Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
Hidratação na gravidez evita inchaços e ajuda a eliminar toxinas

Água é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Na gravidez, ela é mais importante ainda! É que esse precioso líquido traz muitos benefícios: melhora a circulação sanguínea e a irrigação do útero e da placenta; mantém o líquido amniótico em níveis adequados; estabiliza a pressão arterial; elimina toxinas que aumentam o risco das perigosas infecções urinárias, e evita o inchaço.

Com tantos benefícios, a recomendação é beber de 1,5 a 2 litros de água por dia. É demais? Diversifique! “Embora ela seja o líquido mais rapidamente absorvido, sucos, frutas e alimentos com alto teor hídrico também ajudam a manter uma hidrataçãoadequada”, garante o nutrólogo Fernando de Assis Valle, de São Paulo, em entrevista à revista CLAUDIA BEBÊ. Veja aqui boas opções para se hidratar:

• Suco & cia. Prefira os naturais, ricos em vitaminas, livres de corantes e de açúcar em excesso. O suco de limão, por seu sabor azedinho, ajuda a aliviar as náuseas dos primeiros meses. A água de coco, rica em sais minerais e nutrientes, atenua o enjoo e a azia, além de atuar como um isotônico natural, regulando o equilíbrio dos líquidos no organismo. E sucos de frutas ricas em fibras, como laranja, ameixa e abacaxi, combatem o intestino preso, incômodo frequente a partir do segundo trimestre da gravidez. Quer mais dicas? Olha só estas duas receitinhas deliciosas de sucos: melancia com mirtilos etangerina com framboesa.

• Beba muito leite. Além de ser um alimento poderoso, ele concentra 90% de água. Sem falar nas proteínas e no cálcio – cuja demanda cresce bastante na gravidez. Prefira as versões desnatadas ou semidesnatadas, que contêm menos gordura. Para variar, aposte em vitaminas com leite (como esta de morango) e nos smoothies, que levam frutas batidas com iogurte.

• Invista em sopinhas. Caldos e sopas preparados com verduras, legumes e carne hidratam e ainda fornecem minerais e proteínas. Olha só esta sopa de abóbora com frango.  Só maneire nos cremes à base de queijo e nas receitas com muita batata e macarrão, que tendem a ser calóricas demais.

• O que deve ser evitado. Fique longe de bebidas alcoólicas e refrigerantes. Controle o café! A gravidez aumenta a sensibilidade à cafeína. Ingerir mais do que duas xícaras pequenas ao dia pode causar agitação e taquicardia na mãe e no feto. Já os chás preto e verde devem ser cortados. O primeiro por concentrar muita cafeína, e o verde por inibir a ação do ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do bebê.

As receitinhas indicadas aqui são do canal de Culinária do MdeMulher.

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



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Quinta-feira, 27 de Junho de 2013
Gravidez: A quem se destina o Rastreio Pré-Natal?
A saúde da mãe e do feto devem ser acompanhadas durante toda a gravidez. Sob o ponto de vista médico, o período de gravidez é dividido em 3 trimestres e o 1º trimestre é de grande importância, é o período indicado para realização do Rastreio Pré-Natal (Rastreio Combinado do 1º trimestre). 


É no primeiro trimestre que se pode detetar e reduzir muitos problemas de saúde que se identificam na mãe e no feto. A realização no 1º trimestre deste rastreio permite às mulheres grávidas sentirem que têm uma gravidez segura, e em situação de existir algum problema, podem precocemente aconselhar-se com o seu médico. 


Segundo a Fetal Medicine Foundation (FMF), entidade que promove a investigação na área da medicina fetal, o rastreio combinado do 1º trimestre tem uma taxa de deteção de 97% (em conjunto com a ecografia), com 3% de falsos positivos.


O que é o Rastreio Pré-Natal - Rastreio Combinado do 1º trimestre?


O Rastreio Pré-Natal – Rastreio Combinado do 1º Trimestre é um rastreio precoce, que tem por objetivo avaliar o grau de risco para a existência no feto da Trissomia 21 (Síndrome de Down), Trissomia 18 (Síndrome de Edwards) e Trissomia 13 (Síndrome de Patau).


Permite uma deteção de 97% dos casos, para percentagens de falsos positivos de 3%, sendo um elemento da máxima importância a ter em conta pelo casal, na decisão de fazer, ou não, uma amniocentese. A amniocentese consiste na obtenção de uma amostra de líquido amniótico, através de uma punção na parede abdominal da mãe guiada por uma ecografia para que o especialista possa dirigir a agulha com precisão, sem risco de lesionar o feto ou a placenta. Este exame é normalmente efetuado sob a prévia administração de anestesia local. O líquido amniótico contém células do bebé, as quais permitirão, após algum tempo de cultura, o estudo dos cromossomas.


Este rastreio combina a informação do exame ecográfico e o exame bioquímico.


Em que consiste o exame ecográfico e o exame bioquímico?


O Exame ecográfico permite determinar com exatidão, a idade gestacional através do comprimento crâneo-caudal (CCC/CRL), permite medir com exatidão o espaço subcutâneo localizado sobre a nuca do feto (translucência da nuca -TN/NT) e avaliar a presença do Osso Nasal (ON/NB).


