ambientais e considerações socioeconômicas e demográficas.

Juntamento com os co-autores David Ludwig, do Hospital Infantil de Boston, e Heather Rouse, do Centro de Arkansas para Melhoria da Saúde, Currie ligou os registros de nascimentos de mães com dois ou mais filhos aos registros escolares das crianças, que incluíam Índice de Massa Corporal (IMC). 

Em seguida, ela fez estatísticas comparativas entre os irmãos, já que eles têm a mesma distribuição relativa dos genes da obesidade, o mesmo ambiente familiar e as mesmas influências socio-econômicas e demográficas. As crianças tinham uma média de idade de 11,9 anos.

Estudo atual complementa um feito anteriormente

O estudo atual estende os resultados de um anterior feito por Currie e Ludwig, que constatou que o ganho excessivo de peso na gravidez foi determinante para o peso da criança ao nascer. Aparentemente, entretanto, isso continua ao longo da infância, sendo responsável por aproximadamente um quilo.

Segundo Currie, crianças com mães que ganharam muito peso durante a gravidez, como 20 quilos ou mais, tem um percentual 8% maior de risco de obesidade.

— Concluímos, ainda, que a gravidez é um bom momento para prevenir a obesidade, já que, nessa época, as mulheres estão especialmente motivadas a mudar os seus comportamentos — complementa.

 

fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br/r



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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
Consumo de cafeína durante gravidez é nocivo

Nota de imprensa da Universidade de Coimbra (UC), que revela que o estudo  foi já publicado na "Science Translational Medicine" (publicação do grupo  "Science"), explica que "a equipa avaliou o seu impacto durante o período  de gestação e descreveu, pela primeira vez, os efeitos nocivos do consumo  de cafeína (em ratinhos fêmeas) durante a gravidez, sobre o cérebro dos  seus filhotes". 

"Este trabalho, apesar de realizado em roedores, sugere que devem ser  realizados estudos cuidadosos para avaliar as consequências do consumo de  cafeína por mulheres grávidas", diz ainda a nota da UC. 

A pesquisa, feita por investigadores da UC através do Centro de Neurociências  e Biologia Celular (CNC) e das Faculdades de Medicina (FMUC) e de Ciências  e Tecnologia (FCTUC), envolveu ainda cientistas da Alemanha e da Croácia.

Para avaliar os efeitos da cafeína, os investigadores reproduziram,  em ratos fêmeas, o consumo regular de café, em doses equivalentes ao consumo  humano de três chávenas de café por dia, durante toda a gestação e até ao  desmame das crias. 

O coordenador da equipa portuguesa, Rodrigo Cunha, citado pela UC, diz  que os ratinhos jovens "mostraram maior suscetibilidade de desenvolver epilepsia  e, quando atingiram a idade adulta, detetaram-se problemas de memória espacial".

A equipa de investigadores conseguiu identificar o mecanismo responsável  pelos efeitos nocivos da cafeína no cérebro em construção, explica igualmente  a Universidade de Coimbra 

Durante o desenvolvimento, "a cafeína altera a migração e inserção de  neurónios que libertam GABA - o principal mediador químico inibidor no cérebro".  "Estes neurónios formam-se numa região particular e depois migram para,  entre outros lugares, o hipocampo, uma região do cérebro que desempenha  um papel fundamental na formação da memória", descreve Rodrigo Cunha, citado  na mesma nota de imprensa". 

Constatou-se "que a cafeína influencia diretamente a migração destes  neurónios, por bloquear a ação de um recetor específico, chamado A2A, diminuindo  a velocidade de migração dos neurónios. Assim, as células vão chegar ao  seu destino mais tarde do que o previsto. Esta migração tardia afeta a construção  do cérebro com efeitos observados após o nascimento (alterações da excitabilidade  celular e aumento da suscetibilidade a episódios convulsivos) e, durante  a vida adulta, perda de neurónios e défices de memória". 

Para o investigador, este estudo "é a primeira demonstração dos efeitos  nocivos da exposição à cafeína sobre o cérebro em desenvolvimento e, embora  questione o consumo de cafeína por mulheres grávidas, é necessário realçar  o cuidado em extrapolar os resultados obtidos em modelos animais para a  população humana, sem ter em consideração as diferenças no desenvolvimento  do cérebro e da maturação entre as espécies". 

fonte: Lusa



publicado por adm às 23:58
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Sábado, 17 de Agosto de 2013
Qual a melhor altura para engravidar?

No verão? De noite? Quando está Lua Cheia? Nada disso. Falamos de ciclo menstrual e de um estudo que avaliou os nossos conhecimentos sobre a matéria. Que não são lá muito bons.

