Domingo, 28 de Novembro de 2010
Gravidez depois dos 40 anos

Apesar das mães terem uma sensação de que está indo na contramão, as mulheres que ficam grávidas aos 40 anos de idade ou após fazem parte de uma tendência cada vez mais atual. De uns anos pra cá aconteceu a revolução sexual, o descobrimento da pílula anticoncepcional e a conquista da mulher no mercado de trabalho e esses vários fatores vêm fazendo com que muitas mulheres adiem ainda mais a maternidade dos 35 anos e até os 40 anos.
Para algumas a maternidade após os 40 anos é uma surpresa, para outras ela é uma escolha consciente, afinal muitas mulheres estão optando por dar prioridade à carreira profissional e outras acham que ainda não estão preparadas para serem mães e outras passam anos em busca de um companheiro ideal.
O fato é que a mulher do século XXI assume muitos papéis na sociedade e isso faz com que o papel de mãe fique para segundo plano.
O gravidez após os 40 anos de idade é chamado de gravidez tardia. A idade não é um fator determinante para avaliar se a gestação é segura ou não, afinal o que realmente importa são as intercorrências durante os noves meses que são mais freqüentes em mulheres com mais idade.
Mas, é importante ressaltar que a gestação tardia pode trazer sérias consequências tanto para a gestante como também para o bebê, pois o corpo de uma mulher com 20 anos suporta muito mais o estresse resultante da gravidez do que uma de 40 anos, mas os riscos que causam medos nas mães tardias são os problemas cromossômicos que aumentam em progressão aritmética. Pois, após os 40 anos, o risco de que a mulher gere uma criança com síndrome de down é alto.
Com o passar dos anos outro problema é a fertilidade feminina, a qual fica comprometida, tornando cada vez mais difícil a concepção. É importante ressaltar também que a mulher que engravida após os 40 anos tem que ter a consciência de que seu corpo sofrerá um desgaste ainda maior do que uma mulher entre os 20 ou 30 anos, é como se a gravidez gerasse um desgaste de 3 anos na mulher e ainda, vale ressaltar que aos 40 anos a mulher tem menos pique e menos condições físicas para passar por esta fase da vida.
Se você realmente quer engravidar e tiver uma gravidez tardia é importante ressaltar que em qualquer idade o mais importante é que a mulher cuide da sua saúde durante toda a gestação, por isso, não fume, não beba, controle o peso ideal, tenha uma alimentação saudável e pratique exercícios.
Os principais aspectos positivos da gestação tardia são em relação que a mãe se sente mais preparada, mais madura para educar o bebê e uma maior estabilidade financeira, podendo curtir mais a gravidez.

fonte:http://www.dicasgratisbrasil.com



publicado por adm às 23:07
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Terça-feira, 18 de Maio de 2010
Adolescente e grávida

Ser adolescente é viver um período de transição entre criança e adulto, é vivenciar novas experiências, reformular a idéia que tem a respeito de si mesmo e transformar sua auto-imagem infantil. Ser adolescente é viver entre o "ser e não ser". É um período confuso, de contradições, doloroso, caracterizado muitas vezes por atritos de família, na escola, no ambiente em que vive. É quando o adolescente deve deixar de ser criança para entrar no mundo adulto, mundo este tão desejado, mas tão temido.

A adolescência é a fase da vida em que o indivíduo é criança em seus jogos, brincadeiras, e é adulto com seu corpo, com seus novos sentimentos e suas expectativas de futuro.

E é nesse turbilhão de emoções que normalmente a adolescente começa a entrar em contato com sua sexualidade. Portanto, a gestação na adolescência ocorre por falta de informação, por desconhecer os métodos anticoncepcionais, por não acreditar que realmente pode ficar grávida , por necessidade de agredir a família, por carência afectiva, por ansiar ter algo somente seu ou como penitência (inconsciente) por ter mantido relações proibidas.

E essa gravidez é de um modo geral enfrentada com muita dificuldade. É preciso entender que a adolescente não pode assumir o risco social de uma gravidez não planejada.
Já que a gravidez significa uma rápida passagem da situação de filha para mãe, do "querer colo" para o "dar colo". Nesta transição abrupta do seu papel de mulher ainda em formação para o de mulher-mãe, vive uma situação conflitiva e, em grande parte dos casos, penosa.

Normalmente, as adolescentes não identificam com facilidade os sintomas da gravidez e, muitas vezes, não a associam ao relacionamento sexual.

Nega a gravidez, espera a menstruação, vai ao banheiro toda hora achando que menstruou, acorda e pensa: hoje vai descer...e os dias passam.

O medo e a repressão social também fazem com que a adolescente esconda a gravidez e a barriga por causa desse medo, durante os primeiros três meses (os mais importantes da gestação) a adolescente não toma os cuidados básicos, o que pode ser um problema para ela e seu bebê. Ela não quer notar que seu corpo está diferente...toma chás, faz simpatias, promessas...e o tempo continua passando...

Passada a fase da negação, finalmente ela se dá conta de que um bebê está a caminho e normalmente está sozinha , já que o companheiro foge assustado, e a família a recrimina.

A cobrança dos pais e irmãos, abalará sua auto-estima, aumentando o seu sentimento de culpa, e ela, assustada, pode deixar de estudar e até de trabalhar.

Seu emocional é fortemente abalado, a gravidez é vivida como um momento de muitas perdas. É um corte em seu desenvolvimento, a perda da identidade, a interrupção nos estudos, a perda da confiabilidade da família, muitas vezes a perda do namorado que não quis assumir a gestação, perda de expectativa de futuro, e por fim, a perda da protecção familiar.

As adolescentes devem ser amparadas e cuidadas por todas as pessoas que as cercam (família, amigos, professores, médicos), e devem ser preparadas fisicamente e psicologicamente no pré-natal, tanto para o parto quanto para o puerpério e amamentação.

É importante que as pessoas que lidam com adolescentes tenham sensibilidade para perceber o adolescente em sua totalidade física e psicológica, respeitando suas origens, seu preconceitos e tabus.

Após o parto, é necessário que ela seja acolhida e amparada para que possa continuar sua vida e tomar conta desse filho que depende dela.

É importante que a adolescente tenha a oportunidade de juntar seus pedaços e de retomar seu papel de mulher, de adolescente e de cidadã. Precisa experimentar seu papel de mãe, e de se permitir ou não ter outros relacionamentos. Planear sua actividade sexual, repensar sua vida escolar e profissional e desenvolver sua auto-estima para poder viver plenamente.

Clarice Skalkowicz Jreissati
Psicóloga



publicado por adm às 23:45
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