Terça-feira, 20 de Novembro de 2012
Saiba como se preparar para uma gravidez de gêmeos

As mulheres descrevem a maternidade como um dos momentos mais sublimes e marcantes da vida, além de uma das experiências mais fortes que poderiam viver. Pode ser uma gravidez planejada, esperada ou mesmo surpresa, a notícia sempre se espalha entre familiares e amigos. Mas e quando a novidade vem em dobro? Ou triplo? “Na família existem gêmeos, mas nunca imaginei que aconteceria comigo”, contou ao Terra a funcionária pública Sheila Oliveira, 36 anos, mãe de André e Guilherme, 9 anos. Mas, aconteceu. E o susto foi grande! “Foi um susto enorme. Foi emocionante, mas ao mesmo que é emocionante, te dá medo e você se pergunta, e agora como vai ser?”. 

E agora?
Sheila não é a única a ter essa reação.  Susto é o primeiro sentimento que transparece no rosto das mães e pais depois do anúncio de que a gravidez é múltipla e que, ao invés de um, nascerão dois (ou mais) bebês de uma vez só. “A notícia de ter um bebê é sempre um motivo de alegria, porém é possível que seja acompanhado  de uma certa surpresa e até ‘susto’ frente à ideia de cuidar e dar conta de vários  bebês”, disse a Dra. Cristiane Moraes Pertusi, Doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela USP.

Depois de passado o primeiro impacto, os médicos e psicólogos aconselham a buscar informações para entender o que está acontecendo com o corpo e como cuidar da gestação, dos bebês e da família da melhor maneira possível. “Quanto mais ler, conversar com quem teve múltiplos e tirar dúvidas com o médico que a acompanha pode ajudar a desmistificar algumas ideias, perceber quais as reais necessidades e aspectos importantes que a mulher precisa estar atenta para se organizar”, orientou a Dra. Cristiane Pertusi.

O Dr. Wagner Rodrigues Hernandez , obstetra da maternidade Pro Matre Paulista e especialista em gestação gemelar, lida com o assunto diariamente e contou quais as principais dúvidas aparecem no consultório. “Muitas pessoas perguntam sobre a chance dos bebês serem idênticos, quais as chances de ter diabetes, pressão alta, se o parto será cesária ou normal, como cuidar de duas crianças, de maneira igual ou diferente”.

A psicóloga da mesma instituição, Flavia Lanvini, diz que a enxurrada de questionamentos é absolutamente normal para qualquer mulher que descobriu estar grávida e que, no caso de gêmeos, preocupações com a vida financeira e com o corpo também ocupam os pensamentos das futuras mães. “Grande parte das mulheres tem medo da gestação em si, do parto, se vai dar conta de criar os filhos. Elas também têm medo do corpo não voltar”, comentou.

Atenção ao pré-natal
Os especialistas também aconselham que fazer um pré-natal bem acompanhado deve ser absoluta prioridade das gestantes. “O médico falou que a mulher é preparada para ter um filho só, que não é normal ter mais de um. Era mais difícil, mais pesado, mais complicado”, contou a mãe Sheila Oliveira.

O ginecologista Wagner Hernandez explica melhor o assunto. “Consideramos gestação gemelar um acidente, pois o útero foi feito para uma única gestação. A maior preocupação nestes casos é que a metade dos bebês nascem antes dos nove meses, então ficamos muito preocupados com a prematuridade. Em geral sempre temos um cuidado a mais do que uma paciente com gestação única”, afirmou.

Segundo ele, diversos exames, como a medida do colo útero e ultrassom transvaginal, são capazes de observar de perto toda a gestação e diagnosticar qualquer problema de forma prematura. O especialista informou ainda que inicialmente é preciso identificar se os gêmeos estão sendo gerados na mesma placenta ou em placentas separadas. De acordo com o especialista, uma gestação com duas placentas “flui melhor” porque são duas fontes de alimentação. Quando é definido que tem apenas uma placenta é possível certificar que os bebês serão idênticos, mas é preciso também observar mais de perto, pois em 10 a 15 % dos casos, pode acontecer de um feto consumir mais sangue e vitaminas do que o  outro e haver grande discordância de peso. Caso isto aconteça, é possível corrigir o problema dentro do útero.

