Domingo, 10 de Abril de 2011
Portuguesas são as menos informadas sobre período fértil

Estudo analisa fertilidade e gravidez através de inquérito a mulheres europeias

 

A Clearblue promoveu um inquérito junto das populações femininas de sete países Europeus – Alemanha, Escandinávia, Espanha, França, Itália, Holanda e Reino Unido, num total de 7353 mulheres.

À semelhança do estudo realizado em Portugal em finais de 2010, este estudo teve por objectivo apurar e comparar o grau de conhecimento das mulheres acerca da sua fertilidade e ciclo menstrual, bem como sobre os seus sentimentos/atitudes se ou quando descobrissem que estavam grávidas. Os resultados destacam as semelhanças e as diferenças entre as diversas “personalidades colectivas”.

Lembra-se da data exacta em que teve o seu último período menstrual?
Neste âmbito, constatou-se que são as mulheres italianas as que mais se recordam da data exacta do seu último ciclo menstrual (91.9%). Nota-se aliás uma certa tendência para que sejam as mulheres com “sangue latino” as que melhor recordam este tipo de informação: Espanha com uma taxa de 79.7% e Portugal com 69%.

As britânicas revelam-se as mais desatentas nesta matéria, sendo que apenas 46% afirmam saber esta data e 26% confessam mesmo não fazer a mínima ideia. Os restantes países – França, Alemanha, Holanda e Escandinávia – ficam-se entre os 51% e 52% da população a identificar esta data.

… E da última vez que teve relações sexuais?
Em média, a grande maioria da população feminina inquirida (72% aproximadamente) afirma saber quando foi a última vez que teve relações sexuais. Não obstante, analisados os números caso a caso, as mulheres do Reino Unido e as Escandinavas são as que menos recordam esta data, com apenas 57,9% e 59,7%, respectivamente, a responderem de forma positiva.

A melhor altura para engravidar
Em relação à melhor altura para engravidar durante um ciclo menstrual, as britânicas (40%) e as portuguesas (41%) revelam-se as menos informadas, com menos de metade da população a indicar as respostas correctas (“1 ou 2 dias antes da ovulação” e “No próprio dia da ovulação”).

De realçar que, em média, apenas 19% do total da população respondente opta pela resposta “um ou dois dias antes da ovulação”. A opção “um ou dois dias depois da ovulação” reúne um maior número de “votos” entre as mulheres britânicas (32.7%), enquanto as respostas “Não sei” e “Durante qualquer dia do ciclo menstrual” ganham terreno entre as portuguesas (25% e 11% respectivamente).

Estou grávida!
Na generalidade, cerca de 44% das inquiridas receberia com razoável agrado a notícia de uma gravidez. Sendo que, se para grande parte destas mulheres, tal constituiria uma surpresa e até, para algumas, motivo de apreensão e algum nervosismo; 9.2% revelam que ficariam encantadas, “pois têm estado a tentar”. Esta foi, aliás, a resposta escolhida por cerca de 11.4% das francesas e 11.2% das alemãs. Nos restantes países europeus, este desejo angaria menos adeptas, sendo mesmo em Portugal que alcança menor consenso (5%).

E se 30.9% do total das inquiridas confessam o seu desapontamento com uma gravidez inesperada, 12.1% destas avançam mesmo que teriam que interromper a mesma. Holanda (17.9%), Escandinávia (17.1%) e França (16.5%) são os países em que as mulheres mais admitem ter que recorrer à Interrupção Voluntária da Gravidez. Para as italianas, esta seria uma opção definitiva para apenas 6.7%. Vinte e quatro e meio por cento das inquiridas optam pela resposta “Não é de todo possível que eu esteja grávida”.

Então, como é que calculam o tempo de concepção/data prevista para o parto?
As portuguesas lideram: 83% afirmaram recorrer ao médico para saber o tempo de concepção; seguidas pelas alemãs, com 65%. As mais autónomas nesta matéria são as mulheres britânicas – 53,9% (2 em cada 3) não deixam o trabalho por mãos alheias e realizam os próprios cálculos tendo por base as datas do último período e dos dias em que tiveram as últimas relações sexuais.

fonte:http://mulher.sapo.pt/actualidade/noticias/portuguesas-sao-as-menos-infor-1143632.html



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Sábado, 8 de Janeiro de 2011
Gravidez aos 50 anos: dicas e cuidados
A gravidez tardia é cada vez mais comum em uma sociedade como a brasileira, onde buscamos determinada estabilidade antes da constituição de uma família. Com a evolução da medicina, as mulheres que desejam engravidar após os 30 anos de idade estão cada vez mais assistidas, possibilitando gestações saudáveis após os 40, 50 anos.


A comunidade médica alerta que uma gravidez não programada nesta faixa etária é muito menos arriscada nos dias de hoje do que no tempo de nossas avós, porém a mulher precisa estar saudável e, de preferência, não ser portadora de doenças mais sérias como cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Mesmo o corpo aparentando estar saudável, a futura mamãe deve procurar um médico de confiança que acompanhe todo o período gestacional, o nascimento e o pós-parto.

Segundo a Dra. Natasha Slhessarenko (CRM.2909), patologista da DASA, que em Mato Grosso é representada pelas marcas Cedic e Cedilab, após a faixa dos 30 anos, o pré-natal é ainda mais significativo, já que muitas vezes o corpo pode não estar mais preparado para a gestação. “Ao procurar um especialista, a mulher deve iniciar uma série de exames importantes que assegurem a saúde dela e do bebê”, completa Dra. Natasha. Segue abaixo uma lista completa dos principais testes que a mulher deve ser submetida durante a gestação, independente da idade.

Para a médica, o desejo de ser mãe pode aparecer em qualquer faixa etária, mas a mulher deve estar preparada física e psicologicamente para as mudanças de vida que a nova fase irá acarretar. “Após os 40 anos de idade, a maioria das mulheres tem menor probabilidade de engravidar espontaneamente por conta da queda na produção de óvulos devido a alterações que a maturidade ocasiona no aparelho reprodutivo feminino. Por conta disso, muitas recorrem para tratamentos de fertilidade”, completa.

Independente do método é importante reforçar que a gravidez em todas as idades, mas principalmente a gestação tardia, necessita de um acompanhamento médico com um especialista de confiança. “Os exames indicados para o pré-natal são fundamentais para o diagnóstico precoce de patologias e identificação de malformações do feto, além da manutenção da saúde da mulher”, acrescenta Dra. Natasha.

