Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
Medidas simples ajudam a aliviar dores comuns na gravidez e evitam o uso de remédios

Para gerar uma vida, o corpo feminino passa por uma grande transformação durante a gestação. As alterações dessa fase interferem em vários sistemas, principalmente nos osteo-músculo-articular, digestório, circulatório e respiratório. "Todas essas modificações têm como objetivo adaptar o organismo para carregar e nutrir o feto", afirma o ginecologista e obstetra Alberto Jorge Guimarães, mestre pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Guimarães afirma que essas mudanças no corpo da mulher fazem parte de toda gestação normal e, apesar do desconforto e das muitas dores que elas podem causar, o uso de qualquer remédio sem prescrição médica é perigoso.

"Os medicamentos devem ser usados apenas com indicação médica e nos casos de dor extrema, nos quais já foram tentadas todas as estratégias não medicamentosas e elas não funcionaram", declara o especialista.

 

Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital São Luiz, em São Paulo, mestre em ginecologia pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), afirma  que muitos remédios podem afetar os órgãos do bebê, que estão em formação. "Os anti-inflamatórios, por exemplo, podem comprometer algumas estruturas do coração da criança", diz a especialista.

Os incômodos mais frequentes

Primeiro trimestre
Logo no início da gravidez, é comum que a mulher apresente dor nos seios, que tende a regredir espontaneamente. "O uso de sutiãs adequados, com alças largas e apoio nas costas, minimiza o desconforto", diz a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama.

Para a ginecologista e obstetra Denise Gomes, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), alguns sintomas podem ser contornados com uma boa alimentação.

"A gestante tem de se alimentar bem, pensar no que vai ingerir e não comer muito. O ganho de peso deve ser, no máximo, entre dez e 12 quilos durante a gestação inteira", diz a médica. Denise afirma que alimentos ricos em sal podem piorar muito o inchaço, um dos incômodos do primeiro trimestre, e devem ser evitados. Frituras também precisam ser riscadas do cardápio da grávida.

Ingerir porções menores e não ficar mais do que três horas sem comer são outros cuidados que permitem que a mulher drible o enjoo, tão comum no início da gestação, sem ter de apelar para um remédio que iniba os vômitos.

"Em contrapartida, água e líquidos em geral, sem açúcar, devem ser ingeridos com abundância, pois ajudam no funcionamento do intestino, do sistema urinário e ainda auxiliam a reduzir o edema ou inchaço".

De acordo com o ginecologista e obstetra Alfonso Massaguer, especialista em reprodução humana pelo Instituto Universitário Dexeus, de Barcelona, as dores de cabeça também podem se intensificar ao longo da gravidez. "Os altos níveis hormonais podem piorar quadros de enxaqueca nas pacientes predispostas". E a alimentação balanceada ajuda a evitar esse problema também.

Para buscar alívio para as enxaquecas, Flávia Fairbanks diz que a gestante pode fazer escalda-pés e massagear as têmporas com as pontas dos dedos, em movimentos circulares. "Mas o repouso é a principal recomendação", declara a especialista. 

 

Segundo trimestre
Nessa fase, de acordo com os especialistas, é comum a mulher sentir a chamada dor no baixo ventre, que acontece em função do crescimento do útero, que passa a pressionar músculos, ligamentos, veias e outros tecidos do corpo.

"A dor no baixo ventre, que lembra a cólica menstrual, causa medo de abortamento, mas geralmente cessa espontaneamente, sem a necessidade de medicação", declara Alberto Guimarães. Para amenizar o problema, a mulher pode tomar banhos quentes ou usar bolsas térmicas no local. Se a dor não melhorar ou houver sangramento, a gestante deve procurar imediatamente o médico com quem faz o pré-natal.

O que também ocorre nesse período da gravidez é o peso do útero modificar o eixo gravitacional da mulher. A gestante passa a curvar mais a coluna –desenvolvendo hiperlordose (aumento da curvatura da região lombar) e hipercifose (aumento da curvatura da região dorsal)– e a alargar a base de sustentação, andando com os pés afastados. Tudo isso leva à utilização de grupos musculares que não são rotineiramente solicitados e pode provocar desconforto na coluna e fadiga. "Alongamento e atividade física regulares ajudam a estabilizar e a fortalecer os grupos musculares mais solicitados", afirma Malaguer.

