Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
Depilação na gravidez

A gravidez é um dos períodos de mais insegurança para a maior parte das mulheres. Fisicamente, trata-se de um fenômeno complexo, com o poder de modificar quase todas as partes do corpo feminino — inclusive o crescimento dos pelos. Por outro lado, é justamente essa a época em que se precisa tomar maior cuidado com os tratamentos estéticos.

A gravidez é, tipicamente, um momento em que aumentam a quantidade e a espessura dos pelos do corpo todo e do rosto. "Isso se deve às alterações hormonais próprias da gestação, que prolongam a fase de crescimento (conhecida como fasa anágena dos pelos e dos cabelos", explica a médica dermatologista Daniela Landim.

Esses hormônios já existem normalmente, mas suas taxas aumentam durante a gravidez — em todas as grávidas. "O estrogênio aumenta, e por isso os cabelos caem menos e se tornam mais volumosos", afirma Daniela. Mas isso significa também que os benefícios não estão restritos aos fios de cabelo — o volume aumenta em todos os pelos corporais.

Os pelos na linha do umbigo, usualmente bem escuros, aparecem devido ao aumento dos hormônios andrógenos. Conforme o nível deles volta ao normal, após o parto, os pelos desaparecem, garante a médica. É possível ainda que apareçam pelos em locais onde não havia antes, como o rosto — esses também param de crescer com o fim da gravidez.

Métodos seguros

Não há consenso sobre quais os métodos permitidos ou não para quem está grávida. Mas a maior parte dos médicos concorda sobre o seguinte: mesmo que não haja comprovação de que faz mal ao feto, métodos suspeitos ou que utilizam muita química devem ser evitados.

Entre as proibições estão descolorantes e cera. "Os descolorantes podem entrar na corrente sanguínea e intoxicar o feto. Já a cera é um método de arrancamento que pode levar a gestante a um parto prematuro por hiperestimular contrações", diz Daniela.

"Pela tendência a manchas é preciso evitar métodos que agridam a pele", explica o dermatologista Jardis Volpe. As manchas também são causadas pelos famigerados hormônios da gravidez — que estimulam os melanócitos. Portanto, evite a cera, método em geral mais associado a esse problema. Para os pelos que aparecem no rosto o melhor é apostar na pinça e na depilação com linha ou mola, que não agridem a pele e são livres de quaisquer produtos químicos.

fonte:http://br.mulher.yahoo.com/



publicado por adm às 20:21
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Fumar na gravidez ...é um risco sem benefício

O cenário ideal é que a grávida esteja, antes e após a gestação, num ambiente completamente seguro e sem fumo.

Se está a pensar engravidar e fuma, a primeira decisão que deve tomar é apagar, definitivamente, o cigarro!
Isto porque os riscos que o fumo activo ou passivo podem provocar na gravidez são terríveis e irreversíveis, tanto para si como para o bebé. Por isso, se abandonar o tabaco não está nos seus planos, a questão é apenas uma: É capaz de arriscar a saúde do seu bebé “apenas” pelo prazer que lhe dá fumar um cigarro?

A decisão de engravidar
Antes de engravidar, a mulher fumadora tem pela frente alguns obstáculos a percorrer, já que o consumo de tabaco acrescenta dez anos à idade reprodutiva da mulher.
O que significa que uma fumadora com 30 anos que pretenda engravidar, passa pelos mesmos obstáculos que uma de 40 anos que não fume. A mulher pode experienciar, também, uma diminuição da ovulação e uma redução da sua fertilidade, factores que causam um efeito devastador na sua vida e na do casal.

Situação que se agrava quando a mulher fuma mais de 10 cigarros por dia, diminuindo substancialmente a receptividade do útero. Estes são os resultados de um estudo que concluiu que mais de metade das mulheres que fumavam poucos cigarros, conseguiram engravidar e, das que fumavam muito, apenas um terço teve sucesso. Mas nem tudo são más noticias!
A gravidez implica algumas alterações que podem e devem ser transformadas em oportunidade para adquirir alguns hábitos de vida saudáveis.

