Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
Higiene do Bebe

• Banheira com fundo antiderrapante 
• 2 toalhas de banho macias com ou sem capuz
• Termómetro de banheira
• Esponja natural 
• Champô 
• Gel de banho 
• Escova e pente 
• Fraldas para recém-nascido 
• Creme para prevenir assaduras 
• Creme hidratante para o corpo
• Óleo de massagem 
• Toalhitas 
• Aspirador nasal e soro fisiológico em unidoses
• Tesoura de pontas redondas (e uma lima de cartão para as unhas com falhas) 
• Cotonetes 
• Algodão próprio para bebé 

Sugestões: 
- Se puder ter a banheira na casa de banho é mais prático, porque evita o transporte de água para o quarto 
- Tenha sempre pacotes de fraldas de reserva, pois nas primeiras semanas o bebé gasta em média 10 fraldas por dia 
- O creme hidratante é ótimo para massagens e pode substituir o óleo de massagem 

Dica de mãe: 
“Alternativamente, existem banheiras insufláveis muito práticas, que servem também no caso de ir de férias”, Isabel Caldas 

“Antes de colocar o bebé na banheira, garanta que tem tudo o que precisa à mão, para não deixar o bebé sozinho por menor que seja o tempo”, Angela Dias 

“Prefira uma banheira alta com pés e não daquelas que também são fraldário, pois não é nada prático andar sempre a trocar as bases”, Marta Van Zeller 

Quarto
Para a alcofa: 
• 1 alcofa 
• 4 conjuntos de lençóis 100% algodão
• 2 cobertores 
• 2 resguardos impermeáveis 

Para o berço/cama de grades: 
• 1 berço ou cama de grades
• 1 colchão à prova de água e de fibra para evitar alergias 
• 4 conjuntos de lençóis 100% algodão 
• 2 resguardos impermeáveis para usar debaixo dos lençóis 
• 1 protetor lateral 
• 2 cobertores preferencialmente antialérgicos 
• 1 colcha 
• 1 carrossel com bonecos 
• 1 cómoda 
• 1 colchão muda fraldas para por em cima da cómoda 
• 1 aquecedor a óleo para o quarto 
• 1 cesto para a roupa suja do bebé 
• Protetor de grades 

Sugestões: 
- O mobiliário deve estar fixo à parede 

Dica de mãe: 
“A fralda pode ser mudada em cima da cama utilizando, como proteção, um muda-fraldas de plástico portátil. Mais prático e mais económico”, Angela Dias 

“O suporte para a alcofa permite que o bebé possa estar sempre ao pé da mãe e evita que coloque a alcofa em cima do sofá ou no chão. Desta forma, o bebé pode estar ao seu lado em qualquer parte da casa”, Susana Krauss 

“Não vale a pena ter alcofa e berço, basta um dos dois. No limite, não necessita de nenhum se decidir usar a cama de grades desde o início”, Rute Costa 

fonte^:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 21:59
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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
O BEBÉ EM CASA

Alimentação 
• 1 bomba para tirar leite 
• Recipientes para armazenar e congelar o leite materno
• 1 almofada de amamentação 
• 4 biberões de plástico de 250 ml 
• Pinça para agarrar biberões 
• Esterilizador 
• 1 escovilhão para limpar biberões e tetinas
• 6 a 8 babetes 

Sugestões: 
- Pode substituir a almofada de amamentação por almofadas normais 
- Use babetes impermeáveis e sempre que o bebé comer, pois impede que a roupa fique molhada 
- Atenção que nem sempre é necessária a bomba para tirar leite. Há mães que não necessitam. Por isso, compre-a só depois do parto 

Dica de mãe: 
“Experimente dar de mamar deitada. Facilita em termos de postura e é muito confortável para o bebé”, Isabel Caldas

“A bomba de tirar leite manual é suficiente para tirar o leite em excesso nos primeiros dias, até regularizar. No entanto, caso queira tirar frequentemente e em quantidade suficiente para uma refeição do bebé, aconselho a utilização da bomba elétrica. Algumas farmácias alugam bombas mensalmente”, Filipa Falcão