 

A maioria das portuguesas (59%) não sabe quais os dias do seu ciclo menstrual mais propícios a engravidar, segundo o estudo ‘Gravidez e Planeamento em Portugal’, realizado pela Gfk Metris e promovido pela Clearblue, que juntou 502 mulheres entre os 20 e os 44 anos. Apenas 41% conseguiram identificar os dias ideais para conceber – 11% responderam um a dois dias antes da ovulação e 30% no dia da ovulação. Erradamente, 24% dizem que é um ou dois dias após a ovulação e 11% pensam que se pode engravidar em qualquer dia do ciclo (25% não sabe ou não respondem).

Ou seja, a maioria dos casais que tentam conceber pode estar a escolher os dias errados. Talvez seja esse desconhecimento que leva 70% das inquiridas a considerar-se preocupada se estivesse a tentar engravidar há mais de três meses. Só para 28% isso não seria motivo de preocupação.

A pesquisa quis saber ainda o estado de espírito destas mulheres se, naquele momento, fossem confrontadas com uma gravidez. Cinco por cento afirmam que ficariam radiantes, 11% agradadas, 29% contentes, mas surpreendidas; 23% admitem que ficariam desapontadas, mas prosseguiriam a gravidez, e 10% assumem que a interromperia.

FAÇA CONTAS À VIDA

Pronta para uma revisão da matéria dada sobre ciclo menstrual e reprodução humana, para evitar errar o alvo?

•  O ciclo menstrual começa no primeiro dia de menstruação. Varia de mulher para mulher e pode ir dos 21 aos 41 dias.

•  Depois da menstruação, os níveis de estrogénio sobem, tornando o pH uterino menos agressivo para os espermatozoides.

•  O estrogénio também estimula a produção da hormona luteinizante, que vai amadurecer e soltar o folículo dominante (óvulo): a ovulação. O dia em que ocorre pode variar de ciclo para ciclo, mas geralmente acontece 14 dias antes da menstruação.

•  O período de vida do óvulo é curto – de 12 a 24 horas. Já os espermatozoides são como maratonistas feitos para resistir, com três a cinco dias de vida. Por isso, a altura ideal para conceber é um ou dois dias antes de ovular. Assim, os espermatozoides têm tempo para viajar até à missão final, fertilizar o óvulo.

•  Logo após a ovulação, sobem os níveis de progesterona, que prepara o útero para uma eventual gravidez, revestindo-o com o endométrio, uma camada irrigada de sangue onde o óvulo fertilizado se fixará. A menstruação é a expulsão do revestimento e do ovócito quando não há fertilização.

 

fonte:http://activa.sapo.pt/b



publicado por adm às 20:56
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Quinta-feira, 15 de Agosto de 2013
Confira dicas para dormir bem durante a gestação

Durante a gravidez são comuns alguns incômodos com relação à postura, principalmente, na hora do descanso. O peso da barriga causa dores na coluna durante o dia e, à noite, o inchaço e o aumento de peso dificultam a movimentação na cama. Com isso, as mulheres acabam tendo problemas para dormir ou tem seu sono alterado.

Segundo a fisioterapeuta e especialista em medicina do sono, Carolina Elena Carmona de Oliveira, no início da gravidez, muitas mulheres se sentem mais sonolentas durante o dia devido o aumento do nível do hormônio progesterona no organismo.

— No entanto, há mulheres que sofrem para ter um sono reparador nesse mesmo período, o que pode ter relação com a excitação ou insegurança de carregar um bebê — explica.

Ainda segundo Carolina, do quarto ao sexto mês, aproximadamente, os hormônios se estabilizam e o mais comum é que as mulheres não tenham problema com relação à qualidade do sono. Já nos três últimos meses entra a fase de maior queixa, sobretudo, por conta do crescimento da barriga e da dificuldade de encontrar uma posição confortável para deitar.

A especialista dá algumas dicas para que a mamãe possa dormir bem durante os meses da gestação:

— A melhor posição para dormir é virada para o lado esquerdo. Essa posição facilita a circulação do sangue entre mãe e feto, possibilitando o envio de mais oxigênio e nutrientes para o bebê

— Além de dar preferência para o lado esquerdo, deite-se com a barriga voltada para fora da cama. Na hora de levantar, já que as pernas serão colocadas, primeiramente, para fora do leito, evita-se um esforço desnecessário nas costas

— Se a gestante não sentir desconforto, também poderá dormir de barriga para cima. Algumas sentem falta de ar por causa da compressão da veia cava, responsável por trazer grande parte do sangue circulante de volta ao coração

— Até o fim da gravidez é comum que a mulher tenha crises de câimbras, principalmente, à noite. No momento da crise, estique a perna e massageie o local para que o desconforto passe. O uso de uma almofada antirrefluxo e antivarizes auxilia na circulação sanguínea e relaxamento das pernas