Indicação de exames durante a gestação:
1º trimestre de gestação
1. Hemograma Completo
2. Tipagem Sangüínea
3. Sorologia para Sífilis (VDRL e FTA Abs), HIV, Hepatite B e C, Toxoplasmose, Rubéola e Citomegalovírus
4. Urina I e Urocultura
5. PPF (Protoparasitológico de Fezes)
6. Papanicolaou (colpocitologia oncótica)
7. Ultra-som Básico Obstétrico Endovaginal ou Transvaginal
8. Ultra-som com translucência nucal fetal no período entre 11- 13 semanas de gestação (avalia risco de mal formação fetal).
9. TSH e T4 Livre
10. Coombs Indireto ( se a mãe for Rh negativo e o pai Rh positivo)
11. Cariótipo (biópsia do vilo corial ou amniocentese em pacientes acima de 35 anos)

2º trimestre de gestação
1. Ultra-som Morfológico
2. Teste de tolerância oral a glicose simplificado- TTOG-S.
3. Teste de Proteína Plasmática Associada à Gravidez (PAPP-A)
4. Dosagem de alfafetoproteína (melhor por volta da 16 semana de gestação).
5. Repetir as sorologias que estavam negativas ( HIV, Hepatite, Toxoplasmose.)

3º trimestre de gestação
1. Ultra-som Obstétrico
2. Cardiotocografia
3. Ultra-som Obstétrico com Dopplervelocimetria Colorida
4. Perfil Biofísico Fetal
5. Ecocardiografia fetal de nível I
6. Ecocardiografia fetal de nível II em casos de alto risco.
7. Dosagem de Uréia, Ácido úrico e Creatinina se necessário.
8. Teste de Enzimas Hepáticas (Perfil) se necessário.
9. Glicemia e curva glicêmica, se necessário.
10. Ecocardiograma e Eletrocardiograma, se necessário.
11. Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial (deve ser feito durante todo o pré-natal, assim como o controle do peso materno).

Sobre a DASA

A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina em termos de receita bruta e população e a quarta maior rede no mundo. Com mais de 12 mil colaboradores, processa em média 10 milhões de exames por mês. Oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 17 marcas em 11 estados brasileiros e no Distrito Federal – Delboni Auriemo e Lavoisier (SP), Bronstein, Lâmina e MedImagem (RJ); Club DA (RJ e SP); Pasteur e Exame (DF), Frischmann Aisengart e Álvaro (PR), CientíficaLab (ES, MG, RJ e SP), Image Memorial (BA), Lâmina (SC), Atalaia (GO), Cedic e Cedilab (MT), Cerpe (PE) e LabPasteur e Unimagem (CE).

*Informações atualizadas de acordo com os resultados do 3T10.

Sobre o Cedic e Cedilab Medicina Diagnóstica

O Cedic e Cedilab nasceram, respectivamente, há 14 e 9 anos no Mato Grosso e são considerados referências para o segmento de medicina diagnóstica. Juntos, somam mais de 200 colaboradores em nove unidades, que atuam na capital e na região metropolitana. São realizados mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnósticos por imagem que contemplam serviços e soluções diferenciados com qualidade, rapidez e alto padrão de atendimento, como a coleta domiciliar. Há dois anos, a marca é escolhida como o prestador de serviços em medicina diagnóstica mais lembrado pela população na região por meio do prêmio Top of Mind, realizado pela revista RDM, com os institutos Newcomdates Tecnologia da informação e Full Time Pesquisa de Mercado . O Cedic e Cedilab fazem parte da DASA, maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina e quinta maior no mundo. Para mais informações: www.cedic.com.br e www.cedilab.com.br .
fonte:http://www.segs.com.br


publicado por adm às 23:43
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Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010
Gravidez com mioma uterino

Um dos problemas mais importantes que os médicos ginecologistas lidam nos consultórios é em relação a pacientes com miomas uterinos que desejam engravidar.
Muitas mulheres engravidam sem muita dificuldade, apresentam uma gestação normal e têm filhos sem complicações apesar dos miomas e, além disso, podemos dizer que essas mulheres nunca souberam e nunca saberão que tem miomas uterinos. Mas, quando os miomas interferem, existem diversas maneiras diferentes deste evento acontecer, sendo as principais questões a serem levantadas em relação ao mioma e gravidez são:
Os miomas dificultam a mulher a conseguir engravidar;
Os miomas aumentam o risco de acontecer um aborto na gestação;
Os miomas podem levar a mulher a complicações na gravidez e também no parto;
Se os miomas forem tratados quais serão as conseqüências do tratamento em relação à fertilidade e uma gravidez futura.
Todos os tipos de miomas existentes podem levar a uma dificuldade para a mulher engravidar, mas para que essa dificuldade ocorra os miomas tem que dificultar o encontro do espermatozóide com o óvulo.
Mas, de maneira geral os miomas são tumores benignos que ficam localizados no útero e também podem ser chamados de fibromas. As causas dos miomas são ainda desconhecidas para a ciência, mas acredita-se que o seu desenvolvimento seja uma predisposição genética, ou então, uma maior suscetibilidade à estimulação do hormônio estrogênio, o qual normalmente está presente no organismo feminino.
Na maioria das vezes, a presença do mioma não traz muitos sintomas, pois os sintomas são assintomáticos, porém, em alguns casos podem ocorrer sintomas dependendo da localização mioma no útero, podendo causar sintomas como desconforto abdominal, alterações urinárias, dor e hemorragia.
Há três tipos de miomas, os quais são classificados de acordo com a sua localização no útero, sendo eles:
Subserosos: crescem para fora do útero e só prejudicam a gravidez se caso forem muito grandes;
Intramurais: estão localizados no meio da musculatura uterina e só prejudicam uma gestação se no caso, estiverem muito próximos da cavidade uterina, ou então, nos orifícios tubários que acabam deformando a arquitetura do útero;
Submucosos: estão localizados na parte interior do útero e podem causar hemorragia e impedir a implantação do embrião.
A versão maligna do mioma chama-se leiomiosarcoma, o qual é muito raro e ocorre em menos de 1% dos casos e só é suspeitada a sua presença quando há um crescimento muito rápido no tamanho do mioma.
Os miomas são mais comuns quando a mulher encontra-se na faixa etária de 35 a 45 anos. Os miomas afetam a fertilidade da mulher, pois impede a implantação do embrião, pois o mioma causa deficiência na circulação sanguínea local e isso pode provocar o abortamento, no caso de quando o mioma for submucoso, ou então, pode compressão o feto, podendo obstruir as tubas uterinas.
O diagnóstico de um mioma é feito através de um ultra-som ou outros exames. Para o tratamento do mioma é somente quando realmente houver necessidade de tratamento, sendo que a melhor alternativa é a cirurgia, porém em casos especiais pode ser feito um tratamento clínico.
Os tratamentos clínicos são indicados na maioria das vezes antes da cirurgia com a finalidade de reduzir o tamanho dos miomas e também facilitar a intervenção. Para o tratamento clínico são receitados hormônios que podem causar efeitos colaterais desagradáveis como menopausa e ondas de calor inteiro, além de serem caros. Lembre-se que a indicação de tal tratamento deve ser feito por um médico especializado no assunto.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com/



publicado por adm às 11:27
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Óvulos doados podem aumentar risco de complicação na gravidez

Um novo estudo sugere que mulheres que usam óvulos doados para engravidar por fertilização in vitro (FIV) podem ter um risco maior para uma complicação na gravidez do que as mulheres que usam a fertilização in vitro tradicional.