Nem tudo é dobrado em uma gravidez de gêmeos
Ele citou ainda outros aspectos que também devem ser observados e citou que redobrar os cuidados nunca é demais. “Enjoar mais é normal, assim como sentir mais desconforto por causa do aumento do útero, mas não necessariamente tudo é dobrado. O risco sofre um aumento, pois consideramos uma gravidez de risco, no entanto, alimentação, por exemplo, não deve ser dobrada”. O médico alertou ainda para o acompanhamento já que a mãe apresenta “mais chances de ter diabetes e pressão alta”

É possível ter parto normal
O momento do parto é também outra fonte de preocupações, mas o bom treinamento do profissional e o posicionamento dos bebês são os fatores que definem o sucesso deste momento. Segundo o especialista em gestação gemelar, a cesariana normalmente é a primeira opção, mas é possível também optar pelo parto normal. “A primeira coisa é que a paciente tem que querer e depois o obstetra tem que estar habilitado para isso. Estando os dois lados preparados, os bebês têm que ter condições apropriadas, tendo que estar o primeiro sempre com a cabeça para baixo e o segundo não pode ser muito maior do que o primeiro, no máximo 20%. É possível sim conseguirmos fazer com grande taxa de sucesso”, informou o Dr. Wagner Hernandez.

E a vida começa...
Depois do primeiro choro, primeiro banho, troca de roupa, mamada e exames, é hora de ir para casa. “Uma loucura!”, é assim que a mãe Sheila definiu este momento que viveu com os filhos recém-nascidos. “Amamentar dois de uma vez é complicado. No começo, eles tiveram problema de refluxo, era bem difícil. Eles acordavam no mesmo tempo e queriam mamar no mesmo momento. Eles choraram bastante, me deram trabalho assim até os 4 anos e meio”, desabafou.

Compartilhar histórias e experiências com outras mães é essencial, mas é preciso ter calma para entender o que pode ou não servir como exemplo. A psicóloga Flávia Ianvini alerta para este cuidado. “É muito importante viver um dia de cada vez, não se apresse. Tem que pensar que cada situação é única, cada gestação é única e, não é porque aconteceu com a amiga, com a vizinha, que vai acontecer com ela também”.

Cuidado com a depressão pós-parto
Os bebês passam a ser então o centro das atenções, com as visitas, preparação de uma nova rotina, mas a psicóloga alerta que é preciso estar atento às reações da mulher durante a gravidez e ter acompanhamento médico antes e depois do nascimento dos bebês. A ressalva fica para qualquer mãe e não só para aquelas que tiveram gêmeos ou trigêmeos. “Hoje tem umas série de estudos indicam que a mulher grávida de gêmeos tem 43% mais chances de ter depressão pós-parto. Isto por conta do estresse, da correria, de fazer tudo em dobro e também por questões físicas, pois quando os bebês nascem, as mães passam por um maior desequilíbrio hormonal”, explicou.

Para a Dra. Cristiane Pertusi, o apoio dos familiares, amigos, companheiro e babá é muito importante, tanto para dividir os cuidados com os bebês, como também para aliviar o estresse da mãe e ajudar a identificar possíveis sintomas do problema. “A intensidade dos sintomas varia de acordo com o tipo de personalidade da pessoa, da história de vida e de questões fisiológicas e bioquímicas”. Segundo ela, há alguns sintomas que podem ajudar a identificar o problema, como a dependência excessiva da própria mãe e/ou do marido; o sentimento de incapacidade para assumir as responsabilidades maternas; a dificuldade de cuidar do bebê, sentindo-se incapaz de identificar (decodificar) o significado do choro do bebê, por exemplo; fala excessiva; sentimentos de depressão  manifestado através de retraimento, isolamento, choro excessivo; sentimentos de fracasso frente ao papel de mãe e desilusão.

