Terça-feira, 22 de Junho de 2010
Quais as melhores posições sexuais na gravidez?

Sexo na gravidez é tabu para muitas pessoas. Cada casal reage de uma forma diferente ao sexo durante a gestação, mas a verdade é que, estando os dois afim e a vontade, não há problema algum.

Para melhorar o sexo na gravidez, temos que adaptar o casal a realizar novas posições sexuais. Conforme a barriga cresce vai dificultando as relações. Dificultando e não impedindo. Para quem quer viver nove meses de prazer, seguem dicas de quatro posições sexuais:

Posição sexual 1
Os dois se encaixam de lado. A grávida pode colocar um travesseiro bem pequeno sob a barriga, para apoiá-la melhor.

Posição sexual 2

Ele deita na cama, ela senta sobre ele. Boa posição para a grávida, pois ela pode se movimentar e controlar a penetração.

Posição sexual 3
O casal fica na posição clássica, porém o homem eleva o tronco para não pressionar a barriga da parceira.

Posição sexual 4
Os corpos ficam em posição de cruz - ela deita e flexiona as pernas, ele se encaixa de lado, sob as pernas dela.



publicado por adm às 22:45
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Terça-feira, 8 de Junho de 2010
Verdades e Mitos sobre a Gravidez

Quando descobrimos que estamos gravida, logo vem um monte de gente falar o que pode e o que não pode, mas muitas vezes isso é mito assuntos da época da vovó, as orientações que você deve seguir é a do médico, essas sim são verdadeiras.

Ouvimos tantas coisas que ficamos totalmente confusa e sem saber em quem acreditar, mas é lógico que existe verdades e mitos sobre a gravidez o importante é você fazer tudo diretinho nesta fase maravilhosa da sua vida para não prejudicar o bebê e você.

Veja abaixo algumas verdades e mitos sobre a gravidez:


-Barriga pontuda é menino, e espalhada é menina?
Mito. Não existe qualquer estudo que comprove tal afirmação, porém é algo muito antigo que diverte as grávidas nas conversas com amigas e familiares.

 

-É preciso passar bucha nos mamilos para não racharem?
Verdade. Mas isso é muito antigo e causa dor. Hoje, há produtos à venda em farmácias que protegem os seios de possíveis rachaduras.

Pele de grávida mancha se ficar exposta ao sol?


Verdade. Principalmente para quem tem pele clara. Depois da gestação pode ser bem difícil remover essas manchas, por isso é importante o uso de protetor solar.

 

-Você precisa se livrar de seu gato se estiver grávida?
Mito. Os gatos de origem doméstica, que não circulam pelas ruas, têm uma pequena chance de transmitir a toxoplasmose.



publicado por adm às 23:38
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Segunda-feira, 31 de Maio de 2010
Consumo de drogas durante a gravidez quais o perigos?

O consumo de drogas durante a gravidez pode ter efeitos adversos tanto no feto que se está a desenvolver como no recém-nascido. A cocaína e os opiácios são duas das drogas ilícitas que podem causar problemas significativos. A cocaína estreita os vasos sanguíneos e eleva a tensão arterial e o seu consumo durante a gravidez pode provocar um aborto. O seu consumo, mesmo em raras ocasiões, no príncipio da gravidez pode causar anomalias congénitas nos rins, nos olhos, no cérebro ou noutras extremidades. O filho de uma mãe adicta a esta droga é mais propenso a ter escasso peso ao nascer, além de uma medida corporal e uma circunferência da cabeça menores do que é normal. 

Os opiáceos, como a heroína, a metadona e a morfina, raramente causam anomalias congénitas, mas, como atravessam a placenta, as crianças podem nascer adictas a elas. Os sintomas de abstinência manifestam-se habitualmente dentro das 72 horas posteriores ao nascimento. Esses sintomas incluem irritabilidade, com choro excessivo, nervosismo, tensão muscular, vómitos, diarreia, suor, respiração acelerada e convulsões. Os sintomas de abstinência ligeiros tratam-se agasalhando a criança e alimentando-a frequentemente para reduzir a inquietude. Os sintomas graves podem ser controlados com pequenas doses de tintura de ópio, um narcótico. A dose reduz-se muito gradualmente no termo de alguns dias ou semanas à medida que os sintomas desaparecem. 

Pode ter-se abusado de muitas outras drogas e frequentemente consomem-se várias drogas ao mesmo tempo durante a gravidez. Os filhos de mães que tenham consumido drogas neste período devem ser cuidadosamente controlados por pessoal de saúde e por membros dos serviços de assistência social. Algumas crianças têm defeitos que requerem atenção especial e outras, como as afectadas pela síndroma do feto alcoólico, podem sofrer atraso mental. Estas últimas devem ser avaliadas e receber tratamento no contexto de um programa de desenvolvimento infantil precoce. Muitas requererão educação especial quando alcançarem a idade escolar. 

O filho de uma mãe toxicodependente deve ter um acompanhamento por parte do departamento local de serviços sociais. O abuso ou a dependência de drogas da mãe, juntamente com os hábitos de comportamento que isso supõe, expõe a criança a um alto risco de sofrer abusos ou abandono.



publicado por adm às 23:55
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010
O mundo misterioso dos desejos da grávida

Não há explicação científica, mas a verdade é que as grávidas têm desejos incríveis, às horas mais impróprias.
Quem nunca ouviu falar daquele marido acordado de madrugada e obrigado a ir comprar morangos frescos de inverno ou castanhas assadas em pleno verão?