Os cientistas já acreditavam que a técnica FIV, na qual um óvulo é fertilizado fora do corpo, e em seguida implantado no útero de uma mulher, aumentava o risco de pré-eclâmpsia. Agora, parece que usar um óvulo doado poderia aumentar ainda mais esse risco, porém, são necessários mais estudos para confirmar tais resultados.

Essa complicação ocorre quando a pressão sanguínea da mulher aumenta durante o segundo ou terceiro trimestre da gravidez, e os rins perdem a capacidade de reter proteínas. Apesar de relativamente comum, a pré-eclâmpsia não é bem explicada. A doença se desenvolve em cerca de uma em cada vinte gestantes, e a única cura é o parto.

Para as mulheres que carregam um bebê de pelo menos 37 semanas, os médicos podem induzir o parto. Em outros casos, os médicos acompanham as pacientes de perto para se certificar de que os sintomas não pioram até o parto.

Segundo os pesquisadores, a descoberta não deve ser alarmante ou assustadora. Pelo contrário; essa pode ser a hora de usar a descoberta para ajudar os médicos a entender o que causa a pré-eclâmpsia, e como aconselhar as pacientes que podem estar em risco.

Estudos anteriores mostraram que mulheres que usam o esperma de um doador, ou que ficam grávidas a partir da relação sexual com um novo parceiro apresentam os maiores índices de pré-eclâmpsia. Isso sugere que a condição pode estar relacionada à resposta imune do organismo às células que não reconhece. Assim, os pesquisadores resolveram testar se o padrão continuava válido para os óvulos que o corpo considerasse “estranhos”.

Eles compararam 77 mulheres que tiveram filhos com óvulos doados, entre 1998 e 2005, com 81 mulheres com características semelhantes que tinham ficado grávidas por FIV usando seus próprios ovos. Os pesquisadores notaram quantas mulheres em cada grupo foram diagnosticadas com pré-eclâmpsia ou pressão arterial alta associada à gravidez durante o terceiro trimestre, bem como quantas deram à luz a seus bebês prematuramente.

Os resultados mostram que cerca de 5% das mulheres que usaram seus próprios óvulos desenvolveram pré-eclâmpsia, comparado com quase 17% das mulheres que usaram óvulos de doadoras. Mulheres que usaram óvulos de doadoras também foram mais propensas a ter pressão arterial alta sem problemas renais, e partos prematuros.

Os resultados também apontam que mulheres que engravidaram usando embriões congelados e descongelados tinham maior risco de pré-eclâmpsia do que mulheres que usaram embriões frescos.

Os pesquisadores sugerem que os médicos mantenham um olho nas pacientes que engravidaram usando óvulos doados, para se certificar de que elas não comecem a desenvolver sinais de pré-eclâmpsia.

Ainda assim, os cientistas advertem que esse estudo foi pequeno, e que, ao invés de olhar registros de mulheres que já deram à luz, novas pesquisas deverão ser iniciadas com mulheres assim que elas fiquem grávidas, para controlar sua saúde conforme elas passam por sua gravidez. Embora mais difícil de realizar, esse tipo de estudo muitas vezes pode gerar informações mais precisas.

Ainda assim, o estudo realizado pode fornecer aos cientistas mais pistas sobre como a pré-eclâmpsia se desenvolve. Os sinais continuam a apontar que a doença tem algo a ver com a resposta imunológica do organismo quando ele reconhece células estranhas. Isso faria sentido, pois a resposta imune é importante tanto na implantação quanto no desenvolvimento do feto.

Os médicos precisam aprender mais sobre a forma como o feto se implanta no útero, porque este é, provavelmente, o período no qual se inicia a pré-eclâmpsia, mesmo que as mulheres não apresentem sintomas até o segundo ou terceiro trimestre.

Segundo os pesquisadores, a mensagem principal do estudo não é que as mulheres que engravidam usando óvulos doados devem ter medo de desenvolver pré-eclâmpsia. É que os médicos devem estar cientes dos possíveis riscos envolvendo as pacientes, e, mais importante, que monitorem a resposta do sistema imunológico das mulheres grávidas.

fonte:[Reuters]



publicado por adm às 00:06
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010
Estou grávida! E agora o que fazer?

Quando a gravidez não foi planeada, pode ser uma grande surpresa para os futuros pais e até para a família



Depois de um atraso menstrual, muitas mulheres são surpreendidas com uma gravidez inesperada. Todavia, isto quer dizer que a mulher não planeou a sua gravidez como deveria ter feito, nem lhe foi feita nenhuma avaliação de saúde prévia, numa consulta de planeamento familiar. Assim, e de imediato ao resultado do teste, deve marcar uma consulta com o ginecologista. A consulta deve ser obtida entre as primeiras oito e doze semanas a fim de poderem ser precavidas quaisquer deficiências no feto.

Prepare-se para a consulta
Nesta primeira consulta o médico poderá fazer-lhe várias perguntas e para que lhe possa responder devidamente é bom que se prepare previamente. Não fique constrangida e responda ao médico a qualquer questão. Entre as perguntas que terá de responder ao seu médico, indicamos-lhe as mais usuais para que possa ter tempo de preparar as respostas.
- Em que data foi o seu último período?
- Quando fez o teste da gravidez?
- Que tipo de teste fez? (laboratório ou em casa).
- Estava a tomar algum contraceptivo? Qual?
- É a sua primeira gravidez? Se não é, como decorreu a anterior ou anteriores? Há quanto tempo foi a sua última gravidez?
- Já teve algum aborto espontâneo? Em caso positivo com que tempo de gestação?
- Teve algum aborto voluntário? Com que tempo de gestação?

É a ainda conveniente que aponte todas as informações sobre a sua saúde e a do seu companheiro a fim de que o médico possa elaborar convenientemente a vossa história clínica.