No que concerne ao exame bioquímico, este permite o doseamento de duas substâncias presentes no sangue materno, a PAPP-A (Proteína Plasmática A Associada à Gravidez) e a ß-HCG livre (Subunidade ß livre da Hormona Gonadotrófica Coriónica), ambas com grande sensibilidade e especificidade para o despiste das anomalias referidas.


A quem se destina este exame?


O risco da Trissomia 21 (Síndrome de Down), tal como da Trissomia 18 e 13, aumenta com a idade materna, sobretudo a partir dos 35 anos, sendo, no entanto frequente encontrar mulheres jovens com filhos portadores de Síndrome de Down. A Fetal Medicine Foundation (FMF) aconselha que se realize o cálculo de risco no 1º trimestre a todas as grávidas, independentemente da sua idade. Se considerarmos apenas a idade materna (> 35anos), como critério para despistar aneuploidias, esta permitirá apenas a deteção de cerca de 30% dos casos.


No caso de ser considerada a idade materna e o exame ecográfico do 1º trimestre, estes permitem, em conjunto, uma deteção de cerca de 75% dos casos. Ao considerar a idade materna, o exame ecográfico e o exame bioquímico (Rastreio Combinado do 1º trimestre), consegue-se uma deteção de cerca de 95 a 97% dos casos.


Num próximo artigo vamos abordar a questão de quando deve ser efetuada a realização do Rastreio Pré-Natal - Rastreio Combinado do 1º trimestre, bem como quais os principais métodos atualmente existentes de diagnóstico.


Por Germano de Sousa

fonte:http://saude.sapo.pt/s


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Quarta-feira, 13 de Março de 2013
Hipertensão na gravidez aumenta o risco de doenças crónicas

Um novo estudo desenvolvido pela Oulu University Hospital, na Finlândia, descobriu que qualquer caso isolado de aumento na pressão arterial na gravidez - e não somente a pré-eclâmpsia ou eclampsia - podem favorecer casos futuros de condições crónicas, como doenças cardiovasculares, insuficiência renal crónica e diabetes. Os resultados foram publicados na revista Circulation.

O trabalho analisou o período pré-natal de 10.314 mulheres grávidas inscritas no estudo Northern Finland Birth Cohort 1996 e acompanhadas depois do nascimento durante 40 anos, em média. Uma pressão arterial normal foi definida como 145/95mm Hg. Os estudiosos notaram que um terço das mulheres estudadas tiveram pelo menos uma medição de pressão acima do especificado durante a gestação.

Comparadas com as mulheres que mantiveram a pressão arterial normal durante a gravidez, as mulheres que tiveram alguma alteração ou sofreram pré-eclâmpsia tiveram um risco de 14% a 100% maior de desenvolver doenças cardiovasculares ao longo dos 40 anos de estudo, além de serem de duas a cinco vezes mais propensas a morrer em decorrência de um AVC. O risco de hipertensão foi de 1,6 a 2,5 vezes maior, enquanto a de diabetes foi de 1,4 a 2,2 vezes maior do que as mulheres que não sofreram alterações na pressão arterial durante a gravidez. Além disso, as probabilidades de as participantes com hipertensão na gravidez sofrerem de insuficiência renal crónica também foi de 1,9 a 2,8 maior.

De acordo com os cientistas, mesmo as mulheres que tiveram a pressão normalizada depois do nascimento do filho ainda correm esses riscos. Eles afirmam que os resultados mostram que mesmo incidentes isolados de pressão alta durante a gravidez merecem a atenção dos médicos, além de acompanhamento para a prevenção das doenças citadas na pesquisa.

Durante a gravidez, o sistema imunológico da mulher é responsável por manter a sua saúde e ainda garantir que o bebé tenha o desenvolvimento adequado. Por isso, ao longo dos nove meses, os cuidados precisam de ser redobrados e seguidos à risca, até mesmo para evitar problemas após a gestação.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/



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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Novo teste pré-natal deteta trissomias quase a 100%

As grávidas portuguesas podem, a partir da próxima segunda-feira, realizar um teste pré-natal inovador que deteta trissomias fetais com 99% de certezas, sem necessidade de realizar testes invasivos como a amniocentese, anunciou esta sexta-feira o laboratório Labco.

Este novo avanço no diagnóstico pré-natal que chega agora a Portugal é baseado na análise de ADN fetal presente no sangue materno e deteta trissomias fetais em gravidezes com mais de dez semanas de gestação, sem risco para a grávida ou para o feto, e com uma taxa de deteção até 99%, explicou à Lusa Laura Brum, diretora geral da Labco Diagnostics.

O teste reduz até "cinco vezes" os resultados falsos positivos em comparação com outros testes, permitindo uma avaliação precisa do risco das trissomias responsáveis pela maioria das anomalias cromossómicas no diagnóstico pré-natal, adianta a responsável.

O teste de diagnóstico pré-natal, que vai ter um custo de 670 euros - a amniocentese pode chegar aos 500 euros -, vai estar disponível, numa primeira fase, apenas em quatro hospitais privados portugueses.

Os hospitais aderentes a esta tecnologia que deteta as anomalias cromossómicas mais frequentes, como o Síndrome de Down, com precisão próxima dos 100%, são o Hospital da Luz (Lisboa), Hospital dos Lusíadas (Lisboa), Hospital da Boavista (Porto), Hospital de Santiago (Setúbal) e Hospital Santa Maria (Faro).

