Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Os medos e receios mais comuns sobre o parto...

Está nervosa com o parto? Não é a única!
Veja em seguida alguns dos medos mais comuns relativamente ao trabalho de parto e como lidar com eles.



• Não vou conseguir aguentar a dor.

Uma em cada cinco mulheres grávidas diz que este é o seu principal medo no terceiro trimestre, segundo um inquérito do BabyCenter. Embora seja verdade que o trabalho de parto e a expulsão são dolorosos para a maioria das mulheres, existem analgésicos eficazes e não deverá sentir-se culpada se pedir que lhe sejam administrados. A grande maioria das mulheres grávidas usa algum tipo de analgésico durante o trabalho de parto. Se achar que os métodos de controlo da respiração e outras técnicas de relaxamento não serão suficientes, não pense duas vezes em pedir ajuda ao médico.

• Vou precisar de uma episiotomia ou vou rasgar.
Uma episiotomia é um corte cirúrgico na zona muscular entre a vagina e o ânus, efectuado mesmo antes da expulsão, a fim de aumentar a abertura vaginal. Algumas mulheres rasgam espontaneamente esta zona e esses rasgões podem ser desde praticamente indetectáveis até muito grandes (cuja reparação requer uma grande quantidade de pontos). Em tempos eram a norma, mas as episiotomias estão a ser menos utilizadas. Segundo um estudo publicado na revista Obstetrics and Gynecology, as taxas de episiotomia num hospital de Filadélfia diminuíram de quase 70% de todos os nascimentos em 1983 para 19% de todos os nascimentos em 2000. Fale com o seu médico sobre a frequência e em que condições opta pela episiotomia e de que forma é possível evitar ter de fazê-la ou rasgar.

• Vou esvaziar os intestinos durante a expulsão.
Num inquérito recente do BabyCenter, 70% das mulheres disseram que receavam ter esvaziado os intestinos na mesa de parto, 39% afirmaram que o tinham feito efectivamente e, entre estas, apenas 22% se sentiam envergonhadas. Embora possa neste momento ter dificuldade em acreditar, se os seus intestinos se esvaziarem efectivamente durante a expulsão, a verdade é que ninguém lho dará a entender. As enfermeiras e os médicos limpam tudo possivelmente antes de sequer dar conta de que aconteceu. Se estiver mesmo muito preocupada com esta questão, quando chegar ao hospital peça um clister para limpar os intestinos. Outro pensamento reconfortante: o princípio do trabalho de parto estimula muitas vezes a diarreia. Se este for um dos seus sintomas, o mais provável é que o seu sistema fique todo limpo.

• Parto prematuro.
Cerca de 13% dos bebés dos Estados Unidos nascem prematuramente – antes das 37 semanas. Para reduzir a possibilidade de parto prematuro, cuide-se bem: alimente-se correctamente, descanse muito, vá regularmente às consultas, controle o seu stress e cuide da sua higiene íntima e dentária. Poderá gostar de saber que, mesmo que nascesse esta semana, o seu bebé teria óptimas probabilidades de sobrevivência e, a cada dia que passa na sua gravidez, aumentam as suas hipóteses de ter um bebé saudável.

• Vão encher-me de intervenções médicas desnecessárias.
A melhor forma de lidar com este receio é uma conversa franca com o seu médico. Se confiar no seu médico, pode ficar descansada e saber que ele fará o melhor possível por si e pelo bebé no dia do parto. Se tiver conhecimento dos seus desejos e preferências (pense em elaborar um plano de nascimento), estará em condições de dar o seu melhor no sentido de os satisfazer

• Ter de fazer uma cesariana.
Dado que uma em cada cinco primeiras gravidezes acaba por necessitar de cesariana para o nascimento do bebé, é um receio compreensível. A boa notícia é que se trata de uma cirurgia muito segura e que a maioria das mulheres recupera completamente no espaço de algumas semanas. Caso ocorra uma situação de emergência durante o trabalho de parto e o bebé entre em sofrimento, trata-se de uma operação vital.

• Não chegar a tempo ao hospital.