 

Questioná-la-á sobre:
- Doenças hereditárias
- Hipertensão
- Diabetes
- Doenças cardíacas
- Obesidade
- Doenças do foro neurológico
- Paludismo
- Febre-amarela
- Rubéola
- Hipertiroidismo
- Hepatite

 

Não fique constrangida e responda ao médico a qualquer questão

 

A consulta
Considerando que esta é a sua primeira consulta, o médico avaliará o seu estado geral de saúde. Auscultará o coração e os pulmões. Verificará a tensão arterial e poderá fazer uma ecografia para confirmar o tempo da gravidez. Se considerar conveniente fará também a palpação e observação da mama. Verificará ainda o seu peso e fará um exame pélvico (avaliação das dimensões da bacia e do útero).Nesta primeira consulta o médico mandará fazer análises de rotina ao sangue e à urina.
Se o médico o aconselhar, deve fazer o teste do HIV (sida). Deve fazê-lo sem preconceitos. A sida contagia-se de diversas formas e ninguém está imune. A transmissão do HIV não se faz apenas através de agulhas contaminadas ou através de relações sexuais. O importante agora é o seu bebé. A possibilidade do futuro bebé vir a ser infectado, pode reduzir-se muito no caso das mães seropositivas, desde que atempadamente se tomem as precauções necessárias e se façam os tratamentos anti-retrovirais.

A consulta deve ser obtida entre as primeiras oito e doze semanas a fim de poderem ser precavidas quaisquer deficiências no feto

Aconselhamento médico
Esta consulta é muito importante porque, para além de confirmar a gravidez e verificar o seu estado de saúde, permite que o médico lhe preste todas as informações sobre o percurso da sua gravidez. É nesta consulta que o médico lhe ministrará alguns conselhos e marcará o calendário das futuras consultas. Saberá qual a melhor dieta para a sua gravidez, as melhores posturas e os exercícios físicos que poderá praticar.
Se tem dúvidas, é melhor não se esquecer de as colocar

Nota:
Se o seu trabalho exige que:
- Esteja muito tempo de pé
- Faça turnos nocturnos
- Faça esforços violentes
- Carregue pesos
- Esteja em contacto com produtos voláteis (colas,tintas,vernizes...)
- Esteja em contacto com radiações
- Esteja em contacto permanente com animais
Fale com o seu médico para que ele a possa aconselhar sobre as medidas a tomar com a sua entidade patronal.

A gravidez não é uma doença, todavia tem de ser acompanhada pelo seu médico

(Obstetra Dra.Madalena Barata)

fonte:familia.sapo




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Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
Depois da gravidez: "Quero o meu corpo de volta!"

Depois da gravidez é normal que sinta o desejo de voltar à sua antiga forma. Recuperar a silhueta é legítimo, mas tenha noção de que o corpo demora o seu tempo para voltar ao normal. Se esteve nove meses a crescer, não espere perder os quilos acumulados num abrir e fechar de olhos.

 

Foram nove os meses em que viu o seu corpo ganhar novas formas e contornos, todas as mães desejam desesperadamente perder o peso adquirido durante a gravidez.

Mas o desejo não se sobrepõe à natureza e o corpo necessita de um período de tempo para recuperar e voltar ao que era. Nem sempre é fácil, e é preciso ter em mente que nem sempre se consegue - o que é motivo de frustração para muitas mães.

Ver as ancas, o abdómen, as pernas e os seios, aumentarem quase para o dobro é por vezes difícil de aceitar, principalmente quando somos bombardeadas diariamente com imagens de famosas que acabaram de ser mães e cuja forma física já foi rapidamente recuperada. Na vida real as coisas não são assim tão fáceis. É necessário dedicação, empenho e acima de tudo, perseverança para não desanimar nesta cruzada. Se seguir alguns conselhos essenciais conseguirá dar os primeiros passos para atingir o tão desejado objectivo. O principal é não cruzar os braços.

Como lidar com a rotina


Com a chegada do bebé a vida no lar e da própria mãe desorganiza-se. Quando se trata do primeiro filho é ainda pior. Existem muitas dúvidas, incertezas sobre o que se deve ou não fazer, há rotinas diárias para cumprir e às quais terá de se habituar, e geralmente a última coisa em que pensamos é em nós próprias. É normal que custe ver-se ao espelho e achar que já teve melhores dias, mas também é normal que não faça disso prioridade na sua vida nesse momento. Como refere a fisioterapeuta Teresa Garcia, do Centro Clínico Santa Teresa de Jesus em Oeiras, "Há um grande choque hormonal com o nascimento do bebé e é normal as mães sentirem-se um bocadinho perdidas. Mesmo quando já tiveram anteriormente um bebé, há uma grande desorganização e ficam muitas vezes sem saber o que fazer, o que na literatura médica é descrito como o baby blues.

É natural que sinta um forte desejo de começar a fazer algo que a ajude a eliminar a nova forma entretanto adquirida, mas com a chegada de um bebé, o tempo que tem para si mesma é quase nulo. Convém ter em mente que, consoante o tipo de parto por que passou - normal ou cesariana -, há um determinado período de descanso a respeitar: três ou seis semanas, respectivamente. E isto aplica-se não só ao regresso de uma actividade física regular, como à iniciação da recuperação pós-parto.

O corpo a seguir à gravidez

Útero - Imediatamente a seguir ao parto há um processo de inversão do útero para retomar à sua antiga forma, mas esse efeito não é imediato. Afinal, trata-se do órgão que mais sofreu com a gravidez, tendo aumentado de volume cerca de 30 a 40 vezes, quando o seu tamanho normal é mais parecido com o de uma pêra. Como diminui cerca de um centímetro por dia, demorará, em média, três e

Abdómen - Aqui o problema mais comum são as inestéticas estrias, e é por isso essencial atacá-las durante a gravidez. O aumento de volume e de peso, leva a pele a esticar, sujeitando-se a uma pressão maior do que aquilo que lhe é habitual. Como não consegue aguentar, chega a um ponto em que estala e ‘parte', criando os inestéticos sulcos visíveis a olho nu. O uso de cremes específicos é a medida mais utilizada para as combater a perda de elastina da pele, mas nem sempre com grande sucesso.

Seios - È outra parte do corpo particularmente castigada com a gravidez. Aumentam de volume e têm tendência a ganhar estrias. No pós-parto ficam geralmente partidos e flácidos. Os elevados níveis hormonais que recebem durante a gravidez provocam um escurecimento do mamilo, que a partir do terceiro mês após o parto tende a atenuar, mas cuja cor nunca mais volta à original.