 

Terceiro trimestre
Os incômodos articulares causados pelo acúmulo de líquido podem estar mais presentes à medida em que a gravidez progride e o peso da gestante aumenta, sobretudo em mulheres menos ativas fisicamente. "No último trimestre, algumas grávidas se referem às dores nas virilhas", afirma o ginecologista e obstetra Cláudio Basbaum, introdutor do Parto Leboyer (nascimento sem violência) e da Técnica de Shantala (massagem para bebês), no Brasil e obstetra da Maternidade São Luiz, em São Paulo. 

"Nessa fase recomendamos a prática de exercícios físicos sem impacto com fortalecimento, como o alongamento e o relaxamento muscular, massagens e imersões em água aquecida, além de usar calçado de salto baixo e adequado", segundo o médico. 
 
Outras medidas gerais são válidas para todas as gestantes. "Adotar a postura ereta ao sentar, usar colchão mais firme, evitar carregar excesso de peso e deitar-se de lado --de preferência com uma almofada entre os joelhos-- são atitudes que facilitam a rotina sem grandes incômodos", segundo Basbaum. O médico sugere que, ao se levantar, a grávida  tome o cuidado de, primeiro, se acomodar em ‘posição fetal’ para elevar-se de lado, para não forçar a coluna.
fonte:http://mulher.uol.com.br/g


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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
Depilação na gravidez

A gravidez é um dos períodos de mais insegurança para a maior parte das mulheres. Fisicamente, trata-se de um fenômeno complexo, com o poder de modificar quase todas as partes do corpo feminino — inclusive o crescimento dos pelos. Por outro lado, é justamente essa a época em que se precisa tomar maior cuidado com os tratamentos estéticos.

A gravidez é, tipicamente, um momento em que aumentam a quantidade e a espessura dos pelos do corpo todo e do rosto. "Isso se deve às alterações hormonais próprias da gestação, que prolongam a fase de crescimento (conhecida como fasa anágena dos pelos e dos cabelos", explica a médica dermatologista Daniela Landim.

Esses hormônios já existem normalmente, mas suas taxas aumentam durante a gravidez — em todas as grávidas. "O estrogênio aumenta, e por isso os cabelos caem menos e se tornam mais volumosos", afirma Daniela. Mas isso significa também que os benefícios não estão restritos aos fios de cabelo — o volume aumenta em todos os pelos corporais.

Os pelos na linha do umbigo, usualmente bem escuros, aparecem devido ao aumento dos hormônios andrógenos. Conforme o nível deles volta ao normal, após o parto, os pelos desaparecem, garante a médica. É possível ainda que apareçam pelos em locais onde não havia antes, como o rosto — esses também param de crescer com o fim da gravidez.

Métodos seguros

Não há consenso sobre quais os métodos permitidos ou não para quem está grávida. Mas a maior parte dos médicos concorda sobre o seguinte: mesmo que não haja comprovação de que faz mal ao feto, métodos suspeitos ou que utilizam muita química devem ser evitados.

Entre as proibições estão descolorantes e cera. "Os descolorantes podem entrar na corrente sanguínea e intoxicar o feto. Já a cera é um método de arrancamento que pode levar a gestante a um parto prematuro por hiperestimular contrações", diz Daniela.

"Pela tendência a manchas é preciso evitar métodos que agridam a pele", explica o dermatologista Jardis Volpe. As manchas também são causadas pelos famigerados hormônios da gravidez — que estimulam os melanócitos. Portanto, evite a cera, método em geral mais associado a esse problema. Para os pelos que aparecem no rosto o melhor é apostar na pinça e na depilação com linha ou mola, que não agridem a pele e são livres de quaisquer produtos químicos.

fonte:http://br.mulher.yahoo.com/



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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
Mulheres que tomam antidepressivos durante a gravidez duplicam as chances de ter filhos com hipertensão pulmonar

Embora a taxa do problema seja pequena, o risco aumenta se os medicamentos forem tomados no final da gestação

Mães que tomam antidepressivos durante a gravidez têm mais chances de terem filhos com problemas de hipertensão pulmonar persistente, segundo um novo estudo divulgado no periódico British Medical Journal. O problema, raro, é caracterizado por uma anormal pressão alta nos pulmões, e provoca dificuldades de respiração, cansaço e tosse. A pesquisa foi desenvolvida pelo Centro de Farmacoepidemiologia do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia.