São muito pouco frequentes os partos de emergência em casa, especialmente numa primeira gravidez. Mas se não consegue livrar-se deste medo, o melhor que tem a fazer é preparar-se para essa possibilidade.



publicado por adm às 23:28
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Terça-feira, 29 de Junho de 2010
O segundo parto duvidas e ansiedades...

O parto é sempre o momento mais temido - e ao mesmo tempo mais desejado - pela futura mamã. Mas, embora pareça mentira, quando se trata da segunda experiência, os receios são, geralmente, maiores.

Quem observa a cena de fora, acha que as mulheres que esperam um segundo filho, como já passaram pela experiência e “sabem do que se trata”, manejarão a situação “à vontade”, e entrarão na sala de parto com uma grande confiança. 

No entanto, nada mais afastado da realidade. Porque a verdade e que o segundo parto vive-se, a maior parte das vezes, com mais angústia de que o primeiro. Com efeito, os receios da mamã que vai dar à luz o seu segundo filho - embora sejam semelhantes aos que experimentou com o primeiro - , estão agora corrigidos e aumentados. Neste caso, somam-se novas ansiedades, que se aplicam a todo o parto, e que serão ainda maiores com o terceiro filho. 

O que quer dizer que o medo incrementa-se na medida em que aumenta o número de filhos. Noutras palavras: quanto mais partos, maiores receios. Embora pareça um paradoxo, nesse momento concentram-se todos os temores, ansiedades e preocupações face aos riscos - tanto reais como imaginários - que agora se sabe, com toda a certeza, que existem. No entanto, é verdade que os receios, trate-se do primeiro filho ou do quinto, dependem de cada mulher e da sua história. 

Na recta final

Durante o último mês de gestação, seja do primeiro ou do sexto filho, a iminência do nascimento do bebé representa para os pais, e muito especialmente para a mãe, o culminar de um período de tensa espera. O parto depressa chegará, e as fantasias concentram-se em redor do medo da morte, da dor e do vazio. Na parte final, da mesma maneira como aconteceu com o primeiro filho e que sucederá com os seguintes, a mulher tem sentimentos desencontrados. Por um lado, a sua parte “madura” anseia pela chegada do bebé. 

Por outro, perturba-a a ideia de que a gravidez esteja a chegar ao fim. E, ao mesmo tempo, o seu aspecto mais infantil anseia por escapar do parto com medo da dor. A verdade é que face a cada parto a futura mãe sente que deve efectuar um exame no qual - nada mais nada menos - vai “tirar o diploma de mamã” tantas vezes como filhos tiver. E é muito importante dar-lhe a garantia de que saberá fazê-lo muito bem. 

Os receios do pré-parto


A ansiedade específica desta etapa é a incerteza, que se exprime sob a forma de curiosidade, respeitante à data em que se produzirá o parto e do sexo do filho, se é que ainda não o conhece. E embora cada mamã deposite os seus temores em alguma circunstância particular que a inquieta e preocupa, existem alguns que poderíamos chamar “universais”, dado que são compartilhados por quase todas as mulheres. Os mais frequentes referem-se a situações que a mulher não pode controlar. Entre eles: não conhecer como está colocado o bebé na sua barriga, não saber o que ele faz e o que sente, e o medo ao roubo ou troca do bebé. É por isso que todas as mães desejam e pedem sempre para ver o seu bebé na altura em que nasce. Desta forma, pode reconhecê-lo como próprio. 

Surgem, ao mesmo tempo, os receios de morrer no momento de dar à luz, de ter um parto traumático, um filho disforme, ou a morte do bebé, aos que se somam o de não encontrar o médico no instante preciso, o de não saber quando deve ir para a maternidade, ou de ficar sozinha quando começam as contracções. No respeitante ao medo da dor, suscita-se um paradoxo. Por um lado, o bíblico “parirás com dor” parece continuar a vigorar apesar da existência da anestesia peridural. De facto, muitas vezes a mulher chega à maternidade em avançado trabalho de parto e ao perguntar-lhe porque não chegou mais cedo ela responde “porque não me doía”. De modo que parto e a dor parecem estar indissoluvelmente associados. E como se tudo isto fosse pouco, aparecem, além disso, o medo de enfrentar esse desconhecido que é o recém-nascido, e a angústia da separação, essa tristeza pela perda da barriga. Porque embora seja verdade que se ganha um filho, perde-se o estado de grávida, vivido geralmente como um estado de plenitude, com todos os olhares, mimos e elogios. Situação que não se repetirá até à próxima gravidez. 