Pernas - O risco de aparecimento de varizes durante a gravidez é maior devido ao aumento de peso. Se tem problemas de má circulação as probabilidades aumentam. O uso recorrente de meias de descanso poderá dar-lhe uma ajuda, assim como a aplicação de cremes específicos estimuladores da circulação. 
Pele - É comum a pele sofrer alterações devido às grandes doses hormonais que o organismo fabrica durante a gestação. O aparecimento de manchas na pele - cloasma  gravídico - ou ‘pano', como é vulgarmente conhecido, é bastante comum. Manchas acastanhadas, que assumem diferentes proporções podendo inclusive atingir a zona do rosto, ou o aparecimento de acne, são alguns dos sintomas mais comuns ao nível da pele.

Amamentar ajuda a recuperar a forma


Ficou surpreendida? Mas é verdade, dar de mamar ao bebé contribui para o regresso da boa forma mais rapidamente, para além de fazer bem à saúde o do recém-nascido. Como refere a terapeuta Teresa Garcia, ‘A amamentação além de ser benéfica para o bebé, ajuda a mãe a recuperar o seu peso mais rapidamente, pois exige uma perda calórica grande, o que pode favorecer o emagrecimento.' 
Segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde, a prática da amamentação exclusiva durante seis meses, contribui para uma perda de peso por parte da mãe, de forma mais rápida e saudável: cerca de 500g por semana entre a 4.ª e a 14.ª semana pós-parto, o que equivale a uma perda de 5kg.

Caso note num aumento de apetite, não entre em pânico. Como está a perder muitas calorias, é normal que sinta mais fome. O que deve fazer? Tenha apenas cuidado com a alimentação (o que não é sinónimo de dietas malucas!) mas coma saudavelmente quando sentir vontade.

Plano de ataque

Algumas horas após ter dado à luz, comece o seu primeiro exercício. Não, não se trata de brincadeira, mas não estranhe se nas primeiras 24 horas pós-parto, o seu médico lhe disser para começar a movimentar-se, nem que seja de forma lenta e pausada no corredor. Este procedimento é comum e tem como finalidade evitar a trombose venosa, e facilitar a recuperação fisiológica. É normal que sinta um desejo de começar já a perder peso, mas este simples ‘caminhar' não tem essa finalidade. É antes uma forma de obrigar o seu corpo a reagir ao esforço a que esteve sujeito.

Nunca é demais lembrar que a verdadeira recuperação pós-parto só deverá ser feita a partir da terceira semana em caso de parto normal, ou a partir da sexta semana em caso de cesariana. Até essa altura a grávida deverá ir contribuindo com pequenos gestos e comportamentos para que o seu corpo ‘vá ao lugar' de forma natural, sendo necessárias diversas abordagens não só ao nível dos exercícios, mas também ao nível das dores que se desenvolvem durante a gravidez. 
Dores lombares, ao nível da cervical são bastante comuns entre as grávidas, devido ao peso da barriga que tiveram de suportar durante a gravidez que provoca um esforço redobrado, sendo por isso de extrema importância que a mãe proceda à realização de exercícios simples para ajudar na recuperação pós-parto.

Combata aos problemas pós-parto

Os exercícios do períneo pélvico - ou exercícios de Kegel - são extremamente importantes para voltar a ter uma vida normal. Trata-se de uma forma muito simples de, aos poucos, ir trabalhando toda a musculatura da parte vaginal e ânus que estiveram particularmente sobrecarregadas durante a gravidez. As mães poderão ir contraindo estes músculos em curtas sessões de cinco minutos, evitando assim problemas, como a incontinência urinária, que geralmente têm tendência a ocorrer no pós-parto e contribuindo para uma melhoria da circulação sanguínea. Como explica a terapeuta Teresa Garcia, ‘quando as grávidas não trabalham estes músculos, têm tendências a ficar com problemas de incontinência urinária, que é um dos problemas pós-parto mais comum - elas espirram, tossem e vão soltando pequenas perdas de urina. Para tal há a fisioterapia que promove o trabalho desta área que tem de ser ginasticada."

Mas não queira iniciar o exercício de modo regular e intenso. O seu corpo precisa de tempo para se habituar ao novo ritmo. Faça-o gradualmente.

Ventre liso sem cinta é impossível?

Após a gravidez o seu desejo será o de conseguir enfiar-se dentro das suas calças de ganga favoritas e largar definitivamente a roupa de grávida, mas nem sempre isso acontece como esperado. O colocar-se na balança e deparar-se com o peso extra que ainda permanece no seu corpo poderá provocar-lhe frustração, mas já diz o ditado ‘Roma e Pavia não se fizeram num dia'.

O abdómen leva tempo a recuperar e mesmo passado algumas semanas após ter dado à luz, ainda parecerá que tem ‘barriga de grávida'. Muitas mães preocupadas com as gordurinhas extras que teimar em permanecer nesta zona do corpo, caem no erro de ‘amarrar' a barriga com a tão temida cinta, repetindo assim um erro crasso que passa de geração em geração há muito tempo.

Está cientificamente provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado, nunca a utilizando como única garantia para obter um ventre liso após a gravidez. Como refere a terapeuta, "Andar com a cinta, completamente espartilhadas é contra-prejudicial. Há mães que levam a cinta logo para o hospital e acham que sem ela nunca mais voltam ao sítio, e isso é um comportamento que tem de ser combatido porque se tornou do senso-comum" e acrescenta, "ao contrário do que as pessoas pensam, os ossos ‘não saem do sítio' e quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma que tinham".

Se pensa que está a contribuir para uma melhor recuperação dos músculos abdominais, engana-se. A compressão a que os músculos estão sujeitos é de tal forma, que a mesma ficará ‘preguiçosa'. O uso da cinta deverá ser aconselhado em casos que realmente o necessitem, quando a mãe sente algum desconforto, ou por conselho médico, caso contrário não o faça só porque a sua mãe ou amigas o fizeram.