“Tenha atenção à amplitude bocal das tetinas biberões, porque vão aumentando de 0+, para 2+, 4+, etc.”, Marta Van Zeller 

Farmácia 
•Soro fisiológico em unidoses (para limpar os olhos e nariz) 
• Paracetamol em supositórios 
• Compressas esterilizadas para o umbigo
• Álcool a 70º 
• Gaze para limpar olhos/umbigo 
• Chucha para recém-nascido com tetina fisiológica 
• Caixinha para pôr a chucha 
• Corrente para a chucha 
• Termómetro digital 

Sugestões: 
- Nas primeiras semanas, é preferível usar apenas compressas embebidas em água. As toalhitas podem ser irritantes 

Dica de mãe: 
“O soro fisiológico deve ser em unidoses, para evitar o risco de contaminação. Para limpar os olhos do bebé, pode embeber cada compressa (uma para o olho esquerdo e outra para o direito) em meia dose cada”, Filipa Falcão 



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Domingo, 29 de Janeiro de 2012
Lista completa para a chegada do bebé

Siga este guia para as diferentes necessidades, desde a ida para a maternidade até aos primeiros meses do bebé em casa



Para não se perder no que tem de ter para receber da melhor forma o seu bebé, deixamos-lhe aqui uma lista completa de artigos nas diversas áreas que deve preparar com antecedência. 

Desde a ida para a maternidade à preparação da casa, saiba o que deve ter disponível em termos de vestuário, quarto, alimentação, higiéne, farmácia e transporte para o seu bebé.

Para a realização desta lista, consultámos e compilámos informação de várias fontes e ainda entrevistámos algumas mulheres que já foram mães, que lhe deixam também algumas dicas. 

Ora tome nota!

IDA PARA A MATERNIDADE 

Para a mãe 

• Caderneta de grávida, exames médicos e documentos 
• 2 camisas de dormir largas com abertura frontal 
• 1 roupão 
• 2 pares de chinelos (quarto e banho) 
• Cuecas de rede descartáveis para 2/3 dias 
• 1 embalagem de pensos higiénicos grandes 
• Elásticos para o cabelo 
• 1 toalha de banho 
• 1 toalha de rosto 
• 3 toalhas de bidé 
• Produtos para o banho (champô, amaciador e gel) 
• Creme hidratante 
• Escova e pasta de dentes 
• Escova de cabelo 
• 2 soutiens de amamentação 
• 1 embalagem de discos protetores para o peito
• 1 embalagem de toalhetes para limpar o peito 
• Creme para proteger os mamilos 
• Lenços de papel 
• Roupa para o regresso a casa
• Garrafa de água 
• Pacote de bolachas 
• Kit de recolha de células do cordão umbilical (se decidir fazer a recolha) 

Sugestões: 
- Consulte a maternidade para saber se existe uma lista interna 

Dica de mãe: 
“Convém preparar a mala da mamã e do bebé no 7º mês de gravidez, não vá o bebé decidir nascer mais cedo. Mais vale estar prevenida. Aconteceu-me a mim”, Ângela Dias 

“Deixe a roupa de saída preparada em casa para o marido levar no dia da alta. Não esquecer os sapatos”, Rute Costa 

Para o bebé 
• 4 mudas completas de roupa (body+babygrow ou body+roupinha) separadas em sacos e identificadas por dias 
• Gorro (se for inverno)
• 3 fraldas de pano
• 1 manta 
• Ovo de transporte
• 1 embalagem de fraldas descartáveis de recém-nascido
• Creme para mudar a fralda
• Toalhitas 
• 2 chuchas esterilizadas 
• Babetes
• 1 toalha de banho 
• Gel de banho e champô hipoalergénicos
• Creme hidratante

Dica de mãe: 
“Para além dos conjuntos de roupa que leva preparados para os três primeiros dias, junte à mala do bebé mais alguns bodies de algodão”, Filipa Falcão

 

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 21:21
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Sábado, 28 de Janeiro de 2012
Antidepressivos na gravidez são perigosos para os bebês, diz estudo

Tomar antidepressivos no fim da gravidez dobra o risco de dar à luz a bebês que sofrem de hipertensão pulmonar persistente, de acordo com um estudo realizado nos países do norte europeu divulgado pelo SIS.Saúde. Tomar antidepressivos do tipo ISRS (Inibidores Seletivos de Recaptação da Serotonina) após a 20ª semana de gestação está associada a um risco dobrado de hipertensão pulmonar persistente no recém-nascido, segundo as conclusões do estudo realizado pelo prestigiado Instituto Karolinska, em Estocolmo.