Segundo parto, novos receios


Quando se trata do segundo filho, às ansiedades atrás mencionadas, somam-se algumas novas, relacionadas, basicamente, com o primogénito. Com efeito, nas últimas semanas ou dias anteriores ao parto, a mamã tem vontade de conhecer o seu bebé, tê-lo nos braços, dar forma e rosto às imagens tantas vezes fantasiadas e esperadas, mas sente, ao mesmo tempo, uma série de receios e preocupações pelo seu primeiro filho.

Um momento maravilhoso

Não obstante, e para lá dos receios, o parto é um processo natural e maravilhoso, para o qual nos preparámos durante nove meses. Chegado o momento, com uma adequada atenção profissional conseguiremos dominar a ansiedade e desfrutar de uma das experiências mais fascinantes da vida. Para finalizar, um pequeno conselho “anti-ciúmes” (e pró auto-estima): no momento de entrar na maternidade, coloque no saco um porta-retratos com uma fotografia linda e grande do primogénito. Desta maneira, quando visitar a sua mamã e o bebé na maternidade, a criança sentirá que apesar da chegada de um novo membro à família ele também continua a ser importante, conserva certo protagonismo e, fundamentalmente, está muito presente entre os afectos mais apreciados pela sua mamã. 

Os receios típicos de todos os partos

Que o bebé nasça com alguma malformação. 
À morte do recém-nascido. 
À dor. 
Às contracções e à episiotomia. 
De ficar magoada. 
De morrer no parto. 
À solidão e ao desamparo. 
A expulsar ou reter o bebé, como expressão do desejo de um parto prematuro ou de prolongar a gravidez. 
De não recuperar a linha. 
De não saber quando tem de sair da maternidade. 
De não chegar a tempo à maternidade e dar à luz em casa ou noutro lugar. 
De que o “seu” médico não chegue a tempo para o parto. 
Os receios do segundo parto 

Além das ansiedades típicas do parto, com o segundo filho a mãe experimenta alguns receios novos:

De morrer durante o parto e que o primogénito fique sem mãe. 
Dos ciúmes do primogénito: até agora “rei” da casa, a mamã receia pelos naturais ciúmes que o primeiro filho sentirá pela presença do seu irmãozinho. 
De não conseguir amar o novo bebé com a mesma intensidade do primeiro: este sentimento é comum a todas as mamãs que esperam um segundo filho, embora nem sempre o manifestem abertamente (“que pensarão se me ouvem? Vão julgar que eu sou uma má mãe”). 
Quem cuidará do primogénito quando ela for internada: quando a data do primeiro parto se aproxima, a mamã preocupa-se pelo enxoval, por ter a casa preparada para receber o bebé e o saco pronto com todas as coisas que deve levar para a maternidade. Mas agora deverá prever, além disso, quem cuidará do irmãozinho - ansioso, na expectativa e ciumento - quando tiver de sair da maternidade. Com quem ficará? Tratá-lo-ão como eu o tratava? E se for de madrugada, como farei? E se não me der tempo de deixá-lo com a avó? Estas são algumas das dúvidas mais frequentes.



publicado por adm às 23:20
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O segundo filho, duvidas e receios...

Por mais planificada que tenha sido, a notícia de uma segunda gravidez provoca sempre surpresa.

Embora demore ainda oito meses a chegar, não há dúvida de que o anúncio da chegada de um novo filho origina grandes confusões, logo desde o princípio. 

Para a mãe, receio de não poder amá-lo o suficiente (e se for o caso, espera que ele não o note); também teme pelos ciúmes do mais crescido, e imagina como será a situação se o bebé for do mesmo sexo do primogénito, ou se for de sexo diferente.

Quando descobre que está novamente grávida, a mamã costuma experimentar além disso um sentimento de culpa, especialmente se o primeiro filho for ainda muito pequeno, dado que pensa que vai privá-lo de contar com a sua presença de forma exclusiva o tempo necessário, além de lhe impor um irmãozinho que a criança não pediu.