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<p>Depois da gravidez é normal que sinta o desejo de voltar à sua antiga forma. Recuperar a silhueta é legítimo, mas tenha noção de que o corpo demora o seu tempo para voltar ao normal. Se esteve nove meses a crescer, não espere perder os quilos acumulados num abrir e fechar de olhos.</p> <p> </p> <p>Foram nove os meses em que viu o seu corpo ganhar novas formas e contornos, todas as mães desejam desesperadamente perder o peso adquirido durante a gravidez.</p> <p>Mas o desejo não se sobrepõe à natureza e o corpo necessita de um período de tempo para recuperar e voltar ao que era. Nem sempre é fácil, e é preciso ter em mente que nem sempre se consegue - o que é motivo de frustração para muitas mães.</p> <p>Ver as ancas, o abdómen, as pernas e os seios, aumentarem quase para o dobro é por vezes difícil de aceitar, principalmente quando somos bombardeadas diariamente com imagens de famosas que acabaram de ser mães e cuja forma física já foi rapidamente recuperada. Na vida real as coisas não são assim tão fáceis. É necessário dedicação, empenho e acima de tudo, perseverança para não desanimar nesta cruzada. Se seguir alguns conselhos essenciais conseguirá dar os primeiros passos para atingir o tão desejado objectivo. O principal é não cruzar os braços.</p> <h3><span style="color: #808000;">Como lidar com a rotina</span></h3> <p><br />Com a chegada do bebé a vida no lar e da própria mãe desorganiza-se. Quando se trata do primeiro filho é ainda pior. Existem muitas dúvidas, incertezas sobre o que se deve ou não fazer, há rotinas diárias para cumprir e às quais terá de se habituar, e geralmente a última coisa em que pensamos é em nós próprias. É normal que custe ver-se ao espelho e achar que já teve melhores dias, mas também é normal que não faça disso prioridade na sua vida nesse momento. Como refere a fisioterapeuta Teresa Garcia, do Centro Clínico Santa Teresa de Jesus em Oeiras, "Há um grande choque hormonal com o nascimento do bebé e é normal as mães sentirem-se um bocadinho perdidas. Mesmo quando já tiveram anteriormente um bebé, há uma grande desorganização e ficam muitas vezes sem saber o que fazer, o que na literatura médica é descrito como o baby blues.</p> <p>É natural que sinta um forte desejo de começar a fazer algo que a ajude a eliminar a nova forma entretanto adquirida, mas com a chegada de um bebé, o tempo que tem para si mesma é quase nulo. Convém ter em mente que, consoante o tipo de parto por que passou - normal ou cesariana -, há um determinado período de descanso a respeitar: três ou seis semanas, respectivamente. E isto aplica-se não só ao regresso de uma actividade física regular, como à iniciação da recuperação pós-parto.</p> <h3><span style="color: #808000;">O corpo a seguir à gravidez</span></h3> <p><strong>Útero</strong> - Imediatamente a seguir ao parto há um processo de inversão do útero para retomar à sua antiga forma, mas esse efeito não é imediato. Afinal, trata-se do órgão que mais sofreu com a gravidez, tendo aumentado de volume cerca de 30 a 40 vezes, quando o seu tamanho normal é mais parecido com o de uma pêra. Como diminui cerca de um centímetro por dia, demorará, em média, três e</p> <p><strong>Abdómen -</strong> Aqui o problema mais comum são as inestéticas estrias, e é por isso essencial atacá-las durante a gravidez. O aumento de volume e de peso, leva a pele a esticar, sujeitando-se a uma pressão maior do que aquilo que lhe é habitual. Como não consegue aguentar, chega a um ponto em que estala e ‘parte', criando os inestéticos sulcos visíveis a olho nu. O uso de cremes específicos é a medida mais utilizada para as combater a perda de elastina da pele, mas nem sempre com grande sucesso.</p> <p><strong>Seios -</strong> È outra parte do corpo particularmente castigada com a gravidez. Aumentam de volume e têm tendência a ganhar estrias. No pós-parto ficam geralmente partidos e flácidos. Os elevados níveis hormonais que recebem durante a gravidez provocam um escurecimento do mamilo, que a partir do terceiro mês após o parto tende a atenuar, mas cuja cor nunca mais volta à original.</p> <p><strong>Pernas -</strong> O risco de aparecimento de varizes durante a gravidez é maior devido ao aumento de peso. Se tem problemas de má circulação as probabilidades aumentam. O uso recorrente de meias de descanso poderá dar-lhe uma ajuda, assim como a aplicação de cremes específicos estimuladores da circulação. <br />Pele - É comum a pele sofrer alterações devido às grandes doses hormonais que o organismo fabrica durante a gestação. O aparecimento de manchas na pele - cloasma  gravídico - ou ‘pano', como é vulgarmente conhecido, é bastante comum. Manchas acastanhadas, que assumem diferentes proporções podendo inclusive atingir a zona do rosto, ou o aparecimento de acne, são alguns dos sintomas mais comuns ao nível da pele.</p> <h3><span style="color: #808000;">Amamentar ajuda a recuperar a forma</span></h3> <p><strong> </strong></p> <p><br />Ficou surpreendida? Mas é verdade, dar de mamar ao bebé contribui para o regresso da boa forma mais rapidamente, para além de fazer bem à saúde o do recém-nascido. Como refere a terapeuta Teresa Garcia, ‘A amamentação além de ser benéfica para o bebé, ajuda a mãe a recuperar o seu peso mais rapidamente, pois exige uma perda calórica grande, o que pode favorecer o emagrecimento.' <br />Segundo a recomendação da Organização Mundial de Saúde, a prática da amamentação exclusiva durante seis meses, contribui para uma perda de peso por parte da mãe, de forma mais rápida e saudável: cerca de 500g por semana entre a 4.ª e a 14.ª semana pós-parto, o que equivale a uma perda de 5kg.</p> <p>Caso note num aumento de apetite, não entre em pânico. Como está a perder muitas calorias, é normal que sinta mais fome. O que deve fazer? Tenha apenas cuidado com a alimentação (o que não é sinónimo de dietas malucas!) mas coma saudavelmente quando sentir vontade.</p> <h3><span style="color: #808000;">Plano de ataque</span></h3> <p>Algumas horas após ter dado à luz, comece o seu primeiro exercício. Não, não se trata de brincadeira, mas não estranhe se nas primeiras 24 horas pós-parto, o seu médico lhe disser para começar a movimentar-se, nem que seja de forma lenta e pausada no corredor. Este procedimento é comum e tem como finalidade evitar a trombose venosa, e facilitar a recuperação fisiológica. É normal que sinta um desejo de começar já a perder peso, mas este simples ‘caminhar' não tem essa finalidade. É antes uma forma de obrigar o seu corpo a reagir ao esforço a que esteve sujeito.</p> <p>Nunca é demais lembrar que a verdadeira recuperação pós-parto só deverá ser feita a partir da terceira semana em caso de parto normal, ou a partir da sexta semana em caso de cesariana. Até essa altura a grávida deverá ir contribuindo com pequenos gestos e comportamentos para que o seu corpo ‘vá ao lugar' de forma natural, sendo necessárias diversas abordagens não só ao nível dos exercícios, mas também ao nível das dores que se desenvolvem durante a gravidez. <br />Dores lombares, ao nível da cervical são bastante comuns entre as grávidas, devido ao peso da barriga que tiveram de suportar durante a gravidez que provoca um esforço redobrado, sendo por isso de extrema importância que a mãe proceda à realização de exercícios simples para ajudar na recuperação pós-parto.</p> <h3><span style="color: #808000;">Combata aos problemas pós-parto</span></h3> <p>Os exercícios do períneo pélvico - ou exercícios de Kegel - são extremamente importantes para voltar a ter uma vida normal. Trata-se de uma forma muito simples de, aos poucos, ir trabalhando toda a musculatura da parte vaginal e ânus que estiveram particularmente sobrecarregadas durante a gravidez. As mães poderão ir contraindo estes músculos em curtas sessões de cinco minutos, evitando assim problemas, como a incontinência urinária, que geralmente têm tendência a ocorrer no pós-parto e contribuindo para uma melhoria da circulação sanguínea. Como explica a terapeuta Teresa Garcia, ‘quando as grávidas não trabalham estes músculos, têm tendências a ficar com problemas de incontinência urinária, que é um dos problemas pós-parto mais comum - elas espirram, tossem e vão soltando pequenas perdas de urina. Para tal há a fisioterapia que promove o trabalho desta área que tem de ser ginasticada."</p> <p>Mas não queira iniciar o exercício de modo regular e intenso. O seu corpo precisa de tempo para se habituar ao novo ritmo. Faça-o gradualmente.</p> <h3><span style="color: #808000;">Ventre liso sem cinta é impossível?</span></h3> <p>Após a gravidez o seu desejo será o de conseguir enfiar-se dentro das suas calças de ganga favoritas e largar definitivamente a roupa de grávida, mas nem sempre isso acontece como esperado. O colocar-se na balança e deparar-se com o peso extra que ainda permanece no seu corpo poderá provocar-lhe frustração, mas já diz o ditado ‘Roma e Pavia não se fizeram num dia'.</p> <p>O abdómen leva tempo a recuperar e mesmo passado algumas semanas após ter dado à luz, ainda parecerá que tem ‘barriga de grávida'. Muitas mães preocupadas com as gordurinhas extras que teimar em permanecer nesta zona do corpo, caem no erro de ‘amarrar' a barriga com a tão temida cinta, repetindo assim um erro crasso que passa de geração em geração há muito tempo.</p> <p>Está cientificamente provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado, nunca a utilizando como única garantia para obter um ventre liso após a gravidez. Como refere a terapeuta, "Andar com a cinta, completamente espartilhadas é contra-prejudicial. Há mães que levam a cinta logo para o hospital e acham que sem ela nunca mais voltam ao sítio, e isso é um comportamento que tem de ser combatido porque se tornou do senso-comum" e acrescenta, "ao contrário do que as pessoas pensam, os ossos ‘não saem do sítio' e quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma que tinham".</p> <p>Se pensa que está a contribuir para uma melhor recuperação dos músculos abdominais, engana-se. A compressão a que os músculos estão sujeitos é de tal forma, que a mesma ficará ‘preguiçosa'. O uso da cinta deverá ser aconselhado em casos que realmente o necessitem, quando a mãe sente algum desconforto, ou por conselho médico, caso contrário não o faça só porque a sua mãe ou amigas o fizeram.</p> <p>fonte:<a title="Depois da gravidez: " quero="Quero" o="o" meu="meu" corpo="corpo" de="de" volta!""="volta!&quot;&quot;" rel="noopener nofollow" href="http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=DB6B4C6C-DD2F-4829-98F0-98FCE9586CE4&amp;contentid=7EABDCF4-2122-4E8A-9A20-41E5112A6563" target="_blanck">activa</a> </p> <p> </p> <div><span style="font-family: Tahoma, Arial; font-size: 14px; color: #ffffff; font-weight: bold;"><br /></span></div>