No estudo, os pesquisadores acompanharam 1,6 milhão de bebês durante suas 33 primeiras semanas de vida entre 1996 e 2007, em cinco países: Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. Foram analisados dados das participantes como índice de massa corporal (IMC), idade, se tinham hipertensão pulmonar permanente, se fumavam, quanto pesavam ao nascer e doenças maternas como epilepsia, artrite, doenças do intestino e lúpus.

Entre todas as gestantes, aproximadamente 11.000 tomaram antidepressivos no fim da gravidez e cerca de 17.000 no início. Geralmente, essas mulheres também fumavam e eram mais velhas do que as outras. Outras 54.184 mães haviam se submetido a antidepressivos antes da gestação, mas não estavam mais tomando medicação.

Resultados- Os pesquisadores concluíram que, entre as mães que haviam tomado antidepressivos no fim da gravidez, 0,2% tiveram filhos com hipertensão pulmonar permanente. Essa taxa entre crianças que nasceram de mulheres que tomaram antidepressivos no início da gravidez chegou perto de 0,2%.

Embora os autores do estudo reconheçam que o risco de desenvolver hipertensão pulmonar permanente é pequeno — cerca de três casos em mil mulheres —, a chance duplica se antidepressivos são tomados no final da gravidez e, por isso, eles ainda aconselham cautela no tratamento com antidepressivos em grávidas.

fonte:http://veja.abril.com.br/



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Domingo, 18 de Setembro de 2011
Ingestão de iogurtes magros durante gravidez pode aumentar riscos de asma nas crianças
As mulheres que consomem iogurtes magros durante a gravidez podem aumentar o risco de os seus filhos virem a sofrer de asma, segundo um estudo que será apresentado num congresso em Amesterdão.
O estudo, que será apresentado a 25 de Setembro no congresso anual da European Respiratory Society, sugere que este risco se deve à falta de ácidos gordos que protegem o organismo. 

A equipa de investigadores, coordenada por Ekaterina Maslova, da Harvard School of Public Health, analisou as dietas alimentares de mais de 70 mil mulheres dinamarquesas e das suas crianças, até aos sete anos de idade.

Assim, a conclusão a que os investigadores chegaram é que as grávidas que consomem iogurtes magros de fruta uma vez por dia têm mais probabilidades de que os seus filhos venham a desenvolver problemas de asma até aos sete anos, quando comparados com as crianças de mulheres que não comeram iogurtes magros. Além disso, as crianças daquelas mulheres são mais propensas a ter rinites alérgicas.

“Este é o primeiro estudo do género a relacionar o consumo de iogurtes magros, durante a gravidez, com o aumento do risco de asma e de rinite alérgica nas crianças”, disse a investigadora citada num comunicado da European Respiratory Society.

“São conclusões complexas. A falta de ácidos gordos nos iogurtes magros pode ser a chave para interpretar estes resultados”, comenta Ekaterina Maslova, citada pela BBC online. No entanto, a investigadora considera que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas. “Precisamos replicar estes resultados em outros estudos”, considerou.
fonte:http://www.publico.pt/


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Sábado, 23 de Julho de 2011
Pintar o cabelo durante a gravidez aumenta risco de leucemia para o bebé

Um estudo realizado no Brasil revelou que as tintas para pintar o cabelo aumentam o risco de leucemia nos dois primeiros anos de vida, quando usadas pela mãe durante a gravidez. 
O autor do estudo, o biólogo Arnaldo Couto, afirma que o risco é duas a três vezes superior para os bebés filhos de mães que pintaram o cabelo durante os dois primeiros trimestres da gravidez, quando comparados com aqueles cujas mães não usaram esses produtos. A leucemia atinge cerca de cinco por cento das crianças até aos dois anos. 
Algumas substâncias presentes nas tintas para o cabelo são comprovadamente cancerígenas, pelo que, segundo o autor do estudo, os fabricantes deveriam ser obrigados a alertar as consumidoras para os riscos, especialmente durante a gravidez. 
Os resultados foram publicados no site da Escola Nacional de Saúde Pública, onde o estudo foi realizado, em parceria com o Instituto Nacional do Câncer

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
Aprenda os cuidados a ter com a gravidez no verão