Com este diagnóstico vai ser possível baixar o número de amniocenteses (colheita pré-natal de fluído amniótico com o objetivo de detetar eventuais anomalias do feto), em Portugal, prevê a médica Laura Brum, referindo que apesar de o exame ainda não ser comparticipado, o próximo passo é começar a "propôr às seguradoras a sua comparticipação" e, talvez mais tarde, propôr ao "Serviço Nacional de Saúde".

Este diagnóstico pré-natal, que estará disponível a partir de 28 de janeiro, foi criado nos Estados Unidos da América, chegou ao Reino Unido em agosto de 2012, foi depois para Espanha e chega este ano a Portugal.

Das 40% das pacientes em Espanha que efetuaram este teste tinham pensado em realizar uma técnica invasiva de diagnóstico, embora 97% soubessem os riscos envolvidos.

fonte:http://www.jn.pt/



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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2012
Exercício pós-parto

Como, quando e onde fazer?



 

Já todas nós ouvimos falar dos vários benefícios do exercício após o parto.

 

 

Recuperação do pavimento pélvico e da musculatura abdominal; recuperação mais rápida do peso pré-parto; prevenção de lesões; melhora de postura; alívio de dores e todo um treino para manutenção de uma boa forma física são só alguns que poderemos enumerar.

 

 

Para a rotina do dia-a-dia, o retorno a uma atividade física, irá certamente ajudar a melhorar o humor, a controlar o stress da nova função de ser mãe e também ajudar na qualidade do sono, devido às endorfinas (neurotransmissor que atua como analgésico e traz sensação de bem-estar) libertadas durante o exercício.

 

 


Como escolho o local, para fazer a minha recuperação pós-parto?

 

 

Existem atualmente um sem número de locais, que mencionam efetuar aulas de recuperação pós-parto. Deixamos-lhe algumas dicas que deverá levar em consideração:

 

 

- Procure um local com um Profissional especializado em Exercício físico na gravidez e pós-parto, que proporcione aulas em grupo.

 

 

Para além de ser imprescindível, que tenha um profissional que saiba prescrever exercício específico verá que todo o convívio com outras recém-mamãs e troca de experiências será benéfico para si e a libertará de muito stress.

 

 

- Verifique se o local faz uma avaliação física e testes específicos para a prescrição de exercício no pós-parto.

 

 

Itens como verificação da diástase abdominal; incontinência urinária; retenção de peso são alguns dos pontos essenciais. Todo e qualquer exercício abdominal deverá ser evitado, até o total fortalecimento da sua musculatura pélvica. A recuperação correta deverá ser de dentro para fora, dos músculos distais para os proximais.


- Opte por um local, em que possa levar o seu bebé e que ele fique perto de si, assim como possa até integrar algumas aulas.

 

Neste caso terá a vantagem de não ter a preocupação de ter de deixar o bebé, principalmente, se estiver a amamentar.

 

 

- Verifique a partir de quanto tempo, após o parto, autorizam o início das aulas.

 

 

Um trabalho de pós-parto, somente de recuperação pélvica, poderá ser iniciado após 1 ou 2 semanas depois do parto.

 

 

No entanto, se o que procura são aulas de exercício físico, tenha em atenção que deverá esperar cerca de 4 semanas após um parto vaginal e até 6 semanas, se tiver tido parto por cesariana (diretrizes das principais entidades internacionais de pesquisa na área de exercício na gravidez e pós-parto).

 

 


Retorno gradual e porquê?

 

 

Todas as recém-mamãs procuram quase exclusivamente uma única coisa. “Quero perder o peso que ganhei!” ou “quero perder rapidamente esta barriga!” Temos uma má notícia para si!

 

 

O seu corpo sofreu transformações durante 9 meses. Acha que ele terá “obrigação” de ficar em forma passado 1 ou 2 meses?

 

 

Considera-se o período de puerpério, entre o parto e a normalização das mudanças fisiológicas ocorridas.

 

 

Regra geral, estabelecem-se 40 dias de duração desse estado, no entanto, estudos comprovaram que as alterações cardiovasculares por exemplo, chegam a demorar cerca de 6 meses a voltar aos níveis pré-parto. Entidades internacionais de estudos e pesquisas nesta área, consideram que o período de pós-parto, poderá levar até 1 ano.

 

 

Aguarde o tempo que mencionamos atrás, 4 semanas após parto normal ou 6 semanas após cesariana. Espere que o seu sangramento cesse e em caso de episiotomia, espere que a dor passe totalmente.


Fazer muito exercício e muito cedo será prejudicial para si. Os seus níveis hormonais não estarão estabilizados, a sua estrutura muscular e articular ainda estará fragilizada. O objetivo deverá ser o da reabilitação fisiológica e funcional e não o treino para rendimento.

 

 

Damos-lhe um exemplo: no pós-parto existe uma baixa grande do nível de cortisol (hormona de adrenalina). Esta é necessária durante o exercício para o aumento da batida cardíaca e da respiração, proporcionando mais fluxo sanguíneo para os músculos.

 

 

Ao efetuar um exercício a um nível elevado gastará as suas reservas de adrenalina, ainda antes de estas terem sido repostas. Em vez de beneficiar com o exercício, sentindo-se com mais energia, este irá esgotá-la ainda mais.