publicado por adm às 23:59
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
Cuidados para amamentar

O leite materno é a única maneira natural de alimentar uma criança até os seis meses no mínimo. No entanto, o ato de amamentar não é instintivo e deve ser aprendido tanto pela mãe quanto pelo bebê.
O aleitamento materno possui vários benefícios tanto para a mamãe quanto também para o bebê, pois o leite materno é um alimento que é produzido especialmente para atender as necessidades de crescimento, desenvolvimento e de energia da criança até os seios meses de idade. Este é o único momento da vida humana em que somente um único alimento é capaz de suprir todas as nossas necessidades nutricionais.
Outro ponto que merece destaque é as alterações de composição as quais o leite materno passa durante o período de amamentação, o qual acontece para que o leite se ajuste as necessidades do bebê.
Em primeiro momento o leite que sai é chamado de colostro, o qual é especial, pois é secretado pela ama logo nos primeiros dias após o parto, o qual é rico em proteínas, vitaminas A e anticorpos que ajudam na proteção do lactente contra as diversas infecções do mundo exterior da barriga da mamãe. O colostro tem a função de imunizar a criança e ajudar na sua primeira evacuação.
O leite materno é um importante provedor de anticorpos, os quais previnem as doenças comuns na infância. O leite materno contém nutrientes que são facilmente digeríveis pelo bebê e é totalmente seguro de bactérias e microorganismos, pois a amamentação é um processo higiênico com baixo risco de contaminação. A amamentação obriga o lactente a um esforço de sucção maior do que no aleitamento superficial, ou seja, na mamadeira, fortalecendo e desenvolvendo assim o maxilar e facilitando o processo da fala.
Antes de amamentar é importante que a mãe tenha algumas precauções como: evitar grandes quantidades de alimentos que contenham cafeína como, por exemplo, café, refrigerante, chocolate e chá preto, pois parte desta substância é secretada pelo leite e pode causar irritação no bebê e o sono também pode ser alterado;
Observe para que a alimentação não se altere muito de um dia para o outro, pois isso pode causar cólica no bebê;
Observe também se o bebê fica se retorcendo ao mamar, pois isso é o indicativo de cólica e que isso é necessário ser avaliado por um pediatra ou nutricionista para verificar alergia a algum componente da alimentação da mãe;
Não fumar porque a nicotina acaba inibindo a ação da prolactina e ocitocina, os quais são os hormônios responsáveis pela produção e liberação do leite e, além disso, as substâncias contidas no cigarro acabam passando para o leite e pode acabar prejudicando a saúde e o desenvolvimento da criança. Se a mamãe não conseguir parar de fumar o mais indicado é que ela diminua no mínimo o número de cigarros e fumar somente após as mamadas;
Evite a ingestão de bebidas alcoólicas, ou então, beba com moderação;
Não tome nenhum tipo de medicamento sem orientação médica, pois alguns medicamentos podem fazer mal a criança, afinal à medicação pode passar através do leite materno;
O consumo de ácidos graxos do tipo ômega 3 é indispensável à boa formação do bebê, o qual pode ser encontrado em azeite, óleo de peixe, peixes e óleo de canola;
Para amamentar o pescoço do bebê deve estar ereto ou um pouco curvado para trás, mas sem que o pescoço fique distendido ou torcido, o corpo do bebê deve estar voltado para o corpo da mãe e o bebê deve ficar confortável e a mãe relaxada.
Após amamentar é importante colocar o bebê para arrotar ao final da mamada e quando se muda de seio alivia o desconforto causado pelo ar, o qual ás vezes pode ser engolido durante a amamentação. Para facilitar o arrotar do bebê é indicado colocá-lo em posição vertical, apoiando-o contra o peito e dando leves palmadas em suas costas e é totalmente normal regurgitar um pouco de leite.