Para o papá, o principal receio ainda que inconsciente é que o bebé seja um menino, pois supõe que se converterá na "luz dos olhos da mamã" e o afastará a ele para um longínquo segundo plano. 

E especialmente nestes tempos, uma preocupação comum de ambos e do papá em particular é que o dinheiro não chegue, embora seja verdade que este receio se relacione mais com os "recursos internos" dos quais eles temem carecer do que com a situação económica em que se encontram. 

Geralmente, estes sentimentos contraditórios podem ser mais frequentes em relação com o segundo filho. 

Com efeito, a chegada do primeiro constitui uma vivência nova que inaugura a etapa da maternidade e paternidade, e se se trata do terceiro ou do quarto, os pais já têm experiência, de maneira que se sentem menos angustiados (ou pelo menos assim se supõe). 


Recordações do passado


Se a mãe tem irmãos mais velhos, os seus sentimentos de culpa, pena ou compaixão em relação ao primogénito podem estar relacionados com o facto dela também ter sido "a primeira" no amor que recebeu dos seus pais e um belo dia se viu subitamente afastada por um bebé, que veio ocupar o seu lugar. 

Por outro lado, quando os pais são filhos únicos e não ultrapassaram a vivência da chegada de um irmão, a facilidade ou dificuldade para enfrentar a chegada de um novo bebé dependerá basicamente dos afectos recebidos na infância por parte dos seus progenitores, avós, tios, etc. 


Culpas que vão e vêm

Os sentimentos de culpa em relação ao primeiro filho podem dissipar-se ou não ao longo da gravidez, segundo quais tenham sido os motivos inconscientes que os ocasionaram desde o início. 

Às vezes, quando o parto é iminente, podem ver-se exacerbados devido à sensibilidade aumentada da futura mamã, tanto em relação ao filho por nascer como com os seus irmãozinhos, especialmente se o bebé é o segundo e vem quebrar o triângulo inicial. 

Geralmente, uma vez que o bebé nasce, e embora nem sempre desapareçam, estes sentimentos de culpa podem transformar-se e dirigir-se para o marido ou outras pessoas do agregado familiar. 


Finalmente chegou!


Em geral, face à proximidade do parto ou depois do nascimento, no puerpério imediato, podem apresentar-se diferentes situações. 

Por um lado e independentemente de que se trate do primeiro, do segundo ou de qualquer outro filho costuma experimentar-se certa situação de estranheza e falta de carinho para o recém-chegado que se inverte com o decorrer dos dias. 

Por outro, se os pais desejavam um menino (ou uma menina) e o seu desejo se cumpre, são tomados por uma sensação de plenitude e um amor muito intenso por esse bebé, que costumam manifestar com um "Finalmente chegou!" (por exemplo, uma menina depois de vários meninos, ou o caso inverso). 

Neste caso, os conflitos não necessariamente evidentes desde o primeiro momento e às vezes dissimulados relacionam-se com os ciúmes e o sentimento de exclusão que experimenta o progenitor do sexo oposto face ao novo filho, devido à fantasia de que agora o "preferido" (ou a "preferida") será o bebé, em detrimento do papá (ou da mamã). 


O seu a seu dono

O amor que toda a mãe sente pelo primogénito parece impossível de igualar, e menos ainda de superar, mas é importante compreender que nunca se amadois filhos da mesma maneira. 

No entanto, é preciso não confundir: isto não significa que se ame um mais do que outro, mas a cada um de maneira diferente.

Recordemos que cada filho é concebido num determinado momento da vida, tanto do casal como de cada um dos seus membros, de modo que cada criança terá para os pais em conjunto e para cada progenitor de forma individual um significado e um afecto especiais. 

Por isso, nunca se deve desesperar pensando que o amor não vai chegar para satisfazê-los a todos. 

O carinho dos pais não se multiplica à medida que chegam os filhos, mas distribui-se de maneira proporcional e personalizada para cada um em particular. 

Não se trata de mais ou menos amor, mas de amores diferentes.



publicado por adm às 02:15
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Terça-feira, 22 de Junho de 2010
Quais as melhores posições sexuais na gravidez?