 

 

Quando iniciar o seu programa de atividade física lembre-se que comer bem, tornar-se-á ainda mais importante, principalmente se estiver a amamentar, pois o seu corpo necessitará de cerca de 500 calorias extra, para a produção do leite.

 

Não será hora de dietas, mas sim de continuar (ou iniciar) uma alimentação rica e equilibrada, com todos os nutrientes necessários.Tendo isso em atenção e hidratando-se sempre muito bem, verá que o exercício em nada prejudicará o aleitamento do seu bebé!

 

 

O nascimento do seu bebé; as novas tarefas; as novas funções; a transformação do seu corpo; o pouco descanso, todos estes aspetos, são novas exigências, físicas e psicológicas.

 

 


A melhora do aspeto físico, trará certamente benefícios, fará principalmente com que não se esqueça de si!

 

 

Sofia Amorim


fonte:http://familia.sapo.pt/



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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012
Insuficiência renal na gravidez

Apesar da fertilidade diminuir à medida que se agrava a disfunção renal, a gravidez é possível




A gravidez em mulheres com insuficiência renal crónica não é frequente, mas é possível. A ocorrência de múltiplas alterações hormonais tanto nas mulheres como nos homens com doença renal crónica, conduzem a uma redução da fertilidade.

No caso da mulher isto pode manifestar-se na irregularidade dos ciclos menstruais e até mesmo na ausência de ovulação. No entanto, apesar da fertilidade diminuir à medida que agrava a disfunção renal, a gravidez é possível, sendo muito importante para a mulher nos diferentes estádios da insuficiência renal, conhecer os riscos envolvidos para poder decidir de forma consciente o seu planeamento. Um dos problemas para a mãe é a gravidez poder agravar a função renal, e a tensão arterial.

Pode ter um risco de até 50% de apresentar pre-eclâmpsia ou eclâmpsia, uma doença específica da gestação relacionada com aumento da pressão arterial e com pior prognóstico fetal. Enquanto na população geral a incidência de pre-eclâmpsia é de 6 a 8%, na insuficiente renal esta patologia é mais grave e precoce, implicando um grande risco de prematuridade. Outra particularidade é que alguns medicamentos que a doente renal toma, nomeadamente anti hipertensores, terão que ser substituídos por outros, pelo risco que representam para o feto, nomeadamente de malformações fetais.

Tratamento dialítico
Nos últimos anos, em função da evolução técnica nas diferentes formas de tratamento dialítico, observa-se um aumento importante da frequência de gestações de doentes em diálise, estando a sua frequência calculada em 0.3 a 1.5% por ano. Relativamente ao tipo de diálise, a maioria dos resultados publicados parecem apontar para índices de sobrevivência fetal e de complicações semelhantes para mulheres em hemodiálise ou diálise peritoneal. No entanto é importante reforçar que quanto mais grave a disfunção renal maior o risco de abortamento ou de um parto prematuro, chegando a cerca 80% de prematuridade para gestantes em diálise.

Nas doentes em hemodiálise na tentativa de tornar o ambiente mais tolerável para o feto, e mais fisiológico, e que se associa a um aumento considerável de gestações bem sucedidas, a mulher terá que que fazer sessões diárias durante a gravidez. Ou seja, passa a fazer 6 a 7 sessões semanais de hemodiálise, em vez das 3 habituais. Devido ao facto de poder ser necessário provocar o parto antecipadamente, a mulher poderá ter que ser hospitalizada.

O exercício físico
O doente renal pode e deve praticar exercício desde que esteja clinicamente estável e que tenha o consentimento do seu médico. A actividade física traz inúmeros benefícios como a diminuição de processos inflamatórios, da incidência de cãibras, o equilíbrio da pressão arterial, o controlo do peso, da glicemia, o aumento da força muscular, a melhoria da flexibilidade, a redução da limitação funcional e, no geral, melhora todo o sistema imunológico.

 

A alimentação
Uma dieta adequada é fundamental no tratamento da insuficiência renal crónica, sendo necessário muitas vezes o apoio de um nutricionista. Além das regras universais de uma alimentação equilibrada é muito importante a redução da ingestão de sal, a restrição de potássio e de fósforo, e o controle da ingestão de líquidos.

 

Insuficiência renal
Em Portugal estima-se que cerca de 800.000 pessoas devam sofrer de doença renal crónica, mas a maioria não sabe. A doença renal crónica, numa qualquer fase da sua evolução, pode afetar 1 em cada 10 indivíduos na idade adulta.

 

O Transplante Renal
Na mulher submetida a transplante renal, o momento ideal para a gestação ocorre após o primeiro ou segundo ano do transplante renal. É neste período que a fertilidade da paciente transplantada, habitualmente, retorna ao normal. Também é muito importante que a função do órgão transplantado seja normal, e que a tensão arterial esteja controlada. Alguns fármacos usados para não ocorrer rejeição, terão que ser substituídos, por serem perigosos para o feto. Assim, os riscos de uma gestação são muito menores para a mãe e para o bebé.

