Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
Consumo de cafeína durante gravidez é nocivo

Nota de imprensa da Universidade de Coimbra (UC), que revela que o estudo  foi já publicado na "Science Translational Medicine" (publicação do grupo  "Science"), explica que "a equipa avaliou o seu impacto durante o período  de gestação e descreveu, pela primeira vez, os efeitos nocivos do consumo  de cafeína (em ratinhos fêmeas) durante a gravidez, sobre o cérebro dos  seus filhotes". 

"Este trabalho, apesar de realizado em roedores, sugere que devem ser  realizados estudos cuidadosos para avaliar as consequências do consumo de  cafeína por mulheres grávidas", diz ainda a nota da UC. 

A pesquisa, feita por investigadores da UC através do Centro de Neurociências  e Biologia Celular (CNC) e das Faculdades de Medicina (FMUC) e de Ciências  e Tecnologia (FCTUC), envolveu ainda cientistas da Alemanha e da Croácia.

Para avaliar os efeitos da cafeína, os investigadores reproduziram,  em ratos fêmeas, o consumo regular de café, em doses equivalentes ao consumo  humano de três chávenas de café por dia, durante toda a gestação e até ao  desmame das crias. 

O coordenador da equipa portuguesa, Rodrigo Cunha, citado pela UC, diz  que os ratinhos jovens "mostraram maior suscetibilidade de desenvolver epilepsia  e, quando atingiram a idade adulta, detetaram-se problemas de memória espacial".

A equipa de investigadores conseguiu identificar o mecanismo responsável  pelos efeitos nocivos da cafeína no cérebro em construção, explica igualmente  a Universidade de Coimbra 

Durante o desenvolvimento, "a cafeína altera a migração e inserção de  neurónios que libertam GABA - o principal mediador químico inibidor no cérebro".  "Estes neurónios formam-se numa região particular e depois migram para,  entre outros lugares, o hipocampo, uma região do cérebro que desempenha  um papel fundamental na formação da memória", descreve Rodrigo Cunha, citado  na mesma nota de imprensa". 

Constatou-se "que a cafeína influencia diretamente a migração destes  neurónios, por bloquear a ação de um recetor específico, chamado A2A, diminuindo  a velocidade de migração dos neurónios. Assim, as células vão chegar ao  seu destino mais tarde do que o previsto. Esta migração tardia afeta a construção  do cérebro com efeitos observados após o nascimento (alterações da excitabilidade  celular e aumento da suscetibilidade a episódios convulsivos) e, durante  a vida adulta, perda de neurónios e défices de memória". 

Para o investigador, este estudo "é a primeira demonstração dos efeitos  nocivos da exposição à cafeína sobre o cérebro em desenvolvimento e, embora  questione o consumo de cafeína por mulheres grávidas, é necessário realçar  o cuidado em extrapolar os resultados obtidos em modelos animais para a  população humana, sem ter em consideração as diferenças no desenvolvimento  do cérebro e da maturação entre as espécies". 

fonte: Lusa



publicado por adm às 23:58
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Sábado, 17 de Agosto de 2013
Qual a melhor altura para engravidar?

No verão? De noite? Quando está Lua Cheia? Nada disso. Falamos de ciclo menstrual e de um estudo que avaliou os nossos conhecimentos sobre a matéria. Que não são lá muito bons.

 

A maioria das portuguesas (59%) não sabe quais os dias do seu ciclo menstrual mais propícios a engravidar, segundo o estudo ‘Gravidez e Planeamento em Portugal’, realizado pela Gfk Metris e promovido pela Clearblue, que juntou 502 mulheres entre os 20 e os 44 anos. Apenas 41% conseguiram identificar os dias ideais para conceber – 11% responderam um a dois dias antes da ovulação e 30% no dia da ovulação. Erradamente, 24% dizem que é um ou dois dias após a ovulação e 11% pensam que se pode engravidar em qualquer dia do ciclo (25% não sabe ou não respondem).

Ou seja, a maioria dos casais que tentam conceber pode estar a escolher os dias errados. Talvez seja esse desconhecimento que leva 70% das inquiridas a considerar-se preocupada se estivesse a tentar engravidar há mais de três meses. Só para 28% isso não seria motivo de preocupação.