— A grávida pode utilizar, também, para apoio e costas alinhadas, uma almofada sob a barriga. Sem ela, a mulher acabará apoiando a barriga na cama, podendo causar torções na coluna

— Utilize um travesseiro para apoio da cabeça, em uma altura que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando assim, um ângulo de 90 graus no pescoço. Nesta posição os joelhos deverão estar preferencialmente semiflexionados, com um travesseiro de corpo ou um rolinho entre eles. Assim o peso da barriga é compensado e a grávida tem mais apoio para descansar;

— No começo da noite diminua o ritmo de suas atividades e tente dormir por, pelo menos, oito horas. É importante também ficar atenta aos cuidados necessários como, quarto arejado, roupas de cama limpas e macias, camisolas ou pijamas confortáveis, ambiente escuro e silencioso

— Invista em exercícios físicos leves. Eles liberam substâncias que a farão relaxar na hora de dormir. O ideal é conversar com um especialista para saber quais as melhores atividades durante a gestação

— Organize-se para descansar, pelo menos, trinta minutos depois do almoço. Se não for possível, estique o corpo em um sofá e relaxe para recuperar as energias. Isso ajudará a ter um sono mais reconfortante à noite

— Caso tenha insônia, levante-se. Não fique rolando na cama mais de meia-hora. Tome um banho morno, leia um livro e escute uma música suave. Quando ficar sonolenta novamente, volte para a cama

— Massagens são sempre muito bem-vindas. Peça ao seu companheiro para fazer uma massagem no sentido dos pés ao quadril, utilizando cremes ou óleo para facilitar os movimentos. Você se sentirá muito mais relaxada

— Fique atenta quanto às refeições noturnas. Cerca de duas horas antes de dormir, evite tomar líquido. Isso evitará ter de se levantar muitas vezes para ir ao banheiro. Além disso, para não sentir náuseas, evite comer e, em seguida, deitar. Se a grávida sofre de refluxo gástrico, o cuidado deve ser redobrado

 

fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br/r



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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
Hidratação na gravidez evita inchaços e ajuda a eliminar toxinas

Água é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Na gravidez, ela é mais importante ainda! É que esse precioso líquido traz muitos benefícios: melhora a circulação sanguínea e a irrigação do útero e da placenta; mantém o líquido amniótico em níveis adequados; estabiliza a pressão arterial; elimina toxinas que aumentam o risco das perigosas infecções urinárias, e evita o inchaço.

Com tantos benefícios, a recomendação é beber de 1,5 a 2 litros de água por dia. É demais? Diversifique! “Embora ela seja o líquido mais rapidamente absorvido, sucos, frutas e alimentos com alto teor hídrico também ajudam a manter uma hidrataçãoadequada”, garante o nutrólogo Fernando de Assis Valle, de São Paulo, em entrevista à revista CLAUDIA BEBÊ. Veja aqui boas opções para se hidratar:

• Suco & cia. Prefira os naturais, ricos em vitaminas, livres de corantes e de açúcar em excesso. O suco de limão, por seu sabor azedinho, ajuda a aliviar as náuseas dos primeiros meses. A água de coco, rica em sais minerais e nutrientes, atenua o enjoo e a azia, além de atuar como um isotônico natural, regulando o equilíbrio dos líquidos no organismo. E sucos de frutas ricas em fibras, como laranja, ameixa e abacaxi, combatem o intestino preso, incômodo frequente a partir do segundo trimestre da gravidez. Quer mais dicas? Olha só estas duas receitinhas deliciosas de sucos: melancia com mirtilos etangerina com framboesa.

• Beba muito leite. Além de ser um alimento poderoso, ele concentra 90% de água. Sem falar nas proteínas e no cálcio – cuja demanda cresce bastante na gravidez. Prefira as versões desnatadas ou semidesnatadas, que contêm menos gordura. Para variar, aposte em vitaminas com leite (como esta de morango) e nos smoothies, que levam frutas batidas com iogurte.

• Invista em sopinhas. Caldos e sopas preparados com verduras, legumes e carne hidratam e ainda fornecem minerais e proteínas. Olha só esta sopa de abóbora com frango.  Só maneire nos cremes à base de queijo e nas receitas com muita batata e macarrão, que tendem a ser calóricas demais.

• O que deve ser evitado. Fique longe de bebidas alcoólicas e refrigerantes. Controle o café! A gravidez aumenta a sensibilidade à cafeína. Ingerir mais do que duas xícaras pequenas ao dia pode causar agitação e taquicardia na mãe e no feto. Já os chás preto e verde devem ser cortados. O primeiro por concentrar muita cafeína, e o verde por inibir a ação do ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do bebê.

As receitinhas indicadas aqui são do canal de Culinária do MdeMulher.

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



publicado por adm às 20:52
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