Sexo na gravidez é tabu para muitas pessoas. Cada casal reage de uma forma diferente ao sexo durante a gestação, mas a verdade é que, estando os dois afim e a vontade, não há problema algum.

Para melhorar o sexo na gravidez, temos que adaptar o casal a realizar novas posições sexuais. Conforme a barriga cresce vai dificultando as relações. Dificultando e não impedindo. Para quem quer viver nove meses de prazer, seguem dicas de quatro posições sexuais:

Posição sexual 1
Os dois se encaixam de lado. A grávida pode colocar um travesseiro bem pequeno sob a barriga, para apoiá-la melhor.

Posição sexual 2

Ele deita na cama, ela senta sobre ele. Boa posição para a grávida, pois ela pode se movimentar e controlar a penetração.

Posição sexual 3
O casal fica na posição clássica, porém o homem eleva o tronco para não pressionar a barriga da parceira.

Posição sexual 4
Os corpos ficam em posição de cruz - ela deita e flexiona as pernas, ele se encaixa de lado, sob as pernas dela.



publicado por adm às 22:45
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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010
Os benefícios das frutas durante a gravidez

Não subestime o poder das frutas, elas são fortes aliadas em diversos aspectos, principalmente durante a gravidez, onde ela atua diretamente no conforto.

Isso se deve ao arsenal de vitaminas e minerais que, além de amenizar os desagradáveis sintomas de uma gravidez, contribuem para o desenvolvimento do bebê.

Outro fator importante é a de prevenir doenças. As frutas reduzem os enjôos, azia, prisão de ventre, inchaço, cãibras e mantêm a pressão arterial sob controle.

As frutas também contribuem para uma rápida recuperação do parto, além de contribuir para que o nenê venha ao mundo tempo certo, com peso adequado e boa formação dos ossos, dos dentes e do sistema nervoso central.



publicado por adm às 23:23
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Dicas para as grávidas terem algum conforto com o calor

Toda gestante sabe como o verão pode ficar insuportável. Descubra algumas sugestões para aliviar o desconforto nessa época do ano

1- Controle o ganho de peso e tente se manter na média de um quilo por mês. Quanto mais você engordar, mais calor vai sentir. O aumento que ultrapassa 12 quilos no final da gestação é sinal que a mulher engordou mesmo, ou seja, ganhou gordura. E ela forma uma capa que funciona como um tipo de cobertor, aquecendo o organismo. Além disso, quanto mais gorda, mais rápido alguns órgãos trabalham.

2- Tome um banho apenas morninho. Mas evite o banho frio, que pode provocar cãibras.

3- Beba dois a três litros de líquidos por dia.

4- Coma frutas como melancia, e melão que, geladinhas, diminuem a sensação de calor. Tente uma salada de frutas.

5- Evite comidas com muita gordura. Elas fazem seu organismo trabalhar mais para digeri-las, aumentando a sensação de calor. Prefira saladas com folhas cruas. Sopas frias, como o gaspacho, também são uma ótima opção.

6- Escolha roupas arejadas de algodão e evite tecidos sintéticos que dificultam a transpiração.

7- Faça exercícios de relaxamento dentro da água.

8- Opte por calçados abertos. Tênis e meia esquentam demais o pé.

9- Deixe as compras para os dias mais frescos e fuja de lugares muito cheios.

10- Se tiver cabelo longo, mantenha-os presos sempre que puder.

11- Carregue na bolsa um spray de água termal, vendido em farmácias e perfumarias. Borrife sobre o rosto e pescoço.

12- Se você estiver usando meias de compressão, coloque-as dentro de um saquinho no congelador na hora em que entrar no banho. Ao sair do banho, vista-a. Verá que a sensação de calor é bem menor.

13- Aplique cremes à base de cânfora ou hortelã nos pés e nas pernas. Eles deixam uma sensação geladinha. Mas converse antes com seu ginecologista para ver se não há risco de alergias.

14- Molhe o rosto, o pulso e a parte de trás do pescoço no decorrer do dia com água fresca.

15- Na hora de escolher um hidratante, prefira os menos oleosos, que dão uma sensação maior de refrescância.