Uma dieta saudável é fundamental em qualquer tipo de gestação, na mulher com insuficiência renal o controle dietético é também essencial nos seus aspectos energéticos, proteicos e, principalmente, na quantidade de sódio, cálcio e potássio ingerida pela gestante. Chama-se particular atenção para evitar o consumo de sal, no sentido de controlar a tensão arterial e a excessiva retenção de líquidos que é comum nestas doentes.

O mais importante quando uma mulher com insuficiência renal quer engravidar, além de o programar antecipadamente, o trabalho em conjunto do nefrologista, do obstetra e do nutricionista é de extrema importância no sucesso da gravidez. As consultas ocorrem em intervalo reduzido, para constante avaliação da função renal, da tensão arterial, do peso e do desenvolvimento fetal, tendo a noção que apesar de se tratar de uma gravidez de risco poderá ser levada a bom porto.

Texto: Dra. Josefina Santos, Médica nefrologista e membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Nefrologia

fonte:http://familia.sapo.pt/gravidez/saude/mae_ideal/1269027-2.html



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Quinta-feira, 3 de Maio de 2012
Gravidez depois dos 40 exige atenção redobrada

Vida profissional, estabilidade financeira e uma relação estável são algumas preocupações que fazem muitas mulheres protelarem o sonho de serem mães. O problema é que estes não são objetivos tão fáceis de serem alcançados.

 

Como diz o compositor Cazuza, "o tempo não para".

 

Engravidar após os 40 anos de idade é uma atitude que exige consciência e responsabilidade. Isto porque a baixa fertilidade e as complicações aumentam consideravelmente a cada ano, principalmente após os 35 anos.

Toda gravidez requer cuidados. Segundo o Dr. Flávio Garcia Oliveira, da clínica FGO, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana e gestação de alto risco, é fundamental a realização do pré-natal, com no mínimo oito consultas. "Uma gravidez após os 35 anos oferece ainda mais riscos à mulher, porém uma gestação em qualquer idade pode se tornar de alto risco", explica o especialista.

Dr. Oliveira afirma que as três doenças mais comuns em gestantes em idade avançada são: hipertensão, infecção urinária e diabetes gestacional, além de trombose em pessoas com predisposição. Para o bebê os riscos são de doenças genéticas, por exemplo, síndrome de downe anencefalia. "As mulheres já nascem com todos os seus óvulos, por isso aos 35 anos as células reprodutoras já estão velhas, não há uma renovação. Isto provoca o aumento da chance de doenças genéticas e a infertilidade após os 40 anos de idade", esclarece o especialista.

Para diminuir os riscos de qualquer gestação, como já foi dito, o mais importante é o acompanhamento médico. "O pré-natal de uma gestante com mais de 35 anos deve ser feito mensalmente até a 20ª semana, quinzenalmente a partir da 21ª semana e semanalmente no último mês de gravidez", afirma Dr. Oliveira. Durante todo o pré-natal são solicitadas ultrassonografias e exames de sangue. "No ultrassom avaliamos o peso e a oxigenação do bebê", conta o médico.

 

É comum a prescrição de suplementos e vitaminas para as gestantes de qualquer idade e no caso de mulheres mais velhas não é diferente. Dr. Oliveira explica os mais recomendados: "Ácido fólico é importante para evitar má formação. Além de ser antitrombótico, no caso de gestantes em idade avançada, é recomendada a ingestão durante toda a gravidez. O ômega 3 previne partos prematuros, equilibra a pressão arterial e ajuda na formação neurológica do bebê. O ferro é muito importante para prevenir a anemia, muito comum em gestantes com esta idade."

O pós-parto também exige cuidado. Trombose é uma doença relativamente comum. "Mulheres com mais de 40 anos tendem a ser menos ativas, isso aumenta as chances de desenvolver o problema. Logo após o parto e nos meses seguintes é essencial a realização de caminhadas, mesmo que ela sinta dores", finaliza do especialista.

Por Bianca de Souza (MBPress)

fonte:http://vilamulher.terra.com.br/




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Domingo, 1 de Janeiro de 2012
Engravidar aos 20, aos 30 e aos 40… Descubra as diferenças!

Engravidar aos 20 anos

De uma perspectiva puramente biológica, o melhor é começar a tentar engravidar antes dos 35 anos. No entanto, na sociedade actual, este está longe de ser o único critério a ter em consideração quando o assunto é a maternidade/paternidade. Cada vez mais as mulheres/casais planeiam uma gravidez em função da sua estabilidade profissional, financeira e até emocional (pelo que a idade média em que as mulheres têm o primeiro filho tem vindo a aumentar). Neste processo de decisão, é importante estar a par do quanto a idade pode afectar a sua fertilidade, bem como dos prós e contras de ser mãe aos 20, aos 30 ou aos 40. A revista Fitness e a Clearblue falam-lhe das diferenças...

A idade é a sua maior aliada. O seu jovem organismo está programado para conceber e, provavelmente, ainda o estará quando decidir avançar para o segundo filho!
Em média, um casal jovem e saudável na casa dos 20 anos tem entre 20 a 25% de probabilidades de conceber em qualquer ciclo menstrual! E se, aos vinte e poucos, as probabilidades rondam os 100%; nos mais tardios 20 são de 94%. Nesta faixa etária, episódios de infertilidade inexplicada não são expectáveis e a ocorrência de barreiras à concepção como miomas e/ou endometriose é menos habitual.