Deixar de fumar é, sem dúvida, a mais urgente!
É verdade que a dificuldade é grande e aumenta exponencialmente quando a mulher trabalha em locais com fumadores ou quando o seu próprio parceiro fuma, sendo este o principal influenciador no comportamento tabágico da futura mamã.

Estudos revelam que parte das mulheres grávidas abandonam o tabaco durante a gravidez e as que não abandonam, acabam por reduzir o número de cigarros diários. No entanto, 40% dos parceiros admitem continuar a fumar juntos às mulheres durante todo o processo de gravidez, o que pode acarretar problemas muito graves no feto. Como tal, o cenário ideal é que a grávida esteja, antes e após a gestação, num ambiente completamente seguro e sem fumo.
Para isso, antes de decidirem ter um filho, o ideal seria que a mulher e o seu parceiro deixassem de fumar simultaneamente, apoiando-se um no outro.

Saúde em primeiro lugar
O tabaco está fortemente associado à incidência de abortos espontâneos, mortes prematuras do feto e a complicações durante o parto (que pode ser prematuro) das fumadoras. O seu consumo durante a gravidez aumenta, ainda, o risco da mulher dar à luz um bebé mais frágil e com menos peso e comprimento.

Menos grave, mas sem menor importância, o consumo de tabaco na gravidez também possui alguns efeitos na beleza da mulher, ao aumentar o risco de aparecimento de estrias e dificultando a cicatrização após uma cesariana. E os problemas não acabam aqui.
Um estudo concluiu que o tabaco pode provocar malformações nos membros e crânio dos bebés ainda durante a gravidez, bem como pés tortos ou malformações gastrointestinais.
Em casos mais graves, o bebé pode até mesmo nascer sem um membro.

Ao nível do desenvolvimento, os filhos de mulheres que fumam na gravidez apresentam um maior risco de sofrer de hiperactividade e de défices de atenção. Aqui, não importa a quantidade de cigarros que se fuma, o risco é igual se a mulher fumar apenas um cigarro ou vinte.

Um outro estudo mais recente afirma que as crianças filhas de mães que consumiram tabaco na gravidez apresentam um coeficiente de inteligência até 6 pontos abaixo das outras nascidas de mães não fumadoras.

Devido aos eventos familiares, sociais, profissionais e, até mesmo, ao facto do cônjuge fumar, a grande maioria das grávidas volta a fumar após o termo da gestação, pois consideram que “deixar o vício” foi uma decisão temporária. O que demonstra que não avaliam de forma séria as consequências do tabaco para a sua saúde e, mais grave ainda, para a do seu bebé!

O importante a reter é que, cada vez que a mãe fuma, quer seja activa ou passivamente, o bebé também fuma, pois todas as substâncias da nicotina passam para o pequenino através do leite materno, prejudicando gravemente a sua saúde.
E, mesmo quando as mulheres estão sujeitas apenas ao fumo passivo, todos esses compostos do tabaco ao seu redor conseguem passar através do cordão umbilical, prejudicando ainda mais a saúde do bebé.

“O tabaco está fortemente associado à incidência de abortos espontâneos, mortes prematuras do feto e a complicações durante o parto (que pode ser prematuro) das fumadoras”

Como tratar?
Segundo um estudo de Harvard, as terapêuticas tradicionais com nicotina, que não podem ser tomadas por grávidas, não resultam a longo prazo pois provocam recaídas um mês depois.
Os efeitos positivos da acupuntura para deixar de fumar também já foram contrariados por um outro estudo que comprova que esta técnica apenas é mais eficaz que a ausência total de tratamento, mas o seu efeito não perdura: seis meses após o início do tratamento, a maior parte das pessoas tratadas tiveram uma recaída e não havia diferença relativamente às pessoas não tratadas.