16- Muitas gestantes abominam qualquer tipo de perfume mas outras têm uma tolerância maior e gostam de se sentir cheirosinhas. É importante escolher fragrâncias refrescantes, o que vale também para os cosméticos. Alecrim, hortelã e menta. Evite perfumes muito concentrados.



publicado por adm às 23:52
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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
Estarei mesmo preparado para ser mão / pai?

Para quem está a pensar ter filhos, para quem quer saber se está ou não preparado(a) para assumir a maternidade/ paternidade, ou mesmo, para quem tem curiosidade em saber algumas das “ sensações “ de ser Mãe/Pai, Colin Bowles criou 10 tópicos, ( a partes menos boas ), onde tenta mostrar alguns desses exemplos.

Quem actualmente tem filhos, vai com certeza identificar-se com algumas destas situações .

Contudo e em especial para as futuras mães e pais, informamos que em breve , divulgaremos “ As Dez Boas Razões para se ser Mãe/ Pai “, que são certamente mais importantes e “ animadoras ” , que os tópicos que se seguem .
( para participar envie a sua “razão “ através do formulário do portal.)

Divirta-se!

As dez maneiras de saber se estão preparados para a paternidade/maternidade por Colin Bowles:

1. Vestir crianças não é tão fácil como parece. Primeiro compre um polvo vivo e um saco de rede. Tente enfiar o polvo no saco sem deixar nenhum braço de fora.

2. Esqueça os carros desportivos e compre um familiar. 
Não pense que o pode deixar à porta, impecável e a brilhar, porque os carros de família não são assim. 
Compre um gelado e guarde-o no compartimento das luvas. 
Enfie uma moeda no leitor de cassetes, desfaça um pacote de bolachas e atire-as para os bancos traseiros.

3. Prepare-se para sair. Espere à porta do quarto de banho durante meia hora. Saia para a rua. Volte a entrar. Saia. Entre de novo. Volte a sair e ande um bocado em frente de casa. Entre. Saia. È normal que falte sempre mais alguma coisa para levar.
Agora, caminhe devagar ao longo da estrada durante cinco minutos. Detenha-se para examinar minuciosamente todas as beatas, pastilhas elásticas, lenços sujos e insectos mortos que encontre pelo caminho. Está pronto a levar uma criança a passear.

4. Para antever como serão as noites, ande às voltas pela sala entre as 5 da tarde e as 10 da noite, com um saco molhado com cerca de 6 Kg de peso.
Às 10 pouse o saco, meta o despertador para a meia-noite e vá-se deitar.
Levante-se à meia-noite e ande às voltas à sala de estar com o saco ao colo até à uma da manhã. Ponha o despertador para as 3. Como não consegue voltar a adormecer levante-se às 2 e tome uma bebida. Volte para a cama às 2:45.
Levante-se quando o despertador tocar às 3. Ponha o despertador para as 5.
Levante-se. Prepare o pequeno almoço. Repita durante 5 anos sempre de cara alegre.

5. Antes de se decidir por fim a ter filhos, descubra um casal que já os tenha e censure-lhes os métodos de disciplina, a falta de paciência e o facto de os deixarem fazer tudo. Sugira maneiras de melhorar os hábitos de sono e de ir ao bacio, de apurar as maneiras à mesa e o comportamento em geral. Desfrute da sua última oportunidade de acertar nas respostas para os problemas.

6. Tire o miolo a um melão e faça-lhe um orifício lateral mais ou menos do tamanho de uma bola de golfe.
Suspenda do tecto com um fio e faça-o balançar. Pegue numa colher de papa e tente encher o melão 
através do orifício. Está apto(a) a alimentar um bebé de 12 meses.

7. Vá ao supermercado e leve consigo o que mais se parece com uma criança em idade pré-escolar. O ideal é uma cabra adulta. Se está a pensar ter mais de um filho, leve mais que uma cabra. Faça as compras sem perder as cabras de vista e pague tudo o que destruírem.

8. Aprenda o nome das personagens de todos os desenhos animados e dos Pokemon. Quando der por si a cantar o "Batatoon", no banho, está apto(a) a receber o diploma de pai/mãe.