A pesquisa quis saber ainda o estado de espírito destas mulheres se, naquele momento, fossem confrontadas com uma gravidez. Cinco por cento afirmam que ficariam radiantes, 11% agradadas, 29% contentes, mas surpreendidas; 23% admitem que ficariam desapontadas, mas prosseguiriam a gravidez, e 10% assumem que a interromperia.

FAÇA CONTAS À VIDA

Pronta para uma revisão da matéria dada sobre ciclo menstrual e reprodução humana, para evitar errar o alvo?

•  O ciclo menstrual começa no primeiro dia de menstruação. Varia de mulher para mulher e pode ir dos 21 aos 41 dias.

•  Depois da menstruação, os níveis de estrogénio sobem, tornando o pH uterino menos agressivo para os espermatozoides.

•  O estrogénio também estimula a produção da hormona luteinizante, que vai amadurecer e soltar o folículo dominante (óvulo): a ovulação. O dia em que ocorre pode variar de ciclo para ciclo, mas geralmente acontece 14 dias antes da menstruação.

•  O período de vida do óvulo é curto – de 12 a 24 horas. Já os espermatozoides são como maratonistas feitos para resistir, com três a cinco dias de vida. Por isso, a altura ideal para conceber é um ou dois dias antes de ovular. Assim, os espermatozoides têm tempo para viajar até à missão final, fertilizar o óvulo.

•  Logo após a ovulação, sobem os níveis de progesterona, que prepara o útero para uma eventual gravidez, revestindo-o com o endométrio, uma camada irrigada de sangue onde o óvulo fertilizado se fixará. A menstruação é a expulsão do revestimento e do ovócito quando não há fertilização.

 

fonte:http://activa.sapo.pt/b



publicado por adm às 20:56
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Quinta-feira, 15 de Agosto de 2013
Confira dicas para dormir bem durante a gestação

Durante a gravidez são comuns alguns incômodos com relação à postura, principalmente, na hora do descanso. O peso da barriga causa dores na coluna durante o dia e, à noite, o inchaço e o aumento de peso dificultam a movimentação na cama. Com isso, as mulheres acabam tendo problemas para dormir ou tem seu sono alterado.

Segundo a fisioterapeuta e especialista em medicina do sono, Carolina Elena Carmona de Oliveira, no início da gravidez, muitas mulheres se sentem mais sonolentas durante o dia devido o aumento do nível do hormônio progesterona no organismo.

— No entanto, há mulheres que sofrem para ter um sono reparador nesse mesmo período, o que pode ter relação com a excitação ou insegurança de carregar um bebê — explica.

Ainda segundo Carolina, do quarto ao sexto mês, aproximadamente, os hormônios se estabilizam e o mais comum é que as mulheres não tenham problema com relação à qualidade do sono. Já nos três últimos meses entra a fase de maior queixa, sobretudo, por conta do crescimento da barriga e da dificuldade de encontrar uma posição confortável para deitar.

A especialista dá algumas dicas para que a mamãe possa dormir bem durante os meses da gestação:

— A melhor posição para dormir é virada para o lado esquerdo. Essa posição facilita a circulação do sangue entre mãe e feto, possibilitando o envio de mais oxigênio e nutrientes para o bebê

— Além de dar preferência para o lado esquerdo, deite-se com a barriga voltada para fora da cama. Na hora de levantar, já que as pernas serão colocadas, primeiramente, para fora do leito, evita-se um esforço desnecessário nas costas

— Se a gestante não sentir desconforto, também poderá dormir de barriga para cima. Algumas sentem falta de ar por causa da compressão da veia cava, responsável por trazer grande parte do sangue circulante de volta ao coração

— Até o fim da gravidez é comum que a mulher tenha crises de câimbras, principalmente, à noite. No momento da crise, estique a perna e massageie o local para que o desconforto passe. O uso de uma almofada antirrefluxo e antivarizes auxilia na circulação sanguínea e relaxamento das pernas

— A grávida pode utilizar, também, para apoio e costas alinhadas, uma almofada sob a barriga. Sem ela, a mulher acabará apoiando a barriga na cama, podendo causar torções na coluna

— Utilize um travesseiro para apoio da cabeça, em uma altura que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando assim, um ângulo de 90 graus no pescoço. Nesta posição os joelhos deverão estar preferencialmente semiflexionados, com um travesseiro de corpo ou um rolinho entre eles. Assim o peso da barriga é compensado e a grávida tem mais apoio para descansar;