"É muito gratificante!"
Apesar da correria e dos cuidados redobrados, ter dois ou mais filhos de uma única vez também traz alegria, amor e experiências em dobro. “Eles me ajudaram a crescer muito como pessoa, é difícil, são muitos cuidados, mas aprendi a pensar mais, a ter mais paciência, a ter mais equilíbrio”, contou Sheila. Ela ainda aconselhou as mães de primeira viagem. “Eu diria para as mulheres grávidas e mães terem muita paciência, para curtir esse momento. É difícil, mas falaria para aproveitarem a gravidez, curtir bastante enquanto são bebês porque passa rápido, mas é muito gratificante!”, terminou.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Parto gemelar

Cerca de cinquenta por cento das gravidezes gemelares, termina em cesariana devido à posição dos fetos



Depois de uma gravidez muito vigiada, por ser considerada de alto risco, acaba por chegar a hora destes pequeninos conhecerem o mundo.
Muito embora, para os futuros pais, o momento do parto e de conhecerem os seus bebés se revista de muitas expectativas, ele é também pleno de medos e ansiedades.

Quando os bebés estão em boa posição e a gravidez decorreu sem quaisquer transtornos, o médico poderá aguardar o desencadear do parto como em qualquer outra gravidez singular. Após os primeiros sinais, o rebentar da bolsa, a saída do rolhão ou às primeiras contracções, a futura mãe deve encaminhar-se imediatamente para a instituição hospitalar. Ao chegar, o obstetra irá verificar a evolução da sua dilatação e o estado de saúde dos bebés mediante monitorização fetal. A equipa médica - o obstetra, a enfermeira parteira, o anestesista e o pediatra- estará atenta à evolução do parto. Se necessário, será realizado um parto cirúrgico.
Numa gravidez gemelar o desencadear do parto pode acontecer cerca da 37ª ou 38ª semanas, isto sucede devido à falta de espaço que os gémeos sofrem nas últimas semanas. Outro factor que pode desencadear o parto é o peso dos fetos que pode provocar que o colo do útero se dilate antes do tempo.

A posição dos bebés no útero é determinante no tipo de parto que o médico decide realizar

Quando se recorre à cesariana?


Existem vários factores que podem levar o especialista a decidir realizar um parto cirúrgico. A existência de uma placenta prévia, a paragem das contracções ou quando o/s bebé/s apresentam sinais de sofrimento fetal são circunstâncias determinantes na decisão. O especialista pode também decidir realizar uma cesariana programada quando previamente verificou a inviabilidade de parto natural. Esta decisão é tomada quando o especialista verifica:

 

 


“Na maior parte das gravidezes gemelares o parto desencadeia-se prematuramente”

Quando os bebés estão em boa posição e a gravidez decorreu sem quaisquer transtornos, o médico poderá aguardar o desencadear do parto como em qualquer outra gravidez singular

Parto natural


No parto de gémeos, em geral, a dilatação é mais lenta. Todavia, quando o colo do útero está completamente dilatado e a cabeça de um dos bebés encaixada, começa a fase de expulsão do primeiro, que decorre como se fosse de um parto singular. Este bebé pode denominar-se como o primogénito. É, habitualmente, o gémeo mais velho, mesmo que só o separem alguns segundos de vida do seu irmão. Após a realização do teste de Apgar, se o bebé está bem e o seu peso não é inferior a 2.400g, o médico apresenta-o aos pais.
Inicia-se em seguida a expulsão do segundo bebé que, em geral, é mais fácil. Contudo, muitas vezes, é necessário estimular o útero com o citocina, em virtude deste ter perdido a força após o esforço da primeira expulsão. Após o nascimento, o bebé será examinado pelo neonatologista e ser-lhe-á também realizado o Teste de Apagar. Dado que esperou mais tempo para nascer, é possível que a pontuação obtida no teste de Apgar seja ligeiramente mais baixa que a do primeiro bebé. O seu peso é geralmente mais baixo. Caso o bebé se encontre dentro dos parâmetros normais será apresentado aos pais e colocado no berço. Entretanto finaliza-se o parto coma expulsão da ou das placentas. Se os bebés forem gémeos verdadeiros, realizar-se-á unicamente a expulsão de uma única placenta.