As altas temperaturas exigem uma atenção redobrada com pequenos detalhes



Com a barriga a crescer, as grávidas são as que mais sofrem durante a estação quente. O verão traz consigo um aumento de desconforto, com as pernas a inchar, a zona lombar a pressionar e a pele a esticar por todos os lados. Mas há formas de atenuar esse mau estar, pelo que deixamos aqui algumas dicas:

Alimentação: o tempo quente apela a refeições frescas, pouco pesadas e com muitos líquidos. Mas é fundamental não se esquecer que as grávidas devem ter cuidados redobrados com saladas, queijos frescos e mariscos. Esqueça os fritos, os refrigerantes e pratos como o cozido à portuguesa e feijoada á transmontana. É que a tendência para a hipertensão e para a hipoglicemia está sempre eminente;

Exercícios físicos: se sempre praticou ginástica, não deixe de o fazer nesta altura. Aproveite para exercitar-se ao ar livre, mas em alturas do dia em que sol não esteja tão forte, ou seja de manhã bem cedo ou ao final da tarde. Sendo época de praia por excelência, não se aventure a nadar sozinha para muito longe e leve sempre uma cadeira para se sentar;

Cremes:protetores solares e muito creme gordo, mas nada de bronzeadores. A mulher grávida queima-se com mais facilidade e um escaldão não dá muito jeito nestas alturas. Sprays para pernas cansadas também podem ajudar. Ponha de lado qualquer ideia de fotodepilação ou tratamentos a laser;

Vestuário:vestidos frescos, leves e práticos. Eis o trio de luxo para fazer face às altas temperaturas. Calças de algodão ou linho, porque são mais frescas e sapatos confortáveis, sem exageros nos saltos. Evite roupa justa ao corpo;

Dia-a-dia:no trabalho tente elevar as pernas com um banquinho discreto para facilitar a circulação. Não se descalce se tiver os pés inchados, pois não vai voltar a conseguir calçar o sapato. Mas vale antecipar e optar logo pela manhã por um calçado mais confortável. Se o seu trabalho for muito sedentário, faça por levantar-se e circular. E atenção que as temperaturas altas nesta altura do ano podem fazer baixar a tensão, por isso não dispense um café matinal e tenha sempre uma carteirinha de açúcar na carteira. Sobretudo tem de saber gerir a sua vida com bom senso e evitar tarefas pesadas como carregar compras do supermercado ou lavar o carro.

fonte:http://familia.sapo.pt/



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Sábado, 16 de Julho de 2011
Gravidez ectópica

Quando o feto se desenvolve fora do útero



Vulgarmente chamada gravidez fora do lugar, a gravidez ectópica é aquela em que o feto se desenvolve fora do útero, podendo localizar-se na trompa de Falópio, no canal cervical ou na cavidade pélvica ou abdominal.

Normalmente, a fecundação do óvulo ocorre na trompa de Falópio e o ovo resultante é transportado até ao útero, onde ocorre a implantação.

Qualquer alteração neste percurso natural pode levar a que a implantação ocorra noutro local, com destaque para a própria trompa. Uma obstrução tubária decorrente de infeções pélvicas anteriores, cirurgias ou alterações da motilidade das trompas são as principais causas de gravidez ectópica.

Sintomas

Clinicamente, a gravidez ectópica pode ser assintomática ou manifestar-se por pequenas perdas de sangue vaginais e dores abdominais, em mulheres com um atraso menstrual. Como na gravidez ectópica o produto de conceção se implanta num local que não se encontra preparado para uma gravidez, uma de duas situações pode ocorrer:

- A gravidez não evolui, e o revestimento uterino descama, provocando perdas hemáticas (de sangue) vaginais.

- A gravidez evolui e existe o risco de rutura e hemorragia, com maior morbilidade e mortalidade materna associada.

Diagnóstico

O diagnóstico de gravidez ectópica é cada vez mais ecográfico, mesmo antes do desenvolvimento de sintomas. Caracteristicamente, numa mulher com um teste de gravidez positivo, a ecografia revela um útero vazio e permite a identificação da gravidez em localização anómala. Raramente há necessidade de recorrer a outros exames de imagem.

