Sábado, 23 de Julho de 2011
Pintar o cabelo durante a gravidez aumenta risco de leucemia para o bebé

Um estudo realizado no Brasil revelou que as tintas para pintar o cabelo aumentam o risco de leucemia nos dois primeiros anos de vida, quando usadas pela mãe durante a gravidez. 
O autor do estudo, o biólogo Arnaldo Couto, afirma que o risco é duas a três vezes superior para os bebés filhos de mães que pintaram o cabelo durante os dois primeiros trimestres da gravidez, quando comparados com aqueles cujas mães não usaram esses produtos. A leucemia atinge cerca de cinco por cento das crianças até aos dois anos. 
Algumas substâncias presentes nas tintas para o cabelo são comprovadamente cancerígenas, pelo que, segundo o autor do estudo, os fabricantes deveriam ser obrigados a alertar as consumidoras para os riscos, especialmente durante a gravidez. 
Os resultados foram publicados no site da Escola Nacional de Saúde Pública, onde o estudo foi realizado, em parceria com o Instituto Nacional do Câncer

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



publicado por adm às 10:21
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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
Aprenda os cuidados a ter com a gravidez no verão

As altas temperaturas exigem uma atenção redobrada com pequenos detalhes



Com a barriga a crescer, as grávidas são as que mais sofrem durante a estação quente. O verão traz consigo um aumento de desconforto, com as pernas a inchar, a zona lombar a pressionar e a pele a esticar por todos os lados. Mas há formas de atenuar esse mau estar, pelo que deixamos aqui algumas dicas:

Alimentação: o tempo quente apela a refeições frescas, pouco pesadas e com muitos líquidos. Mas é fundamental não se esquecer que as grávidas devem ter cuidados redobrados com saladas, queijos frescos e mariscos. Esqueça os fritos, os refrigerantes e pratos como o cozido à portuguesa e feijoada á transmontana. É que a tendência para a hipertensão e para a hipoglicemia está sempre eminente;

Exercícios físicos: se sempre praticou ginástica, não deixe de o fazer nesta altura. Aproveite para exercitar-se ao ar livre, mas em alturas do dia em que sol não esteja tão forte, ou seja de manhã bem cedo ou ao final da tarde. Sendo época de praia por excelência, não se aventure a nadar sozinha para muito longe e leve sempre uma cadeira para se sentar;

Cremes:protetores solares e muito creme gordo, mas nada de bronzeadores. A mulher grávida queima-se com mais facilidade e um escaldão não dá muito jeito nestas alturas. Sprays para pernas cansadas também podem ajudar. Ponha de lado qualquer ideia de fotodepilação ou tratamentos a laser;

Vestuário:vestidos frescos, leves e práticos. Eis o trio de luxo para fazer face às altas temperaturas. Calças de algodão ou linho, porque são mais frescas e sapatos confortáveis, sem exageros nos saltos. Evite roupa justa ao corpo;

Dia-a-dia:no trabalho tente elevar as pernas com um banquinho discreto para facilitar a circulação. Não se descalce se tiver os pés inchados, pois não vai voltar a conseguir calçar o sapato. Mas vale antecipar e optar logo pela manhã por um calçado mais confortável. Se o seu trabalho for muito sedentário, faça por levantar-se e circular. E atenção que as temperaturas altas nesta altura do ano podem fazer baixar a tensão, por isso não dispense um café matinal e tenha sempre uma carteirinha de açúcar na carteira. Sobretudo tem de saber gerir a sua vida com bom senso e evitar tarefas pesadas como carregar compras do supermercado ou lavar o carro.

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 20:00
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Sábado, 16 de Julho de 2011
Gravidez ectópica

Quando o feto se desenvolve fora do útero



Vulgarmente chamada gravidez fora do lugar, a gravidez ectópica é aquela em que o feto se desenvolve fora do útero, podendo localizar-se na trompa de Falópio, no canal cervical ou na cavidade pélvica ou abdominal.

Normalmente, a fecundação do óvulo ocorre na trompa de Falópio e o ovo resultante é transportado até ao útero, onde ocorre a implantação.

Qualquer alteração neste percurso natural pode levar a que a implantação ocorra noutro local, com destaque para a própria trompa. Uma obstrução tubária decorrente de infeções pélvicas anteriores, cirurgias ou alterações da motilidade das trompas são as principais causas de gravidez ectópica.