O percurso até à criação do negócio foi tão orgânico quanto é a formação de uma família. Cheio de escolhas, mas também de caminhos que vão sendo desenhados à medida que se avança.

Bivitelinos e univitelinos
Há gémeos iguais e outros apenas parecidos. Quando os gémeos são univitelinos/monozigóticos provêm de um só óvulo fecundado por um espermatozóide, que se dividiu. Têm o mesmo mapa genético, são do mesmo sexo e são como duas gotas de água. Os gémeos bivitelinos/dizigóticos desenvolvem-se a partir de dois óvulos fecundados por dois espermatozóides. Podem até ter sido concebidos com algum tempo de diferença. Podemser de sexo diferente e a sua carga genética é diferente. Podem ter poucas semelhanças. Habitualmente os gémeos bivitelinos são denominados incorrectamente por falsos gémeos, e os univitelinos por gémeos verdadeiros.

“Os gémeos têm geralmente um peso inferior a 3000 g ao nascer”

fonte:http://familia.sapo.pt/


 




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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
Conheça alguns recordes relativamente a maternidade

Nem toda gestação dura 9 meses, nem sempre o número de bebês está correto no ultrassom e há quem tenha sido mãe depois dos 65.

 

Ao tornar-se mãe, você provavelmente vai bater o seu próprio recorde de noites sem dormir. Mas outras mulheres quebraram recordes ainda mais incríveis, como dar à luz óctuplos. Ou amamentar um recém-nascido de quase nove quilos. Ou, ainda, ter gêmeos aos 70 anos. Conheça estes e outros recordes curiosos da maternidade.

Casa cheia
A norte-americana Nadya Suleman teve que comprar uma verdadeira coleção de berços ao montar seu enxoval. Em janeiro de 2009, ela teve óctuplos – seis meninos e duas meninas. Nadya esperava por “apenas” sete bebês. Mas, de acordo com o site do programa Good Morning America, da rede de televisão e rádio ABC, o oitavo apareceu cinco minutos depois do primeiro – devia estar escondido atrás dos irmãozinhos. Todos nasceram prematuros e foram recebidos por uma equipe de 46 médicos. Concebidos por fertilização in vitro, os oito bebês se somaram aos outros seis filhos de Nadya. E você achava que sua casa era cheia.

Avó e mãe
Em julho de 2008, a indiana Omkari Panwar teve gêmeos – como milhares de outras mulheres ao redor do mundo. O surpreendente é que Omkari foi mãe aos 70 anos. Ela já era avó de cinco crianças quando mais dois filhos, um menino e uma menina, nasceram de cesárea após Omkari realizar uma fertilização in vitro. A gravidez ocorreu porque a indiana, ao lado do pai dos gêmeos, Charam Singh, queria ter um menino, o que não havia acontecido até então. Antes de Omkari, a espanhola Maria Carmen del Bousada era a mulher mais velha a ter tido filhos, aos 66 anos.

Bebê gigante
Dizem que todo bebê nasce com cara de joelho. Muhammad Akbar Risuddin, nascido em setembro 2009 na Indonésia, seria um joelho bem grandinho: o médico que realizou a cesárea comparou o tamanho do recém-nascido Akbar ao de um bebê de nove meses. Com 8,7 quilos e 62 centímetros, o bebê foi confundido com gêmeos ainda na barriga da mãe, Ani. Akbar era o terceiro filho da família, mas nenhum dos anteriores nasceu tão grande quanto ele. Aqui no Brasil, em janeiro de 2005, Ademilton dos Santos nasceu com oito quilos. E, segundo o Guinness Book of World Records, o maior bebê do mundo saiu da barriga da canadense Anna Bates, em 1879. Ele pesava 10,8 quilos – mas não resistiu e morreu onze horas após o nascimento.