Prós
A jovialidade e energia do seu organismo permitem-lhe viver uma gravidez mais saudável e menos ensombrada por preocupações como o risco de aborto espontâneo, anomalias nos cromossomas, hipertensão, diabetes, nascimentos prematuros e outros. Deste ponto de vista, nesta fase, uma gravidez é mais fácil.
Do alto dos seus enérgicos vinte e poucos anos, também é provável que tenha mais “garra” para enfrentar noites sem dormir e ainda ser capaz de “funcionar” no dia seguinte.

Contras
Por outro lado, nesta altura ainda não usufrui da estabilidade profissional e financeira desejável para levar por diante a educação de uma criança. Um filho exige muito mais tempo, atenção, dedicação e dinheiro do que normalmente temos (e até do que estamos dispostos a dar) nesta fase da vida. Pois é, terá que aprender a repartir o seu (precioso e já escasso) tempo livre. Ou seja, programas sociais, como noitadas, férias “selvagens” ou simples idas ao cinema, ficarão bem mais condicionados durante algum tempo, e, acredite, esta gestão de tempo acaba por se revelar muito difícil no dia-a-dia, estando até na origem de tensões familiares. Afinal, ainda tem muitas aventuras pela frente…
Mas, mantenha a perspectiva, quando estiver na casa dos 40, os seus filhos já são mais independentes e o seu sentido de liberdade já poderá ser retomado.

 

Engravidar aos 30

De uma perspectiva puramente biológica, o melhor é começar a tentar engravidar antes dos 35 anos. No entanto, na sociedade actual, este está longe de ser o único critério a ter em consideração quando o assunto é a maternidade/paternidade. Cada vez mais as mulheres/casais planeiam uma gravidez em função da sua estabilidade profissional, financeira e até emocional (pelo que a idade média em que as mulheres têm o primeiro filho tem vindo a aumentar). Neste processo de decisão, é importante estar a par do quanto a idade pode afectar a sua fertilidade, bem como dos prós e contras de ser mãe aos 20, aos 30 ou aos 40.

Há quem diga que é a idade de ouro da mulher e a verdade é que, nesta altura, a viabilidade de engravidar de forma natural é definitivamente boa!
No entanto, é bom que saiba que é muito mais fácil engravidar no início dos 30 do que no final - 30% das mulheres com 35 anos, com actividade sexual regular, demoram mais de um ano para conceber… Por isso, é melhor não atrasar muito a decisão, em particular se quer ter mais do que um filho.

Prós
As jovens mamãs na casa dos 30 também exibem maior capacidade de resistência e resiliência, qualidades bem úteis à condição de mãe. Todas as pessoas são diferentes, é certo, mas, na generalidade, conhecemo-nos melhor aos 30 do que aos 20, e também somos um pouco mais flexíveis do que aos 40 (a nossa infância já está muito longe!).
Em princípio, em termos profissionais e financeiros, esta também será uma boa altura para apostar no projecto maternidade – interromper a carreira para ter um filho já não será tão complicado, pois já teve oportunidade de mostrar o que vale e marcar a sua posição no mundo do trabalho.
Emocional e socialmente já soma algumas vivências (se calhar não tantas quanto gostaria, mas boas) pelo que o sentimento de “o que deixamos por fazer” (seu e do pai da criança) será menos penoso.

Crontras
A partir dos 35 anos a probabilidade de surgirem complicações associadas à gravidez aumenta. E estas complicações podem passar pelo desenvolvimento de uma gravidez ectópica, placenta prévia, nascimentos prematuros, entre outras. Esta é também a idade charneira para outro tipo de preocupações decorrentes de alterações genéticas dos cromossomas, que estão na causa de doenças como a Sindroma de Down (Trissomia 21), a Sindroma de Patau (Trissomia 18) ou a Sindroma de Edward (Trissomia 13). Mas o avanço da medicina já possibilita a realização de exames de diagnóstico para este tipo de situações, como a amniocentese (recolha de uma quantidade de líquido amniótico que rodeia o feto) ou a biopsia das vilosidades coriónicas (recolha e análise de uma pequena amostra de tecido da sua placenta).
Não há uma causa científica estabelecida, mas as estatísticas revelam que é também a partir desta faixa etária que aumentam os partos por cesariana. Tal pode ser atribuído ao facto de, em parte, os médicos tenderem a assumir que mulheres com mais idade precisam de mais cuidados, mesmo que a sua gravidez tenha decorrido na normalidade.

Sabia que…
… Se está a tentar conceber depois dos 35 anos a probabilidade de ter uma gravidez múltipla aumenta? Estranho? Pois é, na verdade, quanto mais a idade passa, maior é a probabilidade de conceber gémeos não-idênticos. Há uma explicação científica: como, com a aproximação da menopausa, os ovários têm menos óvulos viáveis, o seu organismo produz mais hormonas folículo estimulantes para desencadear a ovulação. Tanto esforço, não raras vezes, origina dois óvulos que podem ser fertilizados e implantados no útero. O resultado? Gémeos não-idênticos.

… Em termos comparativos, os homens conseguem manter-se “férteis” por muito mais tempo do que as mulheres. Ainda que a fertilidade masculina também diminua com a idade, no caso deles, isto acontece de forma mais gradual. No entanto, a proporção de homens com problemas na qualidade do esperma aumenta com a idade, o que pode afectar a saúde das crianças que podem vir a conceber.