Tratamentos

Relativamente aos tratamentos, podemos considerar três abordagens diferentes:

- Atitude expectante, que consiste numa vigilância clínica e laboratorial 

- Tratamento médico com utilização de metotrexato intramuscular 

- Tratamento cirúrgico com remoção exclusiva do feto ou da trompa afetada se existirem lesões tubárias extensas.

A decisão quanto ao tratamento a adotar é feita ponderando caso a caso.

Essa avaliação, rigorosa, é feita de acordo com critérios clínicos, ecográficos e analíticos.

Os riscos

São considerados fatores de alto risco antecedentes de cirurgia ou patologia tubária, gravidez ectópica anterior, exposição in útero ao DES (dietilstilbestrol) e DIU (dispositivo intrauterino).

As mulheres que recorreram a tratamentos de infertilidade, já tiveram infeções genitais e têm ou tiveram múltiplos parceiros sexuais correm um risco moderado. Os fatores de baixo risco são a cirurgia abdominal ou pélvica prévia, o tabagismo, o duche vaginal e a primeira relação sexual antes dos 18 anos.

Como prevenir

É muito difícil de prevenir. Por um lado, apesar de identificados os principais fatores de risco, a maioria das gravidezes ectópicas ocorre em mulheres sem fatores de risco conhecidos.

Por outro, existem fatores de risco que não são preveníveis. Não obstante, podemos considerar como medidas redutoras de risco a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis responsáveis por doença inflamatória pélvica, a evicção tabágica e o uso correto dos métodos contracetivos.

fonte:http://familia.sapo.pt/a



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Domingo, 3 de Julho de 2011
Grávidas de férias

Os bebés nascem quando querem, e as urgências aparecem sem prévio-aviso



Estar grávida não significa perder o direito a uns dias passados na praia ou no campo. Todavia, dependendo do tempo de gravidez, existem alguns cuidados que deve ter antes de partir, de "armas e bagagens", para o local eleito para esses dias de lazer.
A gravidez não tem por que alterar a atitude de viajar, no entanto, é importante considerar que tipo de infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para desfrutar as férias, o meio que vai utilizar para viajar e a distância até ao local.
Como várias vezes temos referido, estar grávida não é estar doente. Contudo, a gravidez implica cuidados suplementares. Antes de partir para férias é aconselhável conversar com o seu médico sobre o tema. Se já se encontra no terceiro trimestre, é natural que o seu médico não aconselhe a que viaje para o estrangeiro ou para locais onde o acesso a um hospital ou maternidade seja precário. Não deve esquecer que muitas vezes as urgências aparecem sem aviso prévio.

Nascimentos fora da hora
Se, na altura de iniciar as suas férias, estiver na semana 38 e se o seu bebé decidisse nascer, já pesaria entre 2,5 e 3 quilos. Com esse peso e se a gravidez decorreu de forma saudável, provavelmente, não apresentaria qualquer complicação. Contudo, é possível que o bebé não nasça onde tinha planeado. Se já completou a semana 28 e o bebé resolvesse nascer, por exemplo, na semana 30, o bebé seria prematuro. Pesaria cerca de um quilo a um quilo e meio, e neste caso seria imprescindível contar com uma bom equipamento de saúde tanto no campo obstétrico como neonatológico.
Se nascesse prematuro, o bebé deveria permanecer internado, no local onde nascesse, não menos de 30 a 60 dias (de acordo com o peso ao nascer), até alcançar o peso adequado.
Por tudo isto, consideramos que viajar para o estrangeiro pode ser um risco nesta fase da gravidez. Se nascesse no estrangeiro, provavelmente, teria de permanecer no país de nascimento, para acompanhar o bebé prematuro até à sua alta.

Estar grávida não é estar doente. Contudo, a gravidez implica cuidados suplementares. Antes de partir para férias é aconselhável conversar com o seu médico sobre o tema

Acompanhar a gravidez
Se pensa viajar para o interior do país, consulte o seu Centro de Saúde ou a sua Seguradora, onde tem o seu seguro de saúde, para se certificar que o lugar escolhido tem cobertura médica, e como fazer no caso de uma emergência. Se viaja para o estrangeiro, também deverá assegurar-se com a cobertura da Segurança Social ou seguro médico.
São muito poucos os sistemas de saúde que oferecem cobertura estando no estrangeiro, e quando o fazem, geralmente, restringem-se aos países limítrofes, ou aplicam restrições de acordo com as semanas de gestação (geralmente cobrem só a primeira metade da gravidez). Para algumas companhias de seguros, a gravidez é considerada como uma doença pré-existente.
Se não tem cobertura, é importante que antes de viajar faça um seguro de saúde de viagem. Não são muito baratos, mas no caso de serem necessários, o benefício será muito maior do que o custo.