O número de recém-nascidos que sofrem desta doença é de 1,2 a cada mil, em média, acrescenta o instituto, salientando que a taxa de mortalidade em indivíduos nascidos com hipertensão pulmonar persistente é de 15%.

O estudo do Karolinska levou em conta 1,6 milhão de nascimentos entre 1996 e 2007 em cinco países do norte da Europa (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia). É o primeiro estudo representativo desta magnitude, que complementa a pesquisa Chambers, publicada em 2006 no New England Journal of Medicine.

Segundo o estudo, 11 mil mulheres que tomaram antidepressivos no final da gravidez deram à luz 33 crianças com hipertensão pulmonar.

“Os médicos que tratam pacientes grávidas contra a depressão devem tentar considerar uma abordagem não medicamentosa”, adverte a responsável pelo estudo, Helle Kieler, em um comunicado.

A publicação aponta que os antidepressivos ISRS são amplamente utilizados no tratamento da depressão e incluem vários tipos de princípios ativos, incluindo a fluoxetina, vendido sob o nome de Prozac.

O estudo constatou que os riscos são os mesmos para todos os princípios ativos estudados, ou seja, a fluoxetina, citalopram, sertralina, paroxetina e escitalopram.

fonte:http://www.oregional.com.br/



publicado por adm às 23:15
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
Placenta prévia oferece grave risco à mãe

Entenda por que ela é a grande responsável por partos antecipados e quais fatores podem favorecer seu aparecimento

 

Os exames pré-natais são importantes para identificar diversos problemas na gravidez um deles é a placenta prévia. Diagnosticada por ultrassonografia nas últimas doze semanas da gravidez, acomete uma em cada 200 gestações e pode causar sangramentos e complicações no parto, seja normal ou cesárea.

 

A placenta prévia não pode ser evitada e se desenvolve na parte baixa do útero, podendo dificultar a passagem do feto durante o parto. 

 

Segundo o ginecologista do Hospital São Luiz, Ricardo Nadais, a patologia ocorre quando existe algum defeito na cavidade uterina, como uma cicatriz de cesárea ou de retirada de mioma, por exemplo. “Fatores que resultam em trauma no útero como curetagem uterina pós-aborto e alguns processos infecciosos também podem ocasionar a placenta prévia”, explica. 

 

O sangramento acarretado pelo problema é muito mais prejudicial a mãe, que pode ter anemia, alterações na coagulação e função dos rins. Em poucos casos a patologia pode até acarretar na morte da gestante ou interrupção da gravidez. Por isso é importante fazer todos os exames pré-natais. 

 

“Raramente a placenta prévia causa efeito direto sobre o feto. Isso só ocorre caso haja rompimento de partes da placenta, os cotilédones. Em casos de sangramento grave materno, pode ser necessário antecipar o parto, muitas vezes antes da maturidade do feto, que pode causar óbito perinatal”, complementa o Dr. Ricardo Nadais. 

 

"É importante verificar o grau de sangramento e o tempo da gravidez, indicando-se internação, repouso, hemograma, avaliação fetal, transfusões e até mesmo interrupção da gravidez", alerta.

fonte:http://www.band.com.br/




publicado por adm às 12:57
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Consumo de iogurte magro durante a gravidez pode causar asma às crianças

Um estudo apresentado em Amesterdão conclui que as mulheres grávidas que ingeriram iogurtes magros durante a gestação correm o risco de causar asma no bebé. A ausência de matéria gorda nestes laticínios desprotege o organismo da criança de problemas respiratórios. O médico alergologista Mário Morais de Almeida esclarece qual a relação entre a matéria gorda e a asma.

fonte:http://www.rtp.pt/



publicado por adm às 12:56
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Má nutrição na gravidez aumenta risco de diabetes

Uma nutrição pobre durante a gravidez pode aumentar o risco de desenvolver, mais tarde diabetes tipo 2 e outras doenças associadas à idade, segundo um estudo publicado na “Cell Death and Differentiation”, citou o site Alert.