 

Engravidar aos 40

As razões para ter chegado a esta idade sem ter apostado num filho podem ser de vária ordem: apostar na carreira profissional, ter maior estabilidade económica, ou, até, tão simplesmente, esperar pelo par ideal. Seja qual for a razão, os 40 já chegaram e você quase nem deu por isso.

Será que deixou para muito tarde? Não! Felizmente há muitas mulheres a engravidar com 40 anos ou mais. Mas não há como negar que, nesta idade, as probabilidades de concepção são menores do que seriam há uns anos atrás! Depois, importa esclarecer que as taxas de sucesso também dependem do quão nos 40 está! Ou seja, se é uma recém-chegada à "ternura dos 40", tem cerca de 40% de probabilidade de conceber de forma natural; se já conta os 45, esta percentagem cai para os 5%.
Isto acontece porque uns 15 anos antes de a menopausa aparecer, o número e a qualidade dos óvulos começa a declinar. Também eles já sentem o peso da idade e, como tal, podem estar mais doentes ou, pelo menos, não tão saudáveis.

Prós
A maior vantagem de esperar até aos 40 para ter filhos é que está mais preparada para eles: emocional e financeiramente!
Por esta altura, já é capaz de tratar a vida por tu e já desenvolveu uma competência básica: “colocar tudo em perspectiva”. Assim, estará menos preocupada com as suas próprias necessidades, e dedicar-se ao seu filho/a, fá-la sentir-se mais feliz!
Mais autónoma e confiante, será mais fácil (ou melhor, menos difícil) tomar sábias decisões em relação à educação e saúde dos seus filhos, pois sabe exactamente o que quer para eles. Por exemplo, terá mais noção da importância de adoptar hábitos e estilos de vida saudáveis (para si e para os seus filhos), pelo que até é mais provável que vá optar pela amamentação, o que é muito bom para a sua saúde e a do seu bebé.

Contras
Os desafios também são maiores, já que vai necessitar de alguns cuidados extra durante a sua gravidez. Por questões de saúde, é natural que o seu médico classifique a sua gravidez como de alto risco, o que pode parecer alarmante, mas na realidade pode apenas significar que vai receber todos os cuidados necessários para garantir o seu bem-estar e do seu bebé.
Depois dos 40 aumentam as probabilidades de desenvolver diabetes gestacional, pré-eclampsia e hipertensão. Os riscos de placenta prévia e/ou de um descolamento prematuro da placenta também estão "à espreita".
O parto, em si, poderá ser mais difícil, pois há um maior risco de ter que ser provocado ou de o médico ter que recorrer a fórceps, ventosas, ou mesmo realizar cesariana. Com maior frequência, o seu bebé tenderá a apresentar-se numa posição desconfortável, nascer com baixo peso ou prematuro.
Tal como acontece a partir dos 35, as alterações genéticas também são mais frequentes numa gravidez “tardia”. Infelizmente, o risco deste tipo de anomalias também se repercute na probabilidade de aborto espontâneo.

De facto, à primeira vista, esta lista de preocupações para mães “quarentonas” parece um tanto ou quanto vasta e desanimadora. Mas lembre-se que há muitas mulheres na casa dos 40 que têm gestações sem problemas e bebés perfeitamente saudáveis.

Sabia que…
… Se está a tentar conceber depois dos 35 anos a probabilidade de ter uma gravidez múltipla aumenta? Estranho? Pois é, na verdade, quanto mais a idade passa, maior é a probabilidade de conceber gémeos não-idênticos. Há uma explicação científica: como, com a aproximação da menopausa, os ovários têm menos óvulos viáveis, o seu organismo produz mais hormonas folículo estimulantes para desencadear a ovulação. Tanto esforço, não raras vezes, origina dois óvulos que podem ser fertilizados e implantados no útero. O resultado? Gémeos não-idênticos.

… Em termos comparativos, os homens conseguem manter-se “férteis” por muito mais tempo do que as mulheres. Ainda que a fertilidade masculina também diminua com a idade, no caso deles, isto acontece de forma mais gradual. No entanto, a proporção de homens com problemas na qualidade do esperma aumenta com a idade, o que pode afectar a saúde das crianças que podem vir a conceber.

fonte:http://mulher.sapo.pt/b



publicado por adm às 20:04
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Sábado, 4 de Junho de 2011
A gravidez e a coluna

Nunca lhe damos o valor e os cuidados que merece, esquecemo-nos que sem ela não poderíamos permanecer direitas.



Devido ao aumento de peso e ao volume da zona abdominal, o centro de gravidade da grávida altera-se obrigando a mudanças de postura

A prevenção e a manutenção diária de hábitos saudáveis são a melhor forma de prevenir as dores lombares e os ataques da dor ciática. Devido ao aumento de peso e ao volume da zona abdominal, o centro de gravidade da grávida altera-se obrigando a mudanças de postura. Estas mudanças de postura e o peso do abdómen podem obrigar o nervo ciático a ficar sob pressão a a sofrer uma inflamação provocando cãibras e formigueiro, para além de uma dor muito aguda na zona acima das nádegas e nas pernas. Para conhecermos melhor como funciona esta estrutura musculoesquelética, passamos a explicar como se compõe: a coluna vertebral é formada por 7 vértebras cervicais, 12 torácicas, 5, lombares, 5 sacras e 4 coccígeas, todas elas encadeadas desde a base do crânio até ao cóccix. Cada vértebra mantém-se perfeitamente unida á anterior e seguinte através dos encaixes laterais e discos. Estes podem danificar-se se fazemos algum movimento brusco ou tentamos suportar um peso excessivo.
No centro da coluna, passa a espinal-medula. Podemos ainda encontrar os músculos extensores do tronco permitem que o corpo se mantenha na vertical na posição de pé e os músculos abdominais que sustêm a coluna, regulando a pressão dentro do abdómen.