Em Portugal já está disponível o mais recente e inovador método de cessação tabágica: a terapia Soft Laser.
Consiste num tratamento de 90 minutos, indolor e não invasivo, com resultados cientificamente comprovados em apenas uma sessão. Esta terapia, que já integra o Sistema Nacional de Saúde da Holanda, está a ser praticada em Lisboa e no Porto, pela Facilitas Healthcare, empresa líder em clínicas de cessação tabágica, e garante uma taxa de sucesso de 90%.

A Facilitas Healthcare já ajudou mais de 50 mil pessoas a deixar de fumar em toda a Europa. O tratamento pode ser aplicado em grávidas e reduz, ainda, os sintomas de abstinência do tabaco, principal motivo de recaídas dos ex-fumadores.
Adicionalmente pode ser complementado com um tratamento de gestão de peso, para que a pessoa não tenha receio de engordar. Esta será uma forma de proteger a saúde da grávida e do seu parceiro, constituindo um lar seguro e saudável para o bebé que está para chegar.

Texto: Dr.ª Marta Andrade, Terapeuta de Cessação Tabágica

fonte:_http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 16:02
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
Gravidez de alto risco...quando e porquê?

São vários os factores que podem determinar que a gravidez seja considerada uma gravidez de alto risco. Entre os factores mais comuns destacam-se a idade dos progenitores, os antecedentes familiares com qualquer anomalia genética ou malformação, ou a exposição materna a factores teratógenos.

Pode ainda considerar-se de risco uma gravidez em que existam antecedentes de abortos espontâneos repetidos, ou algumas doenças crónicas, como a diabetes, a epilepsia, a artrite reumatóide, doenças dos rins e da tiróide ou cardiopatias, e ainda, complicações da própria gravidez, como por exemplo, a detecção de hidrâmnios. Escusado será dizer que uma gravidez gemelar é também considerada uma gravidez de risco.

Prevenção pré-concepcional
A prevenção inicia-se com uma primeira consulta pré-concepcional. Nesta consulta, para além de uma observação clínica ao casal e do conhecimento de toda a sua história clínica e das dos seus antecedentes familiares, bem como o conhecimento de doenças crónicas, degenerativas ou genéticas de tios ou primos, o médico mandará realizar os exames necessários para verificar a saúde dos candidatos a pais.

Quando a idade materna é superior a trinta e cinco anos e como as estatísticas nos dizem que existe uma relação directa entre a idade materna e a probabilidade de o feto ser afectado por alguma anomalia cromossómica, como por exemplo a síndrome de Down – que afecta 1 em cada 250 recém-nascidos quando a idade materna se situa entre os 35 e os 40 anos de idade, e afecta 1 em cada 50 nascimentos quando a idade materna ultrapassa os 40 anos – o médico poderá, mandar realizar testes genéticos se os achar convenientes.

“Uma gravidez de alto risco é acompanhada regularmente através de análises à urina e ao sangue materno”

Prevenção na gravidez
Uma gravidez de alto risco é acompanhada regularmente através de análises à urina e ao sangue materno, permitindo assim ao médico a detecção de quaisquer substâncias cuja presença ou concentração anómalas indiquem que algo não está a correr devidamente como feto. Estas análises permitem detectar, por exemplo, se existe uma concentração elevada de alfa-fetoproteína, que indicia que o bebé pode estar afectado por espinha bífida, anencefalia ou quaisquer outras anomalias fetais.

Todavia, se existe uma baixa concentração de alfa-fetoproteína pode indiciar que o bebé pode sofrer de síndrome de Down. Estas análises bioquímicas associadas ao exame ecográfico das 12 semanas permite dar um diagnóstico integrado no primeiro trimestre da trissomia 13,18 e 21 com elevado grau de fiabilidade.

É também possível detectar a presença do ácido fenilpirúvico na urina materna, que indicia que o feto se encontra afectado por fenilcetonúria. Para melhor controlo, nas gravidezes de alto risco, costuma-se recorrer a um maior número de ecografias que permitem controlar o desenvolvimento fetal e detectar a eventual presença de malformações, como uma anencefalia, hidrocefalia, entre outras. Sempre que necessário e se houver suspeita de uma malformação cardíaca, o médico solicitará uma ecocardiografia, para determinar a posição e os limites da silhueta cardíaca e das válvulas do coração.