 

Neste estudo, os investigadores da University of Cambridge e da University of Leicester, no Reino Unido, mostraram que, tantos os humanos como os ratos que estão expostos a uma dieta pobre durante o período de gravidez, não acumulam a gordura necessária para a vida. O armazenamento de gordura nos locais apropriados do organismo é importante, pois caso contrário estas acumulam-se em locais como o fígado e os músculos, onde podem mais facilmente conduzir à doença.

 

«Uma das formas que o nosso organismo tem em lidar com uma dieta moderna ocidental rica é armazenar as calorias em excesso nas células adiposas. Quando estas células não são capazes de absorver o excesso de gorduras, estas ficam depositadas noutros locais, como o fígado, onde são muito mais perigosas e podem levar à diabetes tipo 2», revelou, em comunicado de imprensa uma das autoras do estudo, Anne Willis.

 

Os investigadores constataram que este processo é controlado por uma molécula denominada miR-483-3p. O estudo revelou que esta molécula era produzida em níveis mais elevados nos indivíduos que tinham sido expostos a uma dieta pobre no útero das suas mães do que aqueles que foram melhor alimentados.

 

Experiências realizadas em ratos também mostraram que uma dieta pobre em proteínas durante a gravidez conduzia a níveis mais elevados da miR-483-3p nas crias. Isto conduziu ao desenvolvimento de células adiposas mais pequenas, tornando-as menos capazes de armazenar gordura durante a idade adulta. Estes ratinhos tinham menos risco de ficar com excesso de peso quando alimentados com uma dieta muito calórica, mas estavam em maior risco de desenvolver diabetes.

 

Os investigadores também verificaram que a miR-483-3p se encontrava em níveis elevados em pessoas que tinham nascido com baixo peso à nascença e que esta suprime uma proteína chamada GDF3. Descobriram que neste grupo de adultos, a proteína GDF3 estava presente em apenas cerca de 30% dos níveis encontrados nas pessoas nascidas com peso normal.

 

«Melhorar a dieta das pessoas e encorajar a prática de exercício físico é claramente a melhor forma de combater a epidemia da diabetes que está a afetar nossa sociedade. Contudo, algumas pessoas correm o risco de desenvolver esta doença apesar de não estar visivelmente com excesso de peso. Estes resultados permitirão ajudar as pessoas a tomar medidas preventivas para reduzir a sua probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2», conclui uma das autoras do estudo.

fonte:http://www.paisefilhos.pt/



publicado por adm às 12:55
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Mulheres que tomam antidepressivos durante a gravidez duplicam as chances de ter filhos com hipertensão pulmonar

Embora a taxa do problema seja pequena, o risco aumenta se os medicamentos forem tomados no final da gestação

Mães que tomam antidepressivos durante a gravidez têm mais chances de terem filhos com problemas de hipertensão pulmonar persistente, segundo um novo estudo divulgado no periódico British Medical Journal. O problema, raro, é caracterizado por uma anormal pressão alta nos pulmões, e provoca dificuldades de respiração, cansaço e tosse. A pesquisa foi desenvolvida pelo Centro de Farmacoepidemiologia do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia.

No estudo, os pesquisadores acompanharam 1,6 milhão de bebês durante suas 33 primeiras semanas de vida entre 1996 e 2007, em cinco países: Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. Foram analisados dados das participantes como índice de massa corporal (IMC), idade, se tinham hipertensão pulmonar permanente, se fumavam, quanto pesavam ao nascer e doenças maternas como epilepsia, artrite, doenças do intestino e lúpus.