Em viagem
Se a gravidez é normal e controlada, uma viagem não tem por que aumentar os riscos que toda a gravidez implica. Se a gravidez é considerada de risco, terá que analisar junto com o seu obstetra o que é mais conveniente.
Se vai viajar de automóvel, é aconselhável que evite as horas de calor. Inicie a viagem de manhã cedo ou ao fim da tarde. A cada duas ou três horas faça uma paragem no caminho para andar um bocado, e ir à casa de banho. Aproveite também para tomar uma bebida fresca.
A viagem é o início das suas férias e não apenas um meio para chegar ao destino. Se vai viajar de avião, saiba que as viagens de avião durante a gravidez, se tomadas algumas precauções, não têm contra-indicações do ponto de vista médico. Todavia, saiba que uma das particularidades dos assentos da classe económica é o escasso espaço entre as filas.
Estas características obrigam-nos muitas vezes a permanecer sentadas sem nos levantarmos do assento, devido à escassez de espaço ou para não incomodar os outros passageiros. E esta atitude pode ser prejudicial para a saúde. Tente fazer a sua viagem em aviões com cabinas pressurizadas (todos os jactos de linhas programadas as têm) para evitar os efeitos da falta de oxigénio. Contudo, ainda que deva ser mais cuidadosa, nenhuma destas condições impede realizar uma viagem de avião. Seguindo uma série de medidas simples, poderá viajar cómoda e segura.
Se vai viajar de combóio, escolha um local perto da carruagem restaurante, assim poderá tomar uma bebida ou as refeições sem ter de percorrer um longo percurso com o combóio em movimento.
Se pensa fazer um cruzeiro, deve discutir bem com o seu obstetra essa opção, especialmente se é a sua primeira viagem num navio.

Veja como:
- Trate de chegar cedo ao aeroporto , e quando fizer o check in avise o funcionário que está grávida, o funcionário da companhia certamente lhe oferecerá a melhor localização possível.
- Não permaneça sentada durante toda a viagem. Levante-se a cada duas ou três horas e percorra o corredor do avião para estirar as pernas.
- Se as hospedeiras estão a ocupar o corredor com os carros da alimentação, permaneça parada ao lado do seu assento, mova suavemente as pernas, especialmente os dedos dos pés, e realize movimentos de rotação com os pés (duas a três sessões de 10 a 15 movimentos). Estes exercícios estimulam a circulação nas pernas e impedem que o sangue tenda a formar coágulos.
- Durante o voo, recomenda-se beber água, já que a humidificação das cabinas dos aviões é bastante escassa. Beba uma boa quantidade de água ou bebidas sem álcool. A desidratação afecta os mecanismos de coagulação do sangue.

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 15:45
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Sábado, 25 de Junho de 2011
Inchaço na gravidez: veja o que fazer quando isso acontecer

Estima-se que aproximadamente 75% das mulheres irão experimentar essa acumulação excessiva de líquido em torno dos pés e dos tornozelos em algum momento durante a gravidez. Por isso, listo algumas dicas úteis para tratar o inchaço normal nesse período.

A maioria das mulheres relata que o inchaço não acontece apenas após passarem um longo período em pé ou no fim do dia. Pode ocorrer também após um longo período de sono.

Há várias coisas que você pode fazer para ajudar a aliviar os sintomas. A primeira, e provavelmente uma das melhores e mais importantes, é beber muita água.

A verdade sobre o sal

Muitos povos acreditam que o inchaço é causado por quantidades excessivas de sal na dieta. Na verdade o que acontece é o oposto. Limitar a quantidade de sal pode também causar inchaço. Como com todas as coisas, a moderação é a chave da balança.

Veja outros itens básicos para ajudar a reduzir o inchaço e os incômodos:

• Use sapatos confortáveis

• Descanse seus pés quando possível

• Se você está no trabalho, tente mover-se ao redor ligeiramente ou conseguir um objeto para sustentar o pé para cima

• Tente usar a meia-calça de sustentação (meia-calça para gestante)

Quando o inchaço não for normal

Quando o inchaço é repentino ou extremo, podendo ser notado não somente nos pés, mas no rosto e nas mãos, pode ser algo sério. Você deve relatar esse tipo de inchaço ao seu médico imediatamente.