As técnicas de diagnóstico
Sempre que o médico suspeita que possa existir alguma anomalia, entre a 14ª e 16ª semanas da gravidez, pode realizar uma amniocentese para verificar a saúde do feto e, em caso de existir alguma alteração grave, poder decidir com os pais a interrupção da gravidez ou a sua continuidade. Este exame permite realizar um estudo bioquímico com que obterá o diagnóstico de quaisquer transtornos metabólicos congénitos.

Permite também o estudo cromossómico das células fetais e o diagnóstico de alterações genéticas ou cromossómicas, como por exemplo a síndrome de Down. Os resultados deste estudo podem levar cerca de duas semanas. Se o médico necessitar de resultados com maior rapidez, embora não tenham a fiabilidade da amniocentese, pode mandar realizar, a partir da 10ª semana, uma biópsia das vilosidades coriónicas.

A biópsia das vilosidades coriónicas permite a realização de um estudo cromossómico, molecular e do ADN da célula, o que possibilita o diagnóstico de alterações cromossómicas, problemas metabólicos congénitos, hemoglobinopatias e distrofias musculares hereditárias. Os resultados, muito embora dependam da alteração considerada, são conhecidos em oucos dias.

Prevenção no parto
No caso da mãe ter uma doença sexualmente transmissível como, por exemplo, síndrome de imunodeficiência adquirida, para além de um acompanhamento efectivo à mulher no que respeita à sua própria medicação, é em geral aconselhado que o parto seja cirúrgico para diminuir a hipótese de transmissão ao bebé. Esta medida é também aconselhada para outras doenças como a sífilis.

Também no caso das gravidezes gemelares, o médico pode decidir que o parto seja cirúrgico e até que a gravidez não chegue a termo, sempre e quando existir sofrimento fetal. Em qualquer caso, todas as gravidezes de risco e alto risco têm um maior acompanhamento clínico que uma gravidez normal.

A Prevenção durante toda a gravidez é decisiva não só na evolução de uma gravidez saudável quer para a mãe quer para o bebé, bem como num nascimento feliz.

Texto: Maria Martins
Revisão científica: Dra. Madalena Barata, Directora do Centro de Medicina da Reprodução do British Hospital-Lisbon XXI

fonte:http://familia.sapo.pt/g



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Domingo, 15 de Abril de 2012
Parto... para todos os gostos

Preparação para enfrentar esta nova experiência com calma e com maior confiança

As aulas de preparação para o parto, para além de serem uma valiosa ajuda para enfrentar o parto, podem promover um convívio saudável e relações de amizade entre várias mamãs que experienciam também uma nova gravidez.

Hoje em dia, existem vários Cursos de Preparação para o Parto e a futura mãe pode escolher o, ou, os que mais lhe convém. Para além de poder escolher aulas para a preparação para um parto convencional, pode também optar por aulas que a ajudem a preparar para um parto na água ou em casa.

Ao inscrever-se numCurso de Preparação Para o Parto, é possível complementar este curso com aulas de pós-parto que permitirão à grávida adquirir conhecimentos sobre o pós-parto, noções de puericultura e como cuidar do bebé, bem como adquirir as melhores técnicas de aleitamento e higiene do bebé.

“As aulas teóricas devem fornecer informação sobre anatomia, sexualidade masculina e feminina e alterações próprias da gravidez”

Os formadores
As aulas são em geral ministradas por enfermeiras-parteiras, psicólogos, obstetras e pediatras. Habitualmente, cada especialista fala sobre os temas da sua especialidade e durante o curso explicam-se todos os aspectos fundamentais da gravidez, parto, pós-parto e maternidade. São explicadas todas as técnicas de respiração para o parto e realizam-se todos os exercícios adequados para tornar o momento do parto mais fácil.