A cena é clássica e retratada vezes sem conta em filmes e até na publicidade. É clássica também porque faz parte da história de muitos casais: ela assaltada por desejos verdadeiramente loucos, ele perseguido pelo receio de não conseguir satisfazê-los e, com isso, prejudicar a saúde do bebé.

São desejos misteriosos estes, que a medicina não consegue explicar mas que há muito conquistaram lugar ao sol nos mitos populares em torno da gravidez.

Cientificamente não há explicações, mas mesmo sem elas os médicos vão avançando algumas teorias, oscilando entre as razões orgânicas e as emocionais. Sem esquecer o peso da cultura, porque grávida que se preze tem direito a pelo menos um desejo extravagante.

A culpa é do corpo ou da cabeça?

Pensar que os desejos das grávidas estão ligados a insuficiências nutricionais e que é o organismo que as faz comer todos os alimentos, por mais esquisitos que sejam, é uma tentação fácil, mas não há qualquer prova que sustente esta teoria.

É que, embora haja alguns objectos de desejo que satisfazem as necessidades de nutrientes do organismo, outros há que não têm qualquer benefício. É o caso das batatas fritas ou do chocolate, ricos em gorduras, que o corpo das grávidas já possui em excesso.

Outras teorias encontram nas alterações do olfacto e do paladar durante os nove meses de gravidez a justificação para os súbitos desejos deste ou daquele alimento, mas a verdade é que a alteração de gostos nas gestantes não é assim tão radical.

As hormonas também parecem ter a sua quota parte de responsabilidade: a HCG (gonadotrofina coriónica humana) e a progesterona, que regulam as funções da gravidez, alteram o organismo, nomeadamente o apetite da mulher.

Mas são as explicações do foro emocional as que mais proliferam entre os especialistas, crendo-se que, principalmente na primeira gravidez, a mudança corporal e os ainda desconhecidos papéis social e afectivo que a mulher exerce como mãe contribuam para alterações no seu comportamento.

Daí que seja frequente atribuir-se às grávidas mau feitio, irritabilidade excessiva, gestos infantilizados, tornando assim plausível que também os seus hábitos alimentares possam ser transtornados.

É um facto que a gravidez provoca uma revolução na vida das mulheres (e dos maridos). O corpo muda muito rapidamente, a mulher fica ansiosa, quer saber se o filho vai nascer perfeito, interroga-se se ela própria vai ser boa mãe, se conseguirá estar à altura do seu novo papel.

Enquanto não possui uma resposta concreta, isto é, enquanto o bebé não nasce, ela sofre por antecipação. Este é um terreno propício para emergirem os desejos incontroláveis, apegando-se a grávida a um alimento específico em jeito de recompensa emocional.

Nem só de alimentos vivem os desejos

A verdade é que, apesar de a questão dos desejos incontroláveis das mulheres grávidas se perder no tempo, ainda estamos no campo das hipóteses.

Tanto mais que os alimentos não são o único objecto de desejo. Algumas grávidas anseiam por "saborear" coisas tão estranhas como terra, giz, tijolo, borracha, sabão azul e branco, carvão...

Como se tivessem perdido a razão, porque é sabido que a ingestão de qualquer uma destas substâncias faz tudo menos alimentar, podendo ser bastante danosa para o organismo da mãe e do bebé.

Quem não acha graça nenhuma a estes desejos são os maridos, obrigados às horas mais impróprias a saltar da cama e a correr todas as lojas de conveniência em busca das coisas mais absurdas.

A grávida limita-se a ter um desejo forte e incontrolável, exigindo ser satisfeita, sem ter qualquer noção das dificuldades que isso pode implicar. É habitual ouvirmos falar de grávidas que desejam um alimento quando não é a época do ano própria ou quando todas as lojas estão fechadas.

Mas, como - lá diz a cultura popular - desejo de mulher grávida não pode ser contrariado, os maridos movem montanhas para os satisfazer.

Chamar a atenção

Mas nisto de desejos de grávida o que é preciso é um pouco de bom senso. E bom senso para reconhecer que a mulher usa muitas vezes a gravidez para chamar a atenção, sabendo que todos farão o possível e o impossível para lhe agradar.
Muitas destas compulsões podem não ser mais do que uma forma de a mulher extravasar as suas necessidades emotivas, pedindo carinho.

O reverso da medalha

Se muitas mulheres grávidas são acometidas por desejos avassaladores, outras há que desenvolvem aversões, também elas sem grandes explicações científicas. As mais comuns são ao café, chá, álcool, fumo do tabaco e ao cheiro de certos alimentos.

Quase sempre nos primeiros meses de gravidez, a maioria destas aversões pode constituir uma reacção do organismo, para proteger o feto. Ainda assim, se a grávida rejeitar sistematicamente alimentos de elevado valor nutritivo, como o peixe ou legumes, então o médico dever ser alertado para evitar carências.

Mas o que dizer quando a grávida sente aversão... ao marido? Aqui e ali ouvem-se relatos de mulheres que obrigam os maridos a dormir no sofá, porque não suportam o cheiro deles. Não há muito a fazer, a não ser que passem os enjoos ou a gravidez. Afinal, são (só?) nove meses...



publicado por adm às 23:51
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