Sintomas

Clinicamente, a gravidez ectópica pode ser assintomática ou manifestar-se por pequenas perdas de sangue vaginais e dores abdominais, em mulheres com um atraso menstrual. Como na gravidez ectópica o produto de conceção se implanta num local que não se encontra preparado para uma gravidez, uma de duas situações pode ocorrer:

- A gravidez não evolui, e o revestimento uterino descama, provocando perdas hemáticas (de sangue) vaginais.

- A gravidez evolui e existe o risco de rutura e hemorragia, com maior morbilidade e mortalidade materna associada.

Diagnóstico

O diagnóstico de gravidez ectópica é cada vez mais ecográfico, mesmo antes do desenvolvimento de sintomas. Caracteristicamente, numa mulher com um teste de gravidez positivo, a ecografia revela um útero vazio e permite a identificação da gravidez em localização anómala. Raramente há necessidade de recorrer a outros exames de imagem.

Tratamentos

Relativamente aos tratamentos, podemos considerar três abordagens diferentes:

- Atitude expectante, que consiste numa vigilância clínica e laboratorial 

- Tratamento médico com utilização de metotrexato intramuscular 

- Tratamento cirúrgico com remoção exclusiva do feto ou da trompa afetada se existirem lesões tubárias extensas.

A decisão quanto ao tratamento a adotar é feita ponderando caso a caso.

Essa avaliação, rigorosa, é feita de acordo com critérios clínicos, ecográficos e analíticos.

Os riscos

São considerados fatores de alto risco antecedentes de cirurgia ou patologia tubária, gravidez ectópica anterior, exposição in útero ao DES (dietilstilbestrol) e DIU (dispositivo intrauterino).

As mulheres que recorreram a tratamentos de infertilidade, já tiveram infeções genitais e têm ou tiveram múltiplos parceiros sexuais correm um risco moderado. Os fatores de baixo risco são a cirurgia abdominal ou pélvica prévia, o tabagismo, o duche vaginal e a primeira relação sexual antes dos 18 anos.

Como prevenir

É muito difícil de prevenir. Por um lado, apesar de identificados os principais fatores de risco, a maioria das gravidezes ectópicas ocorre em mulheres sem fatores de risco conhecidos.

Por outro, existem fatores de risco que não são preveníveis. Não obstante, podemos considerar como medidas redutoras de risco a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis responsáveis por doença inflamatória pélvica, a evicção tabágica e o uso correto dos métodos contracetivos.

fonte:http://familia.sapo.pt/a



publicado por adm às 19:58
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Domingo, 3 de Julho de 2011
Grávidas de férias

Os bebés nascem quando querem, e as urgências aparecem sem prévio-aviso



Estar grávida não significa perder o direito a uns dias passados na praia ou no campo. Todavia, dependendo do tempo de gravidez, existem alguns cuidados que deve ter antes de partir, de "armas e bagagens", para o local eleito para esses dias de lazer.
A gravidez não tem por que alterar a atitude de viajar, no entanto, é importante considerar que tipo de infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para desfrutar as férias, o meio que vai utilizar para viajar e a distância até ao local.
Como várias vezes temos referido, estar grávida não é estar doente. Contudo, a gravidez implica cuidados suplementares. Antes de partir para férias é aconselhável conversar com o seu médico sobre o tema. Se já se encontra no terceiro trimestre, é natural que o seu médico não aconselhe a que viaje para o estrangeiro ou para locais onde o acesso a um hospital ou maternidade seja precário. Não deve esquecer que muitas vezes as urgências aparecem sem aviso prévio.

Nascimentos fora da hora
Se, na altura de iniciar as suas férias, estiver na semana 38 e se o seu bebé decidisse nascer, já pesaria entre 2,5 e 3 quilos. Com esse peso e se a gravidez decorreu de forma saudável, provavelmente, não apresentaria qualquer complicação. Contudo, é possível que o bebé não nasça onde tinha planeado. Se já completou a semana 28 e o bebé resolvesse nascer, por exemplo, na semana 30, o bebé seria prematuro. Pesaria cerca de um quilo a um quilo e meio, e neste caso seria imprescindível contar com uma bom equipamento de saúde tanto no campo obstétrico como neonatológico.
Se nascesse prematuro, o bebé deveria permanecer internado, no local onde nascesse, não menos de 30 a 60 dias (de acordo com o peso ao nascer), até alcançar o peso adequado.
Por tudo isto, consideramos que viajar para o estrangeiro pode ser um risco nesta fase da gravidez. Se nascesse no estrangeiro, provavelmente, teria de permanecer no país de nascimento, para acompanhar o bebé prematuro até à sua alta.