Entre todas as gestantes, aproximadamente 11.000 tomaram antidepressivos no fim da gravidez e cerca de 17.000 no início. Geralmente, essas mulheres também fumavam e eram mais velhas do que as outras. Outras 54.184 mães haviam se submetido a antidepressivos antes da gestação, mas não estavam mais tomando medicação.

Resultados- Os pesquisadores concluíram que, entre as mães que haviam tomado antidepressivos no fim da gravidez, 0,2% tiveram filhos com hipertensão pulmonar permanente. Essa taxa entre crianças que nasceram de mulheres que tomaram antidepressivos no início da gravidez chegou perto de 0,2%.

Embora os autores do estudo reconheçam que o risco de desenvolver hipertensão pulmonar permanente é pequeno — cerca de três casos em mil mulheres —, a chance duplica se antidepressivos são tomados no final da gravidez e, por isso, eles ainda aconselham cautela no tratamento com antidepressivos em grávidas.

fonte:http://veja.abril.com.br/



publicado por adm às 12:54
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Domingo, 1 de Janeiro de 2012
Engravidar aos 20, aos 30 e aos 40… Descubra as diferenças!

Engravidar aos 20 anos

De uma perspectiva puramente biológica, o melhor é começar a tentar engravidar antes dos 35 anos. No entanto, na sociedade actual, este está longe de ser o único critério a ter em consideração quando o assunto é a maternidade/paternidade. Cada vez mais as mulheres/casais planeiam uma gravidez em função da sua estabilidade profissional, financeira e até emocional (pelo que a idade média em que as mulheres têm o primeiro filho tem vindo a aumentar). Neste processo de decisão, é importante estar a par do quanto a idade pode afectar a sua fertilidade, bem como dos prós e contras de ser mãe aos 20, aos 30 ou aos 40. A revista Fitness e a Clearblue falam-lhe das diferenças...

A idade é a sua maior aliada. O seu jovem organismo está programado para conceber e, provavelmente, ainda o estará quando decidir avançar para o segundo filho!
Em média, um casal jovem e saudável na casa dos 20 anos tem entre 20 a 25% de probabilidades de conceber em qualquer ciclo menstrual! E se, aos vinte e poucos, as probabilidades rondam os 100%; nos mais tardios 20 são de 94%. Nesta faixa etária, episódios de infertilidade inexplicada não são expectáveis e a ocorrência de barreiras à concepção como miomas e/ou endometriose é menos habitual.

Prós
A jovialidade e energia do seu organismo permitem-lhe viver uma gravidez mais saudável e menos ensombrada por preocupações como o risco de aborto espontâneo, anomalias nos cromossomas, hipertensão, diabetes, nascimentos prematuros e outros. Deste ponto de vista, nesta fase, uma gravidez é mais fácil.
Do alto dos seus enérgicos vinte e poucos anos, também é provável que tenha mais “garra” para enfrentar noites sem dormir e ainda ser capaz de “funcionar” no dia seguinte.

Contras
Por outro lado, nesta altura ainda não usufrui da estabilidade profissional e financeira desejável para levar por diante a educação de uma criança. Um filho exige muito mais tempo, atenção, dedicação e dinheiro do que normalmente temos (e até do que estamos dispostos a dar) nesta fase da vida. Pois é, terá que aprender a repartir o seu (precioso e já escasso) tempo livre. Ou seja, programas sociais, como noitadas, férias “selvagens” ou simples idas ao cinema, ficarão bem mais condicionados durante algum tempo, e, acredite, esta gestão de tempo acaba por se revelar muito difícil no dia-a-dia, estando até na origem de tensões familiares. Afinal, ainda tem muitas aventuras pela frente…
Mas, mantenha a perspectiva, quando estiver na casa dos 40, os seus filhos já são mais independentes e o seu sentido de liberdade já poderá ser retomado.