— No começo da noite diminua o ritmo de suas atividades e tente dormir por, pelo menos, oito horas. É importante também ficar atenta aos cuidados necessários como, quarto arejado, roupas de cama limpas e macias, camisolas ou pijamas confortáveis, ambiente escuro e silencioso

— Invista em exercícios físicos leves. Eles liberam substâncias que a farão relaxar na hora de dormir. O ideal é conversar com um especialista para saber quais as melhores atividades durante a gestação

— Organize-se para descansar, pelo menos, trinta minutos depois do almoço. Se não for possível, estique o corpo em um sofá e relaxe para recuperar as energias. Isso ajudará a ter um sono mais reconfortante à noite

— Caso tenha insônia, levante-se. Não fique rolando na cama mais de meia-hora. Tome um banho morno, leia um livro e escute uma música suave. Quando ficar sonolenta novamente, volte para a cama

— Massagens são sempre muito bem-vindas. Peça ao seu companheiro para fazer uma massagem no sentido dos pés ao quadril, utilizando cremes ou óleo para facilitar os movimentos. Você se sentirá muito mais relaxada

— Fique atenta quanto às refeições noturnas. Cerca de duas horas antes de dormir, evite tomar líquido. Isso evitará ter de se levantar muitas vezes para ir ao banheiro. Além disso, para não sentir náuseas, evite comer e, em seguida, deitar. Se a grávida sofre de refluxo gástrico, o cuidado deve ser redobrado

 

fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br/r



publicado por adm às 22:22
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Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
Hidratação na gravidez evita inchaços e ajuda a eliminar toxinas

Água é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Na gravidez, ela é mais importante ainda! É que esse precioso líquido traz muitos benefícios: melhora a circulação sanguínea e a irrigação do útero e da placenta; mantém o líquido amniótico em níveis adequados; estabiliza a pressão arterial; elimina toxinas que aumentam o risco das perigosas infecções urinárias, e evita o inchaço.

Com tantos benefícios, a recomendação é beber de 1,5 a 2 litros de água por dia. É demais? Diversifique! “Embora ela seja o líquido mais rapidamente absorvido, sucos, frutas e alimentos com alto teor hídrico também ajudam a manter uma hidrataçãoadequada”, garante o nutrólogo Fernando de Assis Valle, de São Paulo, em entrevista à revista CLAUDIA BEBÊ. Veja aqui boas opções para se hidratar:

• Suco & cia. Prefira os naturais, ricos em vitaminas, livres de corantes e de açúcar em excesso. O suco de limão, por seu sabor azedinho, ajuda a aliviar as náuseas dos primeiros meses. A água de coco, rica em sais minerais e nutrientes, atenua o enjoo e a azia, além de atuar como um isotônico natural, regulando o equilíbrio dos líquidos no organismo. E sucos de frutas ricas em fibras, como laranja, ameixa e abacaxi, combatem o intestino preso, incômodo frequente a partir do segundo trimestre da gravidez. Quer mais dicas? Olha só estas duas receitinhas deliciosas de sucos: melancia com mirtilos etangerina com framboesa.

• Beba muito leite. Além de ser um alimento poderoso, ele concentra 90% de água. Sem falar nas proteínas e no cálcio – cuja demanda cresce bastante na gravidez. Prefira as versões desnatadas ou semidesnatadas, que contêm menos gordura. Para variar, aposte em vitaminas com leite (como esta de morango) e nos smoothies, que levam frutas batidas com iogurte.

• Invista em sopinhas. Caldos e sopas preparados com verduras, legumes e carne hidratam e ainda fornecem minerais e proteínas. Olha só esta sopa de abóbora com frango.  Só maneire nos cremes à base de queijo e nas receitas com muita batata e macarrão, que tendem a ser calóricas demais.

• O que deve ser evitado. Fique longe de bebidas alcoólicas e refrigerantes. Controle o café! A gravidez aumenta a sensibilidade à cafeína. Ingerir mais do que duas xícaras pequenas ao dia pode causar agitação e taquicardia na mãe e no feto. Já os chás preto e verde devem ser cortados. O primeiro por concentrar muita cafeína, e o verde por inibir a ação do ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do bebê.

As receitinhas indicadas aqui são do canal de Culinária do MdeMulher.

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



publicado por adm às 20:52
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