Estar grávida não é estar doente. Contudo, a gravidez implica cuidados suplementares. Antes de partir para férias é aconselhável conversar com o seu médico sobre o tema

Acompanhar a gravidez
Se pensa viajar para o interior do país, consulte o seu Centro de Saúde ou a sua Seguradora, onde tem o seu seguro de saúde, para se certificar que o lugar escolhido tem cobertura médica, e como fazer no caso de uma emergência. Se viaja para o estrangeiro, também deverá assegurar-se com a cobertura da Segurança Social ou seguro médico.
São muito poucos os sistemas de saúde que oferecem cobertura estando no estrangeiro, e quando o fazem, geralmente, restringem-se aos países limítrofes, ou aplicam restrições de acordo com as semanas de gestação (geralmente cobrem só a primeira metade da gravidez). Para algumas companhias de seguros, a gravidez é considerada como uma doença pré-existente.
Se não tem cobertura, é importante que antes de viajar faça um seguro de saúde de viagem. Não são muito baratos, mas no caso de serem necessários, o benefício será muito maior do que o custo.

Em viagem
Se a gravidez é normal e controlada, uma viagem não tem por que aumentar os riscos que toda a gravidez implica. Se a gravidez é considerada de risco, terá que analisar junto com o seu obstetra o que é mais conveniente.
Se vai viajar de automóvel, é aconselhável que evite as horas de calor. Inicie a viagem de manhã cedo ou ao fim da tarde. A cada duas ou três horas faça uma paragem no caminho para andar um bocado, e ir à casa de banho. Aproveite também para tomar uma bebida fresca.
A viagem é o início das suas férias e não apenas um meio para chegar ao destino. Se vai viajar de avião, saiba que as viagens de avião durante a gravidez, se tomadas algumas precauções, não têm contra-indicações do ponto de vista médico. Todavia, saiba que uma das particularidades dos assentos da classe económica é o escasso espaço entre as filas.
Estas características obrigam-nos muitas vezes a permanecer sentadas sem nos levantarmos do assento, devido à escassez de espaço ou para não incomodar os outros passageiros. E esta atitude pode ser prejudicial para a saúde. Tente fazer a sua viagem em aviões com cabinas pressurizadas (todos os jactos de linhas programadas as têm) para evitar os efeitos da falta de oxigénio. Contudo, ainda que deva ser mais cuidadosa, nenhuma destas condições impede realizar uma viagem de avião. Seguindo uma série de medidas simples, poderá viajar cómoda e segura.
Se vai viajar de combóio, escolha um local perto da carruagem restaurante, assim poderá tomar uma bebida ou as refeições sem ter de percorrer um longo percurso com o combóio em movimento.
Se pensa fazer um cruzeiro, deve discutir bem com o seu obstetra essa opção, especialmente se é a sua primeira viagem num navio.

Veja como:
- Trate de chegar cedo ao aeroporto , e quando fizer o check in avise o funcionário que está grávida, o funcionário da companhia certamente lhe oferecerá a melhor localização possível.
- Não permaneça sentada durante toda a viagem. Levante-se a cada duas ou três horas e percorra o corredor do avião para estirar as pernas.
- Se as hospedeiras estão a ocupar o corredor com os carros da alimentação, permaneça parada ao lado do seu assento, mova suavemente as pernas, especialmente os dedos dos pés, e realize movimentos de rotação com os pés (duas a três sessões de 10 a 15 movimentos). Estes exercícios estimulam a circulação nas pernas e impedem que o sangue tenda a formar coágulos.
- Durante o voo, recomenda-se beber água, já que a humidificação das cabinas dos aviões é bastante escassa. Beba uma boa quantidade de água ou bebidas sem álcool. A desidratação afecta os mecanismos de coagulação do sangue.

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 15:45
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