 

Engravidar aos 30

De uma perspectiva puramente biológica, o melhor é começar a tentar engravidar antes dos 35 anos. No entanto, na sociedade actual, este está longe de ser o único critério a ter em consideração quando o assunto é a maternidade/paternidade. Cada vez mais as mulheres/casais planeiam uma gravidez em função da sua estabilidade profissional, financeira e até emocional (pelo que a idade média em que as mulheres têm o primeiro filho tem vindo a aumentar). Neste processo de decisão, é importante estar a par do quanto a idade pode afectar a sua fertilidade, bem como dos prós e contras de ser mãe aos 20, aos 30 ou aos 40.

Há quem diga que é a idade de ouro da mulher e a verdade é que, nesta altura, a viabilidade de engravidar de forma natural é definitivamente boa!
No entanto, é bom que saiba que é muito mais fácil engravidar no início dos 30 do que no final - 30% das mulheres com 35 anos, com actividade sexual regular, demoram mais de um ano para conceber… Por isso, é melhor não atrasar muito a decisão, em particular se quer ter mais do que um filho.

Prós
As jovens mamãs na casa dos 30 também exibem maior capacidade de resistência e resiliência, qualidades bem úteis à condição de mãe. Todas as pessoas são diferentes, é certo, mas, na generalidade, conhecemo-nos melhor aos 30 do que aos 20, e também somos um pouco mais flexíveis do que aos 40 (a nossa infância já está muito longe!).
Em princípio, em termos profissionais e financeiros, esta também será uma boa altura para apostar no projecto maternidade – interromper a carreira para ter um filho já não será tão complicado, pois já teve oportunidade de mostrar o que vale e marcar a sua posição no mundo do trabalho.
Emocional e socialmente já soma algumas vivências (se calhar não tantas quanto gostaria, mas boas) pelo que o sentimento de “o que deixamos por fazer” (seu e do pai da criança) será menos penoso.

Crontras
A partir dos 35 anos a probabilidade de surgirem complicações associadas à gravidez aumenta. E estas complicações podem passar pelo desenvolvimento de uma gravidez ectópica, placenta prévia, nascimentos prematuros, entre outras. Esta é também a idade charneira para outro tipo de preocupações decorrentes de alterações genéticas dos cromossomas, que estão na causa de doenças como a Sindroma de Down (Trissomia 21), a Sindroma de Patau (Trissomia 18) ou a Sindroma de Edward (Trissomia 13). Mas o avanço da medicina já possibilita a realização de exames de diagnóstico para este tipo de situações, como a amniocentese (recolha de uma quantidade de líquido amniótico que rodeia o feto) ou a biopsia das vilosidades coriónicas (recolha e análise de uma pequena amostra de tecido da sua placenta).
Não há uma causa científica estabelecida, mas as estatísticas revelam que é também a partir desta faixa etária que aumentam os partos por cesariana. Tal pode ser atribuído ao facto de, em parte, os médicos tenderem a assumir que mulheres com mais idade precisam de mais cuidados, mesmo que a sua gravidez tenha decorrido na normalidade.

Sabia que…
… Se está a tentar conceber depois dos 35 anos a probabilidade de ter uma gravidez múltipla aumenta? Estranho? Pois é, na verdade, quanto mais a idade passa, maior é a probabilidade de conceber gémeos não-idênticos. Há uma explicação científica: como, com a aproximação da menopausa, os ovários têm menos óvulos viáveis, o seu organismo produz mais hormonas folículo estimulantes para desencadear a ovulação. Tanto esforço, não raras vezes, origina dois óvulos que podem ser fertilizados e implantados no útero. O resultado? Gémeos não-idênticos.

… Em termos comparativos, os homens conseguem manter-se “férteis” por muito mais tempo do que as mulheres. Ainda que a fertilidade masculina também diminua com a idade, no caso deles, isto acontece de forma mais gradual. No entanto, a proporção de homens com problemas na qualidade do esperma aumenta com a idade, o que pode afectar a saúde das crianças que podem vir a conceber.

 

Engravidar aos 40

As razões para ter chegado a esta idade sem ter apostado num filho podem ser de vária ordem: apostar na carreira profissional, ter maior estabilidade económica, ou, até, tão simplesmente, esperar pelo par ideal. Seja qual for a razão, os 40 já chegaram e você quase nem deu por isso.