Na palma da mão
284 gramas era o peso que Amillia Taylor tinha ao nascer nos Estados Unidos, em 2006, menos de 22 semanas após ter sido concebida. Mesmo com a ajuda da medicina moderna, Amillia pode ser considerada um milagre. E um milagre muito comemorado pela mãe, a professora Sonja Taylor, que teve Amillia aos 35 anos. Principalmente porque, segundo a Associação de Pediatria Americana, bebês nascidos antes das 23 semanas completas de gestação dificilmente sobrevivem.

Um casal de gêmeos, duas festas de aniversário
Cinco minutos? Meia hora? Nada disso. Os gêmeos de Maricica Tescu nasceram com dois meses de diferença. Como se não bastasse, foram anos diferentes. Catalin nasceu de cesárea em dezembro de 2004 e Valentin veio ao mundo em um parto normal, em fevereiro de 2005. Maricica tinha uma rara deformação no útero, que permitiu aos médicos esperar a gestação completa de Valentin.

Já a norte-americana Jennifer Renz teve gêmeos com uma semana de diferença, em 2010, simplesmente por que o processo de parto estagnou logo após o nascimento da menina, que recebeu o nome de Grace. Os médicos preferiram não induzir a chegada do outro bebê e ele chegou sete dias depois (e recebeu o nome de Noah). Os pais afirmaram que vão comemorar os aniversários das crianças separadamente.

Três “parabéns a você”
A britânica Jennifer Allali deve ser especialista no cálculo da gestação. Seus três filhos, nascidos em anos diferentes, vieram ao mundo na mesma data: 7 de outubro. Sami nasceu em 2010, Adam em 2007 e Najla em 2005. Haja voz para cantar o “Parabéns” três vezes seguidas no mesmo dia.

Grávida por um ano
Segundo registros do ano de 1945, uma mulher chamada Beulah Hunter, de 25 anos, deu à luz em um hospital em Los Angeles. O acontecimento se tornava marcante por um motivo um tanto estranho: Penny Diana, sua filha, nascia não mais nem menos que 375 dias após ter sido concebida. De acordo com a revista “Time”, o médico de Beulah afirmou, na época, que o crescimento do bebê aparentou ter sido interrompido após três meses de gestação, e os batimentos cardíacos da criança só foram detectados pela primeira vez quatro meses depois – quando Beulah já estava no sétimo mês de gravidez.

fonte:delas.ig.com.br



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Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010
Gravidez de gêmeos cuidados a ter