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publicado por adm às 23:08
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Domingo, 28 de Novembro de 2010
Gravidez depois dos 40 anos

Apesar das mães terem uma sensação de que está indo na contramão, as mulheres que ficam grávidas aos 40 anos de idade ou após fazem parte de uma tendência cada vez mais atual. De uns anos pra cá aconteceu a revolução sexual, o descobrimento da pílula anticoncepcional e a conquista da mulher no mercado de trabalho e esses vários fatores vêm fazendo com que muitas mulheres adiem ainda mais a maternidade dos 35 anos e até os 40 anos.
Para algumas a maternidade após os 40 anos é uma surpresa, para outras ela é uma escolha consciente, afinal muitas mulheres estão optando por dar prioridade à carreira profissional e outras acham que ainda não estão preparadas para serem mães e outras passam anos em busca de um companheiro ideal.
O fato é que a mulher do século XXI assume muitos papéis na sociedade e isso faz com que o papel de mãe fique para segundo plano.
O gravidez após os 40 anos de idade é chamado de gravidez tardia. A idade não é um fator determinante para avaliar se a gestação é segura ou não, afinal o que realmente importa são as intercorrências durante os noves meses que são mais freqüentes em mulheres com mais idade.
Mas, é importante ressaltar que a gestação tardia pode trazer sérias consequências tanto para a gestante como também para o bebê, pois o corpo de uma mulher com 20 anos suporta muito mais o estresse resultante da gravidez do que uma de 40 anos, mas os riscos que causam medos nas mães tardias são os problemas cromossômicos que aumentam em progressão aritmética. Pois, após os 40 anos, o risco de que a mulher gere uma criança com síndrome de down é alto.
Com o passar dos anos outro problema é a fertilidade feminina, a qual fica comprometida, tornando cada vez mais difícil a concepção. É importante ressaltar também que a mulher que engravida após os 40 anos tem que ter a consciência de que seu corpo sofrerá um desgaste ainda maior do que uma mulher entre os 20 ou 30 anos, é como se a gravidez gerasse um desgaste de 3 anos na mulher e ainda, vale ressaltar que aos 40 anos a mulher tem menos pique e menos condições físicas para passar por esta fase da vida.
Se você realmente quer engravidar e tiver uma gravidez tardia é importante ressaltar que em qualquer idade o mais importante é que a mulher cuide da sua saúde durante toda a gestação, por isso, não fume, não beba, controle o peso ideal, tenha uma alimentação saudável e pratique exercícios.
Os principais aspectos positivos da gestação tardia são em relação que a mãe se sente mais preparada, mais madura para educar o bebê e uma maior estabilidade financeira, podendo curtir mais a gravidez.

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Sábado, 27 de Novembro de 2010
Alimentos indicados na gravidez

Os cuidados com a alimentação é algo fundamental ao longo de nossas vidas, mas na gravidez merece atenção em especial. A gravidez é um momento muito especial na vida de qualquer mulher, por conta disso, os cuidados são indispensáveis durante toda a gestação, principalmente em relação à alimentação adequada durante toda a gestação, para que o bebê possa nascer o mais saudável possível e que a gravidez não ocorra riscos.
Na gravidez o corpo necessita de vitaminas, nutrientes, sais minerais, carboidratos e proteínas suficientes para manter o organismo em equilíbrio e ajudar no desenvolvimento de uma nova vida.
Por conta disso, a alimentação precisa ser a mais saudável possível, equilibrada, rica em frutas, carnes e legumes. As refeições devem ser feitas seis vezes ao dia, alimentando sempre de alimentos naturais, não podendo se esquecer da ingestão de suco de frutas como manga, abacaxi, maracujá, melancia, melão, uva pêra, maçã e outros.
As frutas são indicadas durante toda a gestação, pois são fontes indispensáveis para o nosso organismo. As verduras também devem ser ingeridas, pois possuem poucas calorias e grande quantidade em sais minerais e vitaminas, optando sempre por verduras como alface, couve, tomate, couve-flor, brócolis e chicória, optando sempre em ingerir alimentos verdes, os quais possuem ácido fólico que é indispensável para o desenvolvimento do bebê.
É importante ressaltar que a gestante deve ganhar cerca de 9 a 12 quilos de peso durante toda a gestação, sendo este o peso ideal para durante toda a gravidez. Por isso, tenha em mente que é importante controlar a balança para não engordar em excesso, pois isso pode trazer um acúmulo de tensão e inchações nos pés e nas articulações, exigindo um esforço ainda maior da gestante.
Varie bastante nas cores do alimentos e na suas escolhas, pois quanto mais variada for sua alimentação, mais equilibrada ela estará. Não se esqueça de beber muita água e líquido, optando pela água principalmente, mas evite o consumo da mesma junto com as refeições. A água ajuda a eliminar toxinas do organismo e a diminuir a retenção de líquido da gestação.
Não ingira alimentos que contenham muito sal, pois eles podem fazer com que o organismo retenha líquidos, por isso, deixe de lado alimentos como salgadinhos, queijos, embutidos e produtos industrializados.
Alimentos ricos em ácido fólico também são indispensáveis, pois o ácido fólico tem influência na produção do núcleo celular, ou seja, o DNA, o que determina a formação do feto, por isso, ingira brócolis e verduras que sejam verde escuras, mas consuma-os sempre em pequenas porções diárias.
Não se esqueça dos alimentos que nos dão energia para o dia a dia como os carboidratos, por isso, ingira macarrão, pães, massas, arroz, batata e etc, pois sem eles o corpo queima as proteínas e as gorduras e a gestação fica com a saúde prejudicada.
Alimentos que contenham ferro é indispensável na alimentação da gestante para que não ocorra anemia na gestação e no feto, por isso, consuma feijão, leguminosas e carne em geral.
O cálcio e o fósforo ajudam na formação do esqueleto do bebê e dos dentes, por isso, consuma cereais integrais, leite, ovos, carnes magras e derivados do leite.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com



publicado por adm às 23:05
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