Será que deixou para muito tarde? Não! Felizmente há muitas mulheres a engravidar com 40 anos ou mais. Mas não há como negar que, nesta idade, as probabilidades de concepção são menores do que seriam há uns anos atrás! Depois, importa esclarecer que as taxas de sucesso também dependem do quão nos 40 está! Ou seja, se é uma recém-chegada à "ternura dos 40", tem cerca de 40% de probabilidade de conceber de forma natural; se já conta os 45, esta percentagem cai para os 5%.
Isto acontece porque uns 15 anos antes de a menopausa aparecer, o número e a qualidade dos óvulos começa a declinar. Também eles já sentem o peso da idade e, como tal, podem estar mais doentes ou, pelo menos, não tão saudáveis.

Prós
A maior vantagem de esperar até aos 40 para ter filhos é que está mais preparada para eles: emocional e financeiramente!
Por esta altura, já é capaz de tratar a vida por tu e já desenvolveu uma competência básica: “colocar tudo em perspectiva”. Assim, estará menos preocupada com as suas próprias necessidades, e dedicar-se ao seu filho/a, fá-la sentir-se mais feliz!
Mais autónoma e confiante, será mais fácil (ou melhor, menos difícil) tomar sábias decisões em relação à educação e saúde dos seus filhos, pois sabe exactamente o que quer para eles. Por exemplo, terá mais noção da importância de adoptar hábitos e estilos de vida saudáveis (para si e para os seus filhos), pelo que até é mais provável que vá optar pela amamentação, o que é muito bom para a sua saúde e a do seu bebé.

Contras
Os desafios também são maiores, já que vai necessitar de alguns cuidados extra durante a sua gravidez. Por questões de saúde, é natural que o seu médico classifique a sua gravidez como de alto risco, o que pode parecer alarmante, mas na realidade pode apenas significar que vai receber todos os cuidados necessários para garantir o seu bem-estar e do seu bebé.
Depois dos 40 aumentam as probabilidades de desenvolver diabetes gestacional, pré-eclampsia e hipertensão. Os riscos de placenta prévia e/ou de um descolamento prematuro da placenta também estão "à espreita".
O parto, em si, poderá ser mais difícil, pois há um maior risco de ter que ser provocado ou de o médico ter que recorrer a fórceps, ventosas, ou mesmo realizar cesariana. Com maior frequência, o seu bebé tenderá a apresentar-se numa posição desconfortável, nascer com baixo peso ou prematuro.
Tal como acontece a partir dos 35, as alterações genéticas também são mais frequentes numa gravidez “tardia”. Infelizmente, o risco deste tipo de anomalias também se repercute na probabilidade de aborto espontâneo.

De facto, à primeira vista, esta lista de preocupações para mães “quarentonas” parece um tanto ou quanto vasta e desanimadora. Mas lembre-se que há muitas mulheres na casa dos 40 que têm gestações sem problemas e bebés perfeitamente saudáveis.

Sabia que…
… Se está a tentar conceber depois dos 35 anos a probabilidade de ter uma gravidez múltipla aumenta? Estranho? Pois é, na verdade, quanto mais a idade passa, maior é a probabilidade de conceber gémeos não-idênticos. Há uma explicação científica: como, com a aproximação da menopausa, os ovários têm menos óvulos viáveis, o seu organismo produz mais hormonas folículo estimulantes para desencadear a ovulação. Tanto esforço, não raras vezes, origina dois óvulos que podem ser fertilizados e implantados no útero. O resultado? Gémeos não-idênticos.

… Em termos comparativos, os homens conseguem manter-se “férteis” por muito mais tempo do que as mulheres. Ainda que a fertilidade masculina também diminua com a idade, no caso deles, isto acontece de forma mais gradual. No entanto, a proporção de homens com problemas na qualidade do esperma aumenta com a idade, o que pode afectar a saúde das crianças que podem vir a conceber.

fonte:http://mulher.sapo.pt/b



publicado por adm às 20:04
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