O aleitamento e a criação do bebé são explicados com uma atenção especial e tendo como modelo um "boneco bebé"; são ministradas aulas práticas onde a grávida pode desenvolver todas as actividades como a higiene do bebé, o banho, o vestir e despir e a melhor forma de o deitar.

Também o Yoga
Como complemento dos cursos de preparação tradicionais, pode ser uma boa opção pois pode aliviar a tensão, recarregar as energias e contribui para aliviar as dores. É preciso não esquecer que muitas das técnicas habituais reconhecidas para o parto sem dor se baseiam nas técnicas de descontracção do yoga.

Para praticar o yoga como apoio à gravidez, a grávida deve apenas inscrever-se num Centro de Yoga apto para ministrar aulas de preparação para o parto.

O que devem oferecer os Centros?
Os centros devem oferecer às futuras mães/pais aulas práticas e teóricas que lhes permitam encarar a gravidez, o parto e o pós-parto de forma mais descontraída e mais confiante.

As aulas teóricas devem fornecer informação sobre anatomia, sexualidade masculina e feminina e alterações próprias da gravidez. Explicações exaustivas sobre o parto, como reconhecer as contracções, as fases da dilatação, tipos de anestesia, tipos de parto e possíveis complicações. Devem ainda dar toda a informação sobre os melhores comportamentos no puerpério: cuidados de higiene após parto normal ou cesariana, a sexualidade.

Devem também prestar todos os esclarecimentos sobre o aleitamento, cuidados e higiene do recém-nascido e desenvolvimento do bebé durante o primeiro ano de vida.
As alterações emocionais durante a gravidez, o parto e o pós-parto como a depressão devem ser sempre abordados. As aulas-práticas devem ministrar exercícios de descontracção durante a gravidez e o parto, com exercícios adequados às diversas situações.
Exercícios de respiração nas diversas etapas do parto. Treino com o pai durante o parto. Treino de exercícios do períneo no pós-parto. Nas aulas práticas devem ainda ser realizadas as tarefas do banho do bebé, do tratamento do cordão umbilical, a muda da fralda.

Onde, como e quanto?
Hoje em dia, em todos os centros urbanos existe a possibilidade de frequentar um destes cursos. Alguns deles estão integrados nos Centros de Saúde públicos e outros em Centros privados.

Os valores variam de acordo com o número de aulas e comos próprios conteúdos. No leque de custo/opções é ainda considerado o acompanhamento da grávida pelo futuro pai e o número de aulas que este quer frequentar. É importante que antes de tomar uma opção sobre a decisão do Centro, peça alguns conselhos no seu Centro de Saúde, com o seu médico ou com qualquer recente mamã que tenha frequentado o Curso.

Nos grandes centros urbanos as opções são muitas e as ofertas, no que respeita aos conteúdos, também muito variadas. Nos pequenos centros, é provável que as suas opções sejam limitadas em relação, por exemplo, ao parto na água ou ao Yoga.

Parto na água
Nos cursos de preparação para o parto na água, habitualmente ministrados por monitores especializados, as aulas são realizadas numa piscina coberta e climatizada, com os exercícios adequados à gravidez e ao parto – de costas, pélvis – e jogos aquáticos ou natação específicos.

Os exercícios adaptam-se à destreza da nadadora e ao mês de gestação. O efeito deste treino é muito relaxante e tonificante e benéfico para a grávida. Estes exercícios podem ser realizados pelo casal – tal como nos cursos de preparação para os partos convencionais – ficando assim o futuro pai apto para auxiliar no momento do parto.

Parto em casa
Se está a pensar em fazer o seu parto em casa, talvez no mês anterior ao parto, possa contratar uma Doula que a poderá acompanhar na preparação para o parto, durante parto e durante os primeiros dias com o seu bebé. Para contratar uma Doula, basta falar com a Associação Doulas de Portugal e seleccionar o perfil da Doula e os serviços que pretende.

Texto: Maria Martins
Revisão científica: Dra. Madalena Barata, Directora do Centro de Medicina da Reprodução do British Hospital-Lisbon XXI

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 16:00
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