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Tudo Sobre a Gravidez

A gravidez é um momento único na vida duma mulher, durante todo o tempo são enumeras as perguntas que ficam sem resposta, as preocupações com o nosso bebé, as incertezas e as duvidas que ficam no ar. Aqui será o espaço para acabar com algumas

A gravidez é um momento único na vida duma mulher, durante todo o tempo são enumeras as perguntas que ficam sem resposta, as preocupações com o nosso bebé, as incertezas e as duvidas que ficam no ar. Aqui será o espaço para acabar com algumas

Tudo Sobre a Gravidez

18
Set11

Ingestão de iogurtes magros durante gravidez pode aumentar riscos de asma nas crianças

adm
As mulheres que consomem iogurtes magros durante a gravidez podem aumentar o risco de os seus filhos virem a sofrer de asma, segundo um estudo que será apresentado num congresso em Amesterdão.
O estudo, que será apresentado a 25 de Setembro no congresso anual da European Respiratory Society, sugere que este risco se deve à falta de ácidos gordos que protegem o organismo. 

A equipa de investigadores, coordenada por Ekaterina Maslova, da Harvard School of Public Health, analisou as dietas alimentares de mais de 70 mil mulheres dinamarquesas e das suas crianças, até aos sete anos de idade.

Assim, a conclusão a que os investigadores chegaram é que as grávidas que consomem iogurtes magros de fruta uma vez por dia têm mais probabilidades de que os seus filhos venham a desenvolver problemas de asma até aos sete anos, quando comparados com as crianças de mulheres que não comeram iogurtes magros. Além disso, as crianças daquelas mulheres são mais propensas a ter rinites alérgicas.

“Este é o primeiro estudo do género a relacionar o consumo de iogurtes magros, durante a gravidez, com o aumento do risco de asma e de rinite alérgica nas crianças”, disse a investigadora citada num comunicado da European Respiratory Society.

“São conclusões complexas. A falta de ácidos gordos nos iogurtes magros pode ser a chave para interpretar estes resultados”, comenta Ekaterina Maslova, citada pela BBC online. No entanto, a investigadora considera que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas. “Precisamos replicar estes resultados em outros estudos”, considerou.
fonte:http://www.publico.pt/

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