“São várias as causas que podem provocar as dores na coluna, mas a maior parte são provocadas por posturas incorrectas”

Dores na coluna
São várias as causas que podem provocar as dores na coluna, mas a maior parte são provocadas por posturas incorrectas. As dores nas costas são a segunda causa, em Portugal, das visitas ao médico. Entre as doenças da coluna destacam-se: a escoliose, a hérnia discal, a doença discal degenerativa, a espondilartrose entre outras. Todavia,mesmo que a grávida não sofra de nenhuma delas, a gravidez e o peso do bebé, especialmente a partir do segundo trimestre, podem levar a que a grávida venha a sofrer de dores na zona lombar. Por isso, a grávida deve ter uma atenção clínica adequada e prestar muita atenção à sua postura.

Como prevenção não deve esquecer que:

1.O descanso deve ser feito sobre uma superfície moderadamente dura para impedir que a coluna vertebral adquira desvios anormais. A posição fisiológica, que este tipo de colchão obriga a adoptar, permite a distensão adequada dos músculos e ligamentos que apoiam a coluna. A almofada não deve ser demasiado alta. A melhor posição de descanso, especialmente a partir do primeiro trimestre, é a posição fetal.
2.A natação é aconselhada durante a gravidez porque a prática deste desporto permite exercitar todos os músculos sem que a coluna vertebral suporte o peso do corpo.
3. As posturas incorrectas à secretária ou em frente do computador podem provocar dores na coluna.
4.Levantar pesos, por exemplo um saco das compras, do chão sem dobrar as pernas pode ser muito prejudicial para a coluna. Deve separar os pés , dobrando os joelhos com a coluna direita, aproximar o peso (saco) do corpo e só depois o levantar.
5. Se tem de permanecer muito tempo em pé deve manter os pés afastados cerca de 30 cm.
6. Ao entrar no terceiro trimestre, devido ao aumento de peso (concentrado muito especialmente na zona abdominal), terá tendência para se dobrar ligeiramente e de se inclinar para a frente quando caminha. Caminhe com as costas direitas e com os ombros ligeiramente para trás. Mantenha o peito erguido.
7. Use calçado cómodo que lhe sujeite bem o pé e de preferência de materiais naturais. O salto deve ter entre 2 e 3 cm.
8. Sente-se numa cadeira com espaldar alto, de modo a que possa descansar as costas e, ao mesmo tempo, mantê--las direitas.
9. Se tiver de permanecer muito tempo sentada apoie os pés, de modo a que estes possam ficar ligeiramente elevados. Pode utilizar um banquinho ou até umas listas telefónicas sobrepostas como apoio.
10. Verifique se a secretária tem a altura correcta, ao colocar o ante-braço comodamente e sem esforço. No caso de trabalhar com computador, o centro do monitor deve estar colocado à altura dos olhos e a uma distância do seu rosto de 50cm. Isto vai permitir-lhemanter a coluna direita.

O descanso deve ser feito sobre uma superfície moderadamente dura para impedir que a coluna vertebral adquira desvios anormais.

fonte:http://familia.sapo.pt/g



publicado por adm às 23:56
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011
As grávidas que comem por dois arriscam-se a nunca perder o peso a mais

Os quilos a mais ganhos durante a gravidez, ou seja aqueles que vão além do aumento de peso ideal, acompanham muitas mulheres pela vida fora. Um novo estudo vem lançar o alerta: as mulheres que aumentam de peso de forma excessiva durante a gravidez têm um risco três vezes mais elevado de excesso de peso e obesidade, bem como de problemas de saúde associados, como por exemplo a hipertensão.
Investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, sublinham a importância de não aumentar de peso excessivamente durante a gravidez, mas também de estar saudável e com um peso normal antes de engravidar.
Foram registados e analisados dados de 3877 mulheres durante a gravidez e passados dezasseis anos. Metade das mulheres que já tinham excesso de peso antes de engravidarem acabaram por comer mais do que o recomendado durante a gravidez. Entre as que começaram a gravidez com um peso saudável, apenas uma em cinco o fizeram. 
Os investigadores aconselham as mulheres a evitar comer por dois, sobretudo nos primeiros seis meses de gravidez, altura em que os excessos alimentares vão acumular-se em gordura, pois o crescimento do bebé ainda não absorve tanto. Alertam ainda para o facto de comer por dois ser mau para a mãe mas também para o bebé, que terá também riscos acrescidos de excesso de peso, obesidade e todos os problemas associados. 
Os resultados foram publicados no American Journal of Clinical Nutrition

fonte:http://www.tvi24.iol.pt



publicado por adm às 23:32
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