Sempre que você é perguntado sobre inchaço ou outras perguntas médicas, nunca hesite falar a verdade e relatar tudo o que acontece ao seu médico.



Fonte: UOL



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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
Gravidez psicológica

A gravidez psicológica ou pseudociese pode acontecer em mulheres que desejam ser mães mas também em mulheres que receiam a maternidade



Apesar de o problema também surgir em mulheres jovens, é mais comum acontecer com pessoas mais velhas, próximas da menopausa, inférteis e/ou com distúrbios hormonais que interferem na menstruação.

É mesmo possível a mulher acreditar que vai ser mãe até chegar a hora do “parto”

A gravidez psicológica ou pseudociese pode acontecer em mulheres que desejam ser mães mas também em mulheres que receiam a maternidade. O inconsciente da mulher manifesta-se através de reacções corpóreas que se assemelham a uma gravidez de facto. Em linhas gerais, a gravidez psicológica é uma fantasia delirante. A mulher acredita que está grávida e a resposta do corpo existe. Muitas vezes são sentidos enjôos, desejos, a menstruação desaparece, apresentam crescimento do abdomen e dos seios, e, em alguns casos raros, é possível até produzirem leite.
Dificilmente a gravidez psicológica acontece por uma única razão. Cada pessoa reage aos problemas de uma maneira particular e qualquer transtorno psicológico tem diversas causasz. Baixa auto-estima, sentimentos de rivalidade intensa, insegurança, baixa capacidade de lidar com as frustrações, além de um forte desejo de ter um filho são algumas delas. Especialistas indicam que alguns factores podem desencadear a gravidez psicológica, principalmente questões emocionais como, problemas para engravidar, medo inconsciente dessa responsabilidade e outros. Para essas causas, os tratamentos psicológicos podem ajudar. Também problemas físicos, como desequilíbrios hormonais levam à gestação psicológica. Patologias como ovários policísticos ou neoplasias uterinas também podem gerar a gravidez psicológica.

 

O desejo de ser mãe leva-a a interiorizar as experiências de amigas e conhecidas que tiveram bebés há pouco tempo ou que estão grávidas

A obsessão de ser mãe
Apesar de o problema também surgir em mulheres jovens, é mais comum acontecer com pessoas mais velhas, próximas da menopausa, inférteis e/ou com distúrbios hormonais que interferem na menstruação. Em alguns casos, para a mulher a maternidade pode tornar-se a principal razão da sua existência, passando todos os seus conflitos emocionais a ser canalizados e projectados para esse desejo, transformado em obsessão. O desejo de ser mãe leva-a a interiorizar as experiências de amigas e conhecidas que tiveram bebés há pouco tempo ou que estão grávidas, tentando conhecer todas as sensações relacionadas com a gravidez. Vivencia todas essas experiências e somatiza-as. É mesmo possível a mulher acreditar que vai ser mãe até chegar a hora do “parto”. Mas geralmente, logo nas primeiras consultas e diante do resultado dos exames, qualquer médico percebe que a sua paciente não está grávida. Neste caso, a mulher pode procurar outros médicos, que lhe dirão o mesmo. Quando se confrontam com a inexistência de gravidez, algumas mulheres até sentem alívio, mas em geral a reação é de decepção. Estas mulheres, vítimas desta somatização, abandonam geralmente as suas consultas de rotina após a consulta a vários médicos e após a realização de vários exames de diagnóstico que sucessivamente não detectam a gravidez. Existem casos - embora raros - em que na data que a mulher determinou para o final da gravidez, sente as dores e se prepara para o parto.

Patologias como ovários policísticos ou neoplasias uterinas também podem gerar a gravidez psicológica

A ajuda psicológica
Em geral, essas mulheres não procuram ajuda psicológica. No entanto, o acompanhamento de um psicólogo clínico é imprescindível para a compreensão dos aspectos de somatização, possibilitando assim a reorganização das estruturas psíquicas e ajudando na reestruturação das suas alterações físicas.

fonte:http://familia.sapo.pt/



publicado por adm às 17:15
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