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Tudo Sobre a Gravidez

A gravidez é um momento único na vida duma mulher, durante todo o tempo são enumeras as perguntas que ficam sem resposta, as preocupações com o nosso bebé, as incertezas e as duvidas que ficam no ar. Aqui será o espaço para acabar com algumas

A gravidez é um momento único na vida duma mulher, durante todo o tempo são enumeras as perguntas que ficam sem resposta, as preocupações com o nosso bebé, as incertezas e as duvidas que ficam no ar. Aqui será o espaço para acabar com algumas

Tudo Sobre a Gravidez

26
Fev14

Gripe na gravidez

adm

Nariz entupido, cabeça pesada, tosse e dores no corpo. Os sintomas da gripe deixam qualquer um sem ânimo, e, durante a gestação, tudo parece ainda pior. Como o sistema imunológico trabalha de forma menos agressiva na gravidez - justamente para não rejeitar o bebê -, a gripe ou resfriado pode aparecer com mais facilidade. Para completar, os remédios antigripais são proibidos nesta fase, já que contém vasoconstritores e podem causar taquicardia e queda da pressão arterial – o que pode interferir na quantidade de oxigênio que o bebê recebe.

Por isso, a prevenção é o melhor caminho. O primeiro passo é tomar a vacina contra a gripe oferecida gratuitamente nos postos de saúde. Sem medo! Os especialistas garantem que ela é segura para mãe e bebê em qualquer período da gravidez por ser feita com vírus inativo. Você pode sentir uma reação leve após tomar a imunização, como dor de cabeça, no corpo ou no local da picada, mas não se preocupe, isso é normal. Em apenas 10% dos casos, a vacina provoca uma forma mais atenuada de gripe. Vale lembrar que no próximo mês começa o outono, estação das constantes mudanças climáticas e, claro, das doenças respiratórias. Por isso, converse com seu obstetra e já se programe para tomar a vacina, que estará disponível em abril.

Embora não seja consenso entre os médicos, estudos científicos mostram que, durante a gestação, há transferência de anticorpos maternos para o feto por meio da placenta. Um desses foi realizado pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, em 2012, com 27 gestantes. De acordo com a pesquisa, 41% delas receberam vacinação contra a gripe e 59% não.

Exames de sangue realizados nas crianças imediatamente depois do nascimento mostraram que todos os bebês cujas mães tinham sido vacinadas apresentavam os anticorpos contra a gripe, contra apenas 31% das crianças cujas mães não tomaram a imunização. Os anticorpos desse último grupo provavelmente foram adquiridos porque a mãe teve contato com o vírus durante a gestação. Dois meses depois do nascimento, 60% dos filhos das mães vacinadas ainda apresentavam anticorpos, contra apenas 11% do outro grupo. É uma vantagem para o bebê, uma vez que a vacina contra a gripe só pode ser aplicada nas crianças depois dos seis meses de vida.

Outra aliada contra a gripe é a alimentação, que deve ser balanceada, rica em legumes, verduras e frutas, principalmente aquelas que são fontes de vitamina C, como laranja, tangerina e abacaxi, e ajudam a melhorar a imunidade. Procure também beber bastante líquido, fazer exercícios físicos regulamente e dormir bem durante a noite. Outros cuidados que você deve sempre tomar é lavar sempre as mãos e evitar lugares fechados e aglomerados.

Fiquei gripada. E agora?

Em primeiro lugar, converse com o seu obstetra e jamais tome qualquer medicamento por conta própria. Além dos antigripais que estão proibidos, os descongestionantes nasais, que parecem inofensivos, também são contra-indicados pelo mesmo motivo dos remédios contra a gripe e devem ser substituídos pela inalação com soro fisiológico. Se você não tiver um inalador, faça a lavagem do nariz com o produto.

Vale lembrar que, na gravidez, cada sintoma deve ser tratado separadamente. Para dores de cabeça, no corpo e febre, é preferível a indicação do paracetamol em doses adequadas (com prescrição do médico, claro), que não interfere na pressão arterial e pode ser tomado por um período mais longo. A vitamina C em suas diferentes formas também é uma boa aliada. Ela não age sobre a gripe, mas melhora a imunidade da gestante. Você pode tomar um comprimido por dia em qualquer período da gravidez. O mesmo vale para o própolis e mel, que são expectorantes naturais.

E, assim como acontece na prevenção, dieta variada, líquidos e repouso são fundamentais para ajudar você a se recuperar. Muitas vezes, uma boa noite de sono é mais revigorante do que muitos remédios por aí, você sabe bem. Por fim, não se preocupe com o bebê. Mesmo que você esteja se sentindo mal, ele está protegido do vírus dentro do útero. Fundamental mesmo é tratar a gripe para que ela não evolua para uma infecção mais grave, como pneumonia, sinusite ou faringite. Nesses casos, sim, seu bebê pode estar em risco.

 

fonte:http://revistacrescer.globo.com/

25
Fev14

Paracetamol na gravidez pode aumentar risco de THDA no bebê

adm

O acetaminofeno (paracetamol), analgésico de uso comum, considerado seguro para mulheres grávidas, foi vinculado pela primeira vez ao risco de as crianças virem a desenvolver transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (THDA), segundo uma pesquisa publicada na segunda-feira (24) nos Estados Unidos.

 

Serão necessários mais estudos para confirmar as descobertas. No entanto, especialistas da Universidade da Califórnia e da Universidade de Aharus (Dinamarca) descobriram que as mulheres grávidas que tomaram acetaminofeno tiveram um risco 37% maior de ter filhos que mais tarde seriam diagnosticados com transtorno hiperquinético, uma forma particularmente severo de transtorno de hiperatividade com déficit de atenção (THDA).

 

A origem desta condição, que afeta 5% das crianças americanas, ainda é desconhecida.

 

Segundo o estudo publicado na revista da Associação Médica Americana, em comparação com as mulheres que não tomaram o analgésico estando grávidas, as que o fizeram tinham 29% mais probabilidades de ter filhos aos quais foram prescritos remédios para o THDA e 13% mais chances de ter filhos com condutas parecidas às do THDA por volta dos sete anos.

 

Pesquisas anteriores tinham sugerido que o acetaminofeno pode interferir com o funcionamento normal dos hormônios e poderia afetar o desenvolvimento cerebral do feto.

 

A pesquisa se baseou em dados de mais de 64 mil mulheres dinamarquesas entre 1996 e 2002. Mais da metade delas disse ter tomado acetaminofeno pelo menos uma vez durante a gravidez.

 

Especialistas advertiram que os resultados da pesquisa não provam que o medicamento seja a causa do TDAH nas crianças, mas apenas um vínculo preliminar entre os dois fatores.

 

"Os resultados deste estudo deveriam ser interpretados com cautela e não deveriam mudar as práticas habituais", afirmou, em um editorial da revista, um grupo de especialistas da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/g

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