A gravidez em si já é uma notícia maravilhosa e quando a notícia vem em dose dupla, aí a emoção e felicidade é ainda maior. Mas, além das alegrias, podemos nos deparar também com preocupações, pois na maioria das vezes, é algo inesperado que vem de surpresa para os casais.
A gravidez de gêmeos não acontece por acaso, pois necessita de características hereditárias e, por isso, tem grandes chances de acontecer em famílias com esse antecedente.
Carregar dentro de si gêmeos, ou até mesmo trigêmeos e mais, obriga a mulher a consultar o seu médico ginecologista com mais frequência, afinal é importante levar em consideração os cuidados que devem ficar mais atentos e específicos de acordo com a condição de cada mulher.
Se ao longo da gravidez, uma gravidez normal, ou seja, uma gravidez de um único feto já é inevitável à ocorrência de diversos desconfortos, então em uma gravidez de gêmeos este desconfortos são ainda mais intensos e sentidos em dobro, entre eles estão:
A gravidez de gêmeos tente a provocar fortes enjôos que são seguidos de náuseas e vômitos nos 3 primeiros meses. Para isso a solução é comer pouco e várias vezes ao dia e beber muito líquido;
Dores nas costas, pois a mulher grávida de gêmeos sente mais dores, por isso, deve-se ter um cuidado em especial com a postura para evitar sobrecarga e também é indicado não levantar coisas muito pesadas;
Cansaço, pois gravidez tem a tendência de se sentirem mais cansadas, principalmente de gêmeos, sendo este um aspecto que pode ser agravado por conta da presença da anemia, por isso, o segredo é descansar o máximo possível e tomar suplementos de ferro e ácido fólico e tomar cuidado com o aparecimento da anemia;
Indigestão, pois o estômago da grávida fica muito comprimido contra o diafragma e isso dificulta a passagem dos alimentos e da digestão, por isso, para evitar esse mal estar à grávida deve fazer pequenas refeições;
Além disso, é muito importante que a mulher tome muito cuidado para melhorar sua saúde e a dos bebês, pois a margem de risco maior de sofrer complicações é ainda maior durante a gestação, sendo o parto prematuro um dos problemas mais comuns, assim como o problema de que os filhos nasçam com alguma deficiência, por isso, o cuidado é importante;
A grávida deve ficar o seu medico pelo menos duas vezes ao mês nos primeiros 3 meses e, uma vez por semana depois do terceiro trimestre e, à medida que o parto se aproxima os exames e análises devem ser cada vez mais intensos, principalmente para verificar se existe algum risco de parto prematuro e, se caso isso se confirme o médico poderá recomendar um repouso absoluto e, em último caso, recomenda-se o tratamento com medicamentos que ajudam a atrasar o parto;
É indicado controlar a pressão arterial da grávida para evitar a pré-clampsia e verificar o ritmo cardíaco do feto em movimento e o ritmo do crescimento dos bebês através do ultra-som;
A mamãe deve ganhar de 15 a 20 quilos durante toda a gravidez, pois tudo dependerá do peso normal de cada mulher;
É muito importante ingerir muito líquido, principalmente água quando a gravidez é múltipla, pois o risco de contrações prematuras e do nascimento prematuro aumentam ainda mais quando a grávida encontra-se desidratada.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com/



publicado por adm às 00:19
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Domingo, 18 de Abril de 2010
Gémeos chegou a hora do parto

Mesmo com todo o acompanhamento no pré-natal, existe a possibilidade dos bebés nascerem antes das 40 semanas de gestação.

Mas não se assuste. Quase todos os gémeos que nascem com 36 semanas de gestação, estão mais aptos para nascer do que os bebés que vem de uma gestação única.

A ameaça do parto prematuro, quando as contracções são muito frequentes, estimula no organismo a produção de substâncias que amadurecem rapidamente o pulmão dos bebés.

Em consequência disso, as complicações respiratórias são muito menores.

Porem, tudo vai depender do número de bebés e do pré-natal que foi feito durante a gestação.

Na sala de parto, devem estar presentes de preferência, um neonatologista para cada criança, dois ou três obstetras e o anestesista. Já que os bebés não podem sofrer nenhum tipo de traumatismo, durante o parto é recomendada uma cesariana. Além disso, principalmente no caso de trigémeos, às vezes não é possível visualizar com muita precisão a posição de todos no útero. A gestante recebe anestesia "pelidural" (apenas da cintura para baixo fica anestesiada).

Os neonatologistas se organizam e combinam quem cuidará dos bebés, por ordem de chegada. E um a um eles vão nascendo! Em alguns casos, os bebés ficam internados para receber alimentação venosa, ajuda respiratória ou somente para ganhar peso. Mas isso não é uma regra geral. Já houve caso (raro, é verdade), em que, durante o parto normal, o obstetra descobriu que não estava lidando com um bebé, mas com três! Todos nasceram saudáveis, foram para o berçário comum, começaram a mamar e seguiram direito para casa, sem necessidade de incubadoras ou cuidados especiais.

O único procedimento de rotina para recém-nascidos gémeos é mantê-los após o parto em observação na incubadora, durante 2 horas. Assim permanecem em temperatura ambiente adequada à temperatura normal. Depois é só levar os pimpolhos para casa e iniciar uma vida emocionante!

Megabebés


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