9. Repita sempre o que disse pelo menos 5 vezes.

10. Mulheres: para se preparar para a maternidade, vista um roupão ependure um saco de feijões à
frente ..Deixe-o ficar assim 9 meses. No fim retire 10% dos feijões. Homens: vá à farmácia local, despeje o conteúdo da sua carteira no balcão e diga ao farmacêutico que se pague. Dirija-se em seguida ao
supermercado e mande o seu ordenado ser lá pago directamente.

Mesmo assim.. vale mesmo a pena ser Mãe/ Pai !



publicado por adm às 21:57
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010
Verdades e Mitos sobre a Gravidez

Quando descobrimos que estamos gravida, logo vem um monte de gente falar o que pode e o que não pode, mas muitas vezes isso é mito assuntos da época da vovó, as orientações que você deve seguir é a do médico, essas sim são verdadeiras.

Ouvimos tantas coisas que ficamos totalmente confusa e sem saber em quem acreditar, mas é lógico que existe verdades e mitos sobre a gravidez o importante é você fazer tudo diretinho nesta fase maravilhosa da sua vida para não prejudicar o bebê e você.

Veja abaixo algumas verdades e mitos sobre a gravidez:


-Barriga pontuda é menino, e espalhada é menina?
Mito. Não existe qualquer estudo que comprove tal afirmação, porém é algo muito antigo que diverte as grávidas nas conversas com amigas e familiares.

 

-É preciso passar bucha nos mamilos para não racharem?
Verdade. Mas isso é muito antigo e causa dor. Hoje, há produtos à venda em farmácias que protegem os seios de possíveis rachaduras.

Pele de grávida mancha se ficar exposta ao sol?


Verdade. Principalmente para quem tem pele clara. Depois da gestação pode ser bem difícil remover essas manchas, por isso é importante o uso de protetor solar.

 

-Você precisa se livrar de seu gato se estiver grávida?
Mito. Os gatos de origem doméstica, que não circulam pelas ruas, têm uma pequena chance de transmitir a toxoplasmose.



publicado por adm às 23:38
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Trabalho de Parto - Será agora?

Durante a última fase da gravidez, mãe e feto preparam-se para o parto. O feto cresceu e desenvolveu-se, preparando-se para a vida extra-uterina.
A mãe ao longo da gravidez, sofreu várias adaptações fisiológicas que a prepararam para o parto e para a maternidade.
O trabalho de parto e o nascimento representam o terminus da gravidez e o início da vida extra-uterina para o recém-nascido.


DEFINIÇÃO DE TRABALHO DE PARTO :


Trabalho de parto é um processo que tem como finalidade expulsar o feto, a placenta, e as membranas, para o exterior do útero, através do canal de parto.


SINAIS DE FALSO TRABALHO DE PARTO :

Expulsão do rolhão mucoso ( Consiste na eliminação pela vagina de um muco gelatinoso e rosado, acastanhado ou sanguinolento, tipo clara de ovo. Na presença deste sinal não é necessário dirigir-se à maternidade.)
Contracções irregulares (o seu intervalo não é certo).
Dor que atenua com a marcha.
Os movimentos fetais podem encontrar-se aumentados.
Sem alterações da secreção vaginal.
Nesta situação não é necessário recorrer à maternidade, repouse em decúbito lateral esquerdo e vigie se as contracções se tornam cada vez mais intensas, rítmicas/regulares e frequentes.


SINAIS DE VERDADEIRO TRABALHO DE PARTO :


Rotura de bolsa de águas ( É a saída pela vagina de um líquido de cor clara (pode sair pouco a pouco ou em quantidade abundante que não consegue reter), e indica o rompimento da bolsa amniótica que contém o bebé. Neste momento deve dirigir-se à maternidade.)
Contracções uterinas regulares ( As contracções uterinas no início aparecem espaçadas de 30 em 30 ou de 20 em 20 minutos e são de fraca intensidade. Este ritmo vai aumentando, passando a ser de 15 em 15 e depois de 10 em 10 minutos, e nesse momento, é altura de com calma ir para a maternidade. )


ESTÁDIOS DO TRABALHO DE PARTO

O decurso do trabalho de parto, que é razoavelmente constante, consiste em:

Progressão regular das contracções uterinas.
Apagamento e dilatação progressiva do colo uterino.
Progressão do feto.
A duração de total média do primeiro estádio de trabalho de parto (desde as primeiras contracções uterinas regulares até à dilatação completa do colo uterino) varia, na mulher que vai ter um primeiro filho, entre 3 e 19 horas, nas gravidezes subsequentes, os valores situam-se entre 1 e 14 horas.
O segundo estádio (período expulsivo) pode ir até 3 horas, na mulher que vai ter o primeiro filho e 1,5 horas em gravidezes subsequentes.
O terceiro estádio do trabalho de parto (decorre entre o nascimento do feto e a expulsão da placenta), pode ir até 60 minutos.
O quarto estádio do trabalho de parto consiste na fase de hemostase e dura cerca de 2 horas após a expulsão da placenta.


SITUAÇÕES QUE A DEVEM LEVAR À MATERNIDADE

Independentemente de se encontrar em franco trabalho de parto existem situações que a devem levar a procurar orientação pelos profissionais de saúde.
Hemorragia vaginal;
Perda de líquido pela vagina;
Corrimento vaginal com prurido/ardor;
Dores abdominais;
Arrepios ou febre;
Dor/ardor quando urina;
Vómitos persistentes;
Dores de cabeça fortes ou contínuas;
Perturbações da visão;
Diminuição dos movimentos fetais.
Lembre-se que a gravidez é uma situação normal, mas exige uma atenção especial à sua saúde e à saúde do filho que vai nascer. Sempre que suscitarem dúvidas procure orientação pelos profissionais de saúde.



publicado por adm às 00:05
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Segunda-feira, 31 de Maio de 2010
Consumo de drogas durante a gravidez quais o perigos?

O consumo de drogas durante a gravidez pode ter efeitos adversos tanto no feto que se está a desenvolver como no recém-nascido. A cocaína e os opiácios são duas das drogas ilícitas que podem causar problemas significativos. A cocaína estreita os vasos sanguíneos e eleva a tensão arterial e o seu consumo durante a gravidez pode provocar um aborto. O seu consumo, mesmo em raras ocasiões, no príncipio da gravidez pode causar anomalias congénitas nos rins, nos olhos, no cérebro ou noutras extremidades. O filho de uma mãe adicta a esta droga é mais propenso a ter escasso peso ao nascer, além de uma medida corporal e uma circunferência da cabeça menores do que é normal. 

Os opiáceos, como a heroína, a metadona e a morfina, raramente causam anomalias congénitas, mas, como atravessam a placenta, as crianças podem nascer adictas a elas. Os sintomas de abstinência manifestam-se habitualmente dentro das 72 horas posteriores ao nascimento. Esses sintomas incluem irritabilidade, com choro excessivo, nervosismo, tensão muscular, vómitos, diarreia, suor, respiração acelerada e convulsões. Os sintomas de abstinência ligeiros tratam-se agasalhando a criança e alimentando-a frequentemente para reduzir a inquietude. Os sintomas graves podem ser controlados com pequenas doses de tintura de ópio, um narcótico. A dose reduz-se muito gradualmente no termo de alguns dias ou semanas à medida que os sintomas desaparecem. 

Pode ter-se abusado de muitas outras drogas e frequentemente consomem-se várias drogas ao mesmo tempo durante a gravidez. Os filhos de mães que tenham consumido drogas neste período devem ser cuidadosamente controlados por pessoal de saúde e por membros dos serviços de assistência social. Algumas crianças têm defeitos que requerem atenção especial e outras, como as afectadas pela síndroma do feto alcoólico, podem sofrer atraso mental. Estas últimas devem ser avaliadas e receber tratamento no contexto de um programa de desenvolvimento infantil precoce. Muitas requererão educação especial quando alcançarem a idade escolar. 

O filho de uma mãe toxicodependente deve ter um acompanhamento por parte do departamento local de serviços sociais. O abuso ou a dependência de drogas da mãe, juntamente com os hábitos de comportamento que isso supõe, expõe a criança a um alto risco de sofrer abusos ou abandono.



publicado